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Politica Internacional

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Citação de Apocalypse Now, Agora:

Nós somos uns bananas

Não dá para meter o Sanchez a governar isto?

Tinha tudo para correr bem.

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Citação de Lebohang, há 2 horas:

Impressão minha ou ele disse que o Cristiano Ronaldo é dos Açores?

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EDIT: Foi para a jornalista creio

Ela é da Terceira

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Citação de Apocalypse Now, há 39 minutos:

Nós somos uns bananas

Não dá para meter o Sanchez a governar isto?

Ele já sabe que vai perder as eleições regionais e legislativas, faz isto numa de "Perdido por 1, perdido por 1.000"

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Citação de Lebohang, há 16 minutos:

Ele já sabe que vai perder as eleições regionais e legislativas, faz isto numa de "Perdido por 1, perdido por 1.000"

O Sánchez já esteve politicamente morto e com derrotas asseguradas várias vezes, mas ainda aí anda

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Citação de Apocalypse Now, há 1 hora:

Nós somos uns bananas

Não dá para meter o Sanchez a governar isto?

Nós não temos arcaboiço para isso...

Mais depressa vendíamos a terceira aos States.

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O Trump não coloca de parte colocar tropas no terreno lol

O Macron anunciou o aumento do arsenal nuclear francês e não coloca de parte partilhar com outros países da UE

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Citação de SAS_Robben, há 7 minutos:

O Trump não coloca de parte colocar tropas no terreno lol

Seguido de declarações do Hegseth a dizer que as lições da Guerra do Iraque foram aprendidas

tem-uma-pergunta-na-sua-opini%C3%A3o-qua

  • Haha 3

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Citação de SAS_Robben, há 9 minutos:

O Macron anunciou o aumento do arsenal nuclear francês e não coloca de parte partilhar com outros países da UE

Ui motivos para sermos todos invadidos 

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E temos um representante das IDF a ser entrevistado em direto na CNN Portugal. Fantástico 

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Citação de SAS_Robben, há 40 minutos:

O Trump não coloca de parte colocar tropas no terreno lol

O Macron anunciou o aumento do arsenal nuclear francês e não coloca de parte partilhar com outros países da UE

Os caixões a chegar em força aos Estados Unidos é uma bela prenda para quem escolheu novamente este lunático com o pensamento que só interessava a América...

Vamos guardar a nossa parte em tancos. 😍

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Citação de Jamarcus, há 3 horas:

 

não terem cortado o pio a esse gajo logo é que me assusta.

Citação de Mayday, há 34 minutos:

Ui motivos para sermos todos invadidos 

nenhum país com bomba atómica é invadido

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Citação de Jamarcus, há 3 horas:

 

Not gonna lie este é o average sportinguista, tanto odio no coração, eu vejo esta m*rda e penso imediatamente no @bobzz por exemplo

  • Concordo! 1

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Citação de Axadrezado, há 5 minutos:

Vamos guardar a nossa parte em tancos. 😍

Isso é que era. O Macron oferece-nos duas bombas e nós ficamos com 3.

 

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Citação de IlidioMA, há 15 minutos:

 

nenhum país com bomba atómica é invadido

A Ucrânia que o diga

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Omã: o sultanato que tem na diplomacia o seu seguro de vida e que passou de mediador entre Irão e EUA a alvo de guerra

Nos últimos anos, Omã construiu reputação consistente de mediador em dossiês sensíveis no Médio Oriente. A tarefa mais recente foi a negociação entre os Estados Unidos da América e o Irão. Sem o dinheiro e o petróleo dos vizinhos, o sultanato fez da diplomacia um pilar da sua política externa e tornou-se o único país do Golfo em quem Teerão confia. O que tem de especial?

A “Fúria Épica” que levou Israel e os Estados Unidos da América (EUA) a atacarem o Irão motivou, da parte da República Islâmica, uma retaliação em larga escala que não poupou os vizinhos árabes.

Na região ribeirinha ao Golfo Pérsico, apenas o sultanato de Omã foi poupado, de início, ao ímpeto de vingança de Teerão. A maré mudou no dia seguinte. No domingo, drones atingiram o porto omanita de Duqm.

“O Irão quer aumentar os custos para toda a região”, comenta ao Expresso, a partir do Iémen, a investigadora Maysaa Shuaj Aldeen, do Centro de Estudos Estratégicos de Saná, a capital do país.

Horas depois, a publicação “Times of Oman” noticiava que o chefe da diplomacia do sultanato recebera um telefonema do seu homólogo iraniano. Abbas Araghchi referiu que o ataque israelo-americano ao seu país foi a causa do aumento da tensão e do pânico na região. Expressou apreço pelo papel construtivo de Omã e pelos seus contínuos esforços diplomáticos destinados a atenuar a crise e a retomar o caminho do diálogo. Enfatizou ainda a abertura do Irão a quaisquer esforços sérios que contribuam para repor a estabilidade.

Até à véspera desta guerra, Omã mediava as conversações indiretas entre os EUA e o Irão. Como os dois países não têm relações diplomáticas, era Omã quem se prestava ao papel de mensageiro e levava recados entre as duas delegações. A última ronda terminou na semana passada em Genebra, na Suíça, e a próxima estava prevista para começar esta segunda-feira em Viena, na Áustria.

Ainda que sem avanços decisivos, o diálogo fazia o seu caminho ao ponto de o ministro dos Negócios Estrangeiros de Omã, simultaneamente negociador chefe das conversações, ter momentaneamente abdicado do habitual recato que caracteriza os diplomatas omanitas, e ter vindo a público falar do assunto.

Na sexta-feira, em entrevista à televisão americana CBS, Badr Albusaidi afirmou que um acordo de paz estava “ao alcance” e revelou que o Irão concordara em “nunca, jamais” possuir material nuclear para criar uma bomba. “Isto não constava do antigo acordo negociado durante a Administração Obama [em 2015]. É completamente novo”, garantiu.

Poucas horas depois, a realidade desmentia o omanita, e a guerra destruía qualquer perspetiva de entendimento. “Estou consternado. As negociações ativas e sérias foram, mais uma vez, prejudicadas. Nem os interesses dos EUA nem a causa da paz mundial são bem servidos por isso. E rezo pelos inocentes que sofrerão. Exorto os EUA a não se deixarem envolver ainda mais. Esta não é a vossa guerra”, escreveu Badr Albusaidi na rede social X.

Para Omã, foi a segunda traição em menos de um ano. Em junho de 2025, o sultanato também estava empenhado no diálogo entre EUA e Irão e, quando tinha já sido anunciada a retoma de negociações em Mascate, a capital omanita, EUA e Israel iniciaram a Guerra dos Doze dias contra o Irão.. No fim desse conflito, Trump disse que o programa nuclear iraniano tinha sido “obliterado”.

Mas o que faz de Omã um mediador bem-vindo em Washington e em Teerão?

“Omã tem credibilidade em ambos os lados. Mantém cooperação em matéria de segurança e defesa com os EUA e mantém canais diplomáticos abertos com o Irão, mesmo durante os momentos de maior tensão regional. Ao contrário dos países que encaram o Irão como ameaça existencial, Mascate vê Teerão como vizinho a gerir e não a conter”, dlz ao Expresso o investigador Mordechai Chaziza, do Ashkelon Academic College, em Israel.

Outro fator que faz de Omã um intermediário de confiança nas duas capitais é “a neutralidade estratégica institucionalizada ao longo de décadas”, acrescenta. “Sob a liderança do sultão Qaboos bin Said [que reinou entre 1970 e 2020, ano da sua morte], Omã incorporou a doutrina ‘amigos de todos, inimigos de ninguém’. Esta atitude foi preservada pelo sultão Haitham bin Tariq [no trono desde 2020], sinalizando continuidade em vez de uma política contingente à liderança.”

Este modus operandi potenciou um historial de facilitações diplomáticas que, entre outros, abriu caminho à assinatura do acordo internacional sobre o programa nuclear do Irão (JCPOA, na sigla inglesa), estavam Barack Obama na Casa Branca e o reformista Hassan Rohani na presidência do Irão. O acordo fez manchetes em 2015, mas Omã levava anos a limar arestas nos bastidores.

Noutro caso de sucesso, em 2023 o sultanato ajudou a negociar uma troca de prisioneiros que envolveu cinco americanos detidos na prisão iraniana de Evin, em troca do acesso do Irão a 6000 milhões de dólares (5125 milhões de euros) em fundos congelados.

Mediada pela China, a normalização da relação diplomática entre o Irão e a Arábia Saudita, formalizada em 2023, também beneficiou de trabalho preparatório de Omã.

Mascate tem, de igual modo, servido como canal de comunicação com os hutis do Iémen, apoiados pelo Irão. Foi, aliás, o único país do Golfo que manteve posição relativamente neutra no conflito iemenita.

A arma da discrição

O estilo de mediação do sultanato de Omã é reservado, informal e livre de exibicionismo, atributos que Washington e Teerão valorizam”, diz Mordechai Chaziza. “Omã não monetiza a mediação em público para obter prestígio. A sua credibilidade assenta na discrição, na fiabilidade e no gradualismo, e não em cimeiras simbólicas”, acrescenta. “Tem reputação de confidencialidade e não de instrumentalização.”

Os omanitas não vazam informação para os órgãos de informação. São muito bons a esse nível”, acrescenta Maysaa Shuaj Aldeen. “E arranjam sempre locais nas montanhas ou longínquos para que as delegações em diálogo possam sentir-se isoladas.”

“Eles têm excelentes capacidades como mediadores, adquiridas ao longo de muito tempo, e têm vindo a melhorá-las. Essas capacidades baseiam-se mais na sua natureza enquanto povo do que no dinheiro, como acontece com os catarenses ou dos Emirados. Os omanitas são muito calmos e educados. Os iranianos sempre confiaram neles e é muito difícil os iranianos confiarem em alguém nas suas imediações…

Enquanto outras nações do Médio Oriente desenvolvem a sua política externa guiadas pela ideologia e pelo objetivo de ganhos a curto prazo, Omã corre em pista própria. O sultanato está convicto de que a diplomacia silenciosa é essencial para os seus objetivos, a longo prazo, de segurança e prosperidade.

Chaziza enumera características que diferenciam a política externa de Omã das dos vizinhos. “Embora seja membro fundador do Conselho de Cooperação do Golfo” — a organização regional fundada em 1981, que reúne as seis petromonarquias ribeirinhas ao Golfo Pérsico —, “Omã divergiu frequentemente das preferências da Arábia Saudita e dos Emirados Árabes Unidos, em particular no que toca à política para o Irão e às intervenções regionais”, diz.

“Ao contrário dos Estados do Golfo mais intervencionistas, Omã evita envolvimentos militares e alinhamentos ideológicos. Recusou participar em intervenções regionais específicas e absteve-se de uma escalada durante a crise do Golfo”, entre 2017 e 2021, explica o perito, quando o Catar esteve sob bloqueio regional e Omã evitou alinhar no seu isolamento.

Na mesma linha, foi um dos poucos países árabes que mantiveram relações diplomáticas com o Governo sírio de Bashar al-Assad após o início da guerra civil, em 2011, apesar da pressão exercida pelos EUA e por aliados do Golfo.

Um terceiro pilar da política externa omanita é o equilíbrio. “Enquanto algumas monarquias do Golfo adotaram estratégias explícitas de contenção em relação ao Irão, Omã prefere a cautela e o diálogo. A sua abordagem assemelha-se mais à diplomacia clássica de equilíbrio de poder do que à política de blocos”, diz o investigador israelita.

Para Omã — país com 5,5 milhões de habitantes e um território mais de três vezes maior do que Portugal —, a credibilidade angariada à mesa das negociações tornou-se o seu maior seguro de vida, numa região conflituosa que não está imune a ímpetos expansionistas, como aconteceu em 1990, quando o Iraque invadiu o Kuwait.

O próprio sultanato tem tensões históricas com os Emirados Árabes Unidos, vizinho com dinheiro a rodos para exercer influência e condicionar a relação com os EUA. Inversamente, Omã não só não é imensamente rico como não tem tanto petróleo como os vizinhos.

“O Catar e os Emirados classificam frequentemente a mediação como projeção de soft power. Omã opera discretamente, dando prioridade aos resultados em detrimento da visibilidade, uma distinção crucial em termos reputacionais”, defende Mordechai Chaziza.

“Como Estado de média dimensão com reservas de hidrocarbonetos limitadas em comparação com alguns vizinhos, Omã aumenta o seu peso estratégico por ser indispensável. A mediação reduz a vulnerabilidade”, acrescenta. “Omã persegue uma influência geoestratégica sem ambição hegemónica.”

Em paralelo, “ao manter canais abertos com países adversários, reduz o risco de ser arrastado para confrontos ou de se tornar um campo de batalha para rivalidades por procuração”.

Localizado no estratégico estreito de Ormuz, rota de transporte marítimo de importância global, Omã consegue antecipar os custos da escalada não apenas para os atores regionais, mas para todo o sistema internacional.

“A identidade de Omã é historicamente marítima e orientada para o comércio. A estabilidade nas rotas marítimas e a continuidade comercial superam o posicionamento ideológico”, explica o investigador israelita.

Por isso, os riscos sempre impulsionam o sultanato no sentido de um comportamento de neutralidade, evitando tomar lados em contexto de grandes rivalidades. No caso atual, não alinha agressivamente na retórica anti-iraniana, nem afronta os interesses dos EUA na região.

Na sua essência, a mediação ajuda Omã a construir reputação como intermediário imparcial e altruísta, genuinamente dedicado à paz e à estabilidade. Numa entrevista concedida à revista Diplomatic World, em 2024, o ministro dos Negócios Estrangeiros omanita realçou que o envolvimento internacional do sultanato está enraizado no compromisso de ouvir e compreender os interesses dos outros.

Badr bin Hamad Al Busaidi afirmou que a diplomacia omanita evita segundas intenções ou táticas manipuladoras, dando prioridade à confiança mútua e ao diálogo aberto. “Somos muito honestos naquilo em que acreditamos, e falamos francamente com os nossos amigos, mesmo que discordemos uns dos outros. Não podemos ser hipócritas.”

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Citação de Axadrezado, há 2 horas:

Vamos guardar a nossa parte em tancos. 😍

Era meter uma bomba atómica em Tancos. No dia seguinte tinhamos duas.

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Citação de IlidioMA, há 3 horas:

 

nenhum país com bomba atómica é invadido

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Ligar a TV para ver as novidades.

Está na CNN onde estão a discutir o assunto.

Um professor qualquer, não vi o nome todo - Francisco qualquer coisa questiona com que base do direito internacional é que este ataque é feito.

 A Helena Ferro Gouveia diz que a outra pessoa está a ser muito purista.

Desligar a TV. 

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Citação de Lebohang, Em 28/02/2026 at 15:08:

Sabina reside em Portugal há cerca de sete anos, tem participado nos protestos contra o regime, mas ainda não se sente confortável em dar o seu apelido por medo de retaliações à sua família, que permanece no Irão. Hoje de manhã, partilhou com o Expresso os seus primeiros pensamentos e sentimentos quando ficou a saber deste ataque.

“Eu estava a dormir e acordei com o som do meu telemóvel. Vi que a minha amiga iraniana, que também está em Lisboa, me estava a ligar. Liguei a internet e começaram a chegar muitas mensagens a dizer: ‘Chegou! Chegou o dia por que tanto esperámos! O Trump e Israel atacaram a casa de Khamenei em Teerão’.

Primeiro fiquei em choque: ‘O que se passa?’ Mas quando vi os vídeos no Instagram, comecei a chorar. A liberdade está a chegar ao Irão. Estamos a ver-nos livres dos aiatolás e dos mullahs. A República Islâmica está a sair da nossa terra.

Os sentimentos positivos que estamos a viver agora são inacreditáveis. Ontem vimos um vídeo belíssimo do nosso príncipe Reza Pahlavi, sentado à mesa com a sua equipa de especialistas, onde dizia: ‘Esperamos que este seja o último vídeo gravado no exílio’. É uma emoção sem explicação. Depois de tanto tempo, sentimos que o regresso está perto.

Esta malta não aprendeu com a situação da Venezuela ou apenas gostam de se iludir a si próprias?

Marco Rubio diz que mudança de regime não é o objetivo principal dos EUA

O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, clarificou que a operação militar que está a decorrer no Médio Oriente tem como objetivo a destruição “dos mísseis balísticos de curto alcance do Irão e a ameaça da sua Marinha” e não a mudança do regime

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Citação de Lebohang, há 28 minutos:

Marco Rubio diz que mudança de regime não é o objetivo principal dos EUA

O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, clarificou que a operação militar que está a decorrer no Médio Oriente tem como objetivo a destruição “dos mísseis balísticos de curto alcance do Irão e a ameaça da sua Marinha” e não a mudança do regime

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Mas os nossos especialistas nas TV dizem que sim!

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Mas a culpa desta confusão toda é dos tipos que despediram o Sá Pinto!

Enquanto ele lá esteve os EUA e os Israelitas não se atreveram a levantar cabelo... mal viram o homem pelas costas foram logo!

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E o Netanyahu que andou a sobrevoar o mediterrâneo em círculos ontem durante cerca de 8h? Deve ter o rabinho bem apertadinho 

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Atenção: 4 aviões saíram de manhã da base das lajes e voltaram à tarde!

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Passei por aqui só para dizer que a Melania Trump foi presidente da mesa no último Conselho de Segurança das Nações Unidas 

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