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Mesut Ozil

[FC Porto] Futebol

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Também acho que dizer que fizemos um jogo soberbo é um reach gigantesco. Fomos bem superiores, muito mais competentes que o Marselha, mas não foi uma exibição de encher o olho.

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Citação de Harry Kane, há 6 minutos:

Até acho que fizemos. 

Não, não fizemos. Fomos competentes perante um adversário banalíssimo. Acabaste a 1ª parte com 3 lances dignos de registo - os golos (fruto de uma carambola feliz e de um penalti totalmente desnecessário) e aquela oportunidade desperdiçada pelo Marega que resultou de outra perda de bola inadmissível do OM, nem foi propriamente consequência do nosso pressing. Além disso, importa relembrar que o jogo podia ter tido outro rumo se o Payet não tivesse atirado aquele penalti para fora do estádio.
Por norma, a última imagem é a que fica e o pessoal ficou algo iludido com os últimos minutos de jogo, fase onde podíamos ter feito mais 2/3 golos, sem grande dificuldade. Se o OM já na 1ª parte jogou sem qualquer garra, sem "chama", na 2ª então foi um fartote de displicência e falta de compromisso. A partir do 3-0 baixaram os braços (se não o tinham feito já antes) e cagaram totalmente no jogo, por isso é que ficou a ideia de que fizemos uma grande exibição ou uns últimos 20/25 minutos fenomenais.
A estratégia foi a mesma de sempre - chegámos à vantagem sem saber muito bem como e imediatamente baixámos linhas e entregámos a iniciativa ao adversário - a questão é que o OM nunca teve argumentos, intensidade ou vontade (por parte de alguns jogadores) para contrariar a nossa estratégia. Ok, não nos limitámos a despejar bola no Marega, em certos momentos até conseguimos praticar um futebol mais associativo, mas também contámos com muita liberdade e espaço concedido pelos franceses. Muito cuidado a analisar este tipo de jogos, tão cedo não voltamos a encontrar tanto espaço para jogar - aliás, no fds já encontramos o airbus do Paulo Sérgio, e muito provavelmente voltaremos a encontrar imensas dificuldades em furar aquela muralha.

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Exagerei. Mas fomos muito competentes. E cada vez gosto mais do zaidu. Só tem de acalmar na pancada. 

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As análises às estatísticas não valem de nada quando se ignora a estratégia do treinador. 

De que me adianta dizer que o Marselha teve o dobro da posse de bola se a minha estratégia passa por sair em contra-ataque? É uma consequência que estou disposto a aceitar. Vocês podem não gostar da estratégia, mas na ótica do treinador foi bom: a equipa criou 5 Big Chances, fez 3 golos e o Marchesín fez a módica quantia de 0 defesas. O Marselha levou a bola para casa. 

E embora os jogos tenham todos sido diferentes em função das características dos adversários, está a ser esta a estratégica genérica para os jogos da Champions e obviamente que está a dar resultados. Até contra o City fomos competentes dentro do possível, eles é que resolveram o jogo com um penalty mal assinalado e um livre direto.

O jogo com o Olympiakos foi claramente o mais descontrolado porque os gregos abusam do cruzamento (ai se fosse ao contrário...) e punham a bola na área para o barulho. O Marselha quis jogar mais pelo chão, mas também pouco sabe e o resto não deixámos. 

Nada disto faz do jogo soberbo de um ponto de vista do espetáculo, mas aceito que seja um jogo competente para o Conceição. 

Editado por UnReal
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Citação de UnReal, há 1 hora:

As análises às estatísticas não valem de nada quando se ignora a estratégia do treinador. 

De que me adianta dizer que o Marselha teve o dobro da posse de bola se a minha estratégia passa por sair em contra-ataque? É uma consequência que estou disposto a aceitar. Vocês podem não gostar da estratégia, mas na ótica do treinador foi bom: a equipa criou 5 Big Chances, fez 3 golos e o Marchesín fez a módica quantia de 0 defesas. O Marselha levou a bola para casa.

Mas este é um dos problemas do SC - só se sente confortável a jogar na retranca, dando a iniciativa de jogo ao adversário. É como o Tio disse há uns dias, não é à toa que as melhores performances do Porto no seu reinado são em jogos de dificuldade média/alta, contra adversários que tendencialmente gostam de assumir o jogo e que naturalmente acabam por dar mais espaço e expor-se um bocado - jogos de Champions (Mónaco, Schalke, Roma) e equipas como o Benfica, o Fama e o caso do Braga e do Boavista já nesta época.
O problema é quando lhe dão a provar do próprio veneno, aí vira-se o feitiço contra o feiticeiro. E isso, infelizmente para nós, acontece em 90% dos jogos ao longo da época. Nesses jogos em que defrontamos equipas super fechadas e organizadas, que estacionam o autocarro à frente da baliza, muitas das vezes já não encontramos argumentos para contrariar esse tipo de estratégia. Aí já não há profundidade que nos valha e precisamos de mais velocidade, dinâmica, criatividade e imprevisibilidade, coisas que o Sérgio não consegue incutir à equipa - e o que não faltam são jogadores de enorme qualidade técnica para renderem nesse tipo de jogos.

Olhem o caso do NES, por exemplo, eu considero que é um gajo extremamente competente mas para o nível dos Wolves, nunca para treinar um clube com outras ambições. Também se dá muitíssimo bem nos jogos contra as equipas do Big-6 mas depois cede imensos empates contra Crystal Palace, Brighton, Burnley ou Fulham desta vida, porque a sua principal preocupação é manter a equipa equilibrada defensivamente e aproveitar as pouquíssimas oportunidades que consegue criar durante o jogo.

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Citação de Diogo_CFB, há 13 minutos:

 

 

 

2023? Não seria mais sensato renovar apenas por uma temporada com outra de opção?!

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Citação de UnReal, há 3 horas:

As análises às estatísticas não valem de nada quando se ignora a estratégia do treinador. 

De que me adianta dizer que o Marselha teve o dobro da posse de bola se a minha estratégia passa por sair em contra-ataque? É uma consequência que estou disposto a aceitar. Vocês podem não gostar da estratégia, mas na ótica do treinador foi bom: a equipa criou 5 Big Chances, fez 3 golos e o Marchesín fez a módica quantia de 0 defesas. O Marselha levou a bola para casa. 

E embora os jogos tenham todos sido diferentes em função das características dos adversários, está a ser esta a estratégica genérica para os jogos da Champions e obviamente que está a dar resultados. Até contra o City fomos competentes dentro do possível, eles é que resolveram o jogo com um penalty mal assinalado e um livre direto.

O jogo com o Olympiakos foi claramente o mais descontrolado porque os gregos abusam do cruzamento (ai se fosse ao contrário...) e punham a bola na área para o barulho. O Marselha quis jogar mais pelo chão, mas também pouco sabe e o resto não deixámos. 

Nada disto faz do jogo soberbo de um ponto de vista do espetáculo, mas aceito que seja um jogo competente para o Conceição. 

Ninguém disse que fizemos um mau jogo. Fomos competentes e eficazes, é inegável.

Dizer que fomos soberbos que era o que se estava a discutir é um exagero que o próprio Harry Kane assumiu. Isso é tudo uma não conversa.

Fomos competentes, mas ofensivamente produzimos pouco. Temos um golo depois de um ressalto, um golo num penalti idiota que eles fazem e um golo num lance individual de contra ataque (depois do 3-0 o jogo acaba e ainda podíamos ter marcado mais). Fomos ultra eficazes, há mérito nisso, mas criámos muito pouco e fomos incapazes de fazer 3 passes seguidos no jogo inteiro. Ofensivamente fomos fracos. Defensivamente tirando o erro do Sarr que podia ter dado golo, estivemos muito sólidos. Eles podem ser fracos mas também temos o nosso mérito de os limitar tanto e de o Marche ter sido um espectador como dizes.

Olho para este jogo e digo que foi um jogo ok, meh, ganhámos mas não me entusiasma como uma vitória por 3-0 na Champions o faria na teoria.

A segunda parte com o Gil Vicente até à expulsão enstusiasmou-me mais e deu-me mais perspectivas da equipa melhorar do que qualquer outro jogo esta época.

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Citação de TariboWest, há 8 horas:

Mas este é um dos problemas do SC - só se sente confortável a jogar na retranca, dando a iniciativa de jogo ao adversário. É como o Tio disse há uns dias, não é à toa que as melhores performances do Porto no seu reinado são em jogos de dificuldade média/alta, contra adversários que tendencialmente gostam de assumir o jogo e que naturalmente acabam por dar mais espaço e expor-se um bocado - jogos de Champions (Mónaco, Schalke, Roma) e equipas como o Benfica, o Fama e o caso do Braga e do Boavista já nesta época.
O problema é quando lhe dão a provar do próprio veneno, aí vira-se o feitiço contra o feiticeiro. E isso, infelizmente para nós, acontece em 90% dos jogos ao longo da época. Nesses jogos em que defrontamos equipas super fechadas e organizadas, que estacionam o autocarro à frente da baliza, muitas das vezes já não encontramos argumentos para contrariar esse tipo de estratégia. Aí já não há profundidade que nos valha e precisamos de mais velocidade, dinâmica, criatividade e imprevisibilidade, coisas que o Sérgio não consegue incutir à equipa - e o que não faltam são jogadores de enorme qualidade técnica para renderem nesse tipo de jogos.

Olhem o caso do NES, por exemplo, eu considero que é um gajo extremamente competente mas para o nível dos Wolves, nunca para treinar um clube com outras ambições. Também se dá muitíssimo bem nos jogos contra as equipas do Big-6 mas depois cede imensos empates contra Crystal Palace, Brighton, Burnley ou Fulham desta vida, porque a sua principal preocupação é manter a equipa equilibrada defensivamente e aproveitar as pouquíssimas oportunidades que consegue criar durante o jogo.

E com isso queres dizer exatamente o quê? Não deixa de ser curioso que estás a falar de uma equipa que apenas em um jogo do campeonato não marcou 2 ou mais golos (contra o Gil Vicente, vitória por 1-0), e que vem de 3 temporadas com uma média de golos por jogo perfeitamente aceitável (~2.2g/j no total, se não estou em erro).

Outro argumento clássico que entretanto parece que morreu foram as bolas paradas. O Alex Telles saiu e de lá para cá são 0 golos de bola parada, 2 de penálti e 9 de bola corrida em 6 jogos, nos quais se incluem três de Champions e uma visita ao Sporting.

O problema desta discussão é que já está altamente polarizada, já ninguém consegue ter uma opinião sensata sobre o Conceição. Não me interpretem mal, o jogo ofensivo do Porto não encanta ninguém, mas no fim do dia não sei se produzimos assim tão pouco, não me parece que os números o comprovem. Se for preciso estamos aqui a dizer que a equipa produz pouco e ao mesmo tempo a queixar-nos dos falhanços do Marega, sendo à partida coisas contraditórias.

Se esta época perdemos pontos em duas derrotas por 3-2 e num empate a 2, não foi certamente por falta de golos marcados.

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Citação de UnReal, há 1 hora:

E com isso queres dizer exatamente o quê? Não deixa de ser curioso que estás a falar de uma equipa que apenas em um jogo do campeonato não marcou 2 ou mais golos (contra o Gil Vicente, vitória por 1-0), e que vem de 3 temporadas com uma média de golos por jogo perfeitamente aceitável (~2.2g/j no total, se não estou em erro).

Outro argumento clássico que entretanto parece que morreu foram as bolas paradas. O Alex Telles saiu e de lá para cá são 0 golos de bola parada, 2 de penálti e 9 de bola corrida em 6 jogos, nos quais se incluem três de Champions e uma visita ao Sporting.

O problema desta discussão é que já está altamente polarizada, já ninguém consegue ter uma opinião sensata sobre o Conceição. Não me interpretem mal, o jogo ofensivo do Porto não encanta ninguém, mas no fim do dia não sei se produzimos assim tão pouco, não me parece que os números o comprovem. Se for preciso estamos aqui a dizer que a equipa produz pouco e ao mesmo tempo a queixar-nos dos falhanços do Marega, sendo à partida coisas contraditórias.

Se esta época perdemos pontos em duas derrotas por 3-2 e num empate a 2, não foi certamente por falta de golos marcados.

Como é que é possível ter uma opinião sensata sobre alguém que é tudo menos sensato ? 

Desde contratações pedidas por ele que não dão em rigorosamente nada, passando por escolhas dentro do 11 inicial/banco de suplentes completamente aleatórias e que vão contra muito daquilo que ele próprio diz e faz questão de dizer e terminando no tipo de figurinhas a que se presta quando a vida lhe corre mal.

Sim, ganhou dois campeonatos. Volto a dizer: para mim é e vai ser sempre mais do que isso, mais do que simplesmente ganhar.

Um treinador que faz questão de deixar em campo "n" jogadores em completo subrendimento só porque sim quando certamente tem outros capazes de dar mais ao jogo não me parece ser o tipo de treinador a que eu chamaria de "sensato".

É tudo muito bonito, bater no símbolo aqui, fazer umas rodinhas ali e mandar uns berros valentes, mas no final de contas são declarações infelizes a torto e a direito quase sempre desprovidas de qualquer noção, a culpa interminável dos árbitros (sejam eles portugueses ou estrangeiros) e o dinheiro em multas em que o clube incorre constantemente.

 

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Citação de La Flame, há 5 horas:

Como é que é possível ter uma opinião sensata sobre alguém que é tudo menos sensato ? 

 

 

Desculpa, mas esse argumento não faz sentido. Só pq ele tem comportamentos insensatos temos de ser como ele? Obviamente que não é possível discutir a personalidade sem polarização, mas o jogo em si? Qual é a dificuldade? Temos números que comprovam e temos o jogo que vemos, o nosso jogo não encanta mas fazemos mts pontos e mts golos. Se há algum problema este ano é defensivo e passa muito pela perda de qualidade na pressão da 1ª linha. 

O Sérgio já está cá para 4 anos e começa a ser dificil o distanciamento necessário para a análise, agora fala toda a gente bem do Jesualdo mas na 4ª época os adjetivos eram um pouco piores. No fundo o adepto precisa de cromos novos e da mítica capa d'O Jogo correspondente 😁

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Ainda sobre o pós match de terça. O Conceição disse que o Marega em 3 anos com ele marcou 70 golos no campeonato. 

Errado, foram 45. Não sei em que mundo é que ele vive.

Nessas 3 épocas em TODAS as competições nem chegou aos 60, ficou-se pelos 59. 

Editado por fns

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Citação de fns, há 6 minutos:

Ainda sobre o pós match de terça. O Conceição disse que o Marega em 3 anos com ele marcou 70 golos no campeonato. 

Errado, foram 45. Não sei em que mundo é que ele vive.

Nessas 3 épocas em TODAS as competições nem chegou aos 60, ficou-se pelos 59. 

Devia estar a falar da carreira dele em Portugal no geral....mas sinceramente nem me apetece fazer fact check

acho que esse discurso não engana nem o mais fanatico dos adeptos.

E também acho que foi uma boca para o Macaco Lider tal como o Marega mandou depois do jogo contra o Paços.

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Citação de UnReal, há 11 horas:

E com isso queres dizer exactamente o quê? Não deixa de ser curioso que estás a falar de uma equipa que apenas em um jogo do campeonato não marcou 2 ou mais golos (contra o Gil Vicente, vitória por 1-0), e que vem de 3 temporadas com uma média de golos por jogo perfeitamente aceitável (~2.2g/j no total, se não estou em erro).

Outro argumento clássico que entretanto parece que morreu foram as bolas paradas. O Alex Telles saiu e de lá para cá são 0 golos de bola parada, 2 de penálti e 9 de bola corrida em 6 jogos, nos quais se incluem três de Champions e uma visita ao Sporting.

O problema desta discussão é que já está altamente polarizada, já ninguém consegue ter uma opinião sensata sobre o Conceição. Não me interpretem mal, o jogo ofensivo do Porto não encanta ninguém, mas no fim do dia não sei se produzimos assim tão pouco, não me parece que os números o comprovem. Se for preciso estamos aqui a dizer que a equipa produz pouco e ao mesmo tempo a queixar-nos dos falhanços do Marega, sendo à partida coisas contraditórias.

Se esta época perdemos pontos em duas derrotas por 3-2 e num empate a 2, não foi certamente por falta de golos marcados.

Quero dizer que a equipa tem uma falta de ideias gritante. O futebol baseia-se na busca da profundidade, mas quando os adversários nos retiram esse espaço ficamos sem argumentos e sem plano B. Não consegues construir com qualidade, os centrais são logo encorajados a despejar bola na frente, não há jogo interior, os médios fazem sempre os mesmos movimentos e são incapazes de aparecer entre linhas/sectores e os avançados não conseguem baixar e participar na organização ofensiva, em vez disso limitam-se a atacar o espaço. Outra m*rda que me irrita é ver o F. Vieira sistematicamente descaído na direita ou então quando pisa terrenos mais interiores a sua única preocupação é baixar uns metros para pegar no jogo. Perante blocos mais compactos porque é que o Sérgio não experimenta colocá-lo na posição “10”, num papel de pivot, a distribuir jogo? Outro aspecto que me incomoda imenso é a gestão do jogo e/ou do resultado. A equipa é incapaz de baixar o ritmo de jogo e controlar o mesmo com bola e quando se apanha a ganhar recua imediatamente o bloco, deixa de ser pressionante (no meio campo ofensivo) e coloca-se, dessa forma, à mercê do adversário.
Em suma, considero que o futebol praticado é fraquinho, é futebol de equipa pequena. Muita crença e muita garra mas pouco envolvimento, pouca dinâmica e pouquíssima criatividade. Somos uma equipa sem identidade e sem personalidade, não conseguimos impor o nosso jogo e jogamos em função do adversário com a preocupação extrema de condicionar a sua forma de jogar.

Curioso, no teu post anterior estavas a criticar o recurso às estatísticas e agora fazes precisamente isso para sustentares os teus argumentos?!
Essas estatísticas a mim também não me dizem rigorosamente nada. Mal seria se numa liga pouquíssimo competitiva como a nossa não conseguíssemos ter uma média de golos por jogo a rondar os tais 2.2, que referes - nem me parece ser um número por aí além para a realidade em que estamos inseridos. Grande parte desses golos até resultam do aproveitamento das bolas paradas e aí há que reconhecer o mérito do trabalho do Conceição, embora isso que referes do Telles também não abone muito a favor do treinador. Então mas o mérito é do treinador ou afinal era apenas do Telles?! Sem o Telles (e o Danilo, já agora), a equipa já não é capaz de ser competente nesse momento do jogo?

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Já são velhas questões e velhas opiniões, mas muito atuais. São 4 épocas de Sérgio Conceição com um futebol pragmático, resultados assim-assim, número de títulos assim-assim. Isto há 10 anos atrás seria de loucos, o melhor clube português perder tantas finais de Taças (ou semi-finais) e deixar um rival recuperar 7 pontos de vantagem...porém, já não somos o melhor clube português, em termos de poder e qualidade global. Perdemos categoricamente esse lugar para o Benfica ali algures entre 2012 e 2015, deixo-vos escolher o ano. Gozávamos com o passivo do Benfica, agora está quase 100 milhões atrás, para não falar dos ativos muito superiores. O FC Porto transformou-se numa nódoa a nível financeiro e tem todos os argumentos para se tornar no novo cemitério de treinadores, porque a exigência dos adeptos é a mesma, o poder para os concretizar é que não.

Entende-se alguma tristeza para com o trabalho do SC, mas acho que os piores anos estão para vir e não serão com ele. Podem debitar nomes de treinadores interessantes, com potencial, ou provas dadas, etc., vejo-os todos a cair aqui no futuro cemitério do Dragão. Flops? Virão sempre como sempre vieram, na vida real não há Genie Scout.

Sou um optimista por natureza mas os números dos R&C são demasiado esclarecedores. Vamos é apoiar esta equipa na Champions e na luta pelo título (porque sim, é possível), porque toda a receita que aí vier será pouca.

Editado por Mica
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Citação de Mica, há 2 horas:

Já são velhas questões e velhas opiniões, mas muito atuais. São 4 épocas de Sérgio Conceição com um futebol pragmático, resultados assim-assim, número de títulos assim-assim. Isto há 10 anos atrás seria de loucos, o melhor clube português perder tantas finais de Taças (ou semi-finais) e deixar um rival recuperar 7 pontos de vantagem...porém, já não somos o melhor clube português, em termos de poder e qualidade global. Perdemos categoricamente esse lugar para o Benfica ali algures entre 2012 e 2015, deixo-vos escolher o ano. Gozávamos com o passivo do Benfica, agora está quase 100 milhões atrás, para não falar dos ativos muito superiores. O FC Porto transformou-se numa nódoa a nível financeiro e tem todos os argumentos para se tornar no novo cemitério de treinadores, porque a exigência dos adeptos é a mesma, o poder para os concretizar é que não.

Entende-se alguma tristeza para com o trabalho do SC, mas acho que os piores anos estão para vir e não serão com ele. Podem debitar nomes de treinadores interessantes, com potencial, ou provas dadas, etc., vejo-os todos a cair aqui no futuro cemitério do Dragão. Flops? Virão sempre como sempre vieram, na vida real não há Genie Scout.

Sou um optimista por natureza mas os números dos R&C são demasiado esclarecedores. Vamos é apoiar esta equipa na Champions e na luta pelo título (porque sim, é possível), porque toda a receita que aí vier será pouca.

A nossa política desportiva e financeira é um desastre?! Lógico que sim.
PdC e seus muchachos têm a mesma força e gozam do mesmo poder/estatuto que tinham há uns anos atrás?! Claramente que não.
O Benfica hoje em dia é um clube muito mais profissionalizado e competente a todos os níveis?! É, sem sombra de dúvidas.
Ainda assim, não devemos misturar "alhos com bugalhos" e importa fazer uma clara separação de águas.
Em relação ao negrito, não achas exagerado querer colar uma coisa à outra?! Querem atribuir alguma responsabilidade por esses fracassos à $AD? Ok, tudo bem. Mas o principal responsável, quanto a mim, é o treinador e quanto a isso nem há discussão possível. Quem é que afinal perdeu essas taças (contra adversários que estavam perfeitamente ao nosso alcance) e desperdiçou uma vantagem de 7 pontos de forma incompreensível?! Da mesma forma que o Sérgio deve ser elogiado pelo seu trabalho no 1º ano também tem que ser criticado nos maus momentos. Não é pelo facto de ter impedido o penta do Benfica ou ter conquistado uma dobradinha num cenário absolutamente excepcional que merece crédito eterno. Mais, ainda há uns dias o Thierry, salvo erro, disse que as contratações nem deviam passar pelo treinador e que após a saída do VP o PdC começou a dar demasiado poder aos seus treinadores nesse aspecto. Concorde-se ou não com a ideia, isso é factual. Da mesma forma que o Lopetegui teve poderes ilimitados para trazer uma palete de espanhóis de qualidade duvidosa, o Sérgio também teve carta branca para contratar a seu belo prazer e o maior investimento da história do clube aconteceu no seu reinado. Com isto quero dizer o quê?! O Conceição é muito mais do que um mero treinador, quase que o vejo mais num papel de Manager. Logo, tem que ser avaliado como tal e tem necessariamente responsabilidades acrescidas.

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Citação de La Flame, há 18 horas:

Como é que é possível ter uma opinião sensata sobre alguém que é tudo menos sensato ? 

Desde contratações pedidas por ele que não dão em rigorosamente nada, passando por escolhas dentro do 11 inicial/banco de suplentes completamente aleatórias e que vão contra muito daquilo que ele próprio diz e faz questão de dizer e terminando no tipo de figurinhas a que se presta quando a vida lhe corre mal.

Sim, ganhou dois campeonatos. Volto a dizer: para mim é e vai ser sempre mais do que isso, mais do que simplesmente ganhar.

Um treinador que faz questão de deixar em campo "n" jogadores em completo subrendimento só porque sim quando certamente tem outros capazes de dar mais ao jogo não me parece ser o tipo de treinador a que eu chamaria de "sensato".

É tudo muito bonito, bater no símbolo aqui, fazer umas rodinhas ali e mandar uns berros valentes, mas no final de contas são declarações infelizes a torto e a direito quase sempre desprovidas de qualquer noção, a culpa interminável dos árbitros (sejam eles portugueses ou estrangeiros) e o dinheiro em multas em que o clube incorre constantemente.

 

A tua argumentação é um bom exemplo da polarização em relação ao Sérgio Conceição. Atiras em todos os sentidos, vais das multas às contratações, das rodinhas aos jogadores em sub-rendimento, e honestamente demonstras como é difícil conversar em relação ao tema. Estratégia Trump. 

Incorporar uma certa dose de sensatez na nossa análise é sempre possível. Às vezes não queremos fazê-lo porque no calor do jogo estamos desesperados com o que estamos a ver, mas passado umas horas já não há desculpa.

Entre outras coisas, a mim a) faz-me duvidar que o Sérgio Conceição seja o único com dedo nas contratações, como há quem dê a entender, e faz-me perceber que o clube está numa situação tal que não pode trazer o Alex Sandro para a esquerda e o Danilo para a direita, mas sim o Zaidu e o Nanú na esperança de que pelo menos um não seja barrete, que esse se pague a ele e ao outro, e que por milagre ainda dê dinheiro; b) permite-me perceber que a minha opinião em relação a um onze ou a um jogador em sub-rendimento é resultado da minha percepção e não um facto consumado (não é porque eu acho que é verdade), e que o treinador tem muito mais informação para tomar decisões do que eu. Adoramos falar do Felipe Anderson, que bom que ele é, mas o homem tem uns minutos em Paços de Ferreira e parecia um amador. O contexto era difícil, mas eu sei lá se ele não anda a fazer aquelas figuras nos treinos desde que chegou? Em sentido contrário, o Nakajima torna-se opção repentinamente. Porquê? Para satisfazer os adeptos? Ou o atleta se calhar começou a empenhar-se nos treinos? Será que o treinador sabe mais do que eu, que escrevo o que me apetece num post no CMPT no fim de um dia de trabalho, para fazer estas escolhas? c) que parte do que ele diz numa conferência de imprensa ou numa flash pode ter segundas leituras. Se for o Mourinho são mind games, se for o Conceição é um atrasado mental? Ou não podem ser recados para dentro, por exemplo?; d) uma infinidade de outras coisas. 

 

Citação de TariboWest, há 7 horas:

Quero dizer que a equipa tem uma falta de ideias gritante. O futebol baseia-se na busca da profundidade, mas quando os adversários nos retiram esse espaço ficamos sem argumentos e sem plano B. Não consegues construir com qualidade, os centrais são logo encorajados a despejar bola na frente, não há jogo interior, os médios fazem sempre os mesmos movimentos e são incapazes de aparecer entre linhas/sectores e os avançados não conseguem baixar e participar na organização ofensiva, em vez disso limitam-se a atacar o espaço. Outra m*rda que me irrita é ver o F. Vieira sistematicamente descaído na direita ou então quando pisa terrenos mais interiores a sua única preocupação é baixar uns metros para pegar no jogo. Perante blocos mais compactos porque é que o Sérgio não experimenta colocá-lo na posição “10”, num papel de pivot, a distribuir jogo? Outro aspecto que me incomoda imenso é a gestão do jogo e/ou do resultado. A equipa é incapaz de baixar o ritmo de jogo e controlar o mesmo com bola e quando se apanha a ganhar recua imediatamente o bloco, deixa de ser pressionante (no meio campo ofensivo) e coloca-se, dessa forma, à mercê do adversário.
Em suma, considero que o futebol praticado é fraquinho, é futebol de equipa pequena. Muita crença e muita garra mas pouco envolvimento, pouca dinâmica e pouquíssima criatividade. Somos uma equipa sem identidade e sem personalidade, não conseguimos impor o nosso jogo e jogamos em função do adversário com a preocupação extrema de condicionar a sua forma de jogar.

Curioso, no teu post anterior estavas a criticar o recurso às estatísticas e agora fazes precisamente isso para sustentares os teus argumentos?!
Essas estatísticas a mim também não me dizem rigorosamente nada. Mal seria se numa liga pouquíssimo competitiva como a nossa não conseguíssemos ter uma média de golos por jogo a rondar os tais 2.2, que referes - nem me parece ser um número por aí além para a realidade em que estamos inseridos. Grande parte desses golos até resultam do aproveitamento das bolas paradas e aí há que reconhecer o mérito do trabalho do Conceição, embora isso que referes do Telles também não abone muito a favor do treinador. Então mas o mérito é do treinador ou afinal era apenas do Telles?! Sem o Telles (e o Danilo, já agora), a equipa já não é capaz de ser competente nesse momento do jogo?

Eu fiz uso de um dado estatístico porque pareces querer concluir que todas essas debilidades ofensivas que referes resultam na inexistência de golos marcados, o que é manifestamente mentira. Nem de perto, nem de longe, temos problemas de concretização como tivemos por exemplo com o NES, com quem comparaste o SC. Não posso dizer que não há ideias, soluções ou argumentos e no fim do dia acabar sempre com 2 ou 3 golos lá dentro. Não haver soluções, do ponto de vista mais prático possível, significa não haver golos. É mentira, porque genericamente há golos. 

Misturas alhos com bugalhos, eu critiquei o uso das estatísticas quando se ignora a estratégia e o contexto por detrás dos números. Tal como é absurdo comparar 5000 mortes por covid-19 no país A e no país B e ignorar que no A temos 50 milhões de pessoas e no B temos 5 milhões, ou que o A está completamente confinado e no B não há medidas de confinamento e que mesmo assim temos as mesmas consequências. Faz sentido? 

O Conceição era criticado por montar uma equipa extremamente forte nas bolas paradas, mas que dependia muito desse momento do jogo. Se te apetecer concluir que afinal eram obra do Telles e do Danilo, também posso agora concluir que o Sérgio Conceição montou do dia para a noite uma equipa igualmente concretizadora sem contar com o efeito da bola parada? Olha, para quem não tem soluções nem argumentos na manobra ofensiva, era obra... 

O mais engraçado disto tudo é que eu não nutro particular simpatia por ele, por mim até já podia ter ido embora. O que eu sei é que ele garantiu resultados e títulos depois de 4 anos a penar e enquanto intervencionados pela UEFA. Quem não souber ver isto, está a ser parcial. 

Editado por UnReal
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Citação de UnReal, há 4 minutos:

A tua argumentação é um bom exemplo da polarização em relação ao Sérgio Conceição. Atiras em todos os sentidos, vais das multas às contratações, das rodinhas aos jogadores em sub-rendimento, e honestamente demonstras como é difícil conversar em relação ao tema. Estratégia Trump. 

Incorporar uma certa dose de sensatez na nossa análise é sempre possível. Às vezes não queremos fazê-lo porque no calor do jogo estamos desesperados com o que estamos a ver, mas passado umas horas já não há desculpa.

Entre outras coisas, a mim a) faz-me duvidar que o Sérgio Conceição seja o único com dedo nas contratações, como há quem dê a entender, e faz-me perceber que o clube está numa situação tal que não pode trazer o Alex Sandro para a esquerda e o Danilo para a direita, mas sim o Zaidu e o Nanú na esperança de que pelo menos um não seja barrete, que esse se pague a ele e ao outro, e que por milagre ainda dê dinheiro; b) permite-me perceber que a minha opinião em relação a um onze ou a um jogador em sub-rendimento é resultado da minha percepção e não um facto consumado (não é porque eu acho que é verdade), e que o treinador tem muito mais informação para tomar decisões do que eu. Adoramos falar do Felipe Anderson, que bom que ele é, mas o homem tem uns minutos em Paços de Ferreira e parecia um amador. O contexto era difícil, mas eu sei lá se ele não anda a fazer aquelas figuras nos treinos desde que chegou? Em sentido contrário, o Nakajima torna-se opção repentinamente. Porquê? Para satisfazer os adeptos? Ou o atleta se calhar começou a empenhar-se nos treinos? Será que o treinador sabe mais do que eu, que escrevo o que me apetece num post no CMPT no fim de um dia de trabalho, para fazer estas escolhas? c) que parte do que ele diz numa conferência de imprensa ou numa flash pode ter segundas leituras. Se for o Mourinho são mind games, se for o Conceição é um atrasado mental? Ou não podem ser recados para dentro, por exemplo?; d) uma infinidade de outras coisas. 

 

Eu fiz uso de um dado estatístico porque pareces querer concluir que todas essas debilidades ofensivas que referes resultam na inexistência de golos marcados, o que é manifestamente mentira. Nem de perto, nem de longe, temos problemas de concretização como tivemos por exemplo com o NES, com quem comparaste o SC. Não posso dizer que não há ideias, soluções ou argumentos e no fim do dia acabar sempre com 2 ou 3 golos lá dentro. Não haver soluções, do ponto de vista mais prático possível, significa não haver golos. É mentira, porque genericamente há golos. 

Misturas alhos com bugalhos, eu critiquei o uso das estatísticas quando se ignora a estratégia e o contexto por detrás dos números. Tal como é absurdo comparar 5000 mortes por covid-19 no país A e no país B e ignorar que no A temos 50 milhões de pessoas e no B temos 5 milhões, ou que o A está completamente confinado e no B não há medidas de confinamento e que mesmo assim temos as mesmas consequências. Faz sentido? 

O Conceição era criticado por montar uma equipa extremamente forte nas bolas paradas, mas que dependia muito desse momento do jogo. Se te apetecer concluir que afinal eram obra do Telles e do Danilo, também posso agora concluir que o Sérgio Conceição montou do dia para a noite uma equipa igualmente concretizadora sem contar com o efeito da bola parada? Olha, para quem não tem soluções nem argumentos na manobra ofensiva, era obra... 

Não é polarização de coisa nenhuma. Eu cingi-me apenas aos aspetos extra futebol dentro das quatro linhas, porque em relação ao jogo jogado pouca coisa há a dizer de positivo, ultimamente. No entanto, em lado algum me viste dizer que:

1 - ele não tem mérito em ter ganho o que ganhou;

2 - não sabe montar estratégias eficazes para jogos mais complicados;

3 - não tem dedo no grande aproveitamento que existe nas bolas paradas;

4 - não tem um grupo de jogadores que quando jogam aparentam dar a vida pelo seu treinador;

E olha, já vamos aqui em quatro pontos fundamentais e cá estou eu a dar méritos a uma pessoa que eu considero ser um monte de m*rda. Sim, porque tal é possível de se fazer. 

Não sou daqueles que anda por aí a fazer figurinhas de "só ganhamos porque calhou" ou "porque o Benfica deixou", se é aí que queres chegar. 

Sensatez, neste momento, é perceber que não jogamos um crl, não há um aspecto positivo que valha realmente a pena salientar e temos sido, em grande parte dos jogos, deprimentes de assistir. 

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Citação de UnReal, há 9 minutos:

Eu fiz uso de um dado estatístico porque pareces querer concluir que todas essas debilidades ofensivas que referes resultam na inexistência de golos marcados, o que é manifestamente mentira. Nem de perto, nem de longe, temos problemas de concretização como tivemos por exemplo com o NES, com quem comparaste o SC. Não posso dizer que não há ideias, soluções ou argumentos e no fim do dia acabar sempre com 2 ou 3 golos lá dentro. Não haver soluções, do ponto de vista mais prático possível, significa não haver golos. É mentira, porque genericamente há golos. 

Misturas alhos com bugalhos, eu critiquei o uso das estatísticas quando se ignora a estratégia e o contexto por detrás dos números. Tal como é absurdo comparar 5000 mortes por covid-19 no país A e no país B e ignorar que no A temos 50 milhões de pessoas e no B temos 5 milhões, ou que o A está completamente confinado e no B não há medidas de confinamento e que mesmo assim temos as mesmas consequências. Faz sentido? 

O Conceição era criticado por montar uma equipa extremamente forte nas bolas paradas, mas que dependia muito desse momento do jogo. Se te apetecer concluir que afinal eram obra do Telles e do Danilo, também posso agora concluir que o Sérgio Conceição montou do dia para a noite uma equipa igualmente concretizadora sem contar com o efeito da bola parada? Olha, para quem não tem soluções nem argumentos na manobra ofensiva, era obra... 

Atenção, eu não comparei o SC com o NES em termos de ideia de jogo, mas sim em termos de competência. Reconheço-lhes alguma, mas para um nível/patamar inferior ao nosso, é esse o meu ponto de vista.

Eu não misturei coisa nenhuma, tu é que não estás a chegar lá.
Referes que o Porto marca em média 2.2 golos por jogo (como se isso fosse uma grande proeza) mas estás a ignorar o contexto por detrás dos números - liga pouquíssimo competitiva, como é o caso do Tugão. Qual é a dúvida mesmo?!

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O SC foi 2 xs campeão e o NES 0, diria que o SC é mais competente para este nível 

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Citação de TariboWest, há 1 hora:

A nossa política desportiva e financeira é um desastre?! Lógico que sim.
PdC e seus muchachos têm a mesma força e gozam do mesmo poder/estatuto que tinham há uns anos atrás?! Claramente que não.
O Benfica hoje em dia é um clube muito mais profissionalizado e competente a todos os níveis?! É, sem sombra de dúvidas.
Ainda assim, não devemos misturar "alhos com bugalhos" e importa fazer uma clara separação de águas.
Em relação ao negrito, não achas exagerado querer colar uma coisa à outra?! Querem atribuir alguma responsabilidade por esses fracassos à $AD?.

Não, não acho exagerado. Sabes porquê? Porque é-se mais propenso a falhar quando não se é o melhor*. Outras equipas que já tivemos teriam jogado em piloto automático contra aquele Sporting e hoje se calhar não falávamos das finais perdidas. O Porto vem perdendo qualidade porque vem perdendo capacidade para manter a qualidade de outros tempos. Podes-lhe chamar incompetente por ter perdido essas finais, mas estás a julgar o desempenho do treinador com base em toda a memória que tens do FC Porto e aí ele está numa desvantagem tremenda, assumindo que tem lembras perfeitamente dos anos 90 e 2000 (eu sei lá, já deve haver pessoal aqui que nasceu pós-2004)

O Sérgio Conceição é bem competente para este clima de m*rda em que o clube se encontra. Posso e espero estar enganado, mas o que se discute do futebol que praticamos agora serão os problemas de primeiro Mundo que teremos daqui a uns anos.

Por isso, podem criticá-lo à vontade e pedir o despedimento. O próximo, seja ele quem for, quase de certeza que não dura um ano. Se não for escorraçado por maus resultados, sai pelo próprio pé depois de perceber que não é o Porto que conhece. Aposto as fichas todas nisso.

 

* Obviamente acho que somos melhores que o Sporting, não entendam mal o que disse. Não somos é o melhor, como noutros tempos.

Citação de TariboWest, há 1 hora:

Atenção, eu não comparei o SC com o NES em termos de ideia de jogo, mas sim em termos de competência. Reconheço-lhes alguma, mas para um nível/patamar inferior ao nosso, é esse o meu ponto de vista.

Lá está o que eu disse, a exigência dos adeptos é exatamente a mesma de há 10, 20 ou 30 anos atrás. E se o Porto cair ainda mais, continuarás a dizer o mesmo. Contudo, há que perceber o contexto em que nos encontramos. E no contexto em que nos encontramos, o normal é ter um treinador bom para o Wolves, não um treinador bom para o Chelsea.

E não penses que estou super feliz com o SC, simplesmente outras m*rda captam-me muito mais a atenção.

Editado por Mica

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Citação de TariboWest, há 1 hora:

Atenção, eu não comparei o SC com o NES em termos de ideia de jogo, mas sim em termos de competência. Reconheço-lhes alguma, mas para um nível/patamar inferior ao nosso, é esse o meu ponto de vista.

Eu não misturei coisa nenhuma, tu é que não estás a chegar lá.
Referes que o Porto marca em média 2.2 golos por jogo (como se isso fosse uma grande proeza) mas estás a ignorar o contexto por detrás dos números - liga pouquíssimo competitiva, como é o caso do Tugão. Qual é a dúvida mesmo?!

O que é isso da competência? Ser bom tacticamente? Ser bom a treinar? Ser bom na condução de um grupo de trabalho? Em aguentar a pressão? Em analisar os adversários? A competência é um bocadinho de tudo e no fim mede-se pelos resultados.

Eu disse que era uma média perfeitamente aceitável, não falei em proezas. Acho que estás completamente desligado do contexto, é uma média de golos perfeitamente em linha com aquilo que são os nossos resultados dos últimos 20 anos. Deve apenas ser significativamente batida apenas pelo Benfica do Jesus e do Lage. Se achas que alguém devia dar chapa 5 em todos os jogos porque a Liga não é competitiva não sabes do que estás a falar. 

Editado por UnReal
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Já tinha dito isto há algum tempo, mas o SC é neste momento o melhor e o pior treinador para o clube. Por um lado, mesmo com uma equipa fraca, é garantia de competitividade, estaremos sempre na luta por todas as competições nacionais e capazes de fazer boas prestações europeias; por outro, adora jogadores de m*rda que mal valorizam, o que numa óptica de vender e melhorar a saúde das finanças do clube é prejudicial. 

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Citação de Elvis, há 1 hora:

Já tinha dito isto há algum tempo, mas o SC é neste momento o melhor e o pior treinador para o clube. Por um lado, mesmo com uma equipa fraca, é garantia de competitividade, estaremos sempre na luta por todas as competições nacionais e capazes de fazer boas prestações europeias; por outro, adora jogadores de m*rda que mal valorizam, o que numa óptica de vender e melhorar a saúde das finanças do clube é prejudicial. 

Por muito que me custe admitir é verdade.

Embora, em defesa dele, alguns dos jogadores de m*rda podiam ter rendido financeiramente ao clube e não renderam por culpa da direcção que o SC não tem que ter capacidade de decidir que deve ou não ser vendido.

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