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As 23 mulheres (pelo menos) que foram assediadas por Harvey Weinstein

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Coercion

 

Not all sexual assault involves a physical attack. Sexual coercion is unwanted sexual activity that happens after someone is pressured, tricked, or forced in a nonphysical way. Anyone can use coercion - for example, husbands, partners, boyfriends, friends, coworkers, bosses or dates.

 

What are some examples of sexual coercion?

 

Sexual coercion can be social or emotional pressure to force you into sexual activity that you do not want or agree to.

 

 

Examples of Sexual Coercion: Wearing you down by asking for sex again and again, or making you feel bad, guilty, or obligated.

 

http://sassk.ca/about-sexual-assault-test/consent/consent-vs-coercion

 

E ela seguiu os conselhos do pessoal do Canadá?

 

How can I respond in the moment to sexual coercion?

 

Sexual coercion is not your fault. If you are feeling pressured to do something you do not want to do, speak up or leave the situation. It is better to risk a relationship ending or hurting someone's feelings than to do something you are not ready or willing to do.

 

Some possible responses include:

 

"I do like you, but I'm not ready for sex."

"If you really care for me, you'll respect that I don't want to have sex."

"I don't owe you an explanation or anything at all."

 

Be clear and direct with the person coercing you. Tell him or her how you feel and what you do not want to do. If the other person is not listening to you, leave the situation. If you or your family is in physical danger, try to get away from the person as quickly as possible.

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E ela seguiu os conselhos do pessoal do Canadá?

 

How can I respond in the moment to sexual coercion?

 

Sexual coercion is not your fault. If you are feeling pressured to do something you do not want to do, speak up or leave the situation. It is better to risk a relationship ending or hurting someone's feelings than to do something you are not ready or willing to do.

 

Some possible responses include:

 

"I do like you, but I'm not ready for sex."

"If you really care for me, you'll respect that I don't want to have sex."

"I don't owe you an explanation or anything at all."

 

Be clear and direct with the person coercing you. Tell him or her how you feel and what you do not want to do. If the other person is not listening to you, leave the situation. If you or your family is in physical danger, try to get away from the person as quickly as possible.

Qual é mesmo o argumento que estás a tentar usar?

 

Ela, mesmo não identificando imediatamente os comportamentos do Aziz como coercivos, até agiu em vários momentos de acordo com esses conselhos, mas o mais importante a retirar dessa informação que colocas aqui, é de que coerção sexual não é culpa da vítima.

 

Ela diz-lhe que quer levar as coisas devagar, ele espera uns minutos e volta à carga. Ele pergunta-lhe repetidamente onde é que ela quer que ele a f*da, ela finalmente concede e diz que fica para a próxima, ele continua a insistir, inclusive oferecendo álcool. Ela diz-lhe que não se quer sentir forçada, ele finalmente demonstra perceber que ela não está a gostar da interação e convida-a a relaxar no sofá, somente para voltar a insistir no mesmo tipo de comportamento, indicando sexo oral; ela sente-se pressionada sob a continuada insistência dele (um efeito da coerção) e compromete-se a fazer o que ele lhe indicou. Mais tarde ele volta a perguntar-lhe onde é que ela quer que ele a f*da, depois de a curvar em frente a um espelho; aqui ela diz não, que não está preparada para fazer aquilo; ele acata e convida-a a voltar a relaxar no sofá. Só aqui é que ela ganha a consciência total do que se está a passar, sentindo-se violada e quando ele insiste novamente é quando ela decide ir-se embora.

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Mais uma vez, apenas a versão dela. Ela diz, ela diz, ela diz... Se ela diz que foi assim que aconteceu, concluímos logo que é verdade, tal e qual como está. Nestes casos, e é isso o mais preocupante, só nos basta uma versão e a da vítima para não termos mais dúvidas.

 

A linha que se está a traçar entre engate e sedução e coerção e violação é tão ténue que é assustador. Quem não vê aqui fundamentalismo e extremismo é porque gosta do que vê.

 

Nestes casos, não se pode ter em conta só um lado. Só eles os dois é que lá estiveram, ele não tem antecedentes e só conhecemos uma versão. Coadunar com isto de uma forma tão defensiva é continuar o que não pode ser continuado.

 

Estamos a permitir que estes casos tão dúbios se tornem legítimos só porque agora precisamos de vitimas para alimentar uma causa. E estamos a criar um fundamentalismo tão puritano que vai mudar a sociedade drasticamente.

 

Estamos a legitimar todo e qualquer caso sem averiguar a sua verdade, sem permitir contraditório. Estamos a fazer justiça social rápida e barata. Estamos a permear a vingança que se quer feita com justiça social.

 

The Handmaid's Tale é a recriação da sociedade que se está a construir, sem tirar nem pôr. Pensando bem, aquela m*rda é uma série de terror.

Editado por Mayday

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A linha que se está a traçar entre engate e sedução e coerção e violação é tão ténue que é assustador.

Bota assustador nisso.

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Só aqui é que ela ganha a consciência total do que se está a passar

 

Antes não tinha a "consciencia total" porque? Logo na primeira frase do teu parágrafo (da historia dela) dá a entender que o gajo está a abusar.

 

Isto quando na sms que ela mostra no vídeo, fala em "non-verbal cues" e "I'd like to slow it down" para lhe dizer o que ele não percebeu.

E quem quer abusar de poder, aka ser coercivo, não aborda daquela maneira no dia seguinte e nem se desculpa.

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Tem a sua piada ver o pessoal a saltar para defender o Aziz Ansari desta forma. Ele merece o benefício da dúvida, ela não. O que ele diz deve ser verdade, o que ela diz deve ser revenge porn. Está certo.

 

Mas também aprendi hoje que só é grave se a pila entrar, se não é tranquilo e é só uma interacção social.

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Mais uma vez, apenas a versão dela. Ela diz, ela diz, ela diz... Se ela diz que foi assim que aconteceu, concluímos logo que é verdade, tal e qual como está. Nestes casos, e é isso o mais preocupante, só nos basta uma versão e a da vítima para não termos mais dúvidas.

 

A linha que se está a traçar entre engate e sedução e coerção e violação é tão ténue que é assustador. Quem não vê aqui fundamentalismo e extremismo é porque gosta do que vê.

 

Nestes casos, não se pode ter em conta só um lado. Só eles os dois é que lá estiveram, ele não tem antecedentes e só conhecemos uma versão. Coadunar com isto de uma forma tão defensiva é continuar o que não pode ser continuado.

 

Estamos a permitir que estes casos tão dúbios se tornem legítimos só porque agora precisamos de vitimas para alimentar uma causa. E estamos a criar um fundamentalismo tão puritano que vai mudar a sociedade drasticamente.

 

Estamos a legitimar todo e qualquer caso sem averiguar a sua verdade, sem permitir contraditório. Estamos a fazer justiça social rápida e barata. Estamos a permear a vingança que se quer feita com justiça social.

 

The Handmaid's Tale é a recriação da sociedade que se está a construir, sem tirar nem pôr. Pensando bem, aquela m*rda é uma série de terror.

Que o que ela diz pode não ser verdade subentende-se durante a discussão desta versão dos acontecimentos. Ou esperas mesmo que as pessoas escrevam em cada frase essa salvaguarda?

 

Essa linha ténue que tu descreves não se aplica ao que eu tenho estado a discutir, que se limita a comportamentos coercivos.

 

Eu tive em conta os dois lados. Não sou eu que tenho estado defensivo, eu tenho-me limitado a discutir a coerção que considero ser identificável na única versão dos eventos disponível.

 

Fundamentalismo puritano? Não, procura-se que a liberdade sexual das pessoas seja respeitada, em vez de violada.

 

Não há muito tempo violação era algo que não se levava muito a sério, e não faltavam vítimas levarem com as típicas perguntas: "Tens a certeza que não gostastes um bocadinho?" ou "Por que razão não lutaste ou tentaste escapar?" Coerção sexual não é violação, mas não deixa de ser um problema sério na nossa sociedade, parte do problema reside nas pessoas que ao lerem aquela história, consideram que foi tudo natural, pois é um indicador da normalização que existe face a comportamentos coercivos.

 

 

Antes não tinha a "consciencia total" porque? Logo na primeira frase do teu parágrafo (da historia dela) dá a entender que o gajo está a abusar.

 

Isto quando na sms que ela mostra no vídeo, fala em "non-verbal cues" e "I'd like to slow it down" para lhe dizer o que ele não percebeu.

E quem quer abusar de poder, aka ser coercivo, não aborda daquela maneira no dia seguinte e nem se desculpa.

Porque em muitos casos a vítima não identifica o abuso/excesso imediatamente, não se quer acreditar que algo de mal está a acontecer e sinais passam ignorados. Ninguém se identifica logo como vítima e muitas pessoas evitam partilhar experiências porque não querem ser vistas como vítimas. No meu caso, só tive consciência de que algo estava mal quando já não havia escapatória possível, naquele momento senti-me completamente impotente e deixei de ser responsivo, fiquei num estado de passividade e deixei que a pessoa fizesse o que bem entendesse para que aquilo pudesse acabar. Só anos depois é que processei tudo e me apercebi que os sinais estavam todos lá. A experiência dela não foi tão grave como a minha, mas ao ler o relato dela apercebo-me dos sinais e consigo perceber e compreender aqueles momentos em que ela diz ou faz algo para defletir os avanços dele, ao mesmo tempo que tenta não o ofender. Ela diz que aquela foi a pior experiência que teve com um homem, ela tinha 23 anos; eu acredito que ela nunca tinha tido um tipo de experiência minimamente similar àquele, mais uma razão para ela não ter reconhecido os sinais, ter sido tão passiva e ter tido algumas reações tardias, mas que ao menos foram reações decisivas.

 

O que não falta são maridos no dia seguinte a pedir desculpa e a prometer que não volta a acontecer.

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Essa história é estranha. Começando pela duvidosa (imo) credibilidade e seriedade do site que a relata (refiro-me ao babe que postaram atrás) até ao tom e o nivel de detalhe com que é contada. Depois, sensivelmente a meio do acontecimento, ela em desespero vai ao wc. Quando regressa, subitamente, ela ou quem escreveu a história, demonstra-se contente com a reacção dele ao sugerir ficarem só a relaxar no sofá. Apelidam inclusivamente de "tecnicamente querido" e "compreensivo", e mais, ela esperava que ele lhe fosse fazer festinhas nas costas e brincar com o cabelo. Isto tudo após o sujeito ter enfiado os dedos na garganta, colocado a mão dela no pénis, não a ter deixado mover e incitado sexo oral, entre outras coisas. Tudo enquanto a rapariga no meio da situação se sentia desconfortável, contra a sua vontade e perplexa. Mas mesmo assim, decidiu pôr tudo isso de parte e sentar-se a ver uma serie com ele.

 

Não quero julgar, é uma situação extremamente delicada. Mas na minha opinião a história está no mínimo distorcida. A ser verdade, ele foi uma besta como já disseram. Mas inquieta-me bastante o facto de ela não ter abandonado o encontro, tanto nesse momento em especifico como antes disso.

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No fundo, a culpa é dela.

Ela não tem culpa do tipo ser um anormal. De lhe ter provocado aquela má experiência. Mas também em nenhum momento parece que ela foi obrigada a ficar. Foi ficando porque quis, mesmo tendo imensas situações em que ele mostrou claramente o que queria. E pelo relato ela nunca fez por ir embora. Até achou que ele ia-lhe fazer uma massagem. O comportamento dele não é correcto mas ela também deixou. Não foi obrigada, não há nenhum momento em que seja referido que sentiu-se obrigada.

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Porque em muitos casos a vítima não identifica o abuso/excesso imediatamente, não se quer acreditar que algo de mal está a acontecer e sinais passam ignorados.

 

Outra vez? Ela identificou logo na historia que colaste aí que o gajo estava a ser uma besta.

"quer levar as coisas devagar", "diz que fica para a próxima", "Ela diz-lhe que não se quer sentir forçada"... and so on.

 

Se alguém consegue "negar fogo" logo nas primeiras abordagens, para que estás a insistir nisso?

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Outra vez? Ela identificou logo na historia que colaste aí que o gajo estava a ser uma besta.

"quer levar as coisas devagar", "diz que fica para a próxima", "Ela diz-lhe que não se quer sentir forçada"... and so on.

 

Se alguém consegue "negar fogo" logo nas primeiras abordagens, para que estás a insistir nisso?

Não, ela expressou a sua hesitação naquela noite em passar do foreplay, que a tinha deixado desconfortável, em vez de excitada, para o sexo, quando ele insistia nisso mesmo; essas respostas indicam isso, não indicam que ela naquela altura já o tivesse identificado como "besta". Temos que perceber que aquilo se passou muito rápido. É impossível numa questão de minutos de intimidade com uma pessoa com que nos estávamos a dar bem até ali, processar tanta informação, desde emoções complexas, a julgar a situação, às intenções da outra pessoa, etc. Daí que quando ele finalmente demonstra alguma sensibilidade, depois de ela lhe dizer que não se quer sentir forçada, ela se tenha sentido grata pela compreensão dele.

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Não, ela expressou a sua hesitação naquela noite em passar do foreplay, que a tinha deixado desconfortável, em vez de excitada, para o sexo, quando ele insistia nisso mesmo; essas respostas indicam isso, não indicam que ela naquela altura já o tivesse identificado como "besta".

 

É a tua interpretação da história dela.

Eu não a vejo assim tão ingénua, como se viu na excelente resposta que deu no dia seguinte.

(sim, mesmo que digas que no momento estava em choque e foi tudo muito rápido)

Editado por kareca

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É a tua interpretação da história dela.

Eu não a vejo assim tão ingénua, como se viu na excelente resposta que deu no dia seguinte.

Como queres que eu interprete? Ignorando todos os fatores que sei terem um papel fundamental na forma como nós agimos face a situações desta natureza? Na resposta do dia seguinte ela já teve o benefício de tempo e distância para processar os eventos; algo que no momento, com todo o stress associado a este tipo de interações, não se tem.

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Posso também interpretar não ignorando todos os fatores que sei?

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Posso também interpretar não ignorando todos os fatores que sei?

Eu tenho procurado clarificar os fatores que levam àquele tipo de comportamento e situação. Se mesmo assim queres ignorar essa informação, não há mais nada que eu possa fazer.

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Eu não ignorei e agradeço as tuas clarificações. Permite-me não concordar com elas.

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Eu não ignorei e agradeço as tuas clarificações. Permite-me não concordar com elas.

Estás no teu direito, sem dúvida. Só gostava de perceber melhor em que medida consideras a minha interpretação dos eventos desmedida. Porque mesmo ignorando este caso, os fatores que eu tenho descrito têm um papel fundamental para se perceber a posição das vítimas de coerção sexual. Eu considero preocupante quando se olha para este tipo de situação e se começa a tentar desculpar o comportamento da pessoa coerciva e a deslocar o ónus para a vítima.

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Podem por favor parar de discutir casos em que o que têm são apenas deposições escritas do que aconteceu pelos dois lados ou um dos lados? É que a interpretação é sempre bastante aberta e ha aqui malta a falar como se tivesse lá a assistir à cena...

 

Para além disso, nada contra estas queixas e deposições, mas não era suposto este tópico e este movimento abordar casos de coerção sexual devido a abuso de poder na indústria de entretenimento?

Editado por Lip McBoatface

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A linha que se está a traçar entre engate e sedução e coerção e violação é tão ténue que é assustador. Quem não vê aqui fundamentalismo e extremismo é porque gosta do que vê.

 

 

De que forma é que o discernimento entre situações tão distintas pode ser ambíguo? Só na cabeça de psicopatas que ignoram por completo os sentimentos e sinais de quem interpelam. Ou então estando confortavelmente sentado no sofá de casa a comentar na internet algo pelo qual nunca passou- o que não iliba ninguém da falta de empatia.

 

Sedução é sedução. Coerção não é sedução. É uma questão de respeito pelo outro. Pelos seus sentimentos e liberdades. Onde é que há lugar para a dúvida?

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o infinito que venha comentar o caso para se acabar de uma vez com a discussão

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Eu por acaso vejo isso do copo como uma tentativa de piada. De mau gosto sim, mas uma tentativa de piada.

Por acaso também fiquei com essa ideia. Mas tb pode ser por não o dissociar da personagem em Parks & Rec,

 

The Handmaid's Tale é a recriação da sociedade que se está a construir, sem tirar nem pôr. Pensando bem, aquela m*rda é uma série de terror.

é o oposto.

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Pelo que foi escrito pelo relato da mulher que saiu com o Aziz não vejo grande coisa que possa ser feita a nível legal. Pode ser, quanto muito, algo imoral e reprovável nesse sentido, mas mais que isso já é esticar a corda. Há que enquadrar o ambiente em que a situação se passou e aceito plenamente que tenha sido um comportamento errado por parte dele, mas parece-me um extrapolar dos casos que têm sido esmiuçados pela comunicação social e que afetam outras personagens de Hollywood.

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