Ir para conteúdo
Ticampos

Politica Internacional

Publicações recomendadas

Citação de Sandes., há 2 horas:

Ya já está demasiado velho, mas, comparando a forma de ele falar com o Biden ou mesmo até o Trump, o Bernie está ainda muito bem mentalmente. Mas não pode passar por ele o futuro do país, não como presidente

Também há a questão da pressão a que uns e outros estão expostos. O Bernie se fosse presidente ou candidato provavelmente passaria também por senil.

Basta relembrar o que se passou no nosso cantinho, com o Mário Soares candidato a presidente da república. Pareceu diversas vezes senil na campanha mas depois dela deu diversas entrevistas e estava lúcido como habitual.

Editado por smashing_pumpkin

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de smashing_pumpkin , há 28 minutos:

Também há a questão da pressão a que uns e outros estão expostos. O Bernie se fosse presidente ou candidato provavelmente passaria também por senil.

Basta relembrar o que se passou no nosso cantinho, com o Mário Soares candidato a presidente da república. Pareceu diversas vezes senil na campanha mas depois dela deu diversas entrevistas e estava lúcido como habitual.

Nem me vais ver a dizer o contrário. Mesmo que tivesse uma campanha excelente e ganhasse a presidência, com os anos que ele tem o declínio mental pode surgir de um momento para o outro e ser muito rápido. Como disse, o futuro dos usa não pode passar pelo Bernie pela idade, infelizmente

  • Concordo! 1

Compartilhar este post


Link para o post

recusaram-se a respeitar o momento de silêncio para as vítimas em valência, andavam a trepar paredes para roubar bandeiras que não gostavam das janelas e varandas, agrediram taxistas, cantaram "death to arabs"

parece-me bastante um fuck around and found out mas o choradinho do antissemitismo já anda ai

  • Like 5

Compartilhar este post


Link para o post

Se calhar seria mais facil a FIFA/UEFA impedir que as equipas israelitas joguem as competiçoes europeias?

E ha agora um França Israel daqui a uns dias. Nao sei quantos mil policias destacados, interdiçao de estacionar o carro nas imediaçoes do estadio. Nao seria mais facil e sensato nao haver publico no estadio talvez? Ja que nao ha coragem de impedir Israel de jogar?

palhaçada

  • Concordo! 4

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de Puto Perdiz, Em 06/11/2024 at 15:36:

Os Obama são uma m*rda 

 

Citação de Lebohang, Em 06/11/2024 at 15:40:

Clara Ferreira Alves acabou de fazer uma OPA agressiva à conta do Puto Perdiz. 


Vingou a ideia de fazer comícios com Bruce Springsteen, o multimilionário representante da classe operária cuja filha é praticante de artes equestres na Europa, onde cada cavalo custa milhões; com a imortal Beyoncé, Queen Bee, a representante da classe negra bilionária carregada de diamantes e que manda fechar o Louvre para a visita; com o ofuscante casal Obama, os negros mais brancos de toda a América, ela analisada em função do traje de couture e ele analisado em função de um carisma e poder perdidos na reforma dourada e nas festas em Martha’s Vineyard (outro gueto de milionários pior do que o dos “gatos gordos”); a ideia de usar o apoio da vestal Taylor Swift, demasiado importante para aparecer em comícios. Ideias ideais que não ofereceram a Kamala uma vitória. O dinheiro dos magnatas de Hollywood também não. Creio que terá irritado ainda mais os americanos MAGA, mal vestidos, mal educados, sem sofisticação e sem brilho. Sem dinheiro e sem poder. Sem passaporte. Sem estudos ou artes. Visitem os swing states e reportem de lá, aquela é outra América, embaciada pela privação.

https://expresso.pt/internacional/eua/presidenciais-eua-2024/2024-11-07-querem-disrupcao--disrupcao-teremos-90ba12e6

reuniaozw8.gif

Compartilhar este post


Link para o post

Creio que terá irritado ainda mais os americanos MAGA, mal vestidos, mal educados, sem sofisticação e sem brilho. Sem dinheiro e sem poder. Sem passaporte. Sem estudos ou artes.

Maga = cambada de invejosos.

mete aí a crónica completa.

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de Puto Perdiz, Agora:

Creio que terá irritado ainda mais os americanos MAGA, mal vestidos, mal educados, sem sofisticação e sem brilho. Sem dinheiro e sem poder. Sem passaporte. Sem estudos ou artes.

Maga = cambada de invejosos.

mete aí a crónica completa.

Querem disrupção? Disrupção teremos

Agarrem-se bem, porque este mandato não vai ser igual ao de 2016. Trump e o seu grupo e movimento, o do Manifesto 25, vão mudar a América que conhecemos. Não creio que a democracia feneça, mas enfraquecerá com certeza

Nunca encontrei uma pessoa que me dissesse: ‘Kamala Harris tem tudo para ser uma grande Presidente.’ As qualidades, as convicções, as políticas, o currículo, os conselheiros, a equipa. As apreciações: ‘ela é fraca, é a única esperança contra Trump’; ‘não gosto dela, gosto ainda menos dele’; ‘não acredito nela, mas não me é indiferente uma vitória de Trump’; ‘esperemos que ela ganhe para nos livrarmos de Trump’; ‘para a Europa, ela tem de ganhar’; ‘ela é a última esperança contra o fascismo e o fim da democracia americana’. E por aí fora.

Se um país existe onde não se vence por se ser contra alguém ou alguma coisa e se vence por se ser a favor, incondicionalmente a favor, obsessivamente a favor, doentiamente a favor de uma única coisa, esse país chama-se Estados Unidos da América.

Na liquefeita Europa, é o contrário. O liberalismo em crise disfarça a ausência de convicções políticas com chavões, esquerda contra direita, democracia contra autocracia. O celestial tratado das boas intenções contra a cartilha das más intenções dos opositores.

Não foi uma derrota, a de Kamala. Foi uma derrota brutal, tanto dela, içada de repente para salvar o mundo ocidental, como de Joseph Biden, entretanto arremessado sem dó nem piedade para o caixote do lixo da História. A campanha dos democratas não foi desorganizada, e Kamala fez o melhor que pôde, não cometeu erros, aguentou a máquina dos comícios e as exigências das massas. Não foi suficiente. Uma mulher mestiça? Os democratas doubled down. O risco não compensou, mas a América, sendo a América, poderá compensar no futuro como uma lança na História. Obama foi um epifenómeno. E não descontem para já os democratas, são americanos, sobrevivem e adaptam-se.

Os liberais continuam a cometer os mesmos erros. J. D. Vance, ou alguém antes dele, disse uma vez que existe um fosso maior entre a elite liberal americana e a classe baixa americana do que entre a elite liberal americana e a elite europeia. Na verdade, a frase teria saído dos cofres ideológicos de Steve Bannon, o Rasputin do czar.

Na minha habitual tendência para acreditar em impossibilidades, afinal pertenço ao clube dos liberais bem-intencionados que tentam alisar as rugas do mundo, um clube elegante de vencidos, acreditei por uns segundos em sondagens e previsões, dos mesmos media liberais que demonstraram em toda a campanha que o jornalismo que tenta ser imparcial e neutral acabou. O “Washington Post” está de saída, o “Los Angeles Times” também, mas o vetusto “New York Times”, o único jornal liberal que se mantém à tona, fez uma campanha tão manifestamente enviesada contra Trump e a campanha de Trump, tão manifestamente contra a verdade e a favor da manipulação de notícias que seríamos tentados a acreditar que o bem vence, e vende, sempre. Ou que a matilha das sondagens, que deveria ter sido despedida há muito, acerta. Uma notícia sobre o jantar de gala de Al Smith em Nova Iorque, lugar neutro para onde democratas e republicanos não levam as pistolas, nomeava os comensais como “gatos gordos”. Isto era uma notícia, não um texto de opinião, rematada com um texto que fazia de Trump um retardado mental. Politicamente incorreto ou não?

A rapaziada das sondagens enganou-se. Outra vez. Seria profícuo passarem a ler as folhas do chá ou as entranhas das aves.

Alguns sinais apontavam para este desfecho. Enquanto Kamala tentava com desespero convocar o voto do homem negro jovem num podcast de um tal Charlamagna tha God — leram bem — ou travava argumentos com uma influencer alta e loura num podcast chamado “Call Her Daddy”, Donald J. Trump emergia presidencial num encontro do exclusivo Chicago Club — ser membro é caro, 235 dólares por mês e por convite apenas —, entrevistado por John Micklethwait, o ex-diretor da “Economist” e atual diretor das Bloomberg News. Micklethwait é um peso pesado, inacreditavelmente vaidoso e arrogante, smug. Preponderava num sofá tentando demonstrar com condescendência que o plano económico de Trump era uma catástrofe cozinhada por um ignorante. E Trump, sendo Trump, respondeu taco a taco e rematou: “Mas você está errado em tudo o que diz, como sempre esteve! E não sabe do que fala.” Nunca ninguém respondeu a Micklethwait assim. Trump não tem um pingo de vergonha ou timidez, e o eleitor americano admira isto sobre todas as coisas. O homem matou dois atentados.

Do lado de Kamala, os podcasts foram um esforço inglório. Não mudaram a agulha e pareceram forçados, no limite, humilhantes. Tentar agradar a todos ao mesmo tempo não é uma virtude. Deveria ter ido ao de Joe Rogan, onde convergem todas as paixões masculinas. O podcaster mais influente e com mais músculo, também em sentido literal, apologista do machismo vernáculo, antivaxxer, amigo de Elon Musk e de Jordan Peterson, dois gurus antiwoke e amantes do esoterismo doutrinário. E dois génios das redes sociais. Twitter e YouTube, com uns toques de TikTok.

Por falar em woke, a América está cansada de wokes. Sim, os republicanos também venceram as guerras culturais, o que era previsível dado que até os liberais bem-intencionados e relativamente sensatos estão fartos dos wokes. E de movimentos que cancelam e anulam e instauram um clima repressivo de sinal contrário. A América também está cansada de celebridades e do culto canónico da vedeta liberal.

Vingou a ideia de fazer comícios com Bruce Springsteen, o multimilionário representante da classe operária cuja filha é praticante de artes equestres na Europa, onde cada cavalo custa milhões; com a imortal Beyoncé, Queen Bee, a representante da classe negra bilionária carregada de diamantes e que manda fechar o Louvre para a visita; com o ofuscante casal Obama, os negros mais brancos de toda a América, ela analisada em função do traje de couture e ele analisado em função de um carisma e poder perdidos na reforma dourada e nas festas em Martha’s Vineyard (outro gueto de milionários pior do que o dos “gatos gordos”); a ideia de usar o apoio da vestal Taylor Swift, demasiado importante para aparecer em comícios. Ideias ideais que não ofereceram a Kamala uma vitória. O dinheiro dos magnatas de Hollywood também não. Creio que terá irritado ainda mais os americanos MAGA, mal vestidos, mal educados, sem sofisticação e sem brilho. Sem dinheiro e sem poder. Sem passaporte. Sem estudos ou artes. Visitem os swing states e reportem de lá, aquela é outra América, embaciada pela privação.

E agora? Agarrem-se bem, porque este mandato não vai ser igual ao de 2016. Trump e o seu grupo e movimento, o do Manifesto 25, vão mudar a América que conhecemos. Não creio que a democracia feneça, mas enfraquecerá com certeza. Trump domina todas as instituições, sobretudo as que o perseguiram judicialmente no único ano em que se viu que ele era o candidato. Um erro fora de tempo. Perdeu-se a janela de oportunidade do dia 6 de janeiro de 2021.

Na Europa, o ambiente é funéreo. Mas, um grande mas, Trump tem amigos na Europa: Meloni, a primeira líder europeia a felicitá-lo, Orbán e os detentores do poder político nos Países Baixos, na Áustria, nos países nórdicos, os países que dobraram a esquina do liberalismo para um certo, digamos, “iliberalismo”. Em breve veremos a Alemanha dobrar essa esquina, logo seguida da França. As senhoras Von Leyen e Lagarde engoliram em seco, e o pressuroso Zelensky voltou a mencionar a paz “vitoriosa” da Ucrânia, no habitual alheamento da realidade que os pedestais conferem. Na Rússia, é provável que Putin tenha aberto mais champanhe. Putin já tinha ganho antes ao dividir o mundo em dois blocos geoestratégicos. E na China, como sempre, os impassíveis e milenares líderes esperam para ver. Elon Musk tem boas relações com a China, e Musk será essencial no futuro. O deles e o nosso. Não se prevê uma guerra aberta, muito menos por causa de Taiwan, mais um projeto bélico de Biden e de Pelosi para gosto do Pentágono e da indústria de defesa.

No Médio Oriente, o Irão pensará duas vezes, teme Trump mais do que alguma vez temeu ou respeitou Biden e o pobre Anthony Blinken, irra­diando fraqueza. E Netanyahu, num delírio de vitória, sabe que não pode fazer de Trump gato-sapato como fez de Biden e que a América destes republicanos é claramente antibélica, porque as guerras impedem e distorcem a concentração nas políticas internas. Assim se terminou, num abrupto impulso negocial, a guerra do Afeganistão, porque foi Trump que iniciou as negociações no Catar com os talibãs. Israel apressou a entrada no Líbano e carregou ainda mais em Gaza, apesar de saber que do Hamas restam forças avulsas e sem efetiva hierarquia, porque sabe que terá um interlocutor muito diferente em Washington. E um internacionalista acidental. Será, como tudo o que respeita a Israel, o desafio maior da política externa da nova Administração.

A Europa está a resvalar para um insuportável declínio, para onde os sucessivos erros e o belicismo anacrónico, sem meios e sem método, a atiraram. Um exército europeu? Deveria ter sido concebido com solidez pan-europeia há décadas. A Europa poderia combater o que a espera, a derrota na questão ucraniana e as tarifas punitivas da América, apenas com um movimento para um maior federalismo e integração continental. Não o fará porque não o poderá fazer. É demasiado tarde, os nacionalistas e etnonacionalistas erguerão fronteiras no futuro e tentarão destruir o espaço Schengen. As massas migratórias serão perseguidas e repudiadas.

Um admirável mundo novo espera os europeus, e a Europa não tem líderes à altura. Pode ser que os arranje ou não. A Europa parece estar a transformar-se num alargado campo de férias e de turismo cultural e numa espécie de paraíso para reformados e milionários, oligarcas e tiranos em busca de bancos amáveis e uma mansão junto ao mar. Movimento de que os russos foram pioneiros, inaugurando a tendência com gratidão europeia. Antes de os europeus mudarem de opinião. O dinheiro da Rússia só se tornou sujo quando a América ordenou.

E o Reino Unido? Para variar, ao contrário do mundo. E também em declínio acentuado, resgatado pela City e os serviços financeiros, a única fonte de receita do antigo império onde o Sol nunca se punha. Lá se vai a special relationship, Trump e a campanha criticaram os trabalhistas por se terem oferecido para ajudar na campanha de Kamala. Starmer, como a Europa, tem um caminho espinhoso, mas a economia inglesa está mais preparada e desregulada do que a europeia. Londres é a capital do capital e a capital da aliança atlântica.

Poderíamos dizer que o jornalismo contemporâneo ganharia com a vitória de Trump, que em 2016 salvou a CNN e os jornais liberais, mas duvida-se. Na era da inteligência artificial, o jornalismo terá de se adaptar, o que fará com extrema dificuldade na penúria. A IA suprirá os recursos humanos, e não espanta. O mundo em que vivemos é cada vez menos um mundo humano. Adeus, século XX. O grupo de Murdoch, que sobrevive próspero, prepara a conversão, tal como fez o grupo Axel Springer, a multinacional alemã. Restará um jornalismo de combate, militante, partisan, que não será jornalismo. Desde que algo ou alguém o financie para esse fim.

Os plutocratas da tech ganharam as eleições, J. D. Vance é o seu homem de ponta, Musk o supremo líder. Trump nem sabia o que era o Starlink, como confessou no discurso da vitória.

Os plutocratas amam a desregulação e a disrupção mais do que amam o dinheiro. E admiram Trump, o Comeback Kid, a besta política que a tudo resiste. Disrupção terão.

  • Like 1

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de Pavel, há 37 minutos:

recusaram-se a respeitar o momento de silêncio para as vítimas em valência, andavam a trepar paredes para roubar bandeiras que não gostavam das janelas e varandas, agrediram taxistas, cantaram "death to arabs"

parece-me bastante um fuck around and found out mas o choradinho do antissemitismo já anda ai

Não falha o choradinho antissemita

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de Pavel, há 5 horas:

recusaram-se a respeitar o momento de silêncio para as vítimas em valência, andavam a trepar paredes para roubar bandeiras que não gostavam das janelas e varandas, agrediram taxistas, cantaram "death to arabs"

parece-me bastante um fuck around and found out mas o choradinho do antissemitismo já anda ai

O povo escolhido por Deus pode fazer o que bem entender e quem ousar reagir ou questionar será taxado como criminoso antissemita.

 

  • Concordo! 1

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de Pavel, há 6 horas:

recusaram-se a respeitar o momento de silêncio para as vítimas em valência, andavam a trepar paredes para roubar bandeiras que não gostavam das janelas e varandas, agrediram taxistas, cantaram "death to arabs"

parece-me bastante um fuck around and found out mas o choradinho do antissemitismo já anda ai

Árabes e judeus são semitas!!! 😏

Compartilhar este post


Link para o post

Todas as grandes instituições democráticas do mundo estão a condenar os ataques "anti-semitas".

Enfim. Como se não fosse houvesse imagens do que os israelenses fizeram antes e durante o jogo.

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de fns, há 39 minutos:

Todas as grandes instituições democráticas do mundo estão a condenar os ataques "anti-semitas".

Enfim. Como se não fosse houvesse imagens do que os israelenses fizeram antes e durante o jogo.

Acho que está na hora de atacar a Holanda 

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de fns, há 57 minutos:

Todas as grandes instituições democráticas do mundo estão a condenar os ataques "anti-semitas".

Enfim. Como se não fosse houvesse imagens do que os israelenses fizeram antes e durante o jogo.

O que são os israelenses?

Compartilhar este post


Link para o post

É assustador a quantidade de eleitores republicanos que emprenharam pelos ouvidos quando o Trump anunciou que iria taxar produtos de origem chinesa, de tal maneira que apoiam cegamente esta medida estapafúrdia. Estavam (e estão) convictos que seriam as empresas chinesas, que exportam mercadorias, a suportarem estas taxas. Para além de terem a certeza que não irá ter consequências inflacionárias.

Como é que um país destes consegue ter uma percentagem tão grande da sua população com estes níveis de ignorância, sem conhecimentos básicos de economia.

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de fornix, há 2 minutos:

É assustador a quantidade de eleitores republicanos que emprenharam pelos ouvidos quando o Trump anunciou que iria taxar produtos de origem chinesa, de tal maneira que apoiam cegamente esta medida estapafúrdia. Estavam (e estão) convictos que seriam as empresas chinesas, que exportam mercadorias, a suportarem estas taxas. Para além de terem a certeza que não irá ter consequências inflacionárias.

Como é que um país destes consegue ter uma percentagem tão grande da sua população com estes níveis de ignorância, sem conhecimentos básicos de economia.

É de facto impressionante. Eu até acho que devia haver uma regra qualquer que proibisse o voto dos ignorantes em economia básica. Antes da eleição cada cidadão seria obrigado a responder a um teste de Fundamentos de Macroeconomia e só quem tivesse positiva é que poderia votar. Na América e em todo o mundo. Os votos deviam ser destinados apenas à malta esperta. Ou então fazia-se como no Benfica. Um gajo com 18 ou mais nesse teste teria direito a 50 votos; Com mais de 14 dava 20 votos. Uma positiva fraquinha dava apenas 1 voto.

  • Concordo! 3

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de Descartes, há 40 minutos:

O que são os israelenses?

Israelitas.

O telemóvel foi buscar o termo utilizado em português do Brasil.

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de fns, há 1 minuto:

Israelitas.

O telemóvel foi buscar o termo utilizado em português do Brasil.

O celular. 😁

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de Jimpo, há 11 horas:

Se calhar seria mais facil a FIFA/UEFA impedir que as equipas israelitas joguem as competiçoes europeias?

E ha agora um França Israel daqui a uns dias. Nao sei quantos mil policias destacados, interdiçao de estacionar o carro nas imediaçoes do estadio. Nao seria mais facil e sensato nao haver publico no estadio talvez? Ja que nao ha coragem de impedir Israel de jogar?

palhaçada

Isto é interessante, porque é um caso claro de "dois pesos e duas medidas".

A Rússia invadiu a Ucrânia e, como expectável, foi banida das competições internacionais. Já Israel passa, como sempre, nos pingos da chuva.

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de Ghelthon, há 3 minutos:

Isto é interessante, porque é um caso claro de "dois pesos e duas medidas".

A Rússia invadiu a Ucrânia e, como expectável, foi banida das competições internacionais. Já Israel passa, como sempre, nos pingos da chuva.

A Ucrânia é um estado soberano. A Palestina também devia ser.

Se Israel fosse banido de competições desportivas por ocupar território palestino, estaria banido desde 1948.

Sim, dois pesos e duas medidas porque se trata de alhos e de bugalhos.

  • Like 1

Compartilhar este post


Link para o post

Israel não deveria disputar competições europeias. 

  • Concordo! 9

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de Che, há 7 horas:

Israel não deveria disputar competições europeias. 

A não ser que plantem mais eucaliptos.

  • Concordo! 1

Compartilhar este post


Link para o post

Os israelitas são uns cromos do crl. Costumava jogar poker em Odivelas com um israelita condutor de Uber que pagou 2000€ pelo masterclass do Negreanu. Era sempre o primeiro a ir de vela e amuava porque dizia que ninguém respeitava o estatuto dele na mesa de poker. Sdds

dizia que sacava 10 mil euros por mês na pokerstars mas nunca comprava snacks para os jogos porque era muito caro e tinha que sair cedo para ir conduzir o uber

  • Like 2
  • Haha 2

Compartilhar este post


Link para o post

Consigo explicar a eleição do Trump. O povo americano quer vergar a mola e votou no candidato que promete trazer os jobs back to America. 

Compartilhar este post


Link para o post

Crie uma conta ou entre para comentar

Você precisa de ser membro desta comunidade para poder comentar

Criar uma conta

Registe-se na nossa comunidade. É fácil!

Criar nova conta

Entrar

Já tem uma conta? Faça o login.

Autentique-se agora

  • Todo o Mundial 2026 no CMPT
  • Outros membros neste tópico

    Nenhum utilizador registado está a visualizar esta página.

×
×
  • Criar Novo...