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Politica Internacional

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Citação de Duda34, há 4 minutos:

Que chocolate da Kamala 

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O pior vai ser quando forem as eleições e ele ganhar.

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Citação de Rain Dog, há 11 horas:

they're eating the dogs, they're eating the cats

Eu mudava o nick para Run Dog.

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O Fujimori foi fazer companhia à Thatcher, ao Reagan e ao Kissinger nas sarjetas do inferno #RestInPiss

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Opinião

O curioso caso da talentosa Sahra Wagenknecht

Daniel Oliveira

De esquerda na economia, conservadora nos costumes, contra a imigração em nome do Estado Social e dos salários, Sahra Wagenknecht é a grande novidade da política alemã. Mais do que a extrema-direita, tem um programa de segurança plena. Faz as perguntas difíceis, mas dá as respostas fáceis. As alterações climáticas, que se recusa a combater para não perder empregos e votos, aumentarão a pressão da imigração. E, da direita tradicional inglesa à social-democracia dinamarquesa e à esquerda radical alemã, cresce a ilusão de que se fecharmos a nossa suite não afundaremos com o Titanic. O que interessa não é o “extremismo” de Sahra, são os sinais do novo mainstream

Anotícia das regionais foi a primeira vitória da extrema-direita num land alemão, com o segundo lugar noutro. Não é coisa pouca e é natural que tenha ofuscado o resultado da Aliança Sahra Wagenknecht - Razão e Justiça (BSW), nascido apenas em janeiro, sobretudo com quadros vindos do Partido da Esquerda (Die Linke).

Na Turíngia, a região mais pobre da Alemanha, a BSW teve 15,8%, ultrapassando o Die Linke, que, apesar de liderar o governo minoritário, se ficou pelos 13% (tinha 31%). O resultado dos três partidos do governo federal (SPD, FDP e Verdes) foi de tal forma trágico que só o SPD conseguiu ultrapassar os 5% que permitem ter representação parlamentar, e apenas por um ponto percentual. Na Saxónia, onde a Alternativa para a Alemanha (AfD) só perdeu para a CDU por 1,3 pontos percentuais, a BSW teve 11,8%, sendo, nas duas lander, o partido que mais ganhou com o desgaste dos outros – mais do que a AfD.

Os resultados da AfD foram impressionantes, mas a grande alteração foi mesmo a entrada estrondosa deste partido na cena política. As sondagens dão-lhe 9% nas próximas eleições federais (o máximo que o Die Linke alguma vez teve foi 7,5%, em 2009). Já em junho, quando a BSW teve 6,2% para as eleições europeias, se tinha percebido o que aí vinha. E parece ser só o começo. Tudo indica que ocupará o lugar do Die Linke, de onde vêm os seus principais quadros, e um pouco mais. Mas é muito mais do que uma substituição.

Sahra, a brilhante filha do comunismo

Sahra Wagenknecht, que dá o nome à força política, tem 55 anos, nasceu na RDA e é filha de um iraniano e de uma alemã. Foi membro da juventude do Partido Socialista Unificado da Alemanha (SED) e entrou para o partido do regime em 1989, já no ocaso da RDA. Depois da queda do muro, foi eleita para o Comité Nacional do PDS, sucessor da SED, participando na sua fação marxista-leninista. Foi eurodeputada em 2004 e, depois da fusão do PDS com o WASG (uma sisão do SPD, na Alemanha Ocidental, contra a deriva neoliberal de Gerard Schroeder), esteve na fundação o Die Linke, onde não teve, inicialmente, grande sucesso.

Wagenknecht chegou a sonhar com a vice-presidência, mas o seu declarado saudosismo da RDA não lhe deu espaço para tanto. Chega ao parlamento e torna-se porta-voz para a política económica em 2009. Um ano depois conquista finalmente a vice-presidência e, em 2015, já é líder parlamentar. Entretanto, esteve casada com Oskar Lafontaine, o histórico social-democrata que fez nascer, na Alemanha Ocidental, o WASG, à esquerda do SPD e dos Verdes.

Sahra Wagenknecht é muito inteligente, muito culta, muito eficaz, muito boa comunicadora, muito conflituosa em todos as organizações onde esteve, muito autossuficiente e até muito rica, graças ao dinheiro que faz com os seus livros e palestras. O facto de ter criado uma força política com o seu próprio nome é capaz de ser suficiente para a apresentar, aliás. O facto de conseguir estes resultados, também. Fora isto, é um OVNI político.

É impossível perceber este partido sem perceber a Alemanha de Leste, a herança comunista e as fragilidades económica, sociais e políticas da reunificação, pouco analisado numa Europa sempre contente consigo mesma. Seja como for, um dos seus principais sucessos foi a capacidade de capitalizar o sentimento antiamericano que sobrevive em parte da população do leste alemão. E que o apoio da Alemanha à Ucrânia permitiu ativar.

O seu partido exige, como condição para qualquer coligação, a oposição à instalação mísseis de médio alcance norte-americanos na Alemanha. Apesar de não defender expressamente a saída da NATO, opõe-se a alianças militares lideradas pelos EUA. Assim como uma autonomia económica face aos dois novos blocos – EUA e China. Nisto, não se distingue, na realidade, das posições da sua esquerda. Mas há quem a acuse de ser próxima de Putin porque, apesar de condenar a invasão, responsabiliza a expansão de influência da NATO por esta guerra e opõe-se ao envio de armas para a Ucrânia. As suas posições sobre a invasão da Ucrânia têm sido, para dizer o mínimo, dúbias e a simpatia do regime putinista pela BSW (e AfD) evidente.

A fratura exposta da imigração

Do ponto de vista económico, a BSW assume a agenda tradicional da esquerda. Quer mais investimento em serviços públicos e infraestruturas, impostos mais progressivos e mais altos para as grandes empresas e fortunas, um salário mínimo de 15 euros por hora, mais despesa na assistência social e, apesar de aceitar uma economia de mercado, a concorrência e a propriedade privada, quer mais Estado na economia e a defesa da indústria alemã.

No Manifesto do partido defende-se: “Precisamos de fundos futuros para promover empresas nacionais inovadoras e start-ups e não de subsídios de milhares de milhões de dólares para empresas estrangeiras. O nosso objetivo é uma meritocracia justa, com mais concorrência e pequenas e médias empresas fortes”. Uma social-democrata tradicional, com a forte componente nacional que esta corrente tinha. Em contracorrente com o resto da esquerda, na economia, está a sua oposição a uma transição acelerada para a economia verde. Como os políticos do mainstream, Sahra Wagenknecht submete toda a causa climática aos interesses económicos imediatos da Alemanha.

Mas não é apenas ou sobretudo na transição ambiental que de Wagenknecht se distingue. A imigração, ponto tão sensível na Alemanha, é a fratura exposta com o resto da esquerda. E é-o crescentemente desde 2015, quando um milhão de refugiados, sobretudo vindos da Síria, chegaram à Alemanha pelas mãos de Angela Merkel. Um gesto muito aplaudido, incluindo por mim, mas que não deixou de ter grandes riscos políticos, alguns deles hoje bastante evidentes, como então também sinalizei, dizendo que a não distribuição desse esforço por toda a Europa iria pôr a democracia alemã sob grande pressão.

Há, no entanto, uma enorme diferença entre o discurso de Sahra Wagenknecht e da extrema-direita, o que torna toda a análise mais interessante e complicada. Ela não contesta os benefícios da coexistência de culturas. Pelo contrário. Não há, no seu discurso, o chauvinismo cultural ou a xenofobia da extrema-direita. O seu discurso contra a imigração concentra-se na pressão sobre os serviços públicos e na economia. Os seus argumentos são um desafio à esquerda que passou a usar o utilitarismo na defesa da imigração (em Portugal isso tem sido evidente, e eu incluo-me na critica), não percebendo que, se falarmos do papel do reforço do “exército de reserva” para impedir o pleno emprego e manter os salários baixos, este acabará por ser um assunto difícil para este campo.

Como a AfD, a BSW defende a limitação da imigração, do aumento das deportações de requerentes de asilo e mais controles nas fronteiras. O discurso contra a imigração sem a componente racista ou islamofóbica tem permitido que a BSW conquiste muitos eleitores de origem imigrante, que tradicionalmente votam no SPD. Imigrantes que temem a concorrência, mas se sentem acossados pela AfD.

Contra a esquerda liberal e identitária

O outro elemento que afasta a Aliança Sahra Wagenknecht do resto da esquerda, a que ela chama “liberal”, é a política identitária, que teria, segundo a líder da BSW, feito a esquerda perder o seu foco nas questões económicas e laborais e adotar uma cultura autoritária de “cancelamento”. Em “O Hipócrita”, que ainda não consegui ler mas de que retirei muita informação neste artigo, Sahra Wagenknecht escreve: “A união social foi substituída por um conjunto de grupos largamente hostis entre si. O bem comum e o espírito público são palavras que praticamente desapareceram da linguagem quotidiana. Um estilo de debate que faz com que muitos se sintam magoados, moralmente degradados e repelidos.”

Wagenknecht defende que conviviam, nos partidos da esquerda tradicional, uma esquerda económica e outra cultural (na realidade, elas convivem nas mesmas pessoas) e que a segunda venceu a primeira. Esta esquerda liberal terá importado a intolerância da extrema-direita e o individualismo identitário da direita neoliberal. E alienado, por uma e outra razão, o seu eleitorado natural. Esta esquerda liberal não seria, segundo Sahra Wagenknecht, nem de esquerda, nem liberal. Não seria de esquerda porque estes “esquerdistas do estilo de vida” têm a sua base política na classe-média abastada e urbana e não seria liberal porque recusa a tolerância e a igualdade jurídica: “O egoísmo tornou-se autorrealização; a flexibilização tornou-se diversidade de oportunidades; a globalização tornou-se abertura ao mundo; e a irresponsabilidade para com as pessoas do seu próprio país tornou-se cosmopolitismo”.

De forma cativante, sobretudo para momentos confusos, Wagenknecht usa um discurso fortemente antielitista, natural na esquerda (um dia destes voltamos a falar de populismo), mas, várias vezes, anti-intelectualista, mais comum na extrema-direita e, crescentemente, na direita tradicional.

Wagenknecht tem razão em algumas das críticas que faz a uma esquerda que adotou, da cultura neoliberal, o individualismo que transforma a política numa mera soma de biografias e identidades e não no espaço de construção do bem comum. Tem razão quando critica a fuga dos temas difíceis (e verdadeiramente fraturantes) da redistribuição da riqueza e do trabalho. Mas, com habilidade, às perguntas difíceis que faz dá as respostas mais fáceis. Trata os direitos de grupos historicamente oprimidos como descartáveis em nome da luta de classes. Salta sobre a insustentabilidade deste modelo económico para a sobrevivência da humanidade neste planeta, não percebendo que eles estão na origem das torrentes de imigração com que pretende ganhar votos. Também nisto, aproxima-se da extrema-direita.

Nisto e na forma de organização de um partido totalmente centrado na líder – a tal ponto, que adotou o seu nome – e mantém uma pequena base militante, não se sabendo ao certo quantos são. Impede, assim, as infiltrações que transformaram a AfD de académicos e economistas conservadores num partido que roça cada vez o discurso neonazi. E impede que o seu poder, que sempre teve dificuldade em partilhar com camaradas, seja posto em causa.

Nem de esquerda, nem de direita

Sahra Wagenknecht usa um truque bastante comum em quem está a tentar arrebanhar votos: diz que não é de esquerda ou de direita. Mas se olharmos para os temas clássicos da esquerda, que não são a imigração e as políticas de identidade, Wagenknecht é de onde veio. A isso acrescenta uma coisa que, na realidade, já foi popular na esquerda: um projeto social centrado no Estado-Nação. Pode até dizer-se que é nacionalista.

Mas é verdade que junta as posições económicas da esquerda e as atitudes culturais conservadoras da direita. E esse tem sido o segredo para funcionar como travão da AfD. Ela tem uma enorme vantagem para muitos eleitores: combate a imigração, problema que os alemães sentem como agudo, sem ser possível apontar-lhe qualquer descendência nazi, ao contrário do grande vitorioso das últimas eleições regionais, Björn Höck, da AfD. É um voto mais seguro para quem apenas está irritado com a imigração e com o apoio à Ucrânia.

Até agora, o resultado foi começar a desgastar muito o Die Linke no leste da Alemanha. Não foi buscar votos à AfD, mas pode ter impedido um crescimento ainda maior. E uma parte dos seus votos vem do SPD, mostrando que a agenda social da esquerda pode impedir a perda de votos para a direita, desde que lhe ceda na imigração.

Nas palavras de Wagenknecht, a sua esquerda representa “um conservadorismo esclarecido para preservar tradições, segurança nas ruas e em locais públicos, mas também empregos, saúde e pensões”. Este é o segredo que promete futuro a esta esquerda: num tempo em que tudo é precário, até mais do que a extrema-direita (que mesmo quando cede nas questões económicas e laborais ou faz por mero oportunismo retórico e sem qualquer consequência política), oferece um programa de segurança plena. No trabalho, nos direitos sociais, na rua e nos costumes. Até recusa, ao abandonar os temas culturais que mobilizam esquerda e extrema-direita e direita conservadora, a polarização que cria, a par das rápidas mudanças tecnológicas, uma sensação de ansiedade perante a incompreensível mudança de tudo o que parecia seguro. Onde a AfD confronta, Wagenknecht contorna.

Não é a ferradura, é a hegemonia do futuro

Imagino que muitos leitores já se estarão a socorrer da teoria da “ferradura”, que diz que os extremos se tocam. Teoria que ignora que o “extremo”, se não tem a ver com os modos de agir, não é mais do que a localização circunstancial: os abolicionistas foram “extremistas”, assim como as sufragistas, os primeiros sindicalistas, até os liberais. Tratar Sahra Wagenknecht como extremista é fazer o mesmo que lhe critico: contornar a complexidade deste tempo, de que ela é sintoma, para dar a resposta que já se conhece.

Na agenda social, ela é um social-democrata tradicional, não pondo em causa nenhum adquirido fundamental do capitalismo com Estado Social. Nas questões dos costumes, poderia ser uma mulher de centro-direita conservadora. Na recusa em enfrentar a crise climática, é, de forma mais sincera, igual à grande maioria dos políticos: nenhum investimento vale a pena se não tiver retorno rápido. Quanto à imigração, e essa é a tragédia, Sahara é apenas a hegemonia do futuro. O governo social-democrata dinamarquês, de centro-esquerda, tem das políticas mais europeias agressivas contra os imigrantes e os refugiados.

Isto traz-nos ao debate bem mais interessante do que a conversa gasta e estéril dos “extremismos”, que tenta replicar o passado no presente: com as alterações climáticas, que Sahra Wagenknecht se recusa a combater para não perder empregos e votos, e a crescente instabilidade global, a pressão da imigração tornar-se-á cada vez maior. Chegaremos a um ponto em que as mentiras do presente se tornarão verosímeis. Da mesma forma que a direita tradicional já adotou, de forma mais ou menos declarada, um pouco por toda a Europa, o discurso da extrema-direita sobre a imigração, isso chegará à esquerda. Chegou à social-democracia dinamarquesa e à esquerda radical alemã. E chegará aos cantos mais insuspeitos.

Isso não torna o erro menos colossal: a ideia de que, não tratando de salvar o planeta, salvaremos a Europa; de que, se trancarmos as portas da nossa suite de luxo não afundaremos com o Titanic. Não julguem que esta é uma doença do nacionalismo. A Europa fortaleza, que a maioria dos europeístas impõe, não se afasta desta mesma ilusão – a onde os nacionalistas defendem a sua casa, os europeístas defendem o seu condomínio. Claro que Sahra Wagenknecht é uma demagoga oportunista. Mas o que interessa nela, não são os sinais de extremismo. São os sinais do que começa a ser mainstream.

Sendo sinais, não basta a esquerda afastar Sahra, com nojo, para o canto do prato. Ela é uma resposta ou uma consequência do afastamento dos comunistas, dos social-democratas e da chamada “nova esquerda” (por razões diferentes) das classes populares, dos trabalhadores e da juventude (há exceções, como a France Insubmissa, que obrigaria a outro texto). As questões que a BSW levanta sobre a agenda identitária não são absurdas. O sinalizar das dificuldades que o crescimento da imigração irá lançar à coesão social e política também não. O facilitismo oportunista de Wagenknecht não deve impedir que a esquerda aproveite este fenómeno para procurar as respostas difíceis.

 

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Bom texto do Daniel. 

É evidente que uma esquerda anti-imigração era um espaço político por ser explorado. Resta ver se será um fenômeno apenas alemão ou se alastrará a mais países e quais as consequências políticas (tira votos a quem)

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E entretanto a comunidade haitiana de Springfield já está a ser perseguida e a câmara municipal recebeu uma ameaça de bomba.

Mas tudo isto faz sentido se olharmos para o Trumpismo como um culto religioso do fim dos dias com uma base terrorista.

Ah e o Trump diz que não aceita mais debates.

Editado por SAS_Robben

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Que se matem uns aos outros. Só se estraga uma casa. 

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Citação de Axadrezado, Em 11/09/2024 at 11:19:


Pqp.

epa não me f*dam, quando ele diz "they're eating the dogs!!! and the cats!!!" só pode ser o Shane Gillis

incrível como este gajo teve uma oportunidade de ouro e vai morrer na praia

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Citação de SAS_Robben, há 11 horas:

Ah e o Trump diz que não aceita mais debates.

Fica no pé de igualdade já que a Kamala não quer participar de entrevistas.

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Citação de Aleef456, há 4 minutos:

Fica no pé de igualdade já que a Kamala não quer participar de entrevistas.

Eu ia jurar que a Kamala ainda no final do mês passado deu uma entrevista à CNN (onde se saiu bem, por sinal). 

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Citação de Axadrezado, há 49 minutos:

O Tim Walz fui um tiro super certeiro.

Fds temos o tim walz no fórum?

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Citação de Axadrezado, há 3 horas:

O Tim Walz fui um tiro super certeiro.

Ao contrário do chalupa que os republicanos arranjaram, pelo que li

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Citação de Aleef456, há 5 horas:

Fica no pé de igualdade já que a Kamala não quer participar de entrevistas.

É essa a desculpa que estão dando pra justificar o fato do Trump ser um arregão? 

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Citação de Petar Musa, há 1 hora:

Ao contrário do chalupa que os republicanos arranjaram, pelo que li

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Citação de Gui Fla, Em 13/09/2024 at 14:38:

É essa a desculpa que estão dando pra justificar o fato do Trump ser um arregão? 

Ah entendi. 

Kamala faz - tá certo, com facho não se discute

Trump faz - arregão. Tá andando de fraldas pra cima e pra baixo 

 

Lol 

 

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