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Tópico da Política, Ambiente e Economia

Publicações recomendadas

Citação de Vaart10, há 21 minutos:

Um tipo que diz não querer nada com a política, mas que aparece sempre a falar aos jornalistas quando há um fenómeno politicamente relevante. 

Cavaco, és tu?! 

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Gostava de saber por que razão ainda não se falou aqui da presidente da Junta da Costa de Caparica? 😏

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Citação de Peplin, há 3 minutos:

Gostava de saber por que razão ainda não se falou aqui da presidente da Junta da Costa de Caparica? 😏

Há fotos que comprovem que essa presidente existe?

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Citação de Petar Musa, há 24 minutos:

Há fotos que comprovem que essa presidente existe?

Claro!
 

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Citação de Peplin, há 21 minutos:

Claro!
 

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Citação de Su1, há 45 minutos:

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Tive de ampliar a imagem para perceber a piada. 🔍

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fdx o @Su1 está uma forma incrível. Está imparável 

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Não estava à espera de abrir um tópico de economia no trabalho e ver mamas

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Citação de Ego Sum, há 1 minuto:

Não estava à espera de abrir um tópico de economia no trabalho e ver mamas

Tem tudo a ver.

Fazem movimentar muito dinheiro, diariamente.

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Governo recua e só garante dois terços do salário a trabalhadores em layoff

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Governo recua e só garante dois terços do salário a trabalhadores em layoff
Num primeiro momento, o Ministério do Trabalho anunciou que trabalhadores receberiam 100% do salário bruto, mas afinal haverá corte. Segurança Social paga 80% desta despesa só nos primeiros 60 dias.

Spoiler

O Governo recuou e, ao contrário do que tinha sido prometido, os trabalhadores abrangidos pelo layoff simplificado vão receber apenas dois terços do salário bruto em vez de 100%. Além disso, a Segurança Social só paga 80% desta despesa nos primeiros 60 dias de redução do tempo de trabalho ou de suspensão dos contratos e, daí em diante, essa percentagem baixa para 70%.

Num primeiro momento, o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social (MTSSS) anunciou que, além de eliminar um conjunto de procedimentos para as empresas accionarem o layoff, o regime simplificado tinha condições mais positivas do que as do regime normal. Os trabalhadores teriam direito a 100% do seu vencimento normal ilíquido (em vez de dois terços), enquanto o empregador suportaria 20% do valor do salário do trabalhador (em vez de 30%) e a Segurança Social os restantes 80% (em vez de 70%).

Contudo, o Decreto-Lei 31-C/2026, publicado a 9 de Fevereiro, apenas simplificava o acesso ao mecanismo e não concretizava as restantes promessas.

Já nesta quinta-feira, o MTSSS anunciou que foi aprovado, e aguarda promulgação, um diploma que complementa “o regime de layoff simplificado para empresas em crise na sequência da tempestade Kristin”.

De acordo com a nota agora divulgada, a compensação retributiva a que os trabalhadores em layoff têm direito vai corresponder a "dois terços do seu salário bruto, desde que não exceda três vezes a Remuneração Mensal Mínima Garantida (2760 euros)”, sendo que “a remuneração nunca pode ser inferior ao salário mínimo nacional em vigor [920 euros]”.

Na prática, a solução reproduz o que está previsto no Código do Trabalho e trata-se de um recuo face ao que tinha sido prometido, dado que os trabalhadores terão um corte no seu salário.

A repartição dos encargos com estas remunerações também é diferente do que foi anunciado. Afinal, só nos primeiros 60 dias de layoff é que a Segurança Social assegura 80% da remuneração devida ao trabalhador, ficando a empresa responsável pelo pagamento dos restantes 20%.

“Após este período inicial, aplicar-se-á a habitual divisão de 70/30”, prevista na lei laboral.

O ministério liderado por Rosário Palma Ramalho sublinha que “esta medida transitória e excepcional garante maior sustentabilidade às empresas afectadas na sequência da tempestade Kristin, mantendo postos de trabalho e acelerando a recuperação económica das regiões afectadas”.

O Governo vem ainda esclarecer que o incentivo extraordinário à manutenção de postos de trabalho não é acumulável com o layoff, mas os dois apoios podem ser pedidos de forma sequencial. Quanto à isenção do pagamento de contribuições à Segurança Social, pode ser acumulada tanto com o incentivo à manutenção do emprego, como com o regime simplificado de suspensão de contratos.

 

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Citação de rcoelho14, há 25 minutos:

Governo recua e só garante dois terços do salário a trabalhadores em layoff

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O Governo recuou e, ao contrário do que tinha sido prometido, os trabalhadores abrangidos pelo layoff simplificado vão receber apenas dois terços do salário bruto em vez de 100%. Além disso, a Segurança Social só paga 80% desta despesa nos primeiros 60 dias de redução do tempo de trabalho ou de suspensão dos contratos e, daí em diante, essa percentagem baixa para 70%.

Num primeiro momento, o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social (MTSSS) anunciou que, além de eliminar um conjunto de procedimentos para as empresas accionarem o layoff, o regime simplificado tinha condições mais positivas do que as do regime normal. Os trabalhadores teriam direito a 100% do seu vencimento normal ilíquido (em vez de dois terços), enquanto o empregador suportaria 20% do valor do salário do trabalhador (em vez de 30%) e a Segurança Social os restantes 80% (em vez de 70%).

Contudo, o Decreto-Lei 31-C/2026, publicado a 9 de Fevereiro, apenas simplificava o acesso ao mecanismo e não concretizava as restantes promessas.

Já nesta quinta-feira, o MTSSS anunciou que foi aprovado, e aguarda promulgação, um diploma que complementa “o regime de layoff simplificado para empresas em crise na sequência da tempestade Kristin”.

De acordo com a nota agora divulgada, a compensação retributiva a que os trabalhadores em layoff têm direito vai corresponder a "dois terços do seu salário bruto, desde que não exceda três vezes a Remuneração Mensal Mínima Garantida (2760 euros)”, sendo que “a remuneração nunca pode ser inferior ao salário mínimo nacional em vigor [920 euros]”.

Na prática, a solução reproduz o que está previsto no Código do Trabalho e trata-se de um recuo face ao que tinha sido prometido, dado que os trabalhadores terão um corte no seu salário.

A repartição dos encargos com estas remunerações também é diferente do que foi anunciado. Afinal, só nos primeiros 60 dias de layoff é que a Segurança Social assegura 80% da remuneração devida ao trabalhador, ficando a empresa responsável pelo pagamento dos restantes 20%.

“Após este período inicial, aplicar-se-á a habitual divisão de 70/30”, prevista na lei laboral.

O ministério liderado por Rosário Palma Ramalho sublinha que “esta medida transitória e excepcional garante maior sustentabilidade às empresas afectadas na sequência da tempestade Kristin, mantendo postos de trabalho e acelerando a recuperação económica das regiões afectadas”.

O Governo vem ainda esclarecer que o incentivo extraordinário à manutenção de postos de trabalho não é acumulável com o layoff, mas os dois apoios podem ser pedidos de forma sequencial. Quanto à isenção do pagamento de contribuições à Segurança Social, pode ser acumulada tanto com o incentivo à manutenção do emprego, como com o regime simplificado de suspensão de contratos.

 

Então é mesmo para seguir o conselho do Ministro Manuel Castro Almeida e usar o salário do mês passado para gerir as suas necessidades após a tempestade e até depois dela passar porque com 70% do salário imagino que o que sobre vai servir para repor o telhado, pagar contas, comprar electrodomésticos novos, moveis novos, carro novo, etc. Isto após o anuncio dos 100% é novamente a marca de água deste governo AD: jogar com marketing, percepções e gestão de imagem constante do Montenegro e de alguns ministros e ficar bem na fotografia.

Volto a dizer o que disse antes, nunca como hoje ficou tão claro que deve urgentemente haver uma renovada conversa e muito séria sobre regionalização.

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Citação de Scirea, há 26 minutos:

Então é mesmo para seguir o conselho do Ministro Manuel Castro Almeida e usar o salário do mês passado para gerir as suas necessidades após a tempestade e até depois dela passar porque com 70% do salário imagino que o que sobre vai servir para repor o telhado, pagar contas, comprar electrodomésticos novos, moveis novos, carro novo, etc. Isto após o anuncio dos 100% é novamente a marca de água deste governo AD: jogar com marketing, percepções e gestão de imagem constante do Montenegro e de alguns ministros e ficar bem na fotografia.

Volto a dizer o que disse antes, nunca como hoje ficou tão claro que deve urgentemente haver uma renovada conversa e muito séria sobre regionalização.

Enquanto se continuar a gritar que regionalização só serve para criar mais tachos, nunca vais ter isso

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Citação de rcoelho14, há 8 minutos:

Enquanto se continuar a gritar que regionalização só serve para criar mais tachos, nunca vais ter isso

Basta ver o Chega em Lisboa e o Moedas por exemplo. Não é por ai que a conversa deve ir porque tachos há sempre em todo o lado. Mesmo a conversa parola do Chega nos cartazes de acabar com a corrupção é uma estupidez. Enquanto houver democracia (para não dizer humanidade) haverá sempre corrupção, temos é de ter os instrumentos para haver justiça e que ela seja aplicada. Caso contrário temos este sentimento de impunidade e de justiça para ricos e justiça para pobres que hoje em dia assola a nossa democracia. Mas a regionalização era fundamental ser discutida, apesar de achar que o Montenegro não tem coragem política (porque não tem coragem, ponto) para iniciar essa discussão.

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Citação de rcoelho14, há 1 hora:

Enquanto se continuar a gritar que regionalização só serve para criar mais tachos, nunca vais ter isso

Consegues mostrar que não? É que eu, quanto mais conheço do poder autárquico, mais me convenço que seria esse o resultado.

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Citação de Scirea, há 2 horas:

Volto a dizer o que disse antes, nunca como hoje ficou tão claro que deve urgentemente haver uma renovada conversa e muito séria sobre regionalização.

Se fosse a referendo possivelmente nem passava à custa das pessoas das grandes cidades e até de algumas pessoas das regiões mais beneficiadas pela regionalização que também votariam contra, com o argumento que eram mais tachos.
Pelo menos temos um presidente agora que mais facilmente deixaria isso acontecer que o anterior.
O Marcelo agora faz muitas falinhas mansas e floreados, mas na década de 90 foi o maior anti-regionalista do país.

Editado por Ticampos

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Parabéns ao deputado do PSD que usou o termo Chegolopitecus.

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Citação de Ticampos, há 57 minutos:

Se fosse a referendo possivelmente nem passava à custa das pessoas das grandes cidades e até de algumas pessoas das regiões mais beneficiadas pela regionalização que também votariam contra, com o argumento que eram mais tachos.
Pelo menos temos um presidente agora que mais facilmente deixaria isso acontecer que o anterior.
O Marcelo agora faz muitas falinhas mansas e floreados, mas na década de 90 foi o maior anti-regionalista do país.

Tenho serias dúvidas disso.

Lisboa e arredores talvez, o resto... 

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Citação de Axadrezado, há 52 minutos:

Tenho serias dúvidas disso.

Lisboa e arredores talvez, o resto... 

Nenhuma descrição disponível.

Tens razão, pior que Lisboa foi o interior todo, excetuando o Alentejo. Enfim. As pessoas não sabem muitas vezes no que estão a votar.

Editado por Ticampos

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O grande problema da Regionalização é que todas essas regiões são bastante artificiais, Portugal não é como a Espanha, França, Itália, Alemanha ou Países Baixos onde sempre houveram regiões historicamente definidas.

Veja-se p.e. essa mega região de Lisboa e Setubal. No papel talvez fizesse sentido, no terreno basta ver que Almada, Seixal, Barreiro, Moita, Montijo e Alcochete (toda a Margem Sul do Tejo portanto) estão mais ligados a Lisboa e os restantes a Setúbal, ou seja, na prática seria uma mega região artificial.

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Se o PS quiser voltar a ser governo só há uma prosa: apostar tudo na Ana Abrunhosa!

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No meio de tudo isto não esperava que a Ana Abrunhosa se tornasse a imagem de liderança num país que se sente à deriva. 

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