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Simeone

[TdP] Gil Vicente 0-1 Sporting CP (RF)

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Além disso, o pressuposto da argumentação é errado quando alegam que a margem de erro é x (vou usar o exemplo de 10cm), no caso é ATÉ 10cm, o que não quer dizer que a margem de erro é só para o lado conveniente até pode estar para o lado do fora de jogo e ser 13cm. Seguindo as probabilidades, após aferidos os 3cm de fora de jogo e dado as leis das probabilidades, há uma maior probabilidade de estar em jogo do que fora. É uma discussão um bocado idiota e estar a escrever este texto que também é um pouco palerma, só demonstra isto.

 

Há uma ferramenta que permite com um grau de fiabilidade muito elevado aferir se há foras de jogo, que antes era totalmente arbitrário e agora já vamos na discussão da margem de erro... não faz sentido 

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Citação de Sima01, há 3 minutos:

Aqui a questão é que nem o var consegue ver esses 3 cm com aquela tecnologia lol

Devia ser com as linhas mas a olho. Se a olho está em jogo e em caso de dúvida, beneficiava o ataque

Ficava resolvido

Exacto tecnologia para quê se há o olho? Se traço as linhas, de há tecnologia homologada que as lê e mede, o que é bom bom é ser a olho. Para estas conversas de m*rda mais vale dizerem que não querem var.

Citação de Aiden, há 3 minutos:

Além disso, o pressuposto da argumentação é errado quando alegam que a margem de erro é x (vou usar o exemplo de 10cm), no caso é ATÉ 10cm, o que não quer dizer que a margem de erro é só para o lado conveniente até pode estar para o lado do fora de jogo e ser 13cm. Seguindo as probabilidades, após aferidos os 3cm de fora de jogo e dado as leis das probabilidades, há uma maior probabilidade de estar em jogo do que fora. É uma discussão um bocado idiota e estar a escrever este texto que também é um pouco palerma, só demonstra isto.

 

Há uma ferramenta que permite com um grau de fiabilidade muito elevado aferir se há foras de jogo, que antes era totalmente arbitrário e agora já vamos na discussão da margem de erro... não faz sentido 

O problema é não se saber o que é uma margem de erro nem o seu significado.

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Citação de Aiden, há 5 minutos:

Além disso, o pressuposto da argumentação é errado quando alegam que a margem de erro é x (vou usar o exemplo de 10cm), no caso é ATÉ 10cm, o que não quer dizer que a margem de erro é só para o lado conveniente até pode estar para o lado do fora de jogo e ser 13cm. Seguindo as probabilidades, após aferidos os 3cm de fora de jogo e dado as leis das probabilidades, há uma maior probabilidade de estar em jogo do que fora. É uma discussão um bocado idiota e estar a escrever este texto que também é um pouco palerma, só demonstra isto.

 

Há uma ferramenta que permite com um grau de fiabilidade muito elevado aferir se há foras de jogo, que antes era totalmente arbitrário e agora já vamos na discussão da margem de erro... não faz sentido 

Tem um grau de fiabilidade muito elevado com base em quê? Como é que se define?

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Citação de Sima01, há 4 minutos:

Aqui a questão é que nem o var consegue ver esses 3 cm com aquela tecnologia lol

Devia ser com as linhas mas a olho. Se a olho está em jogo e em caso de dúvida, beneficiava o ataque

Ficava resolvido

O var veio esclarecer, não criar confusão.

3cm é duvidoso. Se é duvidoso e a olho não se vê fora de jogo, siga e marcava se golo.

Em caso de dúvida, o ataque ganha. Eu acho que isto pelo menos, resolvia.

E que... não faz sentido foras de jogo por 2cm ou 3cm. Nunca existiu estes fora de jogo e o var veio ajudar em fora de jogo mais escandalosos que não são marcados, digo eu.

Isto é ir à um promonor que ninguém pediu. O VAR não deixa de ser necessário mas isto mata um pouco o espetáculo.

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Citação de Descartes, há 11 minutos:

Demora muito a implementar a proposta do Wenger?

Não iria acabar com as medições e não estou tão certo assim que fosse beneficiar o futebol jogado.

A ponta da chuteira ainda se medirá em cm's e com a dificuldade acrescida em desposicionar os adversários, muitas defesas podem acabar por simplesmente desistir por inteiro da estratégia do offside e, por arrasto, de um estilo de jogo mais ofensivo.

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Citação de Sima01, há 3 minutos:

O var veio esclarecer, não criar confusão.

3cm é duvidoso. Se é duvidoso e a olho não se vê fora de jogo, siga e marcava se golo.

Em caso de dúvida, o ataque ganha. Eu acho que isto pelo menos, resolvia.

E que... não faz sentido foras de jogo por 2cm ou 3cm. Nunca existiu estes fora de jogo e o var veio ajudar em fora de jogo mais escandalosos que não são marcados, digo eu.

Isto é ir à um promonor que ninguém pediu. O VAR não deixa de ser necessário mas isto mata um pouco o espetáculo.

E quem é que define o que é um fdj escandaloso? São 20cm? Ou são 2metros? Ou fica ao critério de cada um?

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Citação de Jamarcus, há 12 minutos:

Vocês têm noção que, mesmo metendo uma margem, continuaria a haver foras de jogo por 3 cm, certo?

Supondo que metiam uma margem de 10 cm para o fora de jogo. Um jogador que estivesse 9 cm adiantado estaria em jogo. Um jogador 10 cm adiantado estaria em jogo. Um jogador 13 cm adiantando estaria fora de jogo por 3 cm, não 13 cm.

Eu concordo com este ponto, daí ser contra as margens de erro.

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Esta solução é o mal menor. Se houver um sistema automático para detecção de foras-de-jogo, depois duvidamos do sistema, que está inquinado, etc.

Não conheço muitas modalidades onde estes sistemas automatizados existam. Assim de repente, há o ténis. Mas no ténis temos linhas bem definidas, e só se controla a posição da bola, e se tocou ou não na linha.

Mas pronto, continuem aí a chorar com a fita métrica. Bom era no passado, onde o mesmo fiscal podia falhar offsides de 3 ou de 30cm. Agora isto, onde pelo menos os lances duvidosos acontecem numa esmagadora minoria das vezes e onde a verdade desportiva sai sempre por cima, é que não se admite.

Tenham juízo.

Citação de Boitswana , há 2 minutos:

FIFA anuncia novo sistema para detetar foras de jogo no Mundial 2022 |  MAISFUTEBOL

Consegues garantir a fiabilidade desse sistema?

O que te garante que esse é o frame certo?

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Citação de Ghelthon, há 1 minuto:

Esta solução é o mal menor. Se houver um sistema automático para detecção de foras-de-jogo, depois duvidamos do sistema, que está inquinado, etc.

Não conheço muitas modalidades onde estes sistemas automatizados existam. Assim de repente, há o ténis. Mas no ténis temos linhas bem definidas, e só se controla a posição da bola, e se tocou ou não na linha.

Mas pronto, continuem aí a chorar com a fita métrica. Bom era no passado, onde o mesmo fiscal podia falhar offsides de 3 ou de 30cm. Agora isto, onde pelo menos os lances duvidosos acontecem numa esmagadora minoria das vezes e onde a verdade desportiva sai sempre por cima, é que não se admite.

Tenham juízo.

Consegues garantir a fiabilidade desse sistema?

Incomparavelmente superior às linhas traçadas com régua e esquadro. 

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Citação de Sima01, há 5 minutos:

O var veio esclarecer, não criar confusão.

3cm é duvidoso. Se é duvidoso e a olho não se vê fora de jogo, siga e marcava se golo.

Em caso de dúvida, o ataque ganha. Eu acho que isto pelo menos, resolvia.

E que... não faz sentido foras de jogo por 2cm ou 3cm. Nunca existiu estes fora de jogo e o var veio ajudar em fora de jogo mais escandalosos que não são marcados, digo eu.

Isto é ir à um promonor que ninguém pediu. O VAR não deixa de ser necessário mas isto mata um pouco o espetáculo.

A VAR, tal como as armas, não mata o futebol.

Enquanto não se respeitar que as decisões dos árbitros têm a mesma origem orgânica que as dos jogadores, não há ferramenta que resolva. 

O VAR ajuda, mas é o árbitro que decide. A ferramenta está aprimorada e o regulamento é assertivo. O problema são as pessoas envolvidas, que se escusam cada vez mais a assumir a responsabilidade pelos erros inerentes à condição humana. Há, portanto, que criar mecanismos não só de responsabilização, mas também de proteção de todos os elementos envolvidos na tomada de decisões.

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Citação de Boitswana , Agora:

Incomparavelmente superior às linhas traçadas com régua e esquadro. 

Não estou a dizer que discordo, mas não tens propriamente forma de garantir isso.

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Citação de John Bonifácio, há 2 minutos:

A VAR, tal como as armas, não mata o futebol.

Enquanto não se respeitar que as decisões dos árbitros têm a mesma origem orgânica que as dos jogadores, não há ferramenta que resolva. 

O VAR ajuda, mas é o árbitro que decide. A ferramenta está aprimorada e o regulamento é assertivo. O problema são as pessoas envolvidas, que se escusam cada vez mais a assumir a responsabilidade pelos erros inerentes à condição humana. Há, portanto, que criar mecanismos não só de responsabilização, mas também de proteção de todos os elementos envolvidos na tomada de decisões.

Ora nem mais

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Citação de Ghelthon, há 3 minutos:

Não estou a dizer que discordo, mas não tens propriamente forma de garantir isso.

Deixa-o continuar com a lengalenga que aquelas linhas não são traçadas por um sistema homologado mas que é tudo manual. E que tal sistema pode ser usado numa liga da uefa só porque sim. Aquilo não foi testado, validado e tudo mais. Não, nada disso, aquilo é feito por alunos repetentes de EV.

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Citação de smashing_pumpkin , há 41 minutos:

Ao Pote já foi por 2cm.

Ainda mais impossível 😂. Digam o que disserem para mim deveria haver uma margem de erro e em caso de dúvida beneficiar quem ataca. Não era assim a lei? Ou já mudou?

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Citação de Thor Odinsson, há 2 minutos:

Ainda mais impossível 😂. Digam o que disserem para mim deveria haver uma margem de erro e em caso de dúvida beneficiar quem ataca. Não era assim a lei? Ou já mudou?

A lei era assim quando havia dúvida. Quando o fiscal de linha não tinha a certeza. A partir do momento em que páras a imagem, consegues tirar 2 pontos e com isso ter linhas, as dúvidas desaparecem e o resultado final só pode depender do que a máquina diz.

E a margem de erro é como o Aiden disse. Se o sistema tem uma margem de erro, tanto pode querer dizer que o fora de jogo de 3cm estava a 8cm fora de jogo, como poderia estar 2 cm em jogo.

Editado por smashing_pumpkin

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Citação de John Bonifácio, há 1 hora:

Não iria acabar com as medições e não estou tão certo assim que fosse beneficiar o futebol jogado.

A ponta da chuteira ainda se medirá em cm's e com a dificuldade acrescida em desposicionar os adversários, muitas defesas podem acabar por simplesmente desistir por inteiro da estratégia do offside e, por arrasto, de um estilo de jogo mais ofensivo.

Claro que não ia acabar com as medições. Mas esse tempo já passou. As medições, cada vez mais rigorosas, chegaram ao futebol para ficar. E eu acho muito bem.

Quanto ao segundo parágrafo e possíveis impactos é uma perspetiva lógica, mas eu discordo. E explico porquê na resposta abaixo.

 

Citação de Thor Odinsson, há 57 minutos:

Ainda mais impossível 😂. Digam o que disserem para mim deveria haver uma margem de erro e em caso de dúvida beneficiar quem ataca. Não era assim a lei? Ou já mudou?

Esse é o problema. A Lei não mudou (embora esse aspeto de que em caso de dúvida se deve beneficiar o ataque não estivesse escrito em forma de Lei, era a recomendação que era dada aos árbitros). A Lei dizia, e diz, que um jogador em linha com o penúltimo defesa está em jogo.

O problema é que com o aparecimento de métodos mais rigorosos de medição aplicou-se a formulação literal do texto da Lei em vez de se ter ajustado o texto para implementar, com as novas tecnologias, o espírito da Lei.

Sem o VAR e as linhas de fora de jogo que medem os posicionamentos ao centímetro, um lance como o de hoje seria sempre considerado golo. E bem. Um árbitro (ou fiscal de linha) nunca teria condições de avaliar que a biqueira da bota do jogador estava à frente da linha imaginária traçada pela projeção no relvado do ponto do corpo do defesa mais próximo da linha de golo. Portanto, o jogador estava em linha. Ou pelo menos haveria dúvidas, pelo que se deveria beneficiar o ataque. Não havia conversa de margens porque funcionava a razoabilidade. E havia erros. Imensos erros facilmente detetados nas transmissões televisivas. Erros relevantes que tinham que ser corrigidos, e bem.

Só que com a aplicação literal do texto da Lei perdeu-se igualmente a razoabilidade. Ninguém pode afirmar que os 3 cm de hoje conferiram qualquer vantagem ao marcador do golo. E é exatamente para evitar vantagens posicionais dos avançados que se criou a Lei do Fora de Jogo e se criou o futebol como o conhecemos hoje. Em que a tática é um elemento fundamental.

O que aconteceu na prática com a introdução destes métodos rigorosos é que a Lei mudou sem que tivesse de facto mudado a sua redação. Hoje em dia, em lances desta natureza, existe uma Lei do Acaso ou do Caos. É uma lotaria. Um jogador pode estar fora de jogo ou não sem que o seu posicionamento lhe confira uma vantagem que o futebol quer evitar com a Lei do Fora de Jogo.

 

A proposta do Wenger (voltando ao post do 13) pretende recuperar esse espírito da Lei existente nos tempos pré-VAR. E trazer de novo o futebol à sua essência. Jogador em linha está em jogo. Aplicando uma regra que já se usa com a bola. Só está fora quando ultrapassa integralmente a linha. Neste caso seria igual. Um jogador só estaria fora de jogo quando estivesse integralmente para lá da linha do penúltimo defesa. Aí sim, usufruindo de uma vantagem clara que se deve evitar.

Editado por Descartes
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Citação de Descartes, há 42 minutos:

Claro que não ia acabar com as medições. Mas esse tempo já passou. As medições, cada vez mais rigorosas, chegaram ao futebol para ficar. E eu acho muito bem.

Quanto ao segundo parágrafo e possíveis impactos é uma perspetiva lógica, mas eu discordo. E explico porquê na resposta abaixo.

 

Esse é o problema. A Lei não mudou (embora esse aspeto de que em caso de dúvida se deve beneficiar o ataque não estivesse escrito em forma de Lei, era a recomendação que era dada aos árbitros). A Lei dizia, e diz, que um jogador em linha com o penúltimo defesa está em jogo.

O problema é que com o aparecimento de métodos mais rigorosos de medição aplicou-se a formulação literal do texto da Lei em vez de se ter ajustado o texto para implementar, com as novas tecnologias, o espírito da Lei.

Sem o VAR e as linhas de fora de jogo que medem os posicionamentos ao centímetro, um lance como o de hoje seria sempre considerado golo. E bem. Um árbitro (ou fiscal de linha) nunca teria condições de avaliar que a biqueira da bota do jogador estava à frente da linha imaginária traçada pela projeção no relvado do ponto do corpo do defesa mais próximo da linha de golo. Portanto, o jogador estava em linha. Ou pelo menos haveria dúvidas, pelo que se deveria beneficiar o ataque. Não havia conversa de margens porque funcionava a razoabilidade. E havia erros. Imensos erros facilmente detetados nas transmissões televisivas. Erros relevantes que tinham que ser corrigidos, e bem.

Só que com a aplicação literal do texto da Lei perdeu-se igualmente a razoabilidade. Ninguém pode afirmar que os 3 cm de hoje conferiram qualquer vantagem ao marcador do golo. E é exatamente para evitar vantagens posicionais dos avançados que se criou a Lei do Fora de Jogo e se criou o futebol como o conhecemos hoje. Em que a tática é um elemento fundamental.

O que aconteceu na prática com a introdução destes métodos rigorosos é que a Lei mudou sem que tivesse de facto mudado a sua redação. Hoje em dia, em lances desta natureza, existe uma Lei do Acaso ou do Caos. É uma lotaria. Um jogador pode estar fora de jogo ou não sem que o seu posicionamento lhe confira uma vantagem que o futebol quer evitar com a Lei do Fora de Jogo.

 

A proposta do Wenger (voltando ao post do 13) pretende recuperar esse espírito da Lei existente nos tempos pré-VAR. E trazer de novo o futebol à sua essência. Jogador em linha está em jogo. Aplicando uma regra que já se usa com a bola. Só está fora quando ultrapassa integralmente a linha. Neste caso seria igual. Um jogador só estaria fora de jogo quando estivesse integralmente para lá da linha do penúltimo defesa. Aí sim, usufruindo de uma vantagem clara que se deve evitar.

Foi tendo essa leitura em mente que eu declarei os meus receios. Seja o corpo completo ou 3cm, apenas estamos a alterar o local da medição. Ao invés de medir os ombros, passaremos a medir as pontas das chuteiras. Ou não, porque, com o receio de arriscar a dificuldade que será garantir a deslocação de um corpo completo sobre o adversário, as equipas vão acampar ainda mais em frente às suas áreas, quem sabe até rescuscitando a ida posição de líbero.

A meu ver, apesar de aparentar ser uma medida que fomenta o futebol ofensivo, vai acabar por ter o efeito contrário.

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Sim, assim sempre podíamos invalidar golos legais e validar golos ilegais à vontadinha

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Citação de Aiden, há 9 horas:

O João Marques já foi parar ao Gil Vicente? O Carvalhal é mesmo um terrorista

Foi emprestado...

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Citação de Simeone, há 27 minutos:

Sim, assim sempre podíamos invalidar golos legais e validar golos ilegais à vontadinha

Sempre em benefício do nosso clube, como é óbvio 

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