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Tópico da Política, Ambiente e Economia

Publicações recomendadas

Citação de Brahimi, há 16 horas:

Além disso, já está no partido há anos e continua a ser negra. Ainda por cima parece que faz de propósito, não vejo o mínimo esforço da parte dela para mudar.

Isto é de propósito ou não consegues mesmo entender o problema da campanha dela?

Editado por Ghelthon

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Citação de antifa, há 1 hora:

A IL precisa de mais tabaco. Quando chegar o dia das eleições vão levar um banho de humildade que nem vai ser bom.

Única coisa que vão conseguir fazer é ultrapassar o Nós, Cidadãos! como 4ª "pequena" força política.

Vai ser isto: Aliança, Chega, LIVRE e IL. E só os primeiros é que vão meter gente no parlamento.

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Citação de Lebohang, há 19 minutos:

Única coisa que vão conseguir fazer é ultrapassar o Nós, Cidadãos! como 4ª "pequena" força política.

Vai ser isto: Aliança, Chega, LIVRE e IL. E só os primeiros é que vão meter gente no parlamento.

A Aliança está a cair e o Chega vai ficar atrás da IL, a IL não está assim tão fraca como isso... Até no CMPT ganham ao LIVRE. 

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Apenas uma ressalva no estudo da Eurosondagem, muito mais gente entrevistada no Alentejo que no Algarve, quando o distrito de Faro tem mais gente que Beja+Portalegre+Évora juntos. A CDU não vale os 8.6% apresentados. 

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Citação de Ticampos, há 1 hora:

A Aliança está a cair e o Chega vai ficar atrás da IL, a IL não está assim tão fraca como isso... Até no CMPT ganham ao LIVRE. 

A nível nacional é bem capaz, esqueci-me que o Chega vai sem o PPM que vale 14.000 votos, mais coisa menos coisa. Isso faz com que o IL "só" precise de recuperar 6.000 votos para os ultrapassar.

Não esquecer que o LIVRE nas Europeias de 2014 faz 71.000 votos e no ano seguinte nas Legislativas faz 39.000, menos 32.000 portanto, Devem voltar a levar uma talhada semelhante.

Mas em Lisboa, que é aquilo que verdadeiramente importa pois é o distrito onde é mais provável um pequeno partido eleger, o PPM vale muito pouco (2.000 votos). Duvido que o IL faça a ultrapassagem aí.

Aponto para Aliança, IL, Chega e LIVRE a nível nacional e Aliança, Chega, LIVRE e IL em Lisboa.

  • Concordo! 1

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Citação de Lebohang, há 15 minutos:

A nível nacional é bem capaz, esqueci-me que o Chega vai sem o PPM que vale 14.000 votos, mais coisa menos coisa. Isso faz com que o IL "só" precise de recuperar 6.000 votos para os ultrapassar.

Não esquecer que o LIVRE nas Europeias de 2014 faz 71.000 votos e no ano seguinte nas Legislativas faz 39.000, menos 32.000 portanto, Devem voltar a levar uma talhada semelhante.

Mas em Lisboa, que é aquilo que verdadeiramente importa pois é o distrito onde é mais provável um pequeno partido eleger, o PPM vale muito pouco (2.000 votos). Duvido que o IL faça a ultrapassagem aí.

Aponto para Aliança, IL, Chega e LIVRE a nível nacional e Aliança, Chega, LIVRE e IL em Lisboa.

A IL a eleger será no Porto, onde Chega e a Aliança são fraquissimos. 

Concordo com a tua análise apesar de trocar a Aliança e a IL a nível nacional. Lisboa sem tirar nem pôr. 

Editado por Ticampos

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@Ghelthon +/-, era só uma referência a gato fedorento. Percebo a preocupação, sim, mas não acho que a Joacine dê um protagonismo assim tão grande ao facto de ser negra. Ela fala de outros temas, simplesmente a questão de ser negra e do racismo saltam mais à vista e dão melhores manchetes.

Editado por Brahimi

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Citação de Brahimi, há 36 minutos:

@Ghelthon +/-, era só uma referência a gato fedorento. Percebo a preocupação, sim, mas não acho que a Joacine dê um protagonismo assim tão grande ao facto de ser negra. Ela fala de outros temas, simplesmente a questão de ser negra e do racismo saltam mais à vista e dão melhores manchetes.

Certo. Mas, a partir do momento em que ela dá o pontapé de saída da campanha com esse argumento, fica sem moral para vir queixar-se de quem se queixa disso.

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Existe coragem, significado, direito em alguém de uma minoria poder e conseguir verbalizar quem são, face à maioria.

Vou tentar pintar uma pequena imagem, para colocar em perspetiva a magnitude do progresso que se encontra por detrás de uma pessoa de minoria poder, conscientemente, expressar a sua identidade, em especial num contexto político-cultural. Contudo, antes, quero sublinhar que sou branco, e há alguns anos ter-me-ia sido impossível expressar tais ideias, pois o meu horizonte não ia para além da minha própria identidade, da minha própria realidade, do meu próprio tempo; quiçá, teria a mesma opinião expressada por muitas pessoas aqui.

Mayotte Capécia escreveu:

“I found that I was proud of it. I was certainly not the only one who had white blood, but a white grandmother was not so ordinary as a white grandfather. So my mother, then, was a mixture? I should have guessed it when I looked at her light color. I found her prettier than ever, and cleverer, and more refined. If she had married a white man, do you suppose I should have been completely white? . . . And life might not have been so hard for me? . . . I daydreamed about this grandmother whom I had never known and who had died because she had loved a colored man of Martinique. . . . How could a Canadian woman have loved a man of Martinique? I could never stop thinking of our priest, and I made up my mind that I could never love anyone but a white man, a blue-eyed blonde, a Frenchman.”

Apagar os traços negros era a preocupação, a obsessão; pois essa “mera característica fisiológica” dificultava a vida.

Franz Fanon acabou por concluir:

“However painful it may be for me to accept this conclusion, I am obliged to state it: For the black man there is only one destiny. And it is white.”

Era esta a realidade daquela época: falar como um branco, vestir como um branco, pentear como um branco, em suma, minimizar o negro; acima de tudo, não mencionar esse facto, afinal de contas, “é apenas uma característica fisiológica”, “está aos olhos de todos”, “chiu!”. Neste tópico dá para perceber que esse tipo de pensamento ainda está presente, pois procurou-se logo identificar políticos que optam por não “trazer à baila” a sua etnia, ou a sua orientação sexual, e designar tal opção, pelo silêncio, como a única conduta que se espera correta por parte de um político. Não. Identidade é essencial a um ser humano, a uma sociedade, não se trata de um meme de internet, é algo real, que tem repercussões enormes na formação de uma pessoa. Portanto, é importante que haja políticos, atores, jornalistas, etc. que possam servir de exemplo para os jovens, que não tenham pudores em se autodeterminar, pois isso tem impacto na vida desses jovens que necessitam da oportunidade de ver a sua identidade e herança cultural ser representada, expressada, verbalizada (gritada ao sete ventos, se assim se desejar).

Em vez de rotular a escolha da Joacine como "caça ao voto", perguntem-se por que razão ela tem esta postura, ponham-se na posição de alguém que se descreve no twitter como: "Ph.D in African Studies. Black feminist and political activist.”. Há significado a ser retirado da atitude dela, para além da lengalenga do oportunismo político.

Editado por bmfpcdm
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Citação de O Pastel, há 47 minutos:

A sondagem que anda a circular da Católica ao que tudo indica é falsa.

Ai tão giro. Partilhou, regojizou-se, ainda disse berloque e agora deixa o aviso de que "a suposta sondagem" é falsa. 

Fui avisado que de que o aviso que recebi afinal é falso. 

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qual é a necessidade a UC lançar uma sondagem falsa? é pá, há com cada um com desejo de teorias da conspiração e de se fazerem de coitadinhos que mete dó.

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Citação de bmfpcdm, há 1 hora:

Franz Fanon acabou por concluir:

“However painful it may be for me to accept this conclusion, I am obliged to state it: For the black man there is only one destiny. And it is white.”

esse foi o destino do Michael Jackson.

Citação de bmfpcdm, há 1 hora:

Contudo, antes, quero sublinhar que sou branco, e há alguns anos ter-me-ia sido impossível expressar tais ideias, pois o meu horizonte não ia para além da minha própria identidade, da minha própria realidade, do meu próprio tempo; quiçá, teria a mesma opinião expressada por muitas pessoas aqui.

 

É como o pessoal que olha para o horizonte e pensa que a terra é plana, mas se olharem além dos horizontes a terra é "redonda"

 

 

Editado por Puto Perdiz

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Citação de Puto Perdiz, há 11 minutos:

qual é a necessidade a UC lançar uma sondagem falsa? é pá, há com cada um com desejo de teorias da conspiração e de se fazerem de coitadinhos que mete dó.

A UC ao contrário do que se julga é das melhores do país, devia ter percebido mais cedo que a sondagem era falsa. 

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Citação de Mayday, há 1 hora:

Ai tão giro. Partilhou, regojizou-se, ainda disse berloque e agora deixa o aviso de que "a suposta sondagem" é falsa. 

Fui avisado que de que o aviso que recebi afinal é falso. 

O ANL é dos maiores m*rda que anda no Twitter.

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Citação de Ticampos, há 3 minutos:

Mais uma sondagem, ISCTE. 

42% PS

23% PSD

 

O resto não reparei. 

Bloco 9%, CDU 6%

CDS e PAN mantêm

https://sicnoticias.pt/especiais/legislativas-2019/2019-09-13-Sondagem-da-maioria-absoluta-ao-PS

--

Acho que este ano vai ser mais interessante perceber qual dos partidos da luta pela manutenção (A, C, IL, L) vai fazer melhor resultado do que o resto, até porque pode dar indicações importantes para as próximas eleições.

Espero que o PS não tenha maioria absoluta, já agora, mas com o Bloco a cair, tudo indica que será uma possibilidade forte.

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Citação de Puto Perdiz, há 3 minutos:

Afinal a sondagem é falsa ou não? 

Sim. E saiu pela mão de um Twitter amigo da IL, que costuma estar bem informado a nível de sondagens. 

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o que vale é que o twitter só chega a 500.000 portugueses, metade dos quais está lá para ver as tetas que o facebook não deixa mostrar. 

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PAN, o não partido. O movimento dos cães e gatos. Um zero ideológico a poder decidir o caminho de uma legislatura. E em todos os debates só se fala dos cãezinhos e gatinhos, do SNS da bicharada e das oliveiras alentejanas. 

 

Deixo um post do Daniel Oliveira de hoje:

PAN: Um cheque em branco ou sem cobertura

Por escolha dos jornalistas, o PAN conseguiu passar por quase todos os debates falando apenas do que quer. Esta opção editorial é incompreensível. Se o PS ficar à beira da maioria absoluta, o PAN pode determinar a governação. Perante a fragilidade das suas posições sobre o que esteja fora da sua pequena área de conforto – e mesmo sobre o que propõe para o ambiente haveria muito a dizer –, tudo se desmorona. Como acontece em muitas das suas proposta, a que tem para as reformas mais altas é suficientemente vaga para não se perceber se é plafonamento ou confisco. E quando foi confrontado com isto, percebeu-se que André Silva nem sabia bem o que era plafonamento. Muitas medidas são incoerentes entre si. Até com o seu comportamento: propõe o voto aos 16 anos mas, dentro do partido, só se vota aos 18. E até altera o programa à medida que as criticas surgem. Foi o caso da instituição da obrigatoriedade dos reclusos condenados por crimes violentos terem uma sessão semanal com as vítimas e seus familiares – a justiça restaurativa é ineficaz se for obrigatória. Diz bem sobre a ligeireza com que fizeram o programa, incluindo em temas sensíveis. Caso a governação venha a depender o PAN, não é difícil imaginar o que acontecerá. Não entram para o governo, o PS dá-lhe umas vitórias vistosas na agenda animalista, deixa-o ficar com os louros do pouco que este governo faça no ambiente. Em troca, ele não chateia em tudo o resto. Que é quase tudo. O PS fica com uma maioria absoluta quase de borla e livra-se dos “empecilho” da esquerda. Perante isto, os jornalistas continuam a falar com o PAN como se não pudesse vir a ser determinante em tudo o que tenha a ver com política social, económica, fiscal, laboral e todas as áreas em que estão totalmente impreparados. Por um lado, têm razão: o PAN não terá nada a dizer em tudo isto. Nem se recorda dum momento menos bom de António Costa.

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