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[FM 2024] Football Manager 2024: Reações

Publicações recomendadas

Mas estamos bem, 5 jogos na I Liga, só perdermos 3-1 na Luz e 2-0 em casa contra o Porto, são 3 vitórias, incluíndo um 9-0 ao Santa Clara.

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Registos da terceira época na Primeira Liga (6º e 5º nas primeiras duas). Finalmente vamos à liga europa, e conseguimos um lugar no pódio. Chegámos à penultima jornada ainda com hipóteses de matematicamente ganhar o título, algo que nao esperava no início da temporada. Estao a ver o Moreirense ali em 16º? Perdi 5 pontos com eles neste campeonato. Se lhes tivesse ganho os dois jogos era campeão 😞

Mas enfim. Em condições normais, o campeão em Portugal não faz tão poucos pontos. Portanto pergunto-me se conseguirei esse objetivo em breve ou não. 

Nas restantes competições, nas taças internas fomos arrumados relativamente cedo, e na Conference League, fizemos uma boa campanha, mas fomos arrumados pelo Nice nos quartos. Deu para fazer uns bons trocos. 

De destacar que tivemos a primeira grande venda do save. Comprámos aqui o bacano por 10 mil paus, e vendemo-lo a um clube árabe por 26M em Janeiro. Era grande GK, e com muito potencial, mas foi bom dinheiro. 

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Editado por Pablo Honey
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Final da 1:ª volta. Estamos há 10 jogos sem perder...antes foram 7 sem ganhar mas, tudo somado, a verdade é que só perdemos 3.

Estamos nos 4ºs final da Taça, com enorme possibilidade de ir à meia-final (jogamos em casa contra o Ac. Viseu.

 

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Duas jornadas para chegar ao fim, estamos em 5.º lugar com a Conference League assegurada, a dois pontos do Braga... e na final da Taça de Portugal.

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Brutal, 4.º lugar, na última jornada o Braga perdeu em casa

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E vencemos o Guimarães no final da Taça.

Consegui o propósito, subir consecutivamente o Setúbal à I Liga... a ver se agora, sim, surgem convites.

Já agora, algumas curiosidades destes 4 anos:

Bruno Lage e Rui Borges são os treinadores, respetivamente de Benfica e Sporting, o Ceição saiu do Porto e foi para o Leverkusen (entretanto, anda pelo Sassuolo), para o seu lugar foram buscar o Deschamps. O Paulo Fonseca deve ter caído em desgraça e em 26/27 está no Rio Ave. O Benfica domina o campeonato com 3 títulos contra 1 do Porto. Na Taça ninguém se destaca, Gil Vicente, Porto, Benfica e Setúbal foram os vencedores. Na Taça da Liga, 2 vitórias do Benfica, 1 do Braga e 1 do Porto (cronologicamente por esta ordem). Por fim, na Supertaça, Porto, Benfica, Sporting, Benfica, foi a sequência de vencedores.

Em Espanha domina o Real Madrid, treinado pelo Rafa Benítez (medo), com 3 títulos contra 1 do Barcelona, treinado pelo Marco Rose (medo). O Diego Simeone continua no At. Madrid...deve tornar-se um fóssil. Em Inglaterra, França e Alemanha não há história, os campeões crónicos são O Man. City (Ancelotti), PSG (Guardiola) e Bayern (Luis Enrique). Por fim, na Liga dos Campeões, Man. City, Real Madrid, Real Madrid e Liverpool (Marcelo Gallardo).

A Inglaterra venceu o Europeu em 2024, na Liga das Nações venceu a Espanha em 2023 e a França em 2026. O Brasil venceu o campeonato do mundo em 2026. 

Editado por MichaelAndrews
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Entretanto, rejeitei uma entrevista com o Werder Bremen, mas aceitei do Dortmund e do Lyon... se bem que tinha vontade de subir em Portugal.

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Atualização: O Dortmund optou pelo Maresca, emigrei para França.

O propósito aqui também passa por em cada clube adoptar um novo sistema de jogo, portanto, em Lyon já não vai ser o 4231 de Setúbal mas um 343 à Amorim, com dois alas a dar largura e dois jogadores nas costas do avançado.

Felizmente, apesar do entulho em Lyon, encontrei muitos jogadores com clubes interessados, portanto, tem sido fácil fazer dinheiro em vendas e remodelar o plantel. Desde logo, fui buscar dois médios que podem ser importantes, Carles Alena e o Paulo Bernardo.

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Voltei a ficar em segundo lugar na Polónia, desta vez com maior margem para o Raków que acabou por ganhar o campeonato. O Legia ficou em quinto mas ganhou o lugar nas qualificações da LE após ganhar a Taça contra mim, nas grandes penalidades. Grandes penalidades que também ditaram a minha saída da qualificação para a UECL contra o Boavista.

Curiosidade, por ter um plantel jovem, após o mercado de Inverno só tinha 8 jogadores para inscrever. O resto era tudo Sub-22.

 

Em paralelo, comecei uma Glory Hunter (simulação), tendo como ponto de partida o FC Porto. Em 24/25 só ganhei a Taça da Liga, limpando o resto em 25/26.

Com Tottenham, Nápoles, Mónaco e Dortmund na Liga Europa e sem treinador, assumi os alemães, onde fiquei em 2o em 26/27. Sai nos 4os tanto da Taça e da Liga Europa, por incrível que pareça, após GP. 

Liga Europa na qual apanhei Estrela da Amadora (Fase Liga), Vitória SC e Sporting CP no caminho. 

Logo simulo mais uma temporada...

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Primeiro título "a sério" do save. Limpámos Porto e Benfica no caminho.

Na Taça da Liga, perdemos nos penaltis na final com o Benfica; Na Liga Europa fizemos uma bela campanha, e acabámos por cair aos pés do Atlético de Madrid nas meias finais. 

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No campeonato, descemos um lugar, e fizemos menos 6 pontos, em comparação com a época passada. Perdemos pedalada nos últimos dois meses. Ter chegado às fases finais de todas as competições começou a pesar nas pernas dos jogadores, e depois, algumas lesões f*das - como ter ficado sem laterais esquerdos e médios ofensivos -  tiraram-nos poder de fogo para atacar a reta final. Com alguma sorte a mais nesse aspeto, poderia estar aqui a falar de uma qualificação para a Champions, umas meias finais europeias, duas finais de taças internas, e um troféu. Fica um sabor agridoce, mas vamos tentar apetrechar-nos de mais opções na próxima época, e se possível, dar upgrade em algumas posições. Temos mesmo de dar step up nos jogos fora. Este ano a nossa queda foram esses jogos fora com equipas à toa :´( 

 

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Amigos,tenho aqui um problema que é o seguinte: quando mudo de skin o jogo vai a baixo e aparece a mensagem parsing error. Já eliminei as skins,coloquei outras mas acontece sempre a mesma coisa. Como resolver?

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Citação de Black Hawk, Em 27/03/2025 at 14:29:

Segunda temporada do desafio. No EMEM foi dividido em duas atualizações, com mais detalhes e informações do que deixo aqui.

 

 

 

 

Depois de conquistar o título australiano na primeira temporada, tínhamos como objetivo revalidar o caneco na A-League, mas o mais importante era assegurar a qualificação para a AFC Champions League na terceira temporada.

A Austrália tem apenas uma vaga de acesso e é atribuída ao vencedor da Fase Regular, por isso teríamos de garantir o primeiro lugar ao longo das 26 jornadas.

Adicionalmente, participávamos ainda na Australian Cup - prova a que ninguém liga nenhuma - e na AFC Champions League Two, que é uma espécie de Liga Europa da Ásia e que a Direção exige que cheguemos à final.

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Não perdi ninguém verdadeiramente importante do plantel e trouxe vários jogadores, na sua maioria a custo zero. Os poucos que custaram dinheiro vieram por valores irrisórios e são jovens a pensar no futuro.

Aliás, quase todos os jogadores que vieram são jovens entre os 17 e os 22 anos. A excepção é o Jake Brimmer, médio internacional por Malta que tem 26 anos.

O critério para isto é simples: se o objetivo disto é vencer a AFC Champions League no futuro, tenho de arriscar em jovens que possam evoluir e subir o nível da equipa. Não vou acertar com todos, mas se pelo menos alguns evoluírem o suficiente...

Também de assinalar que todos os reforços vieram do mercado australiano à excepção do Milad Kor, central internacional iraniano de 21 anos.

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Financeiramente estamos sólidos. Fiz as contas de forma a que com os reforços não ultrapassasse o orçamento do ano passado... e a Direção deu-me mais 1 milhão de euros de orçamento do que isso.

Não me deram é dinheiro para grandes reforços. Dos 61 mil euros para esse efeito, gastei 60 mil, como viram no outro print dos reforços.

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A Australian Cup é a primeira prova do calendário australiano e caímos nas Meias-Finais frente aos Sydney FC. Não foi preocupante, usei-a mais como preparação para as outras duas provas do que outra coisa.

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A Fase de Grupos da AFC Champions League Two foi fácil. Os adversários eram modestos e só os dois jogos contra os indonésios Persebaya Surabaya estiveram perto de não dar vitórias.

A partir daqui a competição torna-se algo surreal. A fase seguinte chama-se ASEAN Zone e funciona como uma Final Four entre quatro equipas dessa região cuja sigla significa Associação de Nações do Sudeste Asiático.

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Passámos por esta ASEAN Zone vencendo o Magwe, do Myanmar, e os nossos compatriotas Western United, que não apresentaram grandes obstáculos.

Avançámos para a Interzone, disputada pelos vencedores das zonas ASEAN (nós), da Ásia Central (Ahal, do Turquemenistão), do Sul da Ásia (Odisha, da Índia) e do Leste da Ásia (Shandong Taishan, da China).

As Meias-Finais e a Final são disputadas a duas mãos e o vencedor avança para a final da AFC Champions League Two, defrontando o vencedor da zona da Ásia Ocidental.

O sorteio meteu-nos pela frente os chineses Shandong Taishan, provavelmente a equipa mais forte da Interzone.

Como todas as equipas chinesas, têm avançados estrangeiros bons e chineses de qualidade duvidosa na defesa e meio-campo.

Entre os avançados, têm uns tais Matheus Pato e Leonardo, que até parece o nome de uma banda de forró, mas que seriam titulares na minha equipa... e nem são os melhores. Os melhores são o Cryzan, que passou pelo Santa Clara, e um gajo da Geórgia chamado Qazaishvili.

Todos eles ganham sozinhos mais do que o meu plantel todo junto. Ou seja, cada um deles ganha mais do que o meu orçamento anual.

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Avançámos numa eliminatória de loucos. Na primeira mão perdemos 4-3 num jogo que teve 7 golos em 45 minutos, 3 deles nos últimos 10 minutos do jogo. Valeu-nos um golo no último lance para manter viva a eliminatória.

Na segunda mão, a jogar em casa, o jogo foi menos caótico e, aparte um susto quando eles empataram em cima do intervalo, vencemos de forma natural e avançámos para a final da Interzone.

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Aí atropelámos os coitados do Ahal. Na primeira mão praticamente decidimos a eliminatória, mas na segunda mão escolhemos a violência e saímos do Turquemenistão com a eliminatória em expressivos 11-1.

E pronto, estávamos na final da competição.

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O nosso adversário foi o vencedor da zona da Ásia Ocidental, o Al-Ahli da Síria. A final foi disputada no Aleppo International Stadium, que calha ser a casa do Al-Ahli.

Desconhecia por completo esta equipa e não sabia o que esperar da final, pelo que fui com tudo o que tinha. Era uma final continental, não havia margem para gestões.

Da equipa habitual apenas faltou o nosso goleador Adam Taggart, ainda indisponível depois de se lesionar na primeira mão contra o Ahal.

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Foi mais fácil do que previa. Aos 10 minutos já estava 2-0 e antes do intervalo chegámos aos 5-0. O Al-Ahli reduziria para 5-2, muito por culpa da expulsão do iraniano Milad Kor por dar uma cotovelada num adversário.

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O Tomás Cadena, argentino a que chamo "Mini Messi", marcou o golo que abriu caminho à vitória (GIF acima), marcaria mais tarde outro golo e faria também uma assistência, sendo o MVP da final.

Este foi o primeiro título continental dos Perth Glory, e mesmo tendo sido apenas na AFC Champions League Two, o segundo escalão asiático, não deixa de ser uma conquista bem-vinda.

Quanto à A-League, recordo que o objetivo prioritário era vencer a Fase Regular para garantir a presença na AFC Champions League na próxima temporada.

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Foi sem grandes dificuldades que vencemos a Fase Regular, assegurando o acesso direto às Meias-Finais da A-League (saltando Quartos-de-Final) e carimbando o passaporte para a AFC Champions League na próxima época.

Os números falam por si: melhor ataque com 2,76 golos marcados por jogo e apenas 29 sofridos (o que é muito para os padrões a que estou habituado, mas foi de longe a melhor defesa da A-League).

Nas Meias-Finais encontrámos os Central Coast Mariners, 3ºs classificados da Fase Regular.

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Foi uma eliminatória mais difícil do que esperava, em especial a primeira mão, mas avançámos para a final.

Sem surpresas, aí encontrámos os 2ºs classificados da Fase Regular da A-League, os Western Sydney Wanderers.

Estes gajos eram manhosos, na segunda volta da A-League perderam apenas 9 pontos em 13 jogos - para comparação, nós perdemos 11 pontos no mesmo período. Eram a equipa em melhor forma na A-League.

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Vencemos a final com uma exibição convincente, embora tenhamos começado o jogo a perder. Acabámos por dar a volta com golos de Salim Khelifi...

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... e do central Mark Natta. A vitória foi selada com o nosso terceiro golo, da autoria do Tomás "Mini Messi" Cadena, a surgir oportuno ao segundo poste para aproveitar um ressalto.

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Somos bicampeões australianos, o que valeu aos Perth Glory o quarto título da sua história.

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O Adam Taggart foi eleito jogador do ano da A-League, mas falhou na revalidação do título de melhor marcador. Para isso contribuíram duas lesões que sofreu ao longo da época e o deixaram um total de três meses de fora.

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Ainda assim, o Taggart foi a tempo de apontar 25 golos em 34 jogos no total de todas as competições. Tem quase 32 anos, mas está aí para as curvas.

Os dois avançados interiores, Tomás Cadena e Salim Khelifi, brilharam também ao longo do ano, tal como os médios, os centrais e até o lateral esquerdo Alex Gersbach.

No fundo, toda a equipa exibiu-se a um nível elevado ao longo de toda a temporada.

Para a próxima época estreamo-nos na AFC Champions League. Será a primeira oportunidade de cumprirmos o objetivo desta passagem pelos The Glory, que é o título asiático.

Não faço ideia se estamos sequer próximos do nível necessário para enfrentar os principais tubarões do futebol asiático - equipas japonesas, chinesas, coreanos ou sauditas, que à partida serão as mais fortes.

Mas veremos.

 

Terceira temporada do desafio. Tal como a última atualização aqui, no EMEM dividi isto em duas atualizações, com mais detalhes e informações do que deixo aqui.

 

 

 

 

Ora, o highlight desta terceira temporada ao comando dos Perth Glory seria a nossa estreia na AFC Champions League.

Ou, dito de outra forma, a minha estreia na prova - nunca participei nela em qualquer edição de FM,  só agora me dou conta de como isso é caricato dado jogar isto há mais de 25 anos.

Anyway, estes eram as expectativas da Direção para as três competições em que entrámos este ano.

 

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Sem surpresas, a Direção espera um bom resultado na A-League - afinal de contas somos bicampeões em título -, mas na AFC Champions League apenas pedem para "sermos competitivos".

Isto será provavelmente consequência de os The Glory não participarem com regularidade nesta prova. No fundo até concordo com os objetivos. É ir jogo a jogo até final - obrigado, Rúben Amorim.

 

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Não houve grandes mexidas no plantel. Não saiu ninguém importante e também não gastámos dinheiro, até porque não o tínhamos.

Dos reforços todos, revelaram-se importantes o médio australiano Alex Robertson, que terminou contrato com o Manchester City e ficou sem clube, e o avançado islandês Óskar Hallfredsson, que foi a principal alternativa ao Adam Taggart.

 

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A temporada na Austrália começa com a Australian Cup, quase como se fosse um torneio de pré-temporada. A Direção não lhe liga nenhuma, mas ainda não a tinha vencido e queria mesmo juntá-la ao meu palmarés.

As três primeiras rondas foram fáceis contra equipas de divisões inferiores. Nas Meias-Finais passámos facilmente os Wellington Phoenix por 3-0, o mesmo resultado com que batemos os Brisbane Roar na final.

Vencida esta prova começámos a temporada a sério com a AFC Champions League e a A-League.

Começando pela AFC Champions League, que é a mais importante, entrámos diretamente na Fase de Grupos onde fomos sorteados com Kawasaki Frontale, Guangzhou (os antigos Guangzhou Evergrande) e Johor Darul Ta'zim.

Não era um grupo fácil. As equipas japonesas e chinesas são fortes no contexto asiático e o Johor Darul Ta'zim são campeões da Malásia há 11 anos consecutivos.

Além disso, só o 1º lugar garantia apuramento direto para os Oitavos-de-Final. Dos 2ºs classificados só os 6 melhores entre os 10 grupos avançavam.

 

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Vencemos o grupo, mas não sem apanhar um grande susto.

Tivemos uma entrada de rompante ao vencermos em casa o Kawasaki Frontale, a equipa mais forte do grupo, mas depois perdemos os dois jogos seguintes na Malásia e na China. Caímos para o último lugar.

Teríamos de vencer os três últimos jogos para conseguir a qualificação (com 2 derrotas já não conseguiríamos ser um dos melhores 2ºs classificados) e isso incluia vencer no Japão.

 

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E vencer no Japão nós conseguimos, bem como todos os outros jogos.

Primeiro recebemos e batemos o Johor Darul Ta'zim, depois fomos ao Japão vencer o Kawasaki Frontale, naquele que terá sido o jogo decisivo para garantir o nosso apuramento.

A vitória surgiu graças a este golo solitário do nosso goleador e capitão, Adam Taggart.

 

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Na última jornada recebemos e batemos o Guangzhou, como deu para ver num dos prints anteriores, e garantimos a 1ª posição e a presença nos Oitavos-de-Final.

E, como perceberam no print, confirmou-se que a 2ª posição com 10 pontos não deu o apuramento aos Kawasaki Frontale. Se não tivéssemos vencido os três últimos jogos teríamos sido eliminados.

Nos Oitavos-de-Final saiu-nos em sorte os Ulsan Hyundai, uma equipa sul-coreana que já venceu a AFC Champions League duas vezes e são fortíssimos no contexto asiático. Seriam um bom barómetro para o nosso nível atual.

 

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Bem, o resultado final foi surpreendente.

As dificuldades sentidas na primeira mão, em que a vitória apenas foi garantida em cima do minuto 90, não fazia adivinhar as facilidades com que os despachámos na Coreia do Sul na segunda mão.

A sério, ao intervalo vencíamos 4-0 e aos 53 minutos fizemos o quinto golo. Depois levantámos o pé e deixámos correr, a coisa estava feita.

Com a confiança reforçada, avançámos para os Quartos-de-Final. O nosso adversário foram os Yokohama F Marinos, curiosamente o vencedor do grupo dos Ulsan Hyundai - estes últimos foram um dos melhores 2ºs classificados.

 

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Numa eliminatória algo semelhante à anterior, ficámos em vantagem tangencial na primeira mão ao empatarmos fora de casa - vantagem pela regra dos golos marcados fora de casa.

Na segunda mão voltámos a resolver as coisas na primeira parte. Chegámos ao intervalo a vencer por 4-0 e tirámos férias na segunda parte. O trabalho estava feito.

Na verdade, a grande diferença entre as duas equipas na segunda mão foi a eficácia. Nós marcámos 4 golos em 10 remates, eles apenas 1 em 8.

Mas serviu para o propósito e lá fomos às Meias-Finais, onde apanhámos o campeão asiático em título: Vissel Kobe.

 

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Aqui já foi bastante mais difícil, mas contrariámos as probabilidades para conquistar o apuramento para a Final da AFC Champions League.

Por esta não esperava eu, não fazia ideia que tivéssemos crescido tanto em apenas três anos!

Vencemos na primeira mão por 2-1 num jogo de loucos (8 ocasiões flagrantes entre as duas equipas!) em que fomos ligeiramente superiores, mas ficando tudo em aberto para a segunda mão, em casa do Vissel Kobe.

A segunda mão foi igualmente tresloucada. Desta vez fomos nós a entrar a perder (e a ficar em desvantagem na eliminatória por causa do golo forasteiro dos Vissel Kobe na primeira mão), mas depois aconteceu Adam Taggart.

 

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O nosso capitão goleador fez um hattrick - o GIF supra é o golo que lhe valeu o hattrick - e com isso avançámos para a Final.

Entretanto jogávamos também a A-League, que como habitualmente tem uma Fase Regular com 26 jornadas e uma Fase Final por eliminatórias.

 

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Fiz imensa gestão ao longo da época, de forma a garantir a integridade física do plantel, mas nem isso nos impediu de passear ao longo da Fase Regular, conquistando a 1ª posição sem dificuldades de maior.

Com isto, além da qualificação para a AFC Champions League na próxima temporada, avançámos também diretamente para as Meias-Finais da Fase Final da A-League, onde encontrámos os Melbourne Victory.

Não foram grande obstáculo (5-2 no total das duas mãos da eliminatória) e estávamos na Grande Final, onde recebemos os Central Coast Mariners, que foram 2ºs classificados na Fase Regular.

 

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Não fizemos uma exibição para recordar, mas foi o suficiente para revalidar o título e sagrarmo-nos tricampeões australianos.

 

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O Adam Taggart fez uma temporada incrível. Apontou 27 golos e fez 6 assistências em 33 jogos, o equivalente a 1 contribuição direta para golo por jogo. De loucos para o nosso veterano de 32, quase 33, anos de idade.

Sem surpresas, foi também considerado o MVP da temporada na A-League.

Os restantes titulares (primeiro print) também somaram bons números, com destaque para o lateral direito Patricio Sabio (11 assistências!), os três médios e os dois avançados interiores.

Entre as segundas linhas (segundo print), de notar que por força da rotação implementada por mim em alguns casos até têm mais jogos do que os habituais titulares.

Destaco entre eles os números do Gabriel Sloane-Rodrigues, que é um extremo de apenas 19 anos, e do reforço Óskar Hallfredsson, que foi uma opção muito válida para a frente do ataque quando o Adam Taggart descansou.

E pronto, para já foi isto. Falta a final da AFC Champions League, que será a primeira oportunidade que tenho de conquistar uma de cinco Ligas dos Campeões que compõem este desafio.

 

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O adversário será o Al-Sadd, da Qatar, equipa cujos bolsos transbordam petrodólares e que eliminaram o Al-Nassr nas Meias-Finais, equipa onde ainda pontifica o Cristiano Ronaldo.

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Citação de kubaixo, há 13 horas:

Amigos,tenho aqui um problema que é o seguinte: quando mudo de skin o jogo vai a baixo e aparece a mensagem parsing error. Já eliminei as skins,coloquei outras mas acontece sempre a mesma coisa. Como resolver?

Faz uma verificação de integridade dos ficheiros no Steam e elimina os ficheiros temporários. A seguir, começa por utilizar a skin original.

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Consegui entrar na UEFA Conference League com o Zaglebie Lubin na terceira época mas não está a ser fácil gerir os jogos extra. Com 14J já realizados, acho que vou mudar o foco interno para a Taça.

Quanto à Glory Hunter. Fiquei a um ponto do Bayern em 27/28 (demasiados empates), tinha a possibilidade de me candidatar ao Liverpool mas optei por permanecer na Alemanha mais uma época para acabar por repetir o segundo lugar, desta vez a 10 pontos. Em contrapartida, ganhei a DFB Pokal.

O PSG ficou em terceiro lugar e despediu o treinador. Estou tentado a mandar a candidatura para o lugar vago, cheira-me que numa época consigo limpar os troféus franceses.

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Citação de MichaelAndrews, Em 04/04/2025 at 09:41:

Faz uma verificação de integridade dos ficheiros no Steam e elimina os ficheiros temporários. A seguir, começa por utilizar a skin original.

Bom dia.

Onde encontro os ficheiros temporários? É que não percebo nada disto.

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Citação de lagarto., Em 27/03/2025 at 22:02:

2023/2024 - Campeões e promoção à 1ª divisão. No final da época o Kaizer Chiefs fica sem treinador e acabo por conseguir o lugar.

 

2024/2025 - época de sonho. Só não consigo ganhar a Taça das Confederações Africanas (Liga Europa da zona), quando fomos bem superiores ao nosso adversário nas meias. Na 1ª mão tenho um expulso aos 10´ e mesmo assim fomos superiores o jogo inteiro. Na 2ª mão, tenho metade do 11 inicial na seleção e mais uns quantos lesionados; jogo equilibrado, mas mesmo assim não conseguimos dar a volta à eliminatória.2025/2026 é a época onde posso alcançar a conquista da 1ª Liga dos Campeões para o currículo. Vamos com tudo!

África 

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Passeio na liga e ainda ganhámos mais uma competição interna. O objetivo principal também foi cumprido, com a vitória na Liga dos Campeões Africana. Hora de rumar a novas paragens!

Deixo também aqui o currículo até agora:

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Ganhei a Taça da Polónia contra o Pogon após ter eliminado o Raków nas meias. Quanto ao campeonato, ainda falta uma jornada mas desde que coloquei a mentalidade "Positiva" em detrimento do "Cautelosa" que entrei numa senda de vitórias e apanhei o Raków no topo. 

Infelizmente, não consegui aproveitar deslizes como a derrota do Raków frente ao último classificado com empates bem tardios nos meus jogos e vou para a última jornada com menos um ponto que o primeiro, tendo vantagem no confronto direto. Esperar que o Raków perca ou empata com o Légia e ainda festejo o campeonato.

 

Na Glory Hunter, limpei a França em 29/30, rescindi com olhos postos no AC Milan que estava com o treinador incerto. Acabou por não sair, contudo fiz mesmo malas para Milão que o treinador do Inter foi ocupar o lugar por mim deixado em Paris.

Nova época sem troféus. Ainda pensei trocar o Inter pela Juventus, que iam para a Liga Europa, mas os de Turim acharam não ser boa ideia eu trocar de equipas rivais. A oportunidade Real Madrid também surgiu nessa altura, foi para lá o Zizou.

Resta ficar a época 31/32 no Inter, quiçá ganhe a Taça mais cedo do que recuperar dos 12 pontos de diferença para o AC Milan, e o Europeu faça mais dança de cadeiras depois.

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Citação de kubaixo, Em 05/04/2025 at 10:00:

Bom dia.

Onde encontro os ficheiros temporários? É que não percebo nada disto.

Vai ao steam, clica com o botao direito do rato no fm24 e vais a propriedades para limpar ficheiros temporários e fazer a verificação de integridade

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Uma atualização rápida.

Para quem empata 11 em 33 jogos realizados, empatar mais um não faz grande diferença. Principalmente quando o Raków em 30 minutos já tinha resolvido o seu jogo contra o Légia. Fica para a próxima época.

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Final de mais uma época, a primeira com o Olympique Lyon. Não foi suficiente para o título, mas conseguimos o 2.º lugar atrás, claro, do PSG. Como tal, siga para a Liga dos Campeões. Na taça fomos até à meia-final e caímos (mais uma vez) com o PSG. Mas já tivemos a nossa "vingançazinha", ganhámos 2-1 para o campeonato e comemos-lhes a supertaça.

No final desta época, vou emigrar para outro lado, a Liga francesa, sinceramente, não me atrai.

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Vou deixar um pequeno resumo do que tem o meu save no Leixões em que só uso jogadores formados no clube e as únicas contratações que posso fazer são jogadores do concelho de Matosinhos.

Na primeira época na 1ª liga (6ª do save) acabamos assim:

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Muito positivo, pois estávamos previstos para acabar em ultimo 😄 Na TdP fui eliminado pelo Porto em casa com uma derrota por 2-1 e na TdL caímos cedo na Segunda Fase para o Estoril nos penaltis.

Fica aqui o histórico de todas as épocas que fiz. 

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Fomos adquiridos por um senhor muito simpático do Catar (com dinheiro!) no final da época passada e apesar de não conseguirmos gastar o dinheiro em jogadores porque não há muitas opções, tenho feito melhorias nas infraestruturas do clube. 

Deixo também alguns dos meus melhores jogadores:

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A nossa maior jóia, formado no clube e só esta época foi aposta porque tinha outro jogador à frente dele que entretanto saiu depois da subida de divisão.

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Uma das peças mais importantes na nossa subida de divisão na época passada, manteve o excelente nivel este ano. Já rejeitou uma proposta do Braga e preferiu ficar. 

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Este é um dos pilares da nossa equipa, já a cumprir a 4ª época seguida sempre a jogar evoluiu muito e sem ele noto muita diferença no meio-campo.

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Este é idêntico ao anterior, mas cumpriu apenas a sua 3ª época.

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Uma das minhas poucas contratações, natural de Leça da Palmeira,  fomos buscá-lo por 975 mil euros ao Rio Ave em Janeiro deste ano e entrou direto para o nosso 11 titular.

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Este surpreendeu-me bastante porque depois da venda do João Oliveira para o Nacional, agarrou o lugar no lado direito da defesa e não largou mais.

Fiquei também atento à nossa formação e os nossos sub-23 já venceram a Liga Revelação três vezes, a Taça Revelação uma vez e os nossos sub-19 perderam na final deste ano da Youth League e venceram por duas vezes o campeonato sub-19.

Editado por Kev
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2.ª época desgastante no Lyon, cheia de pequenas frustrações e uma enorme alegria. Ficámos em 3.º no campeonato, esperava conseguir disputar o título com o PSG mas a época foi puxada. Perdemos a Taça na final com o PSG, tem sido uma rivalidade brutal. Mas o melhor de tudo ficou para o final, paulatinamente fomos avançando na Liga dos Campeões, tivemos de passar pelo play-off contra o Celtic, e depois eliminámos o Nápoles, o PSG, e o Man. City., chegados à final conseguimos uma duríssima vitória por 3-2 contra o Liverpool.

E assim, com uma Liga dos Campeões no bolso, vou encerrar o capítulo Lyon, veremos o que se seguirá.

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