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Guest Dpitz

Tópico da Política e Economia

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Bruno wink.gif

 

 

O mesmo programa Portugal 2020 que ainda ontem deu no jornal da TVI em que 3000 milhões que tinham sido prometidos a centros de formação e que nunca chegaram a aparecer, levando algumas centenas de escolas a fechar? icon_mrgreen.gif E esses fundos comunitários têm sempre bastante que lhes diga, a verdade é que se fala sempre que vão ser canalizados para capitalizar e financiar PME's e criam-se programas e mecanismos e, no fim, estas empresas continuam asfixiadas porque o dinheiro não chega. Este, normalmente, é sobretudo canalizado para infraestruturas, em que os efeitos de criação de emprego e riqueza são mínimos e temporários.

Descida da TSU, ora aí estava uma potencial boa medida (não sei bem quais são as implicações negativas) e que foi liminarmente recusada pelo BE e PCP! E a reforma do IRC não era só útil para a criação de emprego, mas também para a atracção de investido, nacional e estrangeiro - o que, no final de contas, era do que estávamos a falar. E aquilo que, a meu ver, seria mais capaz de contribuir para o crescimento da economia do que o constante aumento do consumo interno. E eu concordo contigo quanto aos outros obstáculos ao investimento, e até acho que chegaram a ser dados passinhos de bebé no sentido de resolver isso no anterior governo, mas não é por haver outras medidas que podem ser tomadas para estimular o investimento que se deve por de lado a reforma do IRC e que, aliás, até tinha contribuído bastante para a subida de Portugal naqueles rankings de melhores países para investir.

 

 

 

Não sei se percebi muito bem este ponto aqui. O ISPP é um imposto fixo por litro de combustível, certo? Logo, qualquer variação no custo de combustível que se venha a reflectir no preço deste levará a um igual aumento do preço pago pelos consumidores. O que estava a dizer era que se o preço do petróleo aumentar, o preço do combustível também aumentará - se o imposto se mantiver, os preços do combustível irão saltar para níveis bastante maiores do que aqueles que tínhamos há um par de anos e perdia-se o argumento do Governo de que o aumento do ISPP não é sentido pelos portugueses porque compensa a descida do petróleo, mantendo os preços ao nível dos do ano passado. E aqui é que entra o aumento do IVA no meu argumento, uma vez que, a meu ver, o Governo seria praticamente forçado ou a baixar o ISPP para manter os preços dos combustíveis a um nível suportável (e compensar com outros impostos, nomeadamente, o IVA uma vez que não querem tocar nos rendimentos), ou a perda de receita iria ser enorme (e pelo caminho, dava cabo das transportadoras e empresas de transportes públicos, entre outros).

 

 

 

Claro, mas há sempre uma diferença entre mercado primário e secundário. O que interessa é que essa diferença tende a esbater-se com o aumento do risco e da maturidade, em termos profissionais. Portanto não me espanta que para maturidades bastante mais curtas as taxas de juro andem por volta desses valores - mesmo os mais pessimistas não acreditam que Portugal entre em default num futuro tão próximo assim, e ainda há o problema dos juros negativos em emissões de dívida de outros países mais fortes, como a Alemanha, que faz com que os investidores tenham de aplicar o dinheiro em algum lado e, de preferência, sem terem de pagar por isso.

Quanto à Moody's, entretanto eles já vieram falar outra vez e mostrar as suas preocupações quanto à irrealidade dos objectivos deste orçamento. É verdade o que dizes de que as metas nunca são atingidas, e isso terá sempre impacto neste tipo de apreciações.

 

 

 

Nem azul, nem rosa, nem vermelho, nada icon_mrgreen.gif Não há nenhum partido que consiga aquecer por dentro este pequeno neo-liberal com consciência social icon_mrgreen.gif

 

Eu acho que isso da hemorragia é relativo. É verdade que a economia portuguesa sofreu muito na última legislatura e que foram feitos muitos erros e que deitaram o país por terra. No entanto, nos últimos meses vínhamos assistindo a uma melhoria progressiva numa boa parte dos indicadores, e acho sinceramente que um aumento muito gradualzinho na reposição dos rendimentos dos portugueses teria tido na mesma um efeito positivo no aumento do consumo interno, e não seria tão arriscado como devolver tudo de uma vez e aumentar impostos indirectos e sobre as empresas/banca para compensar essa devolução.

 

Existe uma teoria, da qual já não me lembro do nome, em que afirmava que em tempo de guerra eram sempre aumentados os impostos de forma significativa para fazer face às despesas do país com a sua defesa e que, quando esta acabava, os impostos não retomavam o nível anterior pois a população já estava habituada ao nível de carga fiscal. E na guerra seguinte, voltavam a ser aumentados os impostos e não retomavam mais o nível inicial. E acho que poderia muito bem ser, em parte, a situação aqui em Portugal - o facto dos portugueses se terem adaptado a esta carga fiscal e de terem sido dados sinais de que a austeridade não iria acentuar-se num futuro próximo, criou um clima de alguma (ténue) confiança que levou a um aumento do consumo interno, que por sua vez contribuiu de forma significativa para o crescimento da economia. Para mim, este teria sido o momento ideal para lançar um conjunto de reformas abrangentes a nível da regulação, da simplificação burocrática, da justiça, da flexibilização do mercado laboral, etc, tudo aquilo que sem ter um impacto na despesa do Estado, levaria a um crescimento mais significativo da economia portuguesa através da atracção de mais investimento e criação de empresas (sobretudo de cariz tecnológico, que é onde Portugal mais tem potencial), que geraria mais emprego, provavelmente mais exportações, certamente maior receita fiscal, etc. E combatia-se o défice e o aumento da dívida pública através do crescimento do PIB. A reposição dos rendimentos seria feita em função da diminuição da despesa pública em prestações sociais. Claro que isto implicaria negociações com a Comissão Europeia, uma vez que os resultados de tais reformas não seriam imediatos, e que também nenhum partido ganharia eleições a apregoar "vamos manter a carga fiscal, e preocupar apenas com o aumento do investimento, e se isto resultar logo se vê!", mas acho sinceramente que seria o melhor caminho.

 

E agora que já estava a fugir do assunto biggrin.gif deixo só a nota de que acho ainda mais dificil ter orçamento para 2017 do que ter uma boa execução orçamental este ano. Isto porque, sejamos sinceros, este orçamento não era do agrado do BE e PCP e apenas foi votado favoravelmente porque houve todo um conjunto de outras medidas que foram tomadas (e também revertidas) em função do acordo que tinha sido feito. No próximo ano, teremos objectivos mais exigentes que terão de ser cumpridos, e pouco mais para reverter, ou seja, serão sempre negociações difíceis e o PS não tem muito mais para dar. E sem vitórias claras para o PCP/CGTP, não sei até que pontos estes irão aguentar o governo que, para todos os efeitos, ainda está ideologicamente bastante afastado do seu partido.

 

 

 

Quando tiver tempo respondo que agora ando ocupado com a tese a ver se o estimador começa a bater certo icon_mrgreen.gif. Praí sábado ou domingo.

 

Sim, porque alguém com o currículo que ela tem, iria certamente ficar parada profissionalmente ou arranjar um emprego numa empresa pequena. Isto, porque se formos a excluir todas as instituições financeiras de alguma dimensão e que de forma directa ou indirecta estiveram envolvidas em algum ponto dos últimos 4 anos em transações de dívida, resoluções, privatizações, capitalizações e quaisquer outras operações financeiras em que o Estado estivesse envolvido, então não sobrava nada. Então comparar este caso ao que aconteceu com o Ferreira do Amaral, delicioso lol.gif

 

Já agora que currículo é que ela tem?

Editado por brun0 SLB

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Quando tiver tempo respondo que agora ando ocupado com a tese a ver se o estimador começa a bater certo icon_mrgreen.gif. Praí sábado ou domingo.

 

Já agora que currículo é que ela tem?

 

Tranquilo.

Quando falei em currículo, estava a referir-me a alguém que acabou de ser secretária de estado do tesouro e ministra das finanças... não é coisa pouca. Mas já agora: "Numa carreira que começa por lecionar na universidade, Maria Luís Albuquerque foi técnica superior na Direção-Geral do Tesouro e Finanças entre 1996 e 1999, técnica superior do Gabinete de Estudos e Prospetiva Económica do Ministério da Economia entre 1999 e 2001, e desempenhou funções de assessora do Secretário de Estado do Tesouro e das Finanças em 2001, no governo de António Guterres. Foi ainda Diretora do Departamento de Gestão Financeira da Refer entre 2001 e 2007 e coordenou o Núcleo de Emissões e Mercados do Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público entre 2007 e 2011."

E, acima de tudo, vai para uma empresa que teve um grande crescimento das suas operações em Portugal nos últimos anos, e onde pretende cimentar ainda mais a sua posição. Quem melhor do que uma ex-ministra das finanças desse mesmo país para ter na administração? Ainda por cima é para uma posição não executiva, onde basicamente vai comparecer a reuniões e fazer um pouco de consultoria. E dada a natureza da empresa para onde vai, que basicamente adquire crédito malparado aos bancos para reestruturação e recuperação, nem estou a ver onde possa haver o perigo de mover influências por cá sequer :lol: Pior aqueles que vão para as Motas-Engis desta vida

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A nossa ex-Ministra da Finanças acabou de fazer um Ferreira do Amaral.

 

Bem metida :lol:

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Tranquilo.

Quando falei em currículo, estava a referir-me a alguém que acabou de ser secretária de estado do tesouro e ministra das finanças... não é coisa pouca. Mas já agora: "Numa carreira que começa por lecionar na universidade, Maria Luís Albuquerque foi técnica superior na Direção-Geral do Tesouro e Finanças entre 1996 e 1999, técnica superior do Gabinete de Estudos e Prospetiva Económica do Ministério da Economia entre 1999 e 2001, e desempenhou funções de assessora do Secretário de Estado do Tesouro e das Finanças em 2001, no governo de António Guterres. Foi ainda Diretora do Departamento de Gestão Financeira da Refer entre 2001 e 2007 e coordenou o Núcleo de Emissões e Mercados do Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público entre 2007 e 2011."

E, acima de tudo, vai para uma empresa que teve um grande crescimento das suas operações em Portugal nos últimos anos, e onde pretende cimentar ainda mais a sua posição. Quem melhor do que uma ex-ministra das finanças desse mesmo país para ter na administração? Ainda por cima é para uma posição não executiva, onde basicamente vai comparecer a reuniões e fazer um pouco de consultoria. E dada a natureza da empresa para onde vai, que basicamente adquire crédito malparado aos bancos para reestruturação e recuperação, nem estou a ver onde possa haver o perigo de mover influências por cá sequer lol.gif Pior aqueles que vão para as Motas-Engis desta vida

 

 

compinchas.gif

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não me choca, não vejo nada de ilegal e ex-políticos que só arranjam empregos em empresas do estado porque ninguém os quer já temos dezenas.

 

agora em termos de ética e de imagem, tudo isto fede. custa assim tanto a esta gente fazer estas coisas com um mínimo de decência, e demitirem-se de cargos públicos 2 ou 3 meses antes?

 

pffff cada vez que começo a pensar em alterar o meu estado vem mais uma destas... :estrelas:

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não me choca, não vejo nada de ilegal e ex-políticos que só arranjam empregos em empresas do estado porque ninguém os quer já temos dezenas.

 

agora em termos de ética e de imagem, tudo isto fede. custa assim tanto a esta gente fazer estas coisas com um mínimo de decência, e demitirem-se de cargos públicos 2 ou 3 meses antes?

 

pffff cada vez que começo a pensar em alterar o meu estado vem mais uma destas... :estrelas:

 

Mas porque é que ela se haveria de demitir do cargo de deputada só porque tem uma posição não-executiva numa empresa estrangeira cuja única relação com o nosso país é o facto de esta ter adquirido crédito mal-parado de bancos portugueses? Eu pessoalmente gostava que os deputados o fossem de forma exclusiva, mas se estes podem acumular lugares, pelo menos que o façam em empresas cujo funcionamento não depende sequer remotamente do Estado.

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Mas porque é que ela se haveria de demitir do cargo de deputada só porque tem uma posição não-executiva numa empresa estrangeira cuja única relação com o nosso país é o facto de esta ter adquirido crédito mal-parado de bancos portugueses? Eu pessoalmente gostava que os deputados o fossem de forma exclusiva, mas se estes podem acumular lugares, pelo menos que o façam em empresas cujo funcionamento não depende sequer remotamente do Estado.

hmmm tipo... por ter sido ministra das finanças que tutelava as decisões sobre intervenção na banca? e que tomava nas mãos a validação das decisões do BdP sobre separação de activos tóxicos/normais? e porque a empresa para onde vai FICOU COM OS TÓXICOS? não há volta a dar, politicamente é indefensável. e vai custar votos, se o PSD ignorar isso só vai piorar as coisas...

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hmmm tipo... por ter sido ministra das finanças que tutelava as decisões sobre intervenção na banca? e que tomava nas mãos a validação das decisões do BdP sobre separação de activos tóxicos/normais? e porque a empresa para onde vai FICOU COM OS TÓXICOS? não há volta a dar, politicamente é indefensável. e vai custar votos, se o PSD ignorar isso só vai piorar as coisas...

 

Grande esticão :lol: Na altura em que a empresa adquiriu os tais créditos ao Banif, nem sequer havia perspectivas de haver uma divisão dos seus activos em bons ou maus, logo aí esse argumento perde a sua pertinência - compras de crédito malparado a bancos são operações relativamente comuns e que estão relacionadas com poupanças na cobrança e funcionam como um seguro contra perdas substanciais por imparidade na valoração desses mesmos crédito. E não percebo qual é a relevância para isto de o banco ter sido intervencionado ou não, como deves imaginar, cabe ao Banco de Portugal supervisionar as operações de cada banco, e não ao Ministério das Finanças, muito menos a um nível de detalhe suficiente que permita perceber se determinado montante de crédito é cobrável ou não, e se a sua venda é feita em termos aceitáveis. E mais uma vez digo, se fossemos a excluir qualquer instituição financeira que directa ou indirectamente tenham tido algum tipo de contacto com o Estado ou sistema bancário nacional, então não teria para onde ir. E ainda por cima, para um lugar não-executivo. Toda esta situação é de rir, e até concordo contigo quando dizes que isto fará perder votos ao PSD - a maioria das pessoas vai ler o título e regozijar-se com a suposta falta de vergonha de vender um banco ao desbarato e depois ir para uma das empresas que lucrou com isso.

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Pedro Mexia na equipa do Marcelo, como consultor para a Cultura.

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Pedro Mexia na equipa do Marcelo, como consultor para a Cultura.

Isso já é certo? É que tinha lido que ele tinha sido convidado. Deve significar o fim do governo sombra :(

Editado por Castor

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Pedro Mexia na equipa do Marcelo, como consultor para a Cultura.

 

Boa mexida.

 

Deve significar o fim do governo sombra :(

 

Pensei logo nisso.

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Tranquilo.

Quando falei em currículo, estava a referir-me a alguém que acabou de ser secretária de estado do tesouro e ministra das finanças... não é coisa pouca. Mas já agora: "Numa carreira que começa por lecionar na universidade, Maria Luís Albuquerque foi técnica superior na Direção-Geral do Tesouro e Finanças entre 1996 e 1999, técnica superior do Gabinete de Estudos e Prospetiva Económica do Ministério da Economia entre 1999 e 2001, e desempenhou funções de assessora do Secretário de Estado do Tesouro e das Finanças em 2001, no governo de António Guterres. Foi ainda Diretora do Departamento de Gestão Financeira da Refer entre 2001 e 2007 e coordenou o Núcleo de Emissões e Mercados do Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público entre 2007 e 2011."

E, acima de tudo, vai para uma empresa que teve um grande crescimento das suas operações em Portugal nos últimos anos, e onde pretende cimentar ainda mais a sua posição. Quem melhor do que uma ex-ministra das finanças desse mesmo país para ter na administração? Ainda por cima é para uma posição não executiva, onde basicamente vai comparecer a reuniões e fazer um pouco de consultoria. E dada a natureza da empresa para onde vai, que basicamente adquire crédito malparado aos bancos para reestruturação e recuperação, nem estou a ver onde possa haver o perigo de mover influências por cá sequer :lol: Pior aqueles que vão para as Motas-Engis desta vida

 

Ou seja, o currículo dela é ser política profissional.

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Ou seja, o currículo dela é ser política profissional.

 

Sim, em 2011 teve o seu primeiro cargo político e então o currículo dela é ser política profissional.

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em 2001 começou com os cargos de influência política. Basta saber como funciona a contratação pública de acessores ou de dirigentes superiores para perceber o que se passou.

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em 2001 começou com os cargos de influência política. Basta saber como funciona a contratação pública de acessores ou de dirigentes superiores para perceber o que se passou.

 

Ter currículo em cargos de influência política não é ser política profissional. O Mário Soares era político profissional. O Sócrates era político profissional. O Durão Barroso é político profissional, o Cavaco idem. A Maria Luis Albuquerque pode ter feito carreira em instituições públicas e sob influência política, mas todos ou quase todos os cargos eram técnicos e para o qual ela tinha a formação indicada - e o qual poderia ter desempenhado sem qualquer afiliação partidária (já sem competências técnicas era mais complicado). E mesmo que fosse política profissional, em que é isso invalidava ela ter curriculo mais do que suficiente para fazer parte de uma instituição como a Arrow? Eu consigo perceber porque é que ela poderá ser útil lá, mas não consigo ver como é que isto se pode sequer assemelhar a uma troca de favores ou dar azo a ares de promiscuidade.

Editado por Visitante

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Este caso da Maria Luís Albuquerque é só mais um caso nesta debandada que é a política portuguesa.

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Sim, porque alguém com o currículo que ela tem, iria certamente ficar parada profissionalmente ou arranjar um emprego numa empresa pequena. Isto, porque se formos a excluir todas as instituições financeiras de alguma dimensão e que de forma directa ou indirecta estiveram envolvidas em algum ponto dos últimos 4 anos em transações de dívida, resoluções, privatizações, capitalizações e quaisquer outras operações financeiras em que o Estado estivesse envolvido, então não sobrava nada. Então comparar este caso ao que aconteceu com o Ferreira do Amaral, delicioso :lol:

Já te disse mais que uma vez, mas vou ter que voltar a repetir. Que queiras acreditar em histórias, tudo bem, é a opinião de cada um e ninguém tem nada com isso. Mas peço-te, encarecidamente desta vez, que não sejas intelectualmente desonesto para com o resto da malta, pfv. É que essa posição e argumentação fascinante faz com que quem passe aqui por este tópico pareça daqueles gajos que não sabem pensar.

 

Obrigado.

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A prostituição da Maria Luís Albuquerque é vergonhosa.

Defendê-la leva a vergonha para um nível ainda maior. :estrelas:

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É que até o Ferreira do Amaral teve a decência de esperar uma dúzia de anos.

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Já te disse mais que uma vez, mas vou ter que voltar a repetir. Que queiras acreditar em histórias, tudo bem, é a opinião de cada um e ninguém tem nada com isso. Mas peço-te, encarecidamente desta vez, que não sejas intelectualmente desonesto para com o resto da malta, pfv. É que essa posição e argumentação fascinante faz com que quem passe aqui por este tópico pareça daqueles gajos que não sabem pensar.

 

Obrigado.

 

Até estranhei não teres vindo mais cedo, estava tudo ao teu gosto, vários a ridicularizar uma só pessoa por pensar diferente e tentar justificar a sua perspectiva. Mas não desiludiste ;)

 

E já agora, porque não vale a pena estar aqui a lutar contra moinhos, deixo o agradecimento ao Cabeça de Giz.. Gostam muito de ridicularizar quem pensa diferente, mas ninguém - à excepção dele - foi capaz de sequer explicar onde posso estar errado. Típico :)

Editado por Visitante

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