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[Benfica] Direcção, SAD, Eleições & Assembleias

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Desespero.

Andaram anos e anos a ignorar o universo dos podcasts e agora que estão a levar baile nas sondagens lembraram-se.

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Lista do Noronha Lopes anunciada há pouco:

Direção

José Theotónio, Vice-Presidente Financeiro

Nuno Gomes, Vice-Presidente Futebol

Raquel Vaz Pinto, Vice-Presidente Associativismo

Luís Pedro Duarte, Vice-Presidente Estratégia

Felipe Gomes, Vice-Presidente Modalidades

João Cília, Vice-Presidente Marketing

Manuel Mota, Vice-Presidente Património

Manuel Santos Vítor, Vice-Presidente Jurídico

 

Mesa da Assembleia-Geral

Gonçalo Almeida Ribeiro, Presidente da MAG

João Marecos, Vice-Presidente da MAG

Cristina Santos Silva, Secretária

Luís Sousa Macedo, Secretário

João Farela Neves, Secretário

 

Conselho Fiscal

António Bagão Félix, Presidente do Conselho Fiscal

José Nogueira de Brito, Vice-Presidente do Conselho Fiscal

Aulácio Costa Almeida, Vogal

Mário Vaz, Vogal

Sofia Martins, Vogal

 

Comissão de Remunerações

João Moreira Rato, Presidente da Comissão de Remunerações

Pedro Penalva, Vice-Presidente da Comissão de Remunerações

Carlos Perdigão, Vogal

Susana Farinhas, Vogal

Tiago Almeida, Secretário

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Lista incrível. Afinal é possível aliar competência e benfiquismo.

É o romper definitivo com o Vieirismo. 

Editado por stelfans

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Curioso o presidente e o vice da assembleia geral. O juiz do constitucional que criticou os colegas do TC por acharem a lei da nacionalidade inconstitucional e um tipo  progressista. Mas é bom sinal.

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Citação de ManOfSteel78, há 2 horas:

Lista do Noronha Lopes anunciada há pouco:

Direção

José Theotónio, Vice-Presidente Financeiro

Nuno Gomes, Vice-Presidente Futebol

Raquel Vaz Pinto, Vice-Presidente Associativismo

Luís Pedro Duarte, Vice-Presidente Estratégia

Felipe Gomes, Vice-Presidente Modalidades

João Cília, Vice-Presidente Marketing

Manuel Mota, Vice-Presidente Património

Manuel Santos Vítor, Vice-Presidente Jurídico

 

Mesa da Assembleia-Geral

Gonçalo Almeida Ribeiro, Presidente da MAG

João Marecos, Vice-Presidente da MAG

Cristina Santos Silva, Secretária

Luís Sousa Macedo, Secretário

João Farela Neves, Secretário

 

Conselho Fiscal

António Bagão Félix, Presidente do Conselho Fiscal

José Nogueira de Brito, Vice-Presidente do Conselho Fiscal

Aulácio Costa Almeida, Vogal

Mário Vaz, Vogal

Sofia Martins, Vogal

 

Comissão de Remunerações

João Moreira Rato, Presidente da Comissão de Remunerações

Pedro Penalva, Vice-Presidente da Comissão de Remunerações

Carlos Perdigão, Vogal

Susana Farinhas, Vogal

Tiago Almeida, Secretário

Está nas mãos de todos. 

Mais do que nunca, mobilizar, votar, e garantir que dia 25 conseguimos mudar o Benfica.

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Do que fui lendo de ambos, de futebol e sem ser futebol, tenho o Marecos e a Raquel Vaz Pinto em muito boa conta. 

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Citação de HIM, há 2 horas:

o Marecos como vice da MAG @Duda34 

O meu voto para a MAG vai para outro lado, mas estão aqui bons nomes 

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João Leite merece por tudo que tem feito nestes últimos anos

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ele e a malta que está com ele - o Santiago é dos grandes.

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 E o nosso ruie a dizer que vai ser melhor presidente do que foi jogador?! Aquele maço não devia ser de tabaco...😂

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Alguém me ajuda a compreender o cargo do Nuno Gomes? VP para o futebol? Mas o futebol não está na SAD?

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Citação de verY, há 4 minutos:

Alguém me ajuda a compreender o cargo do Nuno Gomes? VP para o futebol? Mas o futebol não está na SAD?

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VICE-PRESIDENTE FUTEBOL

  • Membro da Direção que, em articulação direta com o Presidente, supervisiona funções diretivas do Futebol Profissional, Formação e Feminino;

  • Define com o Presidente a visão estratégica plurianual e os objetivos por competição;

  • Articula com Presidente a nomeação e avaliação do Diretor-Geral, Diretor Desportivo, Diretor de Scouting e Treinador;

  • Define, em conjunto com Presidente e o Diretor-Geral para o Futebol, decisões estruturantes e participa ativamente na execução da política de contratações;

  • Garante alinhamento entre Equipa A, Formação e Feminino e a integração de talento;

  • Supervisiona KPIs desportivos e financeiros, e promove prestação de contas periódica;
    Representa o Clube em matérias de futebol junto de entidades tutelares e parceiros.

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Citação de verY, há 10 minutos:

Alguém me ajuda a compreender o cargo do Nuno Gomes? VP para o futebol? Mas o futebol não está na SAD?

É para abranger futebol profissional e formação

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Citação

Benfica: um manual de propriedade horizontal

O cínico está convencido que o associativismo é um problema. E é verdade: é uma desordem. Mas uma desordem muito nossa: viva, humana, e só quem nunca foi a uma assembleia de condóminos não sabe o que é a democracia em Portugal

É tragicamente normal que já ninguém saiba bem o que é o Benfica. Nem os que o amam, nem os que o comandam. Após vinte e um anos de Vieiristão, somados a Damásio e Vale e Azevedo, eis o resultado: um Benfica exausto, desmemoriado. Ora, três décadas de deriva não passam impunes. E desse torpor brotou uma nova espécie de criatura: o adepto-cínico. Uma planta híbrida que floresceu durante esta era de miséria moral e que hoje domina grande parte da conversa em torno do clube. 

Ama o Benfica tanto quanto o romântico, mas já não acredita. É o lesado do Vietname: tão ferido como nós, mas resignado a um regime de ocupação colonial. Capaz de entregar o volante da alma à primeira zurrapa tecno-executiva que lhe prometa eficiência. Incapaz de reagir às mensagens da Benfica Pet com a dignidade de quem está vivo (se não sabe o que é, vá googlar). Acha que o clube deve ser gerido como uma empresa e não como a pátria sentimental que é.

É desta cepa que nascem as máximas: “Temos de admitir: Vieira fez obra”, “É ingovernável um clube em que os novos estatutos permitem que a direcção caia ao segundo chumbo do relatório e contas”, “Nunca esquecerei Rui Costa” (Rui Costa jogador é a única válvula de escape emocional a que este adepto se permite). O cínico está convencido que o associativismo é um problema. E é verdade: é uma desordem. Mas uma desordem muito nossa: viva, humana, e só quem nunca foi a uma assembleia de condóminos não sabe o que é a democracia em Portugal.

Não votou Vieira — não era preciso — mas votará Rui Costa. E, porque vota, é a mais perigosa criação de Vieira. 

Vieira, que foi sócio de tudo, nunca chegou a ser sócio de nada. Por isso, não sabe o que é fazer parte de um clube. Criou essa metástase chamada “Benfica Corporate” que mais não foi que uma maneira de se incorporar no Benfica. Tanto se incorporou que passou a confundir-se com o clube. Acha que é tudo dele. Que o Benfica é ele. E, de certa forma, é: tudo o que desfigura o Benfica de hoje são as cicatrizes do seu consulado.  Mas esse corpo sempre foi estranho ao Benfica. Porque o Benfica não é um, é muitos. Somos nós.

Foi preciso lembrá-lo na última Assembleia, quando, a dado momento, alguém começou a cantar “Benfica é nosso e há-de ser”.

No fundo, a doutrina de Vieira é a doutrina de Rui Costa. Foi a Universidade onde se licenciou. O reitor foi forçado a sair, mas o corpo docente é o mesmo. É natural que se esqueça de nós. Mais lugares no estádio? Chega para lá sócio. Aumentar as receitas? Passa para cá sócio. Camarotes para as empresas? Baza daí sócio. “Sócio”: com Rui Costa é apenas mais uma forma de tratamento. Como “chefe”, como “pá”, como “ó tu que fumas”.

Não acredita? Então atente na seguinte parábola. 

Em 1983, ano em que Garrincha morreu e a Índia ganhou o Mundial de Cricket, um jovem rapaz da província fez-se sócio correspondente do SLB. Todas as semanas comprava o Jornal do Benfica no quiosque lá da terra. Ouvia os relatos no rádio e gravava os golos do glorioso em cassetes para ouvir mais tarde, até a fita romper de tanta devoção.

Quando atingiu a maioridade, como tantos, deixou de pagar as quotas. Era o pai que sustentava o vício, pois claro. Azar o dele. Mas em 2021 ganhou juízo: decidiu corrigir a história e recuperar o número original. Enviou uma mensagem ao Departamento de Sócios. Mensagem após mensagem, ninguém respondeu. Longos telefonemas com música manhosa, silêncio.

Foi então ao Estádio da Luz decidido a resolver o problema. Mas, para sua surpresa não havia Gabinete de Apoio ao Sócio. Não há. Foi desmantelado. Só há a loja. Esta podia ser a alegoria da sobreposição da lógica corporativa ao associativismo. Mas não é. É literal. O cliente comeu o sócio.

“Mas não existe Gabinete de Apoio ao Sócio”, disse o funcionário, simpático. Coitado: estava ali para vender camisolas a turistas americanos. Algures, talvez numa cave no Cacém, estaria um rapaz à frente do computador, a tentar resolver o problema. E perante a lentidão do sistema, pensaria: “Calma, sócio.”

O cínico, claro, iniciado que foi no vinho corporate que Vieira e Rui Costa lhe deram a beber, está-se nas tintas para esta história. Nem sequer a compreende. Não percebe o essencial: no Benfica, os meios são mais importantes que os fins: não basta ganhar, é preciso ganhar de uma certa maneira. Com lisura, lealdade; com aquela altivez de quem sabe que os jogadores em campo são uma extensão dos sócios. Pessoas que não só ergueram o clube, como o mantêm. É o associativismo que tem sido tão destratado, visto como um empecilho, um incómodo, um anacronismo: velhas maneiras que, graças a Deus, ainda há quem as tenha. 

Ontem, na apresentação dos órgãos sociais da lista de João Noronha Lopes, no Beato 1904, ficámos a saber que o associativismo terá o seu próprio ministério. Já é alguma coisa. Não é todos os dias que se nomeia uma Vice-Presidente para lembrar ao Benfica o que é o Benfica. Mas se há alguém capaz de compreender o peso dessa ironia é Raquel Vaz Pinto, a heroína da redacção dos novos estatutos.

Para Noronha Lopes, como para qualquer pessoa moderada e razoável, o Benfica é esse gigante que vai pedalando no trapézio da vontade popular. Um trapézio chamado democracia. Dá trabalho, aborrece; mas é o que temos. Bem melhor do que a alternativa, não vos parece? Temos andado a beber dela. Não é como se não soubéssemos.

Manuel Fúria é músico e vive em Lisboa.

Manuel Barbosa de Matos é o seu verdadeiro nome.

E escreve segundo o antigo Acordo Ortográfico.

‘Odeio Futebol Moderno’ é um espaço de opinião sobre atualidades futebolísticas da perspetiva de um romântico entalado num tempo em que não se reconhece.

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Citação de Lebohang, há 44 minutos:
Citação

Benfica: um manual de propriedade horizontal

O cínico está convencido que o associativismo é um problema. E é verdade: é uma desordem. Mas uma desordem muito nossa: viva, humana, e só quem nunca foi a uma assembleia de condóminos não sabe o que é a democracia em Portugal

É tragicamente normal que já ninguém saiba bem o que é o Benfica. Nem os que o amam, nem os que o comandam. Após vinte e um anos de Vieiristão, somados a Damásio e Vale e Azevedo, eis o resultado: um Benfica exausto, desmemoriado. Ora, três décadas de deriva não passam impunes. E desse torpor brotou uma nova espécie de criatura: o adepto-cínico. Uma planta híbrida que floresceu durante esta era de miséria moral e que hoje domina grande parte da conversa em torno do clube. 

Ama o Benfica tanto quanto o romântico, mas já não acredita. É o lesado do Vietname: tão ferido como nós, mas resignado a um regime de ocupação colonial. Capaz de entregar o volante da alma à primeira zurrapa tecno-executiva que lhe prometa eficiência. Incapaz de reagir às mensagens da Benfica Pet com a dignidade de quem está vivo (se não sabe o que é, vá googlar). Acha que o clube deve ser gerido como uma empresa e não como a pátria sentimental que é.

É desta cepa que nascem as máximas: “Temos de admitir: Vieira fez obra”, “É ingovernável um clube em que os novos estatutos permitem que a direcção caia ao segundo chumbo do relatório e contas”, “Nunca esquecerei Rui Costa” (Rui Costa jogador é a única válvula de escape emocional a que este adepto se permite). O cínico está convencido que o associativismo é um problema. E é verdade: é uma desordem. Mas uma desordem muito nossa: viva, humana, e só quem nunca foi a uma assembleia de condóminos não sabe o que é a democracia em Portugal.

Não votou Vieira — não era preciso — mas votará Rui Costa. E, porque vota, é a mais perigosa criação de Vieira. 

Vieira, que foi sócio de tudo, nunca chegou a ser sócio de nada. Por isso, não sabe o que é fazer parte de um clube. Criou essa metástase chamada “Benfica Corporate” que mais não foi que uma maneira de se incorporar no Benfica. Tanto se incorporou que passou a confundir-se com o clube. Acha que é tudo dele. Que o Benfica é ele. E, de certa forma, é: tudo o que desfigura o Benfica de hoje são as cicatrizes do seu consulado.  Mas esse corpo sempre foi estranho ao Benfica. Porque o Benfica não é um, é muitos. Somos nós.

Foi preciso lembrá-lo na última Assembleia, quando, a dado momento, alguém começou a cantar “Benfica é nosso e há-de ser”.

No fundo, a doutrina de Vieira é a doutrina de Rui Costa. Foi a Universidade onde se licenciou. O reitor foi forçado a sair, mas o corpo docente é o mesmo. É natural que se esqueça de nós. Mais lugares no estádio? Chega para lá sócio. Aumentar as receitas? Passa para cá sócio. Camarotes para as empresas? Baza daí sócio. “Sócio”: com Rui Costa é apenas mais uma forma de tratamento. Como “chefe”, como “pá”, como “ó tu que fumas”.

Não acredita? Então atente na seguinte parábola. 

Em 1983, ano em que Garrincha morreu e a Índia ganhou o Mundial de Cricket, um jovem rapaz da província fez-se sócio correspondente do SLB. Todas as semanas comprava o Jornal do Benfica no quiosque lá da terra. Ouvia os relatos no rádio e gravava os golos do glorioso em cassetes para ouvir mais tarde, até a fita romper de tanta devoção.

Quando atingiu a maioridade, como tantos, deixou de pagar as quotas. Era o pai que sustentava o vício, pois claro. Azar o dele. Mas em 2021 ganhou juízo: decidiu corrigir a história e recuperar o número original. Enviou uma mensagem ao Departamento de Sócios. Mensagem após mensagem, ninguém respondeu. Longos telefonemas com música manhosa, silêncio.

Foi então ao Estádio da Luz decidido a resolver o problema. Mas, para sua surpresa não havia Gabinete de Apoio ao Sócio. Não há. Foi desmantelado. Só há a loja. Esta podia ser a alegoria da sobreposição da lógica corporativa ao associativismo. Mas não é. É literal. O cliente comeu o sócio.

“Mas não existe Gabinete de Apoio ao Sócio”, disse o funcionário, simpático. Coitado: estava ali para vender camisolas a turistas americanos. Algures, talvez numa cave no Cacém, estaria um rapaz à frente do computador, a tentar resolver o problema. E perante a lentidão do sistema, pensaria: “Calma, sócio.”

O cínico, claro, iniciado que foi no vinho corporate que Vieira e Rui Costa lhe deram a beber, está-se nas tintas para esta história. Nem sequer a compreende. Não percebe o essencial: no Benfica, os meios são mais importantes que os fins: não basta ganhar, é preciso ganhar de uma certa maneira. Com lisura, lealdade; com aquela altivez de quem sabe que os jogadores em campo são uma extensão dos sócios. Pessoas que não só ergueram o clube, como o mantêm. É o associativismo que tem sido tão destratado, visto como um empecilho, um incómodo, um anacronismo: velhas maneiras que, graças a Deus, ainda há quem as tenha. 

Ontem, na apresentação dos órgãos sociais da lista de João Noronha Lopes, no Beato 1904, ficámos a saber que o associativismo terá o seu próprio ministério. Já é alguma coisa. Não é todos os dias que se nomeia uma Vice-Presidente para lembrar ao Benfica o que é o Benfica. Mas se há alguém capaz de compreender o peso dessa ironia é Raquel Vaz Pinto, a heroína da redacção dos novos estatutos.

Para Noronha Lopes, como para qualquer pessoa moderada e razoável, o Benfica é esse gigante que vai pedalando no trapézio da vontade popular. Um trapézio chamado democracia. Dá trabalho, aborrece; mas é o que temos. Bem melhor do que a alternativa, não vos parece? Temos andado a beber dela. Não é como se não soubéssemos.

Manuel Fúria é músico e vive em Lisboa.

Manuel Barbosa de Matos é o seu verdadeiro nome.

E escreve segundo o antigo Acordo Ortográfico.

‘Odeio Futebol Moderno’ é um espaço de opinião sobre atualidades futebolísticas da perspetiva de um romântico entalado num tempo em que não se reconhece.

Isto, meus amigos, é o que significa ser (d)o Benfica.

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https://www.abola.pt/noticias/benfica-acusa-villas-boas-de-mentir-2025100813401780217

 

Reação que peca por ser demasiado branda. Isto porque, num clube que se quer sério, onde os dirigentes não têm telhados de vidro, estas declarações do AVB eram vistas como inadmissíveis e teriam de ser levadas até às últimas consequências.

Então mas ele sabe quanto é que os nossos jogadores ganham? Como? Teve acesso aos contratos? Se sim, ele admite que acedeu a informação confidencial?

Se "ouviu dizer", logo não poderá ter a certeza, lança boatos em praça pública? Podemos fazer o mesmo também, dizemos que jogador X deles ganha Y e tentamos criar confusão. É uma falta de urbanidade total e, da nossa parte, apenas um breve comentário em que nega as "acusações".

É triste mas esperemos que em novembro o Benfica se volte a dar ao respeito.

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O Nuno Gomes não fica muito confortável a falar em público... Parecia um miudo nervoso a fazer uma apresentação da escola 😅

Espero que este lado mais "introvertido" nao prejudique a sua capacidade de liderança 

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Citação de Homem do Bussaco, há 2 horas:

O Nuno Gomes não fica muito confortável a falar em público... Parecia um miudo nervoso a fazer uma apresentação da escola 😅

Espero que este lado mais "introvertido" nao prejudique a sua capacidade de liderança 

Isso aprende-se. Vê a evolução do Varandas desde o "ó teresa" para hoje, apesar dos muitos problemas de dicção que tem.

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Citação de Tio Hans, há 25 minutos:

Isso aprende-se. Vê a evolução do Varandas desde o "ó teresa" para hoje, apesar dos muitos problemas de dicção que tem.

Não precisas de ir mais longe - a mudança do JNL de 2020 para o JNL atual é do dia para a noite. Em 2020, se a pergunta fugisse do pitch, andava às voltas para dar a resposta que queria, e nos dias de hoje é bem mais conciso e capaz de explicar as suas ideias.

 

Comunicação pública não é um indicador decente para perceber a capacidade de liderança. O Vale e Azevedo falava bem, mas depois como lider era um zero.

 

On another topic, o Martim Mayer apresentou a sua candidatura com a presença do Van Gaal. Mesmo assim, a capacidade de "penetração" dele morreu por completo, principalmente depois do seu discurso inflamatório para os outros candidatos que não o Rui Costa ou o Vieira.

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