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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Citação de joe, há 45 minutos:

 

Assim por curiosidade, fazes ideia de quanto seriam os custos de manutenção, seguro e afins para uma 125 tipo Honda PCX? Tenho metro à porta de casa e demoro uns 25min a chegar ao trabalho, em que metade é feito no metro e o resto é a pé, mas a subir uma das ruas mais f*didas de Lisboa (Martim Moniz à Graça).

Já estou habituado a fazer isto a pé todos os dias, mas anteontem fui a uma futebolada à noite e no dia seguinte nem me apetecia sair de casa só de imaginar a subida.

 

Tenho pensado em arranjar mota, mas não sei se os gastos compensam a comodidade + o tempo que pouparia, que seria uns 20min por dia.

Com uma 125 não tens qualquer tipo de imposto de circulação como também não serás abrangido pelas inspeções.

Não tenho 125 mas um colega meu paga cerca de 80€ por seguro anual. Consumos deverá rondar os 2l/2.3l por aí.

Revisões: varia imenso onde vás. Obviamente que se fores a casas conceituadas irás pagar mais um bocado. Se tiveres algum jeito poderás até fazer tu próprio, é fácil de fazer. Para teres uma ideia numa casa conceituada:

https://ibb.co/kMpZfNV

Tens ai revisões de 150€ mas é normal, é quando se muda a correia. O @RoMbA tem uma, deve conseguir ajudar-te mais um bocado.

Ter atencao que ao comprar moto, não gastes todo o teu orçamento na mota. Tens de comprar material de proteção que é essencial: capacete integral (não compres daqueles abertos um dia tens um azar e lá se vai os dentes todos, casaco (se for daqueles de duas estações, que podes tirar e meter o forro térmico ficas com um casaco para todo o ano - embora que no verão vais sempre sofrer mais um bocado, existe casacos próprios para o verão) e por último luvas ( eu tenho uma da alpinestars curtas mas para os dias de frio e inverno comprei umas do Lidl, 15€ e são excelentes!). Se queres investir o mínimo mas sem ter material tosco aconselho a ires ao site outletmoto que tem bons preços.

SE vires que o teu orçamento disponível não dá para a PCX + o equipamento, vê as CBF 125 da Honda que ainda melhora os consumos, já vi a fazerem 1.7l 😅

Editado por Alonso.
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Sem estar dentro do negócio das gasolineiras eu diria que a margem deles vai baixar. Com o aumento do preço do petróleo elas vão ficar mais comprimidas mesmo com o aumento de preços. As margens deles irão aumentar é quando o preço do petróleo começar a descer.

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Ao nível de produtos alimentares isto está cada vez pior. Subiu tudo em Janeiro e em breve vai voltar a subir, a maioria das empresas já estão a avisar.

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Citação de Alonso., há 7 minutos:

Com uma 125 não tens qualquer tipo de imposto de circulação como também não serás abrangido pelas inspeções.

Não tenho 125 mas um colega meu paga cerca de 80€ por seguro anual. Consumos deverá rondar os 2l/2.3l por aí.

Revisões: varia imenso onde vás. Obviamente que se fores a casas conceituadas irás pagar mais um bocado. Se tiveres algum jeito poderás até fazer tu próprio, é fácil de fazer. Para teres uma ideia numa casa conceituada:

https://ibb.co/kMpZfNV

Tens ai revisões de 150€ mas é normal, é quando se muda a correia. O @RoMbA tem uma, deve conseguir ajudar-te mais um bocado.

Ter atencao que ao comprar moto, não gastes todo o teu orçamento na mota. Tens de comprar material de proteção que é essencial: capacete integral (não compres daqueles abertos um dia tens um azar e lá se vai os dentes todos, casaco (se for daqueles de duas estações, que podes tirar e meter o forro térmico ficas com um casaco para todo o ano - embora que no verão vais sempre sofrer mais um bocado, existe casacos próprios para o verão) e por último luvas ( eu tenho uma da alpinestars curtas mas para os dias de frio e inverno comprei umas do Lidl, 15€ e são excelentes!). Se queres investir o mínimo mas sem ter material tosco aconselho a ires ao site outletmoto que tem bons preços.

SE vires que o teu orçamento disponível não dá para a PCX + o equipamento, vê as CBF 125 da Honda que ainda melhora os consumos, já vi a fazerem 1.7l 😅

Confirmo, pagava 60€ de seguro numa CB125F

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Citação de Banks29, Agora:

Regulação do mercado imobiliário e com a saída de cena dos proprietários a venderem/arrendarem sozinhos. Só assim o mercado pode começar a baixar aos poucos, até lá vai continuar a ser um festival de todos fazerem o que quiserem. 

 

Da última vez que houve uma regulação forte do mercado imobiliário, com o congelamento das rendas inventado no tempo da outra senhora e que durou até à década passada tivemos com consequência centros de cidades decrépitos, com casas a cair, inseguros, etc. Parece que já nos esquecemos.

Só tens duas formas justas de resolver os problemas no mercado imobiliário (1) aumentar a oferta através da implementação de políticas de habitação pública dignas de um país desenvolvido da UE e (2) criar políticas que atraiam pessoas para viver em zonas menos pressionadas. Tudo o resto que seja através de fixação de preços e coisas do género vai dar m*rda pela certa, como a história nos mostra.

Vou dar-te um exemplo: imagina que, por absurdo, numa determinada cidade há duas pessoas à procura de casa para arrendar, eu e tu e uma única casa disponível, do senhor A. Como só há uma casa, um de nós vai ficar a berrar, ou ambos, se a renda for demasiado alta para qualquer um de nós. Se o estado fixar um limite máximo às rendas, um de nós vai ficar a berrar, sem casa, na mesma. No entanto, com a redução da renda que pode cobrar, o senhor A vai, necessariamente pagar menos IRS porque tem menos rendimentos. O Estado não vai poder usar essa receita fiscal para ajudar aquele que de nós ficar sem casa. Agora, se o Estado resolver construir uma casa ao lado e arrandá-la ou criar condições para que um de nós vá viver para outro lado qualquer, o problema resolve-se.

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Citação de Banks29, há 12 minutos:

Regulação do mercado imobiliário e com a saída de cena dos proprietários a venderem/arrendarem sozinhos. Só assim o mercado pode começar a baixar aos poucos, até lá vai continuar a ser um festival de todos fazerem o que quiserem. 

 

A única forma de regular é estando lá dentro, é cada vez mais evidente. Ou crias alternativa pública ou não andas aqui a fazer nada.

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Citação de andriy pereplyotkin, há 1 minuto:

A única forma de regular é estando lá dentro, é cada vez mais evidente. Ou crias alternativa pública ou não andas aqui a fazer nada.

Amen.

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Citação de Alonso., há 16 minutos:

Com uma 125 não tens qualquer tipo de imposto de circulação como também não serás abrangido pelas inspeções.

Não tenho 125 mas um colega meu paga cerca de 80€ por seguro anual. Consumos deverá rondar os 2l/2.3l por aí.

Revisões: varia imenso onde vás. Obviamente que se fores a casas conceituadas irás pagar mais um bocado. Se tiveres algum jeito poderás até fazer tu próprio, é fácil de fazer. Para teres uma ideia numa casa conceituada:

https://ibb.co/kMpZfNV

Tens ai revisões de 150€ mas é normal, é quando se muda a correia. O @RoMbA tem uma, deve conseguir ajudar-te mais um bocado.

Ter atencao que ao comprar moto, não gastes todo o teu orçamento na mota. Tens de comprar material de proteção que é essencial: capacete integral (não compres daqueles abertos um dia tens um azar e lá se vai os dentes todos, casaco (se for daqueles de duas estações, que podes tirar e meter o forro térmico ficas com um casaco para todo o ano - embora que no verão vais sempre sofrer mais um bocado, existe casacos próprios para o verão) e por último luvas ( eu tenho uma da alpinestars curtas mas para os dias de frio e inverno comprei umas do Lidl, 15€ e são excelentes!). Se queres investir o mínimo mas sem ter material tosco aconselho a ires ao site outletmoto que tem bons preços.

SE vires que o teu orçamento disponível não dá para a PCX + o equipamento, vê as CBF 125 da Honda que ainda melhora os consumos, já vi a fazerem 1.7l 😅

Porra, ainda me vais por mesmo a andar de mota

Editado por Mica
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O meu problema com as motas e as bicicletas é que o para-choques sou eu mesmo. E eu gosto demasiado de mim para querer ser para-choques.

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Citação de Banks29, há 21 minutos:

Regulação do mercado imobiliário e com a saída de cena dos proprietários a venderem/arrendarem sozinhos. Só assim o mercado pode começar a baixar aos poucos, até lá vai continuar a ser um festival de todos fazerem o que quiserem. 

 

Não precisas regular. És o Estado numa economia de mercado. 

Lisboa tem quase 48 mil casas vazias que câmara quer pôr "a uso"

https://www.dn.pt/local/lisboa-tem-quase-48-mil-casas-vazias-que-camara-quer-por-a-uso-14489586.html

Expropriar, reformar, colocar no mercado de arrendamento a metade da média do mercado. De preferência no OLX e marketplace. Depois vês o que acontece ao mercado. 

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Citação de andriy pereplyotkin, há 12 minutos:

A única forma de regular é estando lá dentro, é cada vez mais evidente. Ou crias alternativa pública ou não andas aqui a fazer nada.

Ou seja, o Estado entrar forte no imobiliário?

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Citação de Ghelthon, Agora:

Ou seja, o Estado entrar forte no imobiliário?

Sim, porque não? Não vai resolver tudo, porque o espaço é finito e nem toda a gente "cabe" nas melhores zonas das cidades e porque neste momento temos uma escassez brutal de operários de construção civil qualificados e de materiais de construção que estão muito caros, mas ajudava e, no longo prazo, até poderia ser uma fonte de receita interessante para o erário público.

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Citação de Tio Hans, há 1 minuto:

Sim, porque não? Não vai resolver tudo, porque o espaço é finito e nem toda a gente "cabe" nas melhores zonas das cidades e porque neste momento temos uma escassez brutal de operários de construção civil qualificados e de materiais de construção que estão muito caros, mas ajudava e, no longo prazo, até poderia ser uma fonte de receita interessante para o erário público.

Não estava a rejeitar, estava apenas a confirmar que percebi bem a ideia.

Parece-me bem, sim. Especialmente assumindo que a ideia é ter margens de lucro reduzidas, apenas para cobrir custos e fazer mexer o mercado, contra os privados em que o objectivo é apenas esse.

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Citação de Ghelthon, há 2 minutos:

Não estava a rejeitar, estava apenas a confirmar que percebi bem a ideia.

Parece-me bem, sim. Especialmente assumindo que a ideia é ter margens de lucro reduzidas, apenas para cobrir custos e fazer mexer o mercado, contra os privados em que o objectivo é apenas esse.

Não demonizes os privados. Se tu quisesss vender uma casa não ias tentar vender pelo maior valor possível?

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Citação de Tio Hans, há 1 minuto:

Não demonizes os privados. Se tu quisesss vender uma casa não ias tentar vender pelo maior valor possível?

Não estava propriamente a demonizar, é apenas factual.

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Citação de Tio Hans, há 2 minutos:

Não demonizes os privados. Se tu quisesss vender uma casa não ias tentar vender pelo maior valor possível?

para não falar das mais valias que depois têm que pagar

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Citação de andriy pereplyotkin, há 1 minuto:

A única forma de regular é estando lá dentro, é cada vez mais evidente. Ou crias alternativa pública ou não andas aqui a fazer nada.

O problema não é alternativas públicas, é a falta de poder que essas alternativas públicas tem sobre o mercado imobiliário. Impic é uma empresa do estado que literalmente não serve para nada, tu ligas ou mandas email e ninguém te sabe responder ao que eles próprios pediram ao certo. Só servem basicamente para cobrar mais € a malta das Imobiliárias sem fazerem um chaveto. Há mais mas nenhuma delas novamente tem algum poder para fazer o que quer que seja do mercado. O Governo tem de se mexer neste capítulo para começar aos poucos a regulamentar as coisas. 

Citação de Tio Hans, há 3 minutos:

Da última vez que houve uma regulação forte do mercado imobiliário, com o congelamento das rendas inventado no tempo da outra senhora e que durou até à década passada tivemos com consequência centros de cidades decrépitos, com casas a cair, inseguros, etc. Parece que já nos esquecemos.

Só tens duas formas justas de resolver os problemas no mercado imobiliário (1) aumentar a oferta através da implementação de políticas de habitação pública dignas de um país desenvolvido da UE e (2) criar políticas que atraiam pessoas para viver em zonas menos pressionadas. Tudo o resto que seja através de fixação de preços e coisas do género vai dar m*rda pela certa, como a história nos mostra.

Vou dar-te um exemplo: imagina que, por absurdo, numa determinada cidade há duas pessoas à procura de casa para arrendar, eu e tu e uma única casa disponível, do senhor A. Como só há uma casa, um de nós vai ficar a berrar, ou ambos, se a renda for demasiado alta para qualquer um de nós. Se o estado fixar um limite máximo às rendas, um de nós vai ficar a berrar, sem casa, na mesma. No entanto, com a redução da renda que pode cobrar, o senhor A vai, necessariamente pagar menos IRS porque tem menos rendimentos. O Estado não vai poder usar essa receita fiscal para ajudar aquele que de nós ficar sem casa. Agora, se o Estado resolver construir uma casa ao lado e arrandá-la ou criar condições para que um de nós vá viver para outro lado qualquer, o problema resolve-se.

Precisa de haver regulamentação, nos outros países elas existem, porque é que aqui tem de ser diferente ? E acho que estás a julgar mal porque acho que a população em geral iria reagir bem ao ajuste do mercado, menos os velhos que iam ver os seus 900€ mensais talvez a serem baixados. 

Novamente, no teu exemplo metes o Senhor A, esse Senhor A não devia existir no plano. A venda/arrendamento não devia ser algo que devia estar apenas nas mãos dos proprietários. Porque foi assim que isto começou, o Senhor A meteu a casa dele por 299€ a arrendar, o vizinho viu que tinha mais um tijolo que ele e meteu 300€, como o A não gostou vai que meteu 350€ e por ai a fora. Agora morar naquele prédio custa 800€ por casa quando estão numa zona de 350€ no máximo. 

Nos EUA por exemplo, todos os imóveis vão parar ao MLS(Major Listing system) os "brokers" podem angariar as casas, apenas casas muito especificas que o estado queria intervir/já há um comprador ainda sem ter ido ao mercado ou que mal vão para venda tenham contratos de exclusividade com um broker não vão parar a esse sistema. Todo o resto vai parar ao sistema, quer seja para vender ou arrendar, o proprietário só tem de estar presente para assinar os papéis. O próprio sistema cria uma fração de valor entre o qual o valor pode ser vendido/arrendado (mediante características, localização e afins). Os Senhorios/proprietários não deviam ter mão no mercado, tão simples quanto isto. Um sistema que fosse equilibrado, com regras e que fosse flutuando conforme as variantes ao seu redor iria melhorar imenso o mercado. 

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Se de hoje para amanhã entrassem 48 mil casas no mercado lisboeta com rendas entre os 200€ e os 350€, o mercado teria que reagir. E fazia questão de fazer as casas vegetar durante algum tempo, arrendando a conta gotas, para esmagar a tendência crescente do mercado. 

Editado por Che

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Eu sei que isto parece uma pergunta com resposta óbvia, mas qual é o incentivo do governo? Seria um investimento brutal com ganhos apenas a longo prazo. De onde vinha o dinheiro para isso?

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Citação de Puto Perdiz, há 36 minutos:

para não falar das mais valias que depois têm que pagar

E, em casos de casas arrendadas, dos impostos que pagaram sobre esse valor, juntamente com IMI, condomínio e da própria prestação da casa, caso a mesma tenha sido comprada com recurso a financiamento.

É muito bonito olhar para quem tem casas arrendadas e fazer contas aos rendimentos que se obtém desses imóveis considerando apenas o rendimento em si, sem qualquer despesa. 

Editado por André Sousa

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Citação de NIkeL, há 1 minuto:

Eu sei que isto parece uma pergunta com resposta óbvia, mas qual é o incentivo do governo? Seria um investimento brutal com ganhos apenas a longo prazo. De onde vinha o dinheiro para isso?

Dos contribuintes. O ganho seria o aumento do poder de compra e consequente qualidade de vida dos cidadãos, consequentemente mais dinheiro nas poupanças e lazer, mais dinâmica na economia. 

O Estado tem que decidir. As grandes cefalias tomam o rumo de Detroit, São Francisco, etc, ou, no limite, o rumo de Berlim, Barcelona, etc?

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Citação de Che, há 9 minutos:

Dos contribuintes. O ganho seria o aumento do poder de compra e consequente qualidade de vida dos cidadãos, consequentemente mais dinheiro nas poupanças e lazer, mais dinâmica na economia. 

O Estado tem que decidir. As grandes cefalias tomam o rumo de Detroit, São Francisco, etc, ou, no limite, o rumo de Berlim, Barcelona, etc?

Se vem dos contribuintes, tens que aumentar a carga fiscal. Vais ganhar poder de compra de um lado e perder do outro. Não sei, não fiz nenhum estudo, nem faço sequer ideia do tipo de investimento que seria necessário, mas parece-me que se querem "do nada" criar 50k habitações como falaste, isso parece-me envolver um investimento astronómico que não se consegue apenas "aumentando uns cêntimos a todos para se poupar euros para muitos".

Editado por NIkeL

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O que eu penso sempre nestas medidas que parecem "impossíveis" é que ninguém há uns anos esperava que um governo andasse a dar helicopter money às pessoas e aconteceu.

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Citação de NIkeL, há 5 minutos:

Se vem dos contribuintes, tens que aumentar a carga fiscal. Vais ganhar poder de compra de um lado e perder do outro. Não sei, não fiz nenhum estudo, nem faço sequer ideia do tipo de investimento que seria necessário, mas parece-me que se querem "do nada" criar 50k habitações como falaste, isso parece-me envolver um investimento astronómico que não se consegue apenas "aumentando uns cêntimos a todos para se poupar euros para muitos".

As casas não é preciso comprar. As reformas sim, mas nada que uma PPP não resolva 😬

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Citação de NIkeL, há 19 minutos:

Se vem dos contribuintes, tens que aumentar a carga fiscal. Vais ganhar poder de compra de um lado e perder do outro. Não sei, não fiz nenhum estudo, nem faço sequer ideia do tipo de investimento que seria necessário, mas parece-me que se querem "do nada" criar 50k habitações como falaste, isso parece-me envolver um investimento astronómico que não se consegue apenas "aumentando uns cêntimos a todos para se poupar euros para muitos".

O q o che quer dizer é q as casas já existem. Acho q tipo 15% do mercado são casas vazias

2% é habitação publica

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