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Tópico da Política, Ambiente e Economia

Publicações recomendadas

Citação de Jimpo, há 12 horas:

Um primo meu na Suiça que trabalha com desenho de electricidade (nos planos de arquitectura é ele que faz o desenho dos cabos para onde vao e quantos sao precisos), diz-me que ultimamente so tem trabalhado com novas fabricas ligadas à industria farmaceutica na Suiça, na zona francesa para os lados de Yverdon. 

Como é que um pais com salarios tao altos consegue ter industria? 

Porque é que eles podem investir nisto e Portugal nao? 

É uma indústria forte na Suíça, já. 135k trabalhadores, 5.7% do PIB. Também tem das maiores empresas da área, como a Novartis e a Roche.

Isto para dizer que é mais fácil investir quando já dominas.

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PCP a dar tudo na distribuição de panfletos. Encontrei o João Ferreira, a Paula Santos acho eu, e pelo menos outro gajo que  também é dos mais conhecidos mas não sei o nome dele. Ia com pressa, não tive a reparar, só me chamou a atenção o João.

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Citação de HappyKing, há 9 horas:

Com que então o senhor Marcelo andou a condicionar as opções editoriais no grupo do JN/DN e afins? Que segundo mandato de luxo. 

Segundo mandato porque é quando as coisas têm vindo para fora 

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Citação de Petar Musa, há 1 minuto:

Segundo mandato porque é quando as coisas têm vindo para fora 

Neste caso aqui acho foi mesmo no segundo machado porque este novo presidente do Grupo que o acusou só entrou há pouco tempo.

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Citação de whatever, há 15 horas:

É impressionante a quantidade roupa de boas marcas inglesas, francesas e italianas que é feita em Portugal. Agora também me pergunto por onde andará a média dos ordenados destes operários fabris.

Mínimo.

E olha que a margem de lucro é enorme. Sei de 2 casos próximos de mim.

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Cai mal a Montenegro o casaco do avô

Presta-se à comparação quem ressuscita uma coligação com 40 anos. E ela é trágica para os três líderes. Só que Montenegro não queria uma PàF, porque ela é um embaraço. Tudo nesta versão vintage da AD sublinha a diferença abissal com a original: nada é novo, mobilizador ou natural. É o que acontece quando vestimos a roupa com que os nossos avós fizeram furor

Para responder mediaticamente o congresso do Partido Socialista, Luís Montenegro marcou, para domingo, o lançamento da Aliança Democrática (AD). A aliança entre o PSD e o CDS tem três boas razões para a acontecer: garantir o regresso do CDS ao parlamento, para que a IL e o Chega encontrem um competidor que seja fável para o PSD; começar o processo de transferência organizada de bons quadros do partido para o PSD, extinguindo com dignidade um dos partidos fundadores da democracia; e aproveitar todos os votos, que o método de hondt valoriza, de um partido que, apesar de tudo, ficou à frente do Livre e do PAN nas últimas eleições. Nada há mais para além disto. Nem alargamento, nem uma nova esperança, nem um regresso às origens. O problema é ter-se tentado fingir que esta coligação era o que não é.

Se, como Luís Montenegro tem anunciado, o PSD queria dar um sinal de abertura à sociedade civil e aos independentes, para alargar a base eleitoral para setores que votaram no PS, a escolha de Miguel Guimarães não podia ser mais absurda. Até Rui Moreira seria mais eficaz. O anterior bastonário da Ordem dos Médicos não representa apenas o pior do corporativismo nacional, que diz muito pouco à grande maioria dos portugueses. Não representa apenas a subversão da função das ordens profissionais num país onde elas têm um poder muito superior ao resto da Europa. Representou, durante a pandemia, a mais descarada instrumentalização política de uma organização de autorregulação, no mesmo momento em que o PSD de Rui Rio revelava um grande sentido patriótico. Miguel Guimarães não seduz ninguém que não seja, à partida, eleitor do PSD.

Compreende-se a vontade de Montenegro de aproveitar os problemas nas urgências hospitalares nesta altura do ano (é interessante revisitar o debate parlamentar sobre o tema, em janeiro de 2015, quando Paulo Macedo era ministro da Saúde) para falar do SNS. É natural que boa parte da campanha do PSD seja contra quem esteve no governo nos últimos oito anos. Mas seria de esperar uma ideia, uma proposta, qualquer coisa que se afirmasse pela positiva no tema que escolheram como central, quando se apresenta a candidatura. E isso não aconteceu. Não se pode passar uma intervenção a falar do adversário e, no meio dela, dizer, como disse Montenegro, que este “não é um movimento ressabiado”.

A política tem os seus momentos artificiais e o congresso do PS esteve cheio deles. Mas não basta Nuno Melo dizer que a AD é uma “lufada de ar fresco” para que sinta a briza desejada. Dirão que comparar Luís Montenegro, Nuno Melo e Gonçalo da Câmara Pereira a Francisco Sá Carneiro, Diogo Freitas do Amaral (ainda o tentaram apagar da fotografia) e Gonçalo Ribeiro Teles seria injusto. A queda de qualidade das lideranças e é geral. Mas, para além da coincidência dos dois últimos até já terem apoiado António Costa a dado momento das suas vidas, os outros partidos não foram buscar marcas ao baú. Usam as que sempre usaram. Tentar passar uma imagem de novidade e ressuscitar uma coligação com 40 anos é prestar-se à comparação, exibindo a ausência de presente e de futuro. Como manobra de marketing, é um desastre.

Se a artificialidade da nova AD não fosse evidente, a entrada do PPM deixaria isso claro. E tem um pequeno problema: Montenegro vai ter de fechar Gonçalo da Câmara Pereira, o homem que um disse que “as mulheres bonitas normalmente são burras”, numa masmorra real. Assumindo-se como “nacionalista”, o fadista aliou o PPM ao PVV (que, entretanto, se integrou no partido de Ventura), para oferecer uma barriga de aluguer ao Chega nas últimas eleições europeias (o “Basta!”). Não é fácil vender a ideia de uma coligação moderada contra o “radicalismo de Pedro Nuno Santos” e andar com estas companhias.

O PPM, que foi o partido com menos votos nas últimas legislativas (260), só entrou nesta coligação porque reclamou direitos sobre a marca. E isto chega para tornar evidente a artificialidade de uma AD que não é AD. É, quanto muito, uma PàF em versão desnatada, em que Passos passa a Montenegro e Portas passa a Melo. Só que Montenegro não queria a PàF. Se, como disse Nuno Melo, “a culpa não é de Passos Coelho e Portas; é de Costa e Pedro Nuno Santos", porque é que Costa é um ativo para o PS e a PàF um embaraço para o PSD?

O problema desta versão vintage da AD é tudo nela sublinhar a diferença abissal com a original: nada nela é novo, mobilizador ou natural. É o que acontece quando vestimos a roupa com que os nossos avós fizeram furor.

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Citação de Burkina2008, há 19 horas:

Alias esta ha alguns anos a acontecer o mesmo em shared services/financial services, multinacionais estao ha varios anos a transferir postos de trabalho do centro da Europa para Portugal que depois serve esses paises atraves de Hubs, dada a qualidade linguistica e de competencias da malta jovem em Portugal. Agora daqui a x anos nao duvido que esse trend desapareca porque se encontraram outros Hubs (em Africa por exemplo) que podem provide os mesmos servicos as multinacionais Europeias mas em vez de custarem 1000-1500 for FTE, custam 200-300. E esses paises em Africa vaoficar de bracos abertos e gratos por tal acontecer como nos fazemos c'a.

Já está a acontecer.

Adidas criou o centro de serviços partilhados no Porto há provavelmente 15 anos, no ano passado já começaram a despedir algumas funções de menor valor acrescentado / repetitivas para transferir para a Índia.

Relativamente ao teu exemplo acima, eu fiz isso, criei um Shared Service Center na Tunísia para centralizar algumas funções operacionais mais repetitivas. Têm boa mão de obra a sair da faculdade, falam bem inglês, francês e árabe, e são baratos. O próprio estado local dá apoios a empresas estrangeiras que se fixem lá.

Editado por Ego Sum

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Citação de Ego Sum, há 6 minutos:

Já está a acontecer.

Adidas criou o centro de serviços partilhados no Porto há provavelmente 15 anos, no ano passado já começaram a despedir algumas funções de menor valor acrescentado / repetitivas para transferir para a Índia.

Relativamente ao teu exemplo acima, eu fiz isso, criei um Shared Service Center na Tunísia para centralizar algumas funções operacionais mais repetitivas. Têm boa mão de obra a sair da faculdade, falam bem inglês, francês e árabe, e são baratos. O próprio estado local dá apoios a empresas estrangeiras que se fixem lá.

E há várias empresas a deslocar serviços para fora de PT. No IT, que é o que melhor conheço, estão a começar a montar-se na América do Sul e no leste da Europa.

 

 

O Montenegro está a tentar roubar votos ao PCP?

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"fável", "briza", já ninguém revê o que os comentadores publicam no Expresso?

Editado por whatever

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Citação de Petar Musa, há 1 hora:

O Montenegro está a tentar roubar votos ao PCP?

O título é bait em relação ao que está no vídeo. 

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Citação de Jimpo, há 23 horas:

Um primo meu na Suiça que trabalha com desenho de electricidade (nos planos de arquitectura é ele que faz o desenho dos cabos para onde vao e quantos sao precisos), diz-me que ultimamente so tem trabalhado com novas fabricas ligadas à industria farmaceutica na Suiça, na zona francesa para os lados de Yverdon. 

Como é que um pais com salarios tao altos consegue ter industria? 

Porque é que eles podem investir nisto e Portugal nao? 

Também há indústria farmacêutica em portugal e ganha-se bem para a realidade nacional. 

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Citação de smashing_pumpkin , há 12 minutos:

Também há indústria farmacêutica em portugal e ganha-se bem para a realidade nacional. 

Sim mas comparar a Roche, Novartis, etc, empresas que teem um revenue de 50 Billioes de Euros com a Bial que tem 300 milhoes ou seja 0,6% das maiores suicas 'e mais uma comparacao sem sentido

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Citação de Burkina2008, há 15 minutos:

Sim mas comparar a Roche, Novartis, etc, empresas que teem um revenue de 50 Billioes de Euros com a Bial que tem 300 milhoes ou seja 0,6% das maiores suicas 'e mais uma comparacao sem sentido

Nem estava a comparar, apenas a dizer que temos indústria farmacêutica. Não é propriamente a melhor área para perguntar porque é que portugal não tem ou não faz.

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Citação de smashing_pumpkin , há 18 minutos:

Nem estava a comparar, apenas a dizer que temos indústria farmacêutica. Não é propriamente a melhor área para perguntar porque é que portugal não tem ou não faz.

Dizer que Portuga tem industria farmaceutica quando nao tem nem uma das 100 maiores farmaceuticas do mundo...nem sei se nas 200 'e o mesmo que dizer que o Burundi tem industria automovel porque existe um empresa la que faz 1000 carros anualmente...

'E um pessimo exemplo...Portugal nao tem uma verdadeira industria farmaceutica mas sim duas empresas pequenas que vendem alguns medicamentos. Ter industria farmaceutica so tem os States, Alemanha, Franca, UK, Escandinavias, Suica, Japao, Coreia e India (sobretudo producao) o resto 'e miragem.

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Citação de whatever, Em 09/01/2024 at 18:59:

É impressionante a quantidade roupa de boas marcas inglesas, francesas e italianas que é feita em Portugal. Agora também me pergunto por onde andará a média dos ordenados destes operários fabris.

É o salario minimo, acredita lol

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Citação de HappyKing, há 1 hora:

O título é bait em relação ao que está no vídeo. 

Então é a SIC a dar um bom exemplo do porquê do estado não ter que se meter na CS privada 

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Citação de smashing_pumpkin , há 1 hora:

Também há indústria farmacêutica em portugal e ganha-se bem para a realidade nacional. 

A minha questão nao era por ai, mas acho que o Burkina nao percebeu

Estava a falar-se que Portugal nao conseguia ter industria, e dei o exemplo da Suiça que naquela zona onde tenho familiares estão a construir algumas fabricas para a industria farmaceutica. 

A minha questão era no sentido de nao perceber como é que estas empresas se instalavam num pais em que os salarios sao tao elevados + custos de criação de fabricas + terrenos onde sao instaladas. 

A unica vantagem que vejo é o posicionamento estratégico no centro da Europa. O resto sao so desvantagens em termos de €$.

Sao vantagens que o governo da em termos fiscais a estas empresas? Se for, porque é que nao conseguimos atrair industrias deste tipo?  

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Citação de Jimpo, há 56 minutos:

A minha questão nao era por ai, mas acho que o Burkina nao percebeu

Estava a falar-se que Portugal nao conseguia ter industria, e dei o exemplo da Suiça que naquela zona onde tenho familiares estão a construir algumas fabricas para a industria farmaceutica. 

A minha questão era no sentido de nao perceber como é que estas empresas se instalavam num pais em que os salarios sao tao elevados + custos de criação de fabricas + terrenos onde sao instaladas. 

A unica vantagem que vejo é o posicionamento estratégico no centro da Europa. O resto sao so desvantagens em termos de €$.

Sao vantagens que o governo da em termos fiscais a estas empresas? Se for, porque é que nao conseguimos atrair industrias deste tipo?  

Porque essas empresas nao foram criadas ontem, as farmaceuticas digo, foram criadas num mundo bastante diferente onde existia proteccionismo e nao existiam competencias em paises como Portugal. As farmaceuticas em especifico normalmente por razoes de R&D manteem a maior producao onde tambem fazem o research. Quando os medicamentos passam os 10 anos de "exclusividade" podem fazer outsourcing da producao, mas se o fizerem 'e normalmente para a India onde a producao e at'e o brainpower 'e bastante maior.

Agora porque e que nasceram servicos para essas empresas em localidades proximas parece-me bastante facil de perceber. Qualquer empresa que providencie manutencao/servico tem normalmente forca laboral local.

Em Portugal como nao existem essas "grandes" empresas tambem nao ha necessidade nem profitability nos servicos assessorios como referiste.

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O mercado de transferências de inverno político está mais animado que o futebolístico.

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Citação de lastdance, há 14 horas:

PCP a dar tudo na distribuição de panfletos. Encontrei o João Ferreira, a Paula Santos acho eu, e pelo menos outro gajo que  também é dos mais conhecidos mas não sei o nome dele. Ia com pressa, não tive a reparar, só me chamou a atenção o João.

O PCP faz isso desde que me lembro.

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Citação de Jamarcus, há 13 minutos:

O PCP faz isso desde que me lembro.

E regularmente, não só quando há eleições. 

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Partido político português em expansão procura colaboradores para preencher quadros necessários para validar as listas requeridas pelo Tribunal Constitucional para as Eleições Legislativas de 2024

Requisitos.

12º Ano (Mínimo)
Experiência Profissional de 4 a 5 Anos (Necessário);
Passado político (de preferência num partido de Direita)
Total ausência de escrúpulos;
Total ausência de moral ou ética;
Disponibilidade total para promover o ódio racial por dinheiro e/ou votos;
Capacidade para engraxar o ego do líder.


Oferece-se.

Salário adequado para as funções exercidas;
Progressão na empresa até ao lugar de vice-presidente caso o novo funcionário não incorra na ira do líder.

Envia a sua candidatura até dia 1 de Março para o e-mail [email protected]

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Quem vota no PSD como analisa o facto do PSD fornecer fachos para outros partidos? Acha positivo o partido limpar-se de fachos ou fica preocupado por votar num partido por onde andam fachos?

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Pela primeira vez em muitos anos vou voltar a votar PS, as sondagens são assustadoras e o sentimento entre pessoas também, existe uma minoria grande que acredita mesmo que a solução para portugal é o populismo, a demagogia, o ódio e a intolerância. Ora estas pessoas são as que estão mais mobilizadas a ir votar e o pior que pode acontecer é uma abstenção baixa nas próximas eleições, porque esta minoria vai ter mais força!

O discurso dos mesmo é sempre igual, repetem a cassete do seu líder e têm pouco poder argumentativo, uma perda de tempo conviver com pessoas dessas.

Acho que todos que não se reveem nisto têm de votar massivamente no PS ou no PSD, voltar ao voto útil para combater esta vaga de populismo bacoco.

Ninguém aqui partilha esta preocupação?

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