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Dinheiro, investimentos e literacia financeira

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Infelizmente este é o problema de muita gente em Portugal. Há demasiado desconhecimento sobre estas matérias e nas televisões e jornais apenas falam de tudo o que há de pior sobre finanças pessoais. Quando foi a última vez que alguém foi a uma televisão falar de ETFs? de Certificados de aforro? Eu não me lembro, honestamente.

A febre das crypto, os chimbalão que uma geração inteira levou no Banco Espírito Santo, os YouTubers do Forex, etc., tudo isso assusta o homem médio. E as pessoas ganham medo em poupar e investir. Claro que todos os produtos financeiros têm riscos, mas uns mais que outros. E o risco significa, em tese, maior possibilidade de retorno ou menor.

E como se tudo isso não fosse mau o suficiente, somos o típico povo que vive do imediatismo. Todos temos um vizinho que ficou rico no Forex, no Placard, nas crypto, a vender bimbys, a importar carros, nos fundos europeus, etc. E em todas estas histórias foi fácil, todos ganharam imenso dinheiro e ganharam imenso dinheiro do dia para a noite. Mas o maior problema do português é querer ficar rico. É ser obcecado por ser rico. Mas sabe que nunca será rico com um salário de 900 euros ou de 1500 euros, ou mesmo de 2500 ou 3000 euros limpos. Então mete-se em caminhos mais apertados. Porém, é este imediatismo de resultados  que leva as pessoas à ruína. Com isto não quero dizer que, em alguns casos, tal não seja possível. Mas provavelmente 99.9% não chega lá.

Mas isto é que é sexy. Hoje em dia - e até o fórum é um bom barómetro - só se fala de crypto e forex, e depois de ações (desde penny stocks às mais conhecidas). Eu pergunto-me se a maioria da malta que anda nesses baralhos tem alguma safety net, algum produto financeiro mais conservador. Se os conhece. Claro que um ETF não é sexy. Eu olho para os meus no final de cada mês, e reajusto no final desse mesmo mês ou às vezes no final de cada quarter. As crypto estás ali coladão a ver a variação de cada cêntimo. Eu percebo o thrill de andar ali a ver os gráficos e mais o diabo a 4. Porém, no final do dia, vai do perfil de cada um. O meu dinheiro custa-me a ganhar, prefiro ganhar uma migalha, mas "saber" que ele estará lá, do que andar ai a apostar em produtos tão voláteis. 

Voltando ao tópico 😄 @joe Acho que podes falar com a tua namorada e tentar, com números, mostrar-lhe exatamente o que dizes no teu último parágrafo. Eu passei pelo mesmo e resultou! Mas no final o que deves mesmo fazer, na minha opinião, é abrir-lhe o apetite para o tema finanças pessoais/investimentos. Da-lhe algumas ferramentas, algum guidance, mas deixa-a investigar. Eu fiz isso e comigo resultou. 

Editado por w0
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Citação de w0, há 6 minutos:

Infelizmente este é o problema de muita gente em Portugal. Há demasiado desconhecimento sobre estas matérias e nas televisões e jornais apenas falam de tudo o que há de pior sobre finanças pessoais. Quando foi a última vez que alguém foi a uma televisão falar de ETFs? de Certificados de aforro? Eu não me lembro, honestamente.

A febre das crypto, os chimbalão que uma geração inteira levou no Banco Espírito Santo, os YouTubers do Forex, etc., tudo isso assusta o homem médio. E as pessoas ganham medo em poupar e investir. Claro que todos os produtos financeiros têm riscos, mas uns mais que outros. E o risco significa, em tese, maior possibilidade de retorno ou menor.

E como se tudo isso não fosse mau o suficiente, somos o típico povo que vive do imediatismo. Todos temos um vizinho que ficou rico no Forex, no Placard, nas crypto, a vender bimbys, a importar carros, nos fundos europeus, etc. E em todas estas histórias foi fácil, todos ganharam imenso dinheiro e ganharam imenso dinheiro do dia para a noite. Mas o maior problema do português é querer ficar rico. É ser obcecado por ser rico. Mas sabe que nunca será rico com um salário de 900 euros ou de 1500 euros, ou mesmo de 2500 ou 3000 euros limpos. Então mete-se em caminhos mais apertados. Porém, é este imediatismo de resultados  que leva as pessoas à ruína. Com isto não quero dizer que, em alguns casos, tal não seja possível. Mas provavelmente 99.9% não chega lá.

Mas isto é que é sexy. Hoje em dia - e até o fórum é um bom barómetro - só se fala de crypto e forex, e depois de ações (desde penny stocks às mais conhecidas). Eu pergunto-me se a maioria da malta que anda nesses baralhos tem alguma safety net, algum produto financeiro mais conservador. Se os conhece. Claro que um ETF não é sexy. Eu olho para os meus no final de cada mês, e reajusto no final desse mesmo mês ou às vezes no final de cada quarter. As crypto estás ali coladão a ver a variação de cada cêntimo. Eu percebo o thrill de andar ali a ver os gráficos e mais o diabo a 4. Porém, no final do dia, vai do perfil de cada um. O meu dinheiro custa-me a ganhar, prefiro ganhar uma migalha, mas "saber" que ele estará lá, do que andar ai a apostar em produtos tão voláteis. 

Voltando ao tópico 😄 @joe Acho que podes falar com a tua namorada e tentar, com números, mostrar-lhe exatamente o que dizes no teu último parágrafo. Eu passei pelo mesmo e resultou! Mas no final o que deves mesmo fazer, na minha opinião, é abrir-lhe o apetite para o tema finanças pessoais/investimentos. Da-lhe algumas ferramentas, algum guidance, mas deixa-a investigar. Eu fiz isso e comigo resultou. 

Se eu fosse gay casava contigo.

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Já agora, em relação a ETF'S em que sites aconselham colocar o dinheiro para investir num ?

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Eu quando falo com pessoas sobre formas de investir o dinheiro com um pouco mais de risco do que os depósitos a prazo (Mutual Funds, ETF's, etc) mostro quase sempre os artigos do David Almas, principalmente os do Observador. 

Depois digo que o gajo se reformou aos 40 e tal a investir só no IWDA. 😎

Agora que está reformado, ele tem um boletim que faz sobre estas matérias. Lança um novo todos os meses: https://tlim.pt/

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E qual é a vossa opinião de fundos de investimento? 
Parece-me uma opção mais controlada, dependendo do fundo claro...

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Companheiros de fórum, um pedido de ajuda: a minha companheira e eu queremos começar uma conta em conjunto para pagar algumas das despesas que temos e também viagens, cinema, jantares para deixarmos o método do paga um/paga outro. 

Qual o banco e tipo de conta que mais recomendam? Desde já obrigado!

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Citação de Lifehouse, há 3 horas:

Companheiros de fórum, um pedido de ajuda: a minha companheira e eu queremos começar uma conta em conjunto para pagar algumas das despesas que temos e também viagens, cinema, jantares para deixarmos o método do paga um/paga outro. 

Qual o banco e tipo de conta que mais recomendam? Desde já obrigado!

Aqui abrimos no Activobank e nada a apontar

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Citação de Montero, há 11 horas:

E qual é a vossa opinião de fundos de investimento? 
Parece-me uma opção mais controlada, dependendo do fundo claro...

Do que fui lendo, é mais vantajoso um ETF do que um fundo de investimento. Do pouco que entendo, o fundo de investimento tem uma gestão ativa (mais comissões) para tentar fazer um melhor resultado que o indice onde esteja inserido. O ETF, que tem gestão passiva (logo menos comissões) tenta simular o indice. Pelo que li, ter melhores resultados que um indice é bastante complicado portanto não compensa pagar mais comissões.

Se tiver dito algo errado corrijam-me. 

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Citação de Stromp, há 49 minutos:

Aqui abrimos no Activobank e nada a apontar

Eles requisitam toda aquela informação que está no site ou podemos abrir e depois entregar?

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Citação de Mwangaza, há 7 minutos:

Do que fui lendo, é mais vantajoso um ETF do que um fundo de investimento. Do pouco que entendo, o fundo de investimento tem uma gestão ativa (mais comissões) para tentar fazer um melhor resultado que o indice onde esteja inserido. O ETF, que tem gestão passiva (logo menos comissões) tenta simular o indice. Pelo que li, ter melhores resultados que um indice é bastante complicado portanto não compensa pagar mais comissões.

Se tiver dito algo errado corrijam-me. 

 

Nem por isso. Há fundos geridos passivamente e ETFs geridos activamente. Os ETFs da Cathie Wood (tipo ARKK) por exemplo são geridos de forma activa.

https://www.nerdwallet.com/article/investing/etf-vs-index-fund-compare

Acho que a principal diferença, para a maioria das pessoas, de um fundo para ETF será na facilidade de acesso aos ETFs. Com umas dezenas de euros começas a investir. 

 

Citação de Pickle Rick, há 14 horas:

Já agora, em relação a ETF'S em que sites aconselham colocar o dinheiro para investir num ?

 

Eu uso DeGiro e não tenho queixas. Acho que deve ser dos mais utilizados a nível Europeu.

 

Citação de challenger, há 13 horas:

Eu quando falo com pessoas sobre formas de investir o dinheiro com um pouco mais de risco do que os depósitos a prazo (Mutual Funds, ETF's, etc) mostro quase sempre os artigos do David Almas, principalmente os do Observador. 

Depois digo que o gajo se reformou aos 40 e tal a investir só no IWDA. 😎

Agora que está reformado, ele tem um boletim que faz sobre estas matérias. Lança um novo todos os meses: https://tlim.pt/

 

Já tinha andado nesse boletim e é muito porreiro, vou ver os outros artigos dele.

 

@w0 Pois, é isso que tenho feito. Ontem tive um breakthrough.  Utilizei com ela a ferramenta de poupança mensal da moneylab, para ver o que seria necessário para juntar 50k em 10 anos, alterando os níveis de rentabilidade anual entre 0.1 a 8%. Ficou convertida com isso haha 😅  Acho que ainda vou voltar a fazer o teste, mas alargar o time frame para 40 anos, onde os juros compostos fazem uma diferença abismal. 

Depois a dúvida era se agora seria uma boa altura para entrar no mercado, com a perspetiva de uma crise pós-Covid à espreita. Para isso introduzi-a ao Bob, o pior investidor de sempre. É um exercício um bocado primário e misleading, já que se o Bob fosse Japonês nunca teria recuperado o seu dinheiro por exemplo, mas serve para explicar a velha máxima do "Time in the market beats timing the market"®.

Aí ficou convencida e já queria que eu tratasse das contas dela. Mas não é isso que eu quero lol, quero é que ela perceba as coisas e que se sinta confiante com as escolhas dela.

Entretanto encontrei um grupo de ETFs interessantes da Vanguard com diferentes percentagens de ratio Stocks/Bonds, consoante o perfil de risco do investidor que deixo aqui para quem estiver interessado:

https://investor.vanguard.com/mutual-funds/lifestrategy/#/

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Citação de Montero, há 15 horas:

E qual é a vossa opinião de fundos de investimento? 
Parece-me uma opção mais controlada, dependendo do fundo claro...

Em 2018 investi em 3: um agressivo, um moderado e um conservador. quando foi do corona crash há 1 ano levaram uma pancada valente, e no pânico resgatei o moderado e o conservador, que levaram uma pancada bem maior do q estava à espera e nem estavam muito valorizados. Neste momento o agressivo já valorizou 40%, portanto felizmente já me cobriu as perdas que tive nos outros 2 e já vou com algum lucro.

Bottom line: odiei a sensação do crash, mesmo não tendo perdido um exagero de dinheiro, e principalmente por ter sido em fundos com menos risco que iam demorar algum tempo a recuperar. 

Agora, vivemos numa altura em que o mercado parece algo inflacionado (temos economias em quebra pelo mundo inteiro e as bolsas a valorizar, é possível que haja um ajuste proximamente) o que me diz que não é uma ótima altura para investir em fundos muito agressivos.

-----//------

Parte 2: já que estão a falar de portfolios, partilho aqui o meu e a minha situação

  • Certificados do tesouro = 13% (vencem em 2022)
  • PPR = 13% (neste momento não estou a reforçá-lo, por razões q explico mais à frente)
  • Fundo de investimentos = 5% (já foi mais, mas resgatei 2/3 do q tinha investido em fundos o ano passado como disse atrás)
  • Conta à ordem = 69% (come at me bros)

Só um enquadramento para o montante estúpido que tenho à ordem (ainda por cima sendo eu formado em finanças): durante o último ano andei com sérias ideias de comprar apartamento em LX (ainda vivo com familiares), e queria ter dinheiro à mão caso surgisse alguma oportunidade e quisesse dar uma boa entrada. É também parte da razão pela qual resgatei o que tinha em fundos mal senti a coisa a abanar. Tal não aconteceu, o mercado imobiliário continua uma m*rda, e cada vez mais penso arrendar porque aí sempre se nota uma quebra.

Portanto acabo estar numa encruzilhada e por ter um portfolio virado para uma situação que não aconteceu. Com a crescente opção de teletrabalho começo a ter as minhas reservas sobre a compra de um apartamento em LX, e esta incerteza toda reflete-se precisamente nos meus investimentos. Não me sinto confiante o suficiente para tomar grandes decisões, e diga-se que o baixo custo de oportunidade de ter o dinheiro à ordem (taxas de juro muito baixas) aumenta a procrastinação financeira.. anyway, estou aberto a comentários e a "abre-olhos" 🙂

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Citação de Lifehouse, há 4 horas:

Eles requisitam toda aquela informação que está no site ou podemos abrir e depois entregar?

Que informação? Eu abri uma há um mês e acho que só precisei do bi, comprovativo de morada e recibos de salário acho. Foi 10 minutos, tudo online (fazem vídeo chamada para confirmar tudo).

Mas se for para abrir conta conjunta  tem de ser presencial, os documentos não sei se é preciso mais alguma coisa. 

Editado por Rei_Patricio

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Recibo de salário para abrir uma conta? Quem está desempregado não pode ter conta no banco?

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Citação de NIkeL, há 8 minutos:

Recibo de salário para abrir uma conta? Quem está desempregado não pode ter conta no banco?

Pois, não é recibo de salário, isso foi no meu caso, é comprovativo de situação profissional 

Spoiler

 

Comprovativo de Situação Profissional (até 3 meses):
  • Trabalhador por Conta de Outrem: Recibo de Vencimento ou Declaração da Entidade Patronal ou Contrato de Trabalho.
  • Trabalhador Independente: Recibo Verde ou Declaração de Início de Atividade Económica ou Declaração do Cliente acompanhada da apresentação de Cartão emitido pela respetiva Ordem Profissional.
  • Trabalhador por Conta Própria: Certidão do Registo Comercial ou Registo da Empresa.
  • Desempregado: Declaração de Desemprego (Inscrição Centro de Emprego) ou Atestado de Situação Económica emitido pela Junta de Freguesia, para desempregados não inscritos em Centro de Emprego.
  • Estudante: Cartão de Estudante ou Comprovativo de Matrícula ou Declaração de Frequência Universitária
Editado por Rei_Patricio

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Citação de F_Tex, há 2 horas:

Em 2018 investi em 3: um agressivo, um moderado e um conservador. quando foi do corona crash há 1 ano levaram uma pancada valente, e no pânico resgatei o moderado e o conservador, que levaram uma pancada bem maior do q estava à espera e nem estavam muito valorizados. Neste momento o agressivo já valorizou 40%, portanto felizmente já me cobriu as perdas que tive nos outros 2 e já vou com algum lucro.

Bottom line: odiei a sensação do crash, mesmo não tendo perdido um exagero de dinheiro, e principalmente por ter sido em fundos com menos risco que iam demorar algum tempo a recuperar. 

Agora, vivemos numa altura em que o mercado parece algo inflacionado (temos economias em quebra pelo mundo inteiro e as bolsas a valorizar, é possível que haja um ajuste proximamente) o que me diz que não é uma ótima altura para investir em fundos muito agressivos.

-----//------

Parte 2: já que estão a falar de portfolios, partilho aqui o meu e a minha situação

  • Certificados do tesouro = 13% (vencem em 2022)
  • PPR = 13% (neste momento não estou a reforçá-lo, por razões q explico mais à frente)
  • Fundo de investimentos = 5% (já foi mais, mas resgatei 2/3 do q tinha investido em fundos o ano passado como disse atrás)
  • Conta à ordem = 69% (come at me bros)

Só um enquadramento para o montante estúpido que tenho à ordem (ainda por cima sendo eu formado em finanças): durante o último ano andei com sérias ideias de comprar apartamento em LX (ainda vivo com familiares), e queria ter dinheiro à mão caso surgisse alguma oportunidade e quisesse dar uma boa entrada. É também parte da razão pela qual resgatei o que tinha em fundos mal senti a coisa a abanar. Tal não aconteceu, o mercado imobiliário continua uma m*rda, e cada vez mais penso arrendar porque aí sempre se nota uma quebra.

Portanto acabo estar numa encruzilhada e por ter um portfolio virado para uma situação que não aconteceu. Com a crescente opção de teletrabalho começo a ter as minhas reservas sobre a compra de um apartamento em LX, e esta incerteza toda reflete-se precisamente nos meus investimentos. Não me sinto confiante o suficiente para tomar grandes decisões, e diga-se que o baixo custo de oportunidade de ter o dinheiro à ordem (taxas de juro muito baixas) aumenta a procrastinação financeira.. anyway, estou aberto a comentários e a "abre-olhos" 🙂

Também gostava de alguma orientação porque só tenho conta à ordem, conta poupança (ridiculo) e PPR (que não valoriza nada).

Gostaria de colocar algum dinheiro em investimentos financeiros para longo prazo mas não sei qual ou quais os mais adequados.

 

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Citação de ZeroZeroPeras, há 7 minutos:

Também gostava de alguma orientação porque só tenho conta à ordem, conta poupança (ridiculo) e PPR (que não valoriza nada).

Gostaria de colocar algum dinheiro em investimentos financeiros para longo prazo mas não sei qual ou quais os mais adequados.

 

Qual é a tua aversão ao risco?

Se hoje investires dinheiro a pensar que só precisas dele daqui a 10 anos e amanhã verificares que o teu investimento vale menos 10%, como achas que lidas com isso?

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Citação de Tio Hans, Agora:

Qual é a tua aversão ao risco?

Se hoje investires dinheiro a pensar que só precisas dele daqui a 10 anos e amanhã verificares que o teu investimento vale menos 10%, como achas que lidas com isso?

Boa questão, não sei 🤣 Mas acho que se for com o mindset preparado para isso, acho que lido bem, se souber que eventualmente posso recuperar.

De qualquer forma só estaria disposto a investir max 10% do meu portfólio.

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Citação de Rei_Patricio, há 16 horas:

Que informação? Eu abri uma há um mês e acho que só precisei do bi, comprovativo de morada e recibos de salário acho. Foi 10 minutos, tudo online (fazem vídeo chamada para confirmar tudo).

Mas se for para abrir conta conjunta  tem de ser presencial, os documentos não sei se é preciso mais alguma coisa. 

Fui ontem a um balcão ao activo bank e na próxima semana faço conta. 

Entretanto vou mudar de morada e tal. 

As condições são óptimas para aquilo que queremos fazer da conta. 

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Ao MSCI World e EMEM, juntei-lhe agora o PPR SGF Stoik. É um produto com cinco anos apenas, mas com uma escolha interessante de acções/obrigações, e, não menos importante, gosto da transparência da pessoa que está à frente do PPR, o Luís Lobo Jordão.

Contudo, tenho uma questão: eu não vou colocar 2K este ano, mas pretendia receber o benefício fiscal associado ao PPR, preferencialmente o máximo possível (no meu caso, que tenho menos de 35 anos, são 400€). É possível investir 1K este ano, 1K no próximo, e receber no IRS de 2022 os 400€?

Eu sei das contrapartidas de receber esse benefício fiscal, é dinheiro que não tenho problema nenhum em manter "preso" até aos 60 anos, para além de que pretendo reinvestir os 400€ noutro produto.

Editado por Mica

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Citação de Mica, há 2 minutos:

Ao MSCI World e EMEM, juntei-lhe agora o PPR SGF Stoik. É um produto com cinco anos apenas, mas com uma escolha interessante de acções/obrigações, e, não menos importante, gosto da transparência da pessoa que está à frente do PPR, o Luís Lobo Jordão.

Contudo, tenho uma questão: eu não vou colocar 2K este ano, mas pretendia receber o benefício fiscal associado ao PPR, preferencialmente o máximo possível (no meu caso, que tenho menos de 35 anos, são 400€). É possível investir 1K este ano, 1K no próximo, e receber no IRS de 2022 os 400€?

Eu sei das contrapartidas de receber esse benefício fiscal, é dinheiro que não tenho problema nenhum em manter "preso" até aos 60 anos, para além de que pretendo reinvestir os 400€ noutro produto.

Não. Recebes 200€ no IRS de 2021 e 200€ no de 2022, o que até é mais favorável.

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Citação de Tio Hans, há 12 minutos:

Não. Recebes 200€ no IRS de 2021 e 200€ no de 2022, o que até é mais favorável.

Boa, o meu receio era que só tivesse direito aos primeiros 200€, ou seja, que só pudesse receber o benefício num único bolo.

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Citação de Mica, há 22 minutos:

Ao MSCI World e EMEM, juntei-lhe agora o PPR SGF Stoik. É um produto com cinco anos apenas, mas com uma escolha interessante de acções/obrigações, e, não menos importante, gosto da transparência da pessoa que está à frente do PPR, o Luís Lobo Jordão.

Contudo, tenho uma questão: eu não vou colocar 2K este ano, mas pretendia receber o benefício fiscal associado ao PPR, preferencialmente o máximo possível (no meu caso, que tenho menos de 35 anos, são 400€). É possível investir 1K este ano, 1K no próximo, e receber no IRS de 2022 os 400€?

Eu sei das contrapartidas de receber esse benefício fiscal, é dinheiro que não tenho problema nenhum em manter "preso" até aos 60 anos, para além de que pretendo reinvestir os 400€ noutro produto.

Não é possível, após 5 anos, levantares do PPR para abater em prestações de Crédito Habitação?

 

Estava a pensar subscrever o valor máximo todos os anos, a contar com essa possibilidade.

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Citação de paladino77, há 1 minuto:

Não é possível, após 5 anos, levantares do PPR para abater em prestações de Crédito Habitação?

 

Estava a pensar subscrever o valor máximo todos os anos, a contar com essa possibilidade.

É, mas não é direto. Não podes chegar ao banco, levantar o guito e amortizar o crédito. Tens que enviar, mensalmente, um pedido ao banco para que a prestação daquele mês seja paga com o dinheiro do PPR.

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Citação de paladino77, há 17 minutos:

Não é possível, após 5 anos, levantares do PPR para abater em prestações de Crédito Habitação?

 

Estava a pensar subscrever o valor máximo todos os anos, a contar com essa possibilidade.

Sim, numa destas situações:

  • Reforma por velhice;
  • A partir dos 60 anos de idade;
  • Desemprego de Longo Duração do cliente ou de qualquer membro do agregado familiar;
  • Incapacidade Permanente para o Trabalho do Segurado ou de qualquer membro do agregado familiar;
  • Doença Grave do Segurado ou de qualquer membro do agregado familiar;
  • Amortização de crédito habitação

Atentar à condicionante que o @Tio Hans falou.

No meu caso, é uma % do meu portefólio que pretendo manter presa até aos 60, salvo circunstâncias mesmo especiais.

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@Tio Hans @Mica

Obrigado a ambos!

A grande maioria do meu salário deixou de ser alvo de retenção na fonte (RSU's), qualquer ajuda é importante para o próximo IRS. 

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