antifa Publicado 25 Outubro 2021 (editado) Essa teoria da esquerda recuperar eleitorado depois de passar a bola de 3º partido ao Chega é engraçada. A verdade é que se se for a eleições a esquerda só provou é que não é de todo uma alternativa de governação e são, sobretudo, irresponsáveis. É um tiro nos pés épico e ou eu não percebo um crl disto ou é uma falta de visão estratégica e de leitura das tendências actuais brutal, é que só vejo cenários de derrota. Seja perda de influência caso o PS ganhe (pode acenar com cenário de governo de direita/extrema-direita), seja de qualquer forma perda de relevância na oposição. Ainda assim, estou para me rir se à ultima da hora o BE em pânico é apanhado no bluff e acaba por se abster. Editado 25 Outubro 2021 por antifa 1 Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 25 Outubro 2021 Esperança do BE e PCP em novas eleições não é ganharem eleitorado ou importância, é o PSD e bloco da direita ganharem eleitorado relevante para o PS ficar encostado às cordas e puderem ser o PCP e o BE a jogarem a carta do Chega e do Governo da Direita ao invés do PS. É arriscado mas pode resultar. 1 Compartilhar este post Link para o post
antifa Publicado 25 Outubro 2021 Citação de Lebohang, há 1 minuto: Esperança do BE e PCP em novas eleições não é ganharem eleitorado ou importância, é o PSD e bloco da direita ganharem eleitorado relevante para o PS ficar encostado às cordas e puderem ser o PCP e o BE a jogarem a carta do Chega e do Governo da Direita ao invés do PS. É arriscado mas pode resultar. A questão é que o ónus de colocar o Chega no governo ficará sobretudo com o PCP e BE. E nem pode ser de outra maneira. Ao colocarem condições aparentemente impossíveis ao PS e deixando o governo cair na ultima hora, o que estão a fazer é a deslocar o eleitorado flutuante de esquerda para o PS, que pode apostar por uma maioria. E mais, se os argumentos não colarem, é um tipo de chantagem que pode colocar em risco de sobrevivência os próprios partidos. (E jesus senhor, se não existe uma crise de lideranças à esquerda então não sei o que isso é. Catarina Martins e Jerónimo estão mais gastos que sei lá o quê.) O que conta são as aparências e a verdade é que se passou demasiado rápido de uma situação de estabilidade politica plena para esta incerteza, e a culpa disso não é entendida como tendo sido do governo. Ainda para mais o Costa é uma velha raposa, não vai deixar de aproveitar o argumento de que se provocou uma crise politica na ressaca de uma pandemia e num momento de pré-crise económica. 2 Compartilhar este post Link para o post
Ticampos Publicado 25 Outubro 2021 Citação de Sandes., há 26 minutos: . Acho que na direita o único a sair beneficiado é o Chega. IL? Compartilhar este post Link para o post
Sandes. Publicado 25 Outubro 2021 Citação de Ticampos, Agora: IL? Sim, também. Nem me tinha lembrado. Mas acho que esses metem mais 1-3 lá dentro, o chega (infelizmente) deve meter mais. Compartilhar este post Link para o post
Sumudica by Night Publicado 25 Outubro 2021 O spin que não vai ser na comunicação social nos próximos dias. O PCP e o BE não têm poder para contrariar esse disco. Compartilhar este post Link para o post
fns Publicado 25 Outubro 2021 @Ticampos só te dão trabalho estes políticos fds Compartilhar este post Link para o post
Mayday Publicado 25 Outubro 2021 Quem tem que ceder e arranjar uma solução é o governo. Já não há paciência para tanta sonsice arrogante. 4 4 Compartilhar este post Link para o post
antifa Publicado 25 Outubro 2021 (editado) Citação de Ticampos, há 46 minutos: IL? Pode subir, mas acredito que na hora da verdade, numas eleições onde há possibilidade de vitória, muita malta que votaria IL faz voto útil no PSD. Como se viu em Lisboa. Editado 25 Outubro 2021 por antifa 1 Compartilhar este post Link para o post
Rōnin Publicado 25 Outubro 2021 O PS é a vítima no meio disto tudo. Compartilhar este post Link para o post
Mica Publicado 25 Outubro 2021 (editado) Realmente é engraçado, desde quando o BE e o PCP tem de passar cheques em branco ao Governo? Se não aceitam o orçamento, só tem de se mostrar contra e propor ajustes para que se possam abster ou votar a favor. Nada mais. É que se for para viabilizar orçamentos só para a direita não voltar ao poder, então não estão ali a fazer nada. Editado 25 Outubro 2021 por Mica Compartilhar este post Link para o post
doom_master Publicado 25 Outubro 2021 PS a dizer que "ao nível da administração pública vamos ter um aumento em linha com a inflação" e que "vamos retomar a actualização salarial, tantas vezes suspensa nos últimos anos", e dizem eles que isto é ir muito longe 😄 Compartilhar este post Link para o post
Sandes. Publicado 25 Outubro 2021 A cena é que se acabar por haver um governo de direita não é porque o BE ou o PCP votou contra o orçamento, é porque o povo votou mais à direita. Se é esse o medo de umas novas eleições, é ter medo da democracia a funcionar. 1 Compartilhar este post Link para o post
Black Hawk Publicado 25 Outubro 2021 Desculpem lá, mas não cabe aos partidos minoritários da Assembleia a responsabilidade de viabilizar Orçamentos de Estado. Essa função é inteiramente do partido do Governo, estes é que têm de apresentar um orçamento que reúna o consenso necessário para ser aprovado. Foi para isso que os portugueses mandataram o Governo: foi dada a maioria necessária para formar Governo, mas não a suficiente para governar sozinhos; têm de ouvir os outros partidos e negociar com estes. Não esquecendo que nas eleições não se elege quem manda; elegem-se deputados para representarem na Assembleia a voz de quem neles votou. Se não conseguem que uma maioria de deputados aprove o orçamento, significa que a maioria dos portugueses também não o aprova e falharam na função para a qual foram mandatados. De resto, não percebo a opinião da maioria do pessoal. Critica-se quando os partidos são eleitoralistas e pensam mais nos resultados das eleições do que no interesse das pessoas que representam, mas quando há partidos que preferem manter-se fiéis aos cidadãos que os elegeram e às promessas que lhes fizeram, criticam-nos. Assim também é fácil... 7 15 Compartilhar este post Link para o post
Axadrezado Publicado 25 Outubro 2021 O problema é quando a fidelidade torna-se prejudicial a quem os elegeu. Que é o que vai acontecer. Compartilhar este post Link para o post
andriy pereplyotkin Publicado 25 Outubro 2021 Citação de Black Hawk, há 16 minutos: Desculpem lá, mas não cabe aos partidos minoritários da Assembleia a responsabilidade de viabilizar Orçamentos de Estado. Essa função é inteiramente do partido do Governo, estes é que têm de apresentar um orçamento que reúna o consenso necessário para ser aprovado. Foi para isso que os portugueses mandataram o Governo: foi dada a maioria necessária para formar Governo, mas não a suficiente para governar sozinhos; têm de ouvir os outros partidos e negociar com estes. Não esquecendo que nas eleições não se elege quem manda; elegem-se deputados para representarem na Assembleia a voz de quem neles votou. Se não conseguem que uma maioria de deputados aprove o orçamento, significa que a maioria dos portugueses também não o aprova e falharam na função para a qual foram mandatados. De resto, não percebo a opinião da maioria do pessoal. Critica-se quando os partidos são eleitoralistas e pensam mais nos resultados das eleições do que no interesse das pessoas que representam, mas quando há partidos que preferem manter-se fiéis aos cidadãos que os elegeram e às promessas que lhes fizeram, criticam-nos. Assim também é fácil... Fora a sacanice que foi esta pseudo negociação do partido que tinha a obrigação de a promover. Andamos há meses a saber que este Orçamento era importantíssimo, há meses a saber que ia precisar de ser negociado. O PS empurrou tudo para a frente e apresentou o OE a minutos do prazo legal para o efeito, exclusivamente com o objetivo de forçar a discussão em praça pública. Isto não é postura de quem queira ceder em coisa nenhuma, só queriam fazer o festival para depois poderem apontar dedos. Compartilhar este post Link para o post
Tio Hans Publicado 25 Outubro 2021 Citação de Black Hawk, há 24 minutos: Desculpem lá, mas não cabe aos partidos minoritários da Assembleia a responsabilidade de viabilizar Orçamentos de Estado. Essa função é inteiramente do partido do Governo, estes é que têm de apresentar um orçamento que reúna o consenso necessário para ser aprovado. Foi para isso que os portugueses mandataram o Governo: foi dada a maioria necessária para formar Governo, mas não a suficiente para governar sozinhos; têm de ouvir os outros partidos e negociar com estes. Não esquecendo que nas eleições não se elege quem manda; elegem-se deputados para representarem na Assembleia a voz de quem neles votou. Se não conseguem que uma maioria de deputados aprove o orçamento, significa que a maioria dos portugueses também não o aprova e falharam na função para a qual foram mandatados. De resto, não percebo a opinião da maioria do pessoal. Critica-se quando os partidos são eleitoralistas e pensam mais nos resultados das eleições do que no interesse das pessoas que representam, mas quando há partidos que preferem manter-se fiéis aos cidadãos que os elegeram e às promessas que lhes fizeram, criticam-nos. Assim também é fácil... PCP e BE (estes não por vontade própria mas por circunstâncias da vida) são partidos de protesto. Não aparentam ter perfil de governação porque não são moderados. Numa comparação algo grosseira era o equivalente a ter um governo de Pedros Nunos Santos. E isto não é uma crítica, é uma constatação. Não há mal nenhum em ser-se assim. A questão é que estes dois partidos viabilizaram o governo do PS durante os últimos 6 anos, no caso do PCP e nos primeiros 5 dos últimos 6, no caso do Bloco. A questão é que viabilizaram orçamentos que não eram deles, que pouco tinham que ver com eles, e que até iam contra, nalguns casos, o que eles defendiam, com o único argumento de ser a forma de evitar que o governo fosse de direita. Entre o mau e o muito mau, na sua perspectiva, preferiram o mau. Mais uma vez, é legítimo e não é uma crítica. É factual. Sucede que agora ficam umbilicamente ligados a esta governação. O PS governou assim, bem ou mal, dependendo das opiniões, porque PCP e Bloco quiseram. E não se podem desresponsabilizar. Os orçamentos nunca foram tão de esquerda como eles queriam, mas deixaram-nos passar. Nesta segunda legislatura nem acordo escrito existiu. E não deixaram de deixar passar os orçamentos. Se é verdade que é ao partido que governa que cabe a responsabilidade do orçamento, também cabe a quem aprovou os orçamentos responsabilizar-se pelo que fez. É que este orçamento não deixa de ser mais do mesmo. Não tem nada de muitíssimo diferente dos anteriores que faça acreditar que a governação vá ser diferente. 1 Compartilhar este post Link para o post
Black Hawk Publicado 25 Outubro 2021 Citação de andriy pereplyotkin, há 27 minutos: Fora a sacanice que foi esta pseudo negociação do partido que tinha a obrigação de a promover. Andamos há meses a saber que este Orçamento era importantíssimo, há meses a saber que ia precisar de ser negociado. O PS empurrou tudo para a frente e apresentou o OE a minutos do prazo legal para o efeito, exclusivamente com o objetivo de forçar a discussão em praça pública. Isto não é postura de quem queira ceder em coisa nenhuma, só queriam fazer o festival para depois poderem apontar dedos. Pois, e cada vez com mais certezas fico que a ideia foi sempre provocar eleições antecipadas, segundo o post que fiz há uns dias por aqui. Não direta e irremediavelmente, mas colocando a esquerda numa posição em que não poderia aprovar o orçamento. Depois a partir daí duas coisas poderiam acontecer: ou a esquerda fechava os olhos e fingia que não via (isto é, abstendo-se), ou provocava a exacta situação em que nos encontramos. Se caísse a primeira, tanto melhor, mas com o objetivo de cair a segunda. Citação de Axadrezado, há 31 minutos: O problema é quando a fidelidade torna-se prejudicial a quem os elegeu. Que é o que vai acontecer. Isso cabe aos portugueses decidir. Para já, eles têm de agir de acordo com a confiança de quem os elegeu e das promessas que levaram a isso, e para isso não poderiam aprovar um orçamento que não vai ao encontro do seu eleitorado. Se houver eleições e os portugueses entenderem que não os representaram condignamente, isso irá repercutir-se nas urnas. Mas cabe aos seus eleitores responder a isso. Citação de Tio Hans, há 10 minutos: PCP e BE (estes não por vontade própria mas por circunstâncias da vida) são partidos de protesto. Não aparentam ter perfil de governação porque não são moderados. Numa comparação algo grosseira era o equivalente a ter um governo de Pedros Nunos Santos. E isto não é uma crítica, é uma constatação. Não há mal nenhum em ser-se assim. A questão é que estes dois partidos viabilizaram o governo do PS durante os últimos 6 anos, no caso do PCP e nos primeiros 5 dos últimos 6, no caso do Bloco. A questão é que viabilizaram orçamentos que não eram deles, que pouco tinham que ver com eles, e que até iam contra, nalguns casos, o que eles defendiam, com o único argumento de ser a forma de evitar que o governo fosse de direita. Entre o mau e o muito mau, na sua perspectiva, preferiram o mau. Mais uma vez, é legítimo e não é uma crítica. É factual. Sucede que agora ficam umbilicamente ligados a esta governação. O PS governou assim, bem ou mal, dependendo das opiniões, porque PCP e Bloco quiseram. E não se podem desresponsabilizar. Os orçamentos nunca foram tão de esquerda como eles queriam, mas deixaram-nos passar. Nesta segunda legislatura nem acordo escrito existiu. E não deixaram de deixar passar os orçamentos. Se é verdade que é ao partido que governa que cabe a responsabilidade do orçamento, também cabe a quem aprovou os orçamentos responsabilizar-se pelo que fez. É que este orçamento não deixa de ser mais do mesmo. Não tem nada de muitíssimo diferente dos anteriores que faça acreditar que a governação vá ser diferente. A questão essencial passa pelo que referiste no teu segundo parágrafo. Inicialmente houve um acordo escrito. Houve um entendimento formal, havia a responsabilidade de ambas as partes. Isso deixou de se aplicar - e se bem me recordo, por decisão do PS. A partir daí, já não cabe aos outros partidos fazê-lo. Os acordos terão de ser negociados ano a ano e por responsabilidade do governo. Não se pode estar a imputar responsabilidades políticas a partidos que não têm mandato de governação. Anteriormente viabilizaram? Pois, numa altura em que existiu acordo para o efeito, em que o governo acedeu a fazer cedências para isso. Em que se negociou, na verdadeira acepção da palavra. Isso deixou de existir, o contexto mudou e nada tem de os prender indefinidamente a orçamentos elaborados por outros que se recusam a ceder em qualquer ponto essencial do documento. 3 Compartilhar este post Link para o post
Mayday Publicado 25 Outubro 2021 Citação de Tio Hans, há 26 minutos: A questão é que viabilizaram orçamentos que não eram deles, que pouco tinham que ver com eles, e que até iam contra, nalguns casos, o que eles defendiam, com o único argumento de ser a forma de evitar que o governo fosse de direita. Isto é mentira. Principalmente o PCP, mas também o PEV têm conseguido inscrever muitas medidas nos OE, são medidas mais modestas, é verdade, mas ainda assim. O problema é que o PS orçamentava essas medidas mas depois não as executava e esse é certamente um dos motivos pelo qual o PCP vota contra. O PS é um partido mentiroso e manipulador e perdeu a confiança dos outros partidos, já muito cederem eles e em prejuízo. E mesmo que o PS aceitasse algumas medidas do PCP, os comunistas têm duvidas de que essa abertura não serviria apenas para que se viabilizasse o orçamento e nada mais. 1 Compartilhar este post Link para o post
fns Publicado 25 Outubro 2021 A haver eleições antecipadas isso será em que datas? Ainda este ano civil? Compartilhar este post Link para o post
doom_master Publicado 25 Outubro 2021 Citação de fns, há 1 minuto: A haver eleições antecipadas isso será em que datas? Ainda este ano civil? Janeiro, segundo o Marcelo. 1 Compartilhar este post Link para o post
HappyKing Publicado 25 Outubro 2021 (editado) Citação de fns, há 6 minutos: A haver eleições antecipadas isso será em que datas? Ainda este ano civil? Não poderiam ser. Tem que haver um prazo de 55 dias. Ou seja imaginando que o decreto para dissolução estaria pronto na próxima semana, só poderia ser no fim de Dezembro praticamente e o Marcelo, e bem quanto a mim, não as quer marcar nas festividades, marcando-as, a acontecerem, para o inicio do próximo ano. Editado 25 Outubro 2021 por HappyKing Compartilhar este post Link para o post
Petar Musa Publicado 25 Outubro 2021 Citação de doom_master, há 13 minutos: Janeiro, segundo o Marcelo. Deve esticar lá para Fevereiro, para dar tempo aos partidos com assento parlamentar, que têm congressos nas próximas semanas, de ser organizarem: PSD, CDS e Chega Compartilhar este post Link para o post
Ticampos Publicado 25 Outubro 2021 https://sicnoticias.pt/pais/2011-03-23-parlamento-chumba-pec-4 Um pouco de historia politica. Compartilhar este post Link para o post
Ticampos Publicado 25 Outubro 2021 Citação de Gorki, há 1 minuto: Completamente de acordo com o posicionamento do PCP. Coerente e sério. Fossem todos os partidos assim. Tenho que admitir que sim. Mesmo sabendo que como ponto de partida nao votarei neles nunca. Sao o partido mais consistente com as suas opinioes proprias. Compartilhar este post Link para o post