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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Citação de antifa, há 32 minutos:

Pagar meio milhão para viver num caixote fds lol

Pois. Com o que o homem ganhou no parlamento europeu, não me choca que tenha dinheiro para pagar o apartamento, mas eu nunca na vida comprava um buraco assim. btw, teve isenção de IMT a que propósito?

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Citação de antifa, há 38 minutos:

Pagar meio milhão para viver num caixote fds lol

É num condomínio de luxo no antigo quartel do Beato e tem 105 m2.

Maior que o do Ventura.

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105m2 e só um quarto? Que casa boa para meter entulho por todo o lado.

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Já agora a propósito da pergunta do @SAS_Robben ontem sobre o partido da Renata Cambra

 
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Porque precisamos de um novo partido à esquerda?

7 de Abril, 2025

Por Renata Cambra, porta-voz do Trabalhadores Unidos

A situação do país é cada vez mais insustentável para os trabalhadores e a juventude. Temos atualmente quase 2 milhões de pessoas a viver com menos de 632 euros mensais e, apesar de o desemprego e inatividade continuarem a ser os principais fatores de pobreza em Portugal, ter um emprego há muito que deixou de garantir a capacidade para cobrir as despesas essenciais. Em 2023, por exemplo, 9,2% das pessoas abaixo do limiar da pobreza tinha emprego e 6,5% tinha terminado a sua formação no ensino superior.

Com o custo de vida a subir e os salários a ficar para trás, as condições de vida degradam-se para milhares de trabalhadores. Num inquérito promovido pelo INE para o projeto Portugal Desigual, com o objetivo de avaliar a vulnerabilidade material e social das famílias, 15,7% dos inquiridos afirmou não ter capacidade financeira para aquecer a casa, 29,9% não tem possibilidade de fazer face a uma despesa inesperada e 35,4% é incapaz de pagar uma semana de férias.

Ao mesmo tempo que os salários e as pensões não são atualizados de forma a compensar o aumento dos preços da habitação e dos serviços e bens essenciais, os despedimentos coletivos vêm registando a maior subida desde a pandemia, estimando-se que em 2024 cerca de 8 mil pessoas tenham ficado sem trabalho, em particular nos setores da indústria transformadora e do comércio, com as mulheres a serem as mais afetadas. Também a precariedade aumentou, com 2024 a atingir o número mais alto de trabalhadores a recibos verdes dos últimos 6 anos.

A Aliança Democrática governa para os milionários

O governo da AD não só não responde à crise social e económica que enfrentamos, como continua a aprofundá-la com ataques diretos aos trabalhadores e aos serviços públicos, sempre em benefício dos grandes interesses económicos, sejam fundos imobiliários, bancos, gigantes da energia, grandes empresas de distribuição alimentar ou iniciativas privadas que pretendem fazer negócio à custa do desmantelamento dos serviços públicos de saúde, educação e transporte.

Desde a nova lei dos solos e da habitação, que apenas contribui para a corrupção; ou o caos lançado no SNS em benefício dos privados da saúde; mais a política extrativista para o Barroso; todos são exemplos de políticas para benefício dos grandes interesses económicos. Políticas essas sobre as quais o governo tenta desviar a atenção, focando-se em “percepções” e aproveitando um discurso anti-imigração. PS, Chega e Iniciativa Liberal não têm projeto alternativo, por isso Montenegro vai-se aguentando como primeiro-ministro.

Como ficou evidente nos 8 anos em que esteve no governo, o PS, com e sem Geringonça, nunca levantou um novo projeto para o país, não fortaleceu os serviços públicos, nem diversificou a economia, mas fez precisamente o oposto, colocando serviços como o SNS em colapso e centrando cada vez mais o país no turismo. Agora, o seu novo líder, Pedro Nuno Santos, para além de partilhar com o atual governo o mesmo projeto de país, reproduz até o discurso anti-imigração que o PSD tem querido copiar à extrema-direita, esbatendo cada vez mais as diferenças entre estes dois partidos.

Enquanto isso, a extrema-direita do Chega vive uma verdadeira crise, com caso após caso a surgir sobre o partido, do deputado que roubava malas no aeroporto ao deputado municipal pedófilo, passando pela deputada municipal corrupta de Loures e o novo caso de violação que envolve mais um deputado. De resto, tal como a Iniciativa Liberal, o Chega tem dificuldade em fazer oposição à AD de Montenegro no que toca aos problemas essenciais do país, querendo ambos tornar ainda mais agressivas as políticas do atual governo.

Não nos serve a esquerda de pantufas

Perante uma crise social, económica e política, com os trabalhadores e a juventude cada vez mais encurralados pela falta de condições de vida e de perspectivas de futuro, a esquerda parlamentar continua o seu caminho de aproximação ao centro, investida em  mostrar responsabilidade institucional e mais interessada em alimentar ilusões numa falsa solução progressista com o PS do que em apresentar um projeto alternativo e independente.

Não há nas direções do BE e do PCP o mínimo interesse no surgimento de uma alternativa que se proponha a lutar radicalmente contra o saque que PSD e PS promovem com a cumplicidade da extrema-direita, organizando o descontentamento dos trabalhadores e da juventude em torno de um plano de lutas que chame as centrais sindicais e os movimentos sociais a mobilizar-se para reivindicar um programa de resposta às suas necessidades mais urgentes. Também contra a extrema-direita a esquerda de pantufas resume-se a dar raspanetes no parlamento, em vez de organizar uma resposta unitária e combativa nas ruas.

Que o Bloco de Esquerda não desistiu de ser uma muleta do PS e anseia por novas Geringonças é evidente, como bem o demonstra a sua recente candidatura às autárquicas em Lisboa, que pretende “enfrentar a política de Carlos Moedas” coligando-se com o PS de Fernando Medina, igualmente responsável por políticas que favoreceram a especulação imobiliária, agravaram a exclusão social e tantos outros problemas que o partido diz combater. 

O desfase entre o que o BE apregoa e o que faz na prática e a sua falência enquanto projeto alternativo ao PCP expressam-se a todos os níveis, inclusive em questões de organização, como as queixas por parte de militantes relativas a falta de democracia interna e nepotismo ou o caso que recentemente se tornou público relativamente ao despedimento de funcionárias que se encontravam em licença de maternidade, ao qual o partido respondeu como uma verdadeira entidade patronal ou partido-empresa, afirmando que “não houve qualquer ilegalidade”.

O PCP, para quem o castigo pós-Geringonça foi maior, é mais cuidadoso em mostrar que continua de portas abertas ao PS, adotando normalmente um discurso de que projetos em comum entre os dois partidos são difíceis, para logo a seguir reafirmar a disponibilidade para, nas palavras de Paulo Raimundo, “convergir para dar resposta aos problemas das populações”, como se o PS não fosse co-responsável por eles. Mais grave do que as ilusões que o Partido Comunista Português alimenta no PS são as ilusões que vende sobre o regime e as suas instituições, reclamando constantemente que não faz falta mais do que fazer cumprir a Constituição para que todos os problemas dos trabalhadores e da juventude sejam resolvidos.

Na prática, isto significa que o partido com maior inserção na classe trabalhadora se dedica a ser um pilar do regime que nos esmaga com uma democracia de fachada, feita à medida para que os nossos governantes protejam os interesses e os lucros das grandes patronais. Além disso, como vem sendo habitual, o PCP e a CGTP não convocam nenhuma mobilização contra os ataques dos patrões e dos seus partidos, marcando greves esporádicas para cumprir calendário ou criar uma válvula de escape para o descontentamento de algum setor profissional, sem nunca aproveitar a sua influência para construir uma luta unificada. 

Precisamos de um novo partido dos trabalhadores, da juventude, dos imigrantes e oprimidos 

Mas, apesar da mansidão da esquerda parlamentar e centrais sindicais face aos ataques do governo e da extrema-direita, a contestação continua a fazer-se sentir em diferentes processos de luta. A vontade de resistir e lutar por melhores saídas expressa-se na quantidade e qualidade das greves que surgem ou nas corajosas mobilizações contra o lítio e contra o racismo e xenofobia. O que falta é um partido que dê força a estas mobilizações, que lute por um governo dos trabalhadores e que, tendo lugar no parlamento, use esse espaço para dar voz à força que existe na rua e não o contrário.

Um novo partido que, mais do que recusar as políticas de desmantelamento dos serviços públicos, lute, com os trabalhadores, por serviços públicos gratuitos e de qualidade e salários e pensões capazes de garantir uma vida digna; pela recuperação dos direitos laborais pré-troika e por um plano de habitação pública que devolva as cidades a quem nelas trabalha e estuda; exigindo a nacionalização de setores estratégicos, como a energia e os transportes, e enfrentando os multimilionários, através da taxação das suas grandes fortunas e da proibição dos offshores, canalizando esses largos milhões para investir em saúde, educação e habitação. Um novo partido que confie na força dos lutadores e não em acordos de bastidores ou pactos de regime.  

O Trabalhadores Unidos (TU) é este novo partido, que nasce da necessidade de criar uma ferramenta de organização coletiva para enfrentar as políticas do PSD, do PS e da extrema-direita, disposta a levar às últimas consequências as lutas avançadas pelos trabalhadores e a juventude, procurando fortalecê-las e unificá-las e apresentando um programa de combate e ruptura com os milionários que nos impõem planos de miséria; um partido que recusa viver de espalhar a ilusão de que tudo se pode resolver mediante a quantidade de lugares que ocupamos no Parlamento, mas que é capaz de usar esse espaço para dar mais força aos que lutam e resistem. 

Atualmente, estamos numa campanha para legalizar o TU como partido político, o que nos permitirá defender as nossas ideias e apresentar as nossas propostas em períodos eleitorais, chegando a mais pessoas. Precisamos do teu apoio. Junta-te a nós!

https://trabalhadores-unidos.pt/2025/04/07/porque-precisamos-de-um-novo-partido-a-esquerda/

 

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Citação de Tio Hans, há 45 minutos:

Pois. Com o que o homem ganhou no parlamento europeu, não me choca que tenha dinheiro para pagar o apartamento, mas eu nunca na vida comprava um buraco assim. btw, teve isenção de IMT a que propósito?

É precisamente essa a minha questão. Essa e a do prazo para declarar a compra à Entidade para a Transparência.

E que não se deixe passar entre os pingo da chuva os 1.5M do Pedro Duarte em acções que nunca tinham sido declaradas até agora, sendo que as foi acumulando entre 2012 e 2023.

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https://www.cgd.pt/Site/Saldo-Positivo/leis-e-impostos/Pages/novas-regras-imi-e-imt.aspx

Citação

 

Também estão previstas isenções mais específicas:

 

Prédios rústicos em zonas de intervenção florestal;

Prédios rústicos para exploração florestal e sujeitos a plano de gestão florestal;

Prédios que constituam investimento relevante no âmbito do Regime Fiscal de Apoio ao Investimento (RFAI);

Imóveis de Lojas com História;

Prédios urbanos cedidos por cooperativas de habitação e construção ou associações de moradores aos seus membros;

Prédios urbanos em reabilitação, localizados em áreas de reabilitação urbana ou construídos há mais de 30 anos;

Terrenos destinados à construção de habitação sem que haja decisão final no procedimento de controlo prévio para construção;

Prédios cuja decisão final no procedimento de controlo prévio para utilização habitacional ainda não tenha sido emitida;

Prédios urbanos ou frações autónomas, adquiridos, reabilitados ou construídos afetos ao Programa de Apoio ao Arrendamento (PAA)

Prédios com contrato de arrendamento para habitação celebrado antes do Regime do Arrendamento Urbano (RAU) desde que o arrendatário reúna pelo menos uma das seguintes condições:

Rendimento anual bruto corrigido inferior a cinco vezes o valor do salário mínimo nacional anual (4 350€ em 2025);

Idade igual ou superior a 65 anos;

Deficiência com grau de incapacidade igual ou superior a 60%

 

.

 

Há aqui alguns que podem ter sido aproveitados

 

 

Editado por kareca

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Metia dinheiro em como essas acções que o Pedro Duarte tem são da Microsoft.

Trabalhou lá desde 2011 até ir para o governo, era o habitual ministro Microsoft que todos os governos em Portugal têm de ter.

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Citação de Tio Hans, há 1 hora:

 btw, teve isenção de IMT a que propósito?

O condomínio está inserido num património de interesse público.  

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Citação de HappyKing, há 3 minutos:

O condomínio está inserido num património de interesse público.  

Grato

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Citação de challenger, há 10 minutos:

Metia dinheiro em como essas acções que o Pedro Duarte tem são da Microsoft.

Trabalhou lá desde 2011 até ir para o governo, era o habitual ministro Microsoft que todos os governos em Portugal têm de ter.

São.

Citação de HappyKing, há 7 minutos:

O condomínio está inserido num património de interesse público.  

Está? A que propósito?

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Citação de doom_master, Agora:

Está? A que propósito?

Não faço ideia mas é o que as noticias dizem como motivo para o ter efeito.  

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A que propósito é que o condomínio de luxo Beato Quarter seria considerado património de interesse público?

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Citação de doom_master, há 3 minutos:

A que propósito é que o condomínio de luxo Beato Quarter seria considerado património de interesse público?

Ministro dos Negócios Estrangeiros adquire imóvel de luxo no Beato por 580 mil euros a pronto - Últimas - Now

O imóvel foi adquirido no complexo do Antigo Convento do Beato, situado junto à zona ribeirinha de Lisboa e à Braço de Prata. Este edifício de luxo integra-se no Beato Quarter, um condomínio composto por cinco blocos de apartamentos que variam entre T1 e T5.

O imóvel adquirido por Paulo Rangel situa-se num edifício classificado como Património de Interesse Público, o que permitiu ao ministro beneficiar da isenção de IMT (Imposto Municipal sobre Transmissões). No entanto, o ministro pagou mais de 4640 euros de Imposto de Selo.

Sobre o Convento do Beato - O Novo Convento

1984. O Convento é classificado pelo IPPAR (Instituto Português do Património Arquitetónico) como “Património de Interesse Público”.

Editado por HappyKing

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Citação de doom_master, há 4 minutos:

A que propósito é que o condomínio de luxo Beato Quarter seria considerado património de interesse público?

(apagar - está explicado no post anterior)

Editado por Rdom

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Citação de Lebohang, há 1 hora:

Já agora a propósito da pergunta do @SAS_Robben ontem sobre o partido da Renata Cambra

 

 

Agora que saí do Mas é preciso um novo partido à esquerda a, de preferência um que seja eu a mandar 

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Citação de HappyKing, há 10 minutos:

Ministro dos Negócios Estrangeiros adquire imóvel de luxo no Beato por 580 mil euros a pronto - Últimas - Now

O imóvel foi adquirido no complexo do Antigo Convento do Beato, situado junto à zona ribeirinha de Lisboa e à Braço de Prata. Este edifício de luxo integra-se no Beato Quarter, um condomínio composto por cinco blocos de apartamentos que variam entre T1 e T5.

O imóvel adquirido por Paulo Rangel situa-se num edifício classificado como Património de Interesse Público, o que permitiu ao ministro beneficiar da isenção de IMT (Imposto Municipal sobre Transmissões). No entanto, o ministro pagou mais de 4640 euros de Imposto de Selo.

Sobre o Convento do Beato - O Novo Convento

1984. O Convento é classificado pelo IPPAR (Instituto Português do Património Arquitetónico) como “Património de Interesse Público”.

Portanto o Convento do Beato é classificado como património de interesse público. É normal um condomínio de luxo recém construído nele inserido estar também abrangido, ou esta foi uma situação pontual? É que sinceramente, o seu interesse público é nulo.

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Citação de doom_master, Agora:

Portanto o Convento do Beato é classificado como património de interesse público. É normal um condomínio de luxo recém construído nele inserido estar também abrangido, ou esta foi uma situação pontual? É que sinceramente, o seu interesse público é nulo.

Deve ser como o Rdom falou. Se prometeres "reconstruir" aquilo mantendo a fachada original ou algo do estilo deves ter direito a benefícios sendo esses um deles, assumo. 

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Citação de Mayday, há 6 horas:

Pqp é não pagar imposto.

 

Citação de doom_master, há 4 horas:

É precisamente essa a minha questão. Essa e a do prazo para declarar a compra à Entidade para a Transparência.

E que não se deixe passar entre os pingo da chuva os 1.5M do Pedro Duarte em acções que nunca tinham sido declaradas até agora, sendo que as foi acumulando entre 2012 e 2023.

 

Citação de HappyKing, há 4 horas:

O condomínio está inserido num património de interesse público.  

Não sei até que ponto terá sido essa a verdadeira razão da isenção de IMT ou se será assim aplicável de forma linear. Julgo ter lido noutra fonte que o imóvel tinha sido adquirido para revenda, sendo que por isso estaria isento de IMT caso essa revenda fosse no prazo de 1 ano. Compra um T1 a pronto por 580k e vende daqui a 6 meses por 650k+. Viva a especulação.

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Citação de Kawhi, há 4 minutos:

Imaginem votar no Livre 🤣

Seria tão mais produtivo para a discussão se elaborasses a tua opinião em vez desse post. 

(Não vou votar Livre). 

Editado por HappyKing

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Legislativas 2025, o Modelo que uso agora bateu todas as sondagens na Roménia e Austrália, quando o criei, que foi há uns dias, agora está a ser aplicado em Portugal. Ontem acertou nas autárquicas do Sri Lanka, a sondagem dava 62% para o vencedor, o meu modelo 46% e foi 43%. Próximo teste Albânia. 

GqZcGzdWcAEk57Q.png

Editado por Ticampos

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Eu acho extremamente difícil fazer previsões para as próximas eleições, devido à questão da abstenção. No limite, partidos com poucos deputados até podem ter menos votos em termos absolutos e mais deputados eleitos, se os eleitores que costumam ficar em casa e foram votar no ano passado voltarem ao normal.

  • Concordo! 1

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