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Há advogados no fórum?

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Eu acho que so vai piorar, mas manda uma MP ao W0 ou ao Koper para passarem por aqui, não sigas nada que nós escrevemos :mrgreen:

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Mas é sempre só com ele que falaste e é ele que menciona as sócias? Já experimentaste contactar as tais sócias directamente para ver até que ponto ele não estará a mentir?

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Recorreres à Ordem é sempre um direito teu, não te tens de importar com a forma como ele recebe isso. Falas com calma e respeito e esperas que isso resulte.

 

A cena de teres perguntado como fazeres o pagamento em prestações fragiliza a tua posição de "nada devo" (não percebi se queres seguir com isso).

 

Único conselho que te dou nesta situação: podes até ligar para as pessoas para agilizares e expôr tudo mais facilmente, mas põe tudo por escrito, em email ou carta, antes ou depois da chamada, para te poderes defender em sede judicial.

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Exato, se há uma coisa que aprendi ao lidar com advogados é: tem sempre provas escritas de todas as incidências, de preferência com textos que sejam claros até para uma criança de cinco anos.

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Obrigado a todos.

 

Entretanto falei com um amigo de amigos que dá aulas numa Faculdade de Direito, a quem fiz a descrição pormenorizada disto tudo, e que me disse para... não fazer nada. Ignorar, esperar que me cheguem as consequências da "queixa" dele, e caso ela de facto avance, ameaçá-lo com uma denúncia à ordem e/ou alegar que ele nunca sequer avançou com uma forma de pagamento.

 

É precisamente o que vou fazer, ignorar, esperar que isto seja tudo conversa.

 

Em relação ao que aí falaram das associadas dele, de facto, não sei se é verdade, embora tudo soe muito estranho. Mas acho que explorar muito nesse assunto, caso ele se aperceba, tem tudo para fazer com que ele se sinta ainda mais impelido a agir...

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mete o email dele em newsletters da la redoute e assim, só para ele ver quem manda

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Se ele está a apresentar as suas contas a final, por norma faz-se sempre uma nota de honorários super descritiva.

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Não fez nada disso. Até vos mostro qual foi a primeira e única vez que me falou de valores, por e-mail:

 

 

 

Caro Amigo,

Espero que esteja tudo bem contigo

Tenho pena de não ter estado contigo quando da feira do livro no Porto

Espero que a nova etapa da tua vida esteja a correr bem.

 

Há algum tempo que ando para te contactar por causa do Proc do acidente

 

Tens a recuperar uns euros do julgado de paz.

Na segunda feira a minha assistente (nome) vai mandar -te a notificação

 

Outro Tema:

Eu sou apenas 1/3 da Soc. Advogados, a minha parte do preço dos serviços prestados ( honorários) é -te oferecida, mas os 2/3 que não me pertencem terás de fazer o favor de pagar

Podes dividir em prestações de te der mais jeito

Quantificando 2/3 = (valor)

Acresce o IVA.

Qualquer dúvida fala comigo pf

Fico ao dispor

(nome)

 

Editado por Chandler

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Eu tenho quase a certeza que ele precisa é do dinheiro e está a tentar sacar algum.

Editado por Cannonball

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Tenho essa sensação também, embora me assuste um tanto aquela questão da cobrança judicial.

 

Como podem ver, no entanto, ele não me apresentou sequer qualquer forma de pagamento.

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Tu passaste procuração ao Advogado ou à Sociedade de Advogados?

 

Como já te disse, é lícito ele repartir os honorários dele com as pessoas com quem trabalha ou trabalhou no processo. No entanto, a meu ver, se tu passaste procuração apenas ao Advogado, tu apenas lhe confiaste a causa a ele. Mesmo que depois ele reparta o dinheiro por outros, tens de lhe pagar os serviços que ele prestou, foi com isso que contaste quando lhe passaste a procuração (no caso de ter sido assim).

 

 

Portanto, isso a mim parece-me cantiga dele.

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Tal e qual. Ainda assim é discutível que lhe tenhas de pagar algo se ele, em momento algum, te informou do potencial custo. Contudo, tu fizeste a proposta de lhe pagares em "prestações", o que indicia que, de certo modo, aceitaste que tinhas de lhe pagar algo.

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Não me recordo a quem passei a procuração, mas tenho quase a certeza que terá sido a ele.

 

E de facto, não devia ter respondido ao e-mail falando em prestações, mas foi ele que sugeriu a situação e eu só quis ganhar algum tempo, tentando perceber o que fazer com isto. Como vos disse, fui mesmo apanhado de surpresa pela situação toda, especialmente passados estes meses de silêncio em relação ao assunto.

 

Dito isto, e continuando no meu silêncio de quem espera que ele se mantenha quieto, caso ele de facto proceda como diz, só me resta alegar que ele não me deu qualquer forma de pagamento.

 

Adicionalmente, tendo em conta a forma perfeitamente amadora como ele está a fazer as coisas, ameaçar com queixa à Ordem (caso seja notificado pela queixa) é capaz de o pôr em sentido, ou não?

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Guarda a questão da participação à Ordem para momento ulterior. Para já isso pode ter um efeito pernicioso e coloca-lo "on edge". Eu diria que ele atirou o barro à parede para ver se colava. Como nada aconteceu, vulgo, não pagaste o que ele alega que deves, deves esperar calmamente por cenas do próximo episódio. Sempre que ele te contactar deves responder, por escrito (pode ser por e-mail, salvo se ele te enviar uma carta com AR a cobrar honorários) e deves dizer que não reconheces o montante alegadamente em dívida e que rejeitas toda e qualquer factura de honorários relacionado com o processo X. Nem mais, nem menos.

 

Vai-nos dando notícia dos desenvolvimentos.

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Isso não é facilmente refutável através do meu e-mail em que peço informação sobre como pagar em prestações?

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Alguém com conhecimentos de Direito Urbanístico?

 

Obrigado.

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Que mecanismos existem para rectificar uma escritura de doação? Nova escritura?

 

Basicamente:

O Manel tinha um terreno. Uma parte era urbana e tinha uma habitação. O restante era rústico.

Existia uma escritura para a parte urbana, pagando IMI, etc, tudo legal.

 

Na escritura de doação do prédio rústico foi dito que o Manel doava 1/3 ao Joaquim, 1/3 ao Zé, 1/6 ao António e 1/6 à Maria, mantendo o Manel 1/3 (que neste caso o advogado que tomou conta do processo interpretou como se fosse a parte urbana (que é 1/4 do terreno total)). Era suposto o Manel ter ficado com 0 da parte rústica. Foi tudo registado nas Finanças de acordo com a escritura. Portanto legalmente o Joaquim tem 1/3, o Zé 1/3, o António 1/6, a Maria 1/6 e o Manel (doador) também 1/3.

 

Resumindo:

O advogado fez m*rda porque era mau a matemática. Solução? Nova escritura provavelmente e sem responsabilidades para o advogado porque os herdeiros assinaram de livre e espontânea vontade.

Editado por bug

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Que mecanismos existem para rectificar uma escritura de doação? Nova escritura?

 

Basicamente:

O Manel tinha um terreno. Uma parte era urbana e tinha uma habitação. O restante era rústico.

Existia uma escritura para a parte urbana, pagando IMI, etc, tudo legal.

 

Na escritura de doação do prédio rústico foi dito que o Manel doava 1/3 ao Joaquim, 1/3 ao Zé, 1/6 ao António e 1/6 à Maria, mantendo o Manel 1/3 (que neste caso o advogado que tomou conta do processo interpretou como se fosse a parte urbana (que é 1/4 do terreno total)). Era suposto o Manel ter ficado com 0 da parte rústica. Foi tudo registado nas Finanças de acordo com a escritura. Portanto legalmente o Joaquim tem 1/3, o Zé 1/3, o António 1/6, a Maria 1/6 e o Manel (doador) também 1/3.

 

Resumindo:

O advogado fez m*rda porque era mau a matemática. Solução? Nova escritura provavelmente e sem responsabilidades para o advogado porque os herdeiros assinaram de livre e espontânea vontade.

 

Mas o Manel, o Joaquim, o Zé, o António e a Maria não leram a escritura antes de assinar?

 

É que se tivesse lá escrito que doavam um rim e os dois pulmões tinham assinado na mesma, e depois a culpa era do advogado que era mau em anatomia, porque devia ser um rim, um pulmão e 1 testiculo/ovário.

 

Esta é das coisas que me faz mais confusão, irem a um notario assinar um documento que é de extrema responsabilidade, e não se darem ao trabalho de o ler. Eu recusei-me a assinar a escritura da casa da minha cunhada, porque nas clausulas, estava escrito que se por algum motivo ela deixasse pagar o credito este era descontado da minha conta (até aqui tudo bem, com isto eu concordei), e que ela deixando de pagar, deixava de ter direitos sobre a casa (mais uma vez até aqui tudo bem, eu concordei com isto), e que mesmo estado eu a pagar o credito em falta, apenas e exclusivamente o banco tinha direito a reclamar a propriedade da casa (isto eu não concordo) porque se eu assumo a responsabilidade do pagamento, também tenho que ter o beneficio do mesmo. Depois de uma discussão com toda a gente, apareceu subitamente outra escritura que já vinha pré assinada pela advogada e tudo, em que essas clausulas mudavam.

 

Ora f*dasse, se eu tiver que pagar um bem, se eu me comprometo a assumir a responsabilidade de pagamento de um bem no caso de outra pessoa falhar, e eu em seu lugar cumprir com esssa responsabilidade, jamais, o banco pode ter qualquer direito a reclamar a propriedade do mesmo, porque o pagamento continua a ser cumprido.

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Que mecanismos existem para rectificar uma escritura de doação? Nova escritura?

 

Basicamente:

O Manel tinha um terreno. Uma parte era urbana e tinha uma habitação. O restante era rústico.

Existia uma escritura para a parte urbana, pagando IMI, etc, tudo legal.

 

Na escritura de doação do prédio rústico foi dito que o Manel doava 1/3 ao Joaquim, 1/3 ao Zé, 1/6 ao António e 1/6 à Maria, mantendo o Manel 1/3 (que neste caso o advogado que tomou conta do processo interpretou como se fosse a parte urbana (que é 1/4 do terreno total)). Era suposto o Manel ter ficado com 0 da parte rústica. Foi tudo registado nas Finanças de acordo com a escritura. Portanto legalmente o Joaquim tem 1/3, o Zé 1/3, o António 1/6, a Maria 1/6 e o Manel (doador) também 1/3.

 

Resumindo:

O advogado fez m*rda porque era mau a matemática. Solução? Nova escritura provavelmente e sem responsabilidades para o advogado porque os herdeiros assinaram de livre e espontânea vontade.

Sem ver nada, diria que têm que resolver isso junto do cartório notarial onde fizeram a dita escritura. Fazem a retificação da mesma, se for possível. E informem-se convenientemente de como se processa a retificação dos registos. E vão todos os intervenientes da escritura.

 

Não sendo caso parecido, eu já tive que ir retificar uma escritura de compra e venda porque o regime de bens do casamento que os compradores declararam estava errado. Fui ao cartório fazer a retificação. Averbaram e pronto. Depois, com essa retificação, tive de ser eu a ir alterar o registo.

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Pacto não concorrência. Alguém sabe de algo disto?

 

Chuta as tuas dúvidas :)

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