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Tópico da Política, Ambiente e Economia

Publicações recomendadas

Citação de Ticampos, há 1 hora:

1972 não, 1973 também foi e 1974 também seria se não houvesse revolução dos cravos. O desinvestimento na indústria foi o erro capital da terceira República. 

Da forma como falas, parece que já estamos na quarta temporada e ninguém me avisou. 

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Citação de Axadrezado, há 19 horas:

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Cara de quem está a perder as forças.

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Citação de lastdance, há 7 horas:

eu do que sei e li sobre o tema, o @Black Hawk que corrija, reduziu-se o analfabetismo, porque se abriram mais escolas, mas também de pior qualidade, acho que os professores nem eram professores sequer, podia ser qualquer pessoa. E quando comparado com os outros paises europeus, continuámos a ter uma taxa mais alta e não se fez assim tantos progressos como nos outros países. Posso estar errado, já li isso há algum tempo e tou a falar de cór.

Sobre a qualidade das infraestruturas não poderei falar e apesar de não ter feito investigação sobre a qualidade do ensino per se, quando andei na faculdade fiz uma série de entrevistas a habitantes da aldeia de origem dos meus pais, e de outras aldeias vizinhas, para uma cadeira de História do Tempo Presente. Já andei à procura, mas não encontrei os ficheiros nem o trabalho escrito, infelizmente.

De qualquer forma, lembro-me perfeitamente que, de uma forma geral, as pessoas que entrevistei e tinham cumprido a sua escolaridade durante esse período eram alfabetizadas, sim, mas estamos a falar de um nível de alfabetização impensável para os nossos atuais padrões.

A maioria não conseguia escrever uma frase inteira sem cometer pelo menos um erro gramatical e/ou apresentaram claras limitações no vocabulário. Muitas tinham uma grafia tosca e apenas apresentavam alguma destreza ao rubricar os seus nomes.

Uma minoria, mas ainda significativa, sabia ler, sim, mas quase ao nível de uma qualquer criança de seis anos que começa a aprender as letras - seria impensável para este grupo, por exemplo, conseguir ver um filme com legendas pois não conseguiriam ler as mesmas a tempo antes de desaparecerem da imagem.

Ao nível dos conhecimentos, muitos tinham memorizado nomes de escritores como Camões ou Pessoa, mas não conseguiam indicar um livro escrito por eles. Se conseguissem (e quase todos apontaram Os Lusíadas), a maioria não fazia ideia do tema do(s) livro(s), quanto mais alguma vez o terem lido.

Quase todos sabiam, por exemplo, o nome dos principais rios de Portugal e até de algumas das antigas colónias, sabiam dizer a ordem deles de norte para sul e vice-versa, mas à maioria, se lhes mostrasse um mapa, já só sabiam identificar o Douro, o Tejo, o Mondego e o Sado (e este porque sabiam que "o rio Sado é o único que nasce a sul e corre para norte", como vários me repetiram com citações exatamente iguais).

Abreviando isto para não me tornar maçador, o que notei em comum nestes indivíduos foi uma aprendizagem baseada na memorização. Por exemplo, a maioria sabia de cor a ordem das estações de caminhos-de-ferro entre Coimbra e Lisboa apesar de nunca ter andado de comboio.

Sabiam ler e escrever, mas com conhecimentos rudimentares de ambos. Como a minha mãe, que sabia o que eram uma vaca e uma faca, mas se lhe apresentasse uma destas palavras num papel ela não saberia dizer se eu queria beber leite ou cortar queijo; e quando ela precisava de escrever alguma coisa, fazia um texto inteiro sem qualquer sinal de pontuação. Pah, yah, considerava-se alfabetizada, mas só trinta anos depois de sair da escola, e por carolice minha que a fui ensinando aos poucos com muita paciência, é que a minha mãe aprendeu realmente a escrever em português.

Por outro prisma, muitos deles tiveram acesso a conhecimentos mais práticos, já numa perspetiva de os preparar para uma profissão futura.

De notar que isto foi uma amostra reduzida, no caso umas dezenas de indivíduos de aldeias na zona do Baixo Mondego, por isso não poderei extrapolar os dados para todo o país. É apenas uma curiosidade que decidi partilhar dada a discussão que se gerou.

PS: já agora, numa outra nota, não serve de nada analisar os números da taxa de alfabetização da população e tentar tirar conclusões dos mesmos sem contextualizações. Qual era a taxa de alfabetização noutros países de uma realidade semelhante à nossa, isto é, culturalmente, socialmente e geograficamente próximos do nosso? A taxa de alfabetização significava indivíduos com conhecimentos relevantes ou pessoas como as que referi acima? Não haverá outras variáveis que possam justificar o aumento dessa taxa de forma natural?

Isto é como com o tema do José Gomes Ferreira: há pessoas que julgam estar aptas a fazer análise histórica quando não dominam sequer os rudimentos da mesma. Não sabem interpretar fontes, não sabem fazer análise comparativa, não sabem cruzar informação... e depois chegam a conclusões enviesadas porque não sabem o que fazem.

Editado por Black Hawk
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Citação de Augusto, há 1 hora:

Da forma como falas, parece que já estamos na quarta temporada e ninguém me avisou. 

Há quem já esteja a preparar o quarto filme. 

Citação de Sandes., há 20 horas:

No mesmo congresso, não foi o único a defender Salazar e o estado novo

Aconselho ver também a thread do Jonet 

 

 

E o contrim ao que parece já assume uma solução governativa com o chega.

Onde isto está a Chegar... 

Como é que se pode preferir um tirano em situação alguma? O que se ganha em suposto nacionalismo (como se fosse uma coisa necessariamente positiva) , compensa a perda de liberdade e aumento da opressão? 

Editado por Ticampos
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Citação de Solero, há 1 hora:
 

Fds. Que falta de tudo.

 

Teve as respostas que mereceu.

Editado por HappyKing

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Citação de Black Hawk, há 37 minutos:

Sobre a qualidade das infraestruturas não poderei falar e apesar de não ter feito investigação sobre a qualidade do ensino per se, quando andei na faculdade fiz uma série de entrevistas a habitantes da aldeia de origem dos meus pais, e de outras aldeias vizinhas, para uma cadeira de História do Tempo Presente. Já andei à procura, mas não encontrei os ficheiros nem o trabalho escrito, infelizmente.

De qualquer forma, lembro-me perfeitamente que, de uma forma geral, as pessoas que entrevistei e tinham cumprido a sua escolaridade durante esse período eram alfabetizadas, sim, mas estamos a falar de um nível de alfabetização impensável para os nossos atuais padrões.

A maioria não conseguia escrever uma frase inteira sem cometer pelo menos um erro gramatical e/ou apresentaram claras limitações no vocabulário. Muitas tinham uma grafia tosca e apenas apresentavam alguma destreza ao rubricar os seus nomes.

Uma minoria, mas ainda significativa, sabia ler, sim, mas quase ao nível de uma qualquer criança de seis anos que começa a aprender as letras - seria impensável para este grupo, por exemplo, conseguir ver um filme com legendas pois não conseguiriam ler as mesmas a tempo antes de desaparecerem da imagem.

Ao nível dos conhecimentos, muitos tinham memorizado nomes de escritores como Camões ou Pessoa, mas não conseguiam indicar um livro escrito por eles. Se conseguissem (e quase todos apontaram Os Lusíadas), a maioria não fazia ideia do tema do(s) livro(s), quanto mais alguma vez o terem lido.

Quase todos sabiam, por exemplo, o nome dos principais rios de Portugal e até de algumas das antigas colónias, sabiam dizer a ordem deles de norte para sul e vice-versa, mas à maioria, se lhes mostrasse um mapa, já só sabiam identificar o Douro, o Tejo, o Mondego e o Sado (e este porque sabiam que "o rio Sado é o único que nasce a sul e corre para norte", como vários me repetiram com citações exatamente iguais).

Abreviando isto para não me tornar maçador, o que notei em comum nestes indivíduos foi uma aprendizagem baseada na memorização. Por exemplo, a maioria sabia de cor a ordem das estações de caminhos-de-ferro entre Coimbra e Lisboa apesar de nunca ter andado de comboio.

Sabiam ler e escrever, mas com conhecimentos rudimentares de ambos. Como a minha mãe, que sabia o que eram uma vaca e uma faca, mas se lhe apresentasse uma destas palavras num papel ela não saberia dizer se eu queria beber leite ou cortar queijo; e quando ela precisava de escrever alguma coisa, fazia um texto inteiro sem qualquer sinal de pontuação. Pah, yah, considerava-se alfabetizada, mas só trinta anos depois de sair da escola, e por carolice minha que a fui ensinando aos poucos com muita paciência, é que a minha mãe aprendeu realmente a escrever em português.

Por outro prisma, muitos deles tiveram acesso a conhecimentos mais práticos, já numa perspetiva de os preparar para uma profissão futura.

De notar que isto foi uma amostra reduzida, no caso umas dezenas de indivíduos de aldeias na zona do Baixo Mondego, por isso não poderei extrapolar os dados para todo o país. É apenas uma curiosidade que decidi partilhar dada a discussão que se gerou.

PS: já agora, numa outra nota, não serve de nada analisar os números da taxa de alfabetização da população e tentar tirar conclusões dos mesmos sem contextualizações. Qual era a taxa de alfabetização noutros países de uma realidade semelhante à nossa, isto é, culturalmente, socialmente e geograficamente próximos do nosso? A taxa de alfabetização significava indivíduos com conhecimentos relevantes ou pessoas como as que referi acima? Não haverá outras variáveis que possam justificar o aumento dessa taxa de forma natural?

Isto é como com o tema do José Gomes Ferreira: há pessoas que julgam estar aptas a fazer análise histórica quando não dominam sequer os rudimentos da mesma. Não sabem interpretar fontes, não sabem fazer análise comparativa, não sabem cruzar informação... e depois chegam a conclusões enviesadas porque não sabem o que fazem.

Os meus avós também são desse tempo do "saber os rios de portugal". O meu avo acho que estudou à noite, para fazer a quarta classe, trabalhando de dia. Eles sabem ler e fazer contas, a minha bizavó, mãe desta minha avó, nem sabia assinar sequer, quanto mais ler. Das pessoas com quem falo, sendo de uma zona diferente, também a imagem que tenho é de que era muito decorar os rios, decorar os distritos e por ai fora.

Para quem perguntou pior em que sentido, era na qualidade do ensino, dado que referi que nem era reconhecida a profissao de professor ou algo assim (penso que isso foi no estado novo que mudou, provavelmente por terem aberto mais escolas), mas isto foi do que li sobre o assunto que tambem n foi muito. Se calhar antes a qualidade do ensino era pior ainda, o que queria dizer era que se fez muitas mas com pouca qualidade no ensino. Lá está, foi o que li sobre o assunto, pode estar errado.

E indo por outro caminho, para quem já leu Orwell ou escritores related, um dos pontos que ele aborda é precisamente que nesse tipo de regimes autoritários/totalitários não querem que a população aprenda muito, querem que aprenda o suficiente para o dia-a-dia, e não para grandes aventuras.

Tou um bocado cansado, devem tar ai umas gaffes ou alguma frase que não esteja muito legivel.

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Citação de lastdance, há 23 minutos:

E indo por outro caminho, para quem já leu Orwell ou escritores related, um dos pontos que ele aborda é precisamente que nesse tipo de regimes autoritários/totalitários não querem que a população aprenda muito, querem que aprenda o suficiente para o dia-a-dia, e não para grandes aventuras.

Isto tem uma ponta de verdade, certamente no tempo do Orwell e de ditadores como o Salazar, mas hoje em dia já não sei se é bem assim de forma generalizada, ver o caso da China actual, não me parece que queiram que a população não tenha acesso à educação.

Mesmo a União Soviética não acho que tivesse esse componente de anti-intelectualismo e manter a população inculta.

De qualquer maneira sei que tavam era a discutir o Estado Novo, foi um aparte que achei interessante. 

Editado por noikeee

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Citação de noikeee, há 14 minutos:

Isto tem uma ponta de verdade, certamente no tempo do Orwell e de ditadores como o Salazar, mas hoje em dia já não sei se é bem assim de forma generalizada, ver o caso da China actual, não me parece que queiram que a população não tenha acesso à educação.

Mesmo a União Soviética não acho que tivesse esse componente de anti-intelectualismo e manter a população inculta.

De qualquer maneira sei que tavam era a discutir o Estado Novo, foi um aparte que achei interessante. 

Tiananmen foi completamente apagada da historia da China e opositores internos que ate eram da cupula do partido e que defendiam uma Perestroika, como o Hu Yaobang foram completamente apagados da educacao tambem. Na URSS defendiam que nunca o homem teria pisado a Lua (pelo menos era o que ha 10 anos atras me disse a empregada moldava que tinhamos em casa a fazer as limpezas que ainda acreditava nessa teoria convictamente). Ha varios tipos de educacao e formas de doutrinar as pessoas e se tu ocultas a parte que nao te interessa e so ensinas a que queres, podes tornar uma pessoa culta em superficialidades mas que ignora as componentes mais importantes da sua formacao civica.

Editado por Ticampos

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Não disse que não havia propaganda e lavagem cerebral.. Óbvio que há senão não conseguiriam sobreviver como regimes autoritários.. 

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Um dos motivos pelos quais estamos a ser ultrapassados pelos países de leste/vindos de regimes comunistas é que o nível da educação foi sempre superior ao nosso

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Citação de Black Hawk, há 2 horas:

De qualquer forma, lembro-me perfeitamente que, de uma forma geral, as pessoas que entrevistei e tinham cumprido a sua escolaridade durante esse período eram alfabetizadas, sim, mas estamos a falar de um nível de alfabetização impensável para os nossos atuais padrões.

A maioria não conseguia escrever uma frase inteira sem cometer pelo menos um erro gramatical e/ou apresentaram claras limitações no vocabulário. Muitas tinham uma grafia tosca e apenas apresentavam alguma destreza ao rubricar os seus nomes.

Uma minoria, mas ainda significativa, sabia ler, sim, mas quase ao nível de uma qualquer criança de seis anos que começa a aprender as letras - seria impensável para este grupo, por exemplo, conseguir ver um filme com legendas pois não conseguiriam ler as mesmas a tempo antes de desaparecerem da imagem.

Penso que isso tudo não tem que ver tanto com a qualidade da escolaridade, mas mais com a uso do que foi aprendido. Deduzo que essas pessoas não tenham tido a necessidade de escrever mais do que duas linhas depois de terminarem os estudos. Ler, talvez só uma ou outra notícia no café.

Se fores a uma obra ou a uma estufa e fores fazer o mesmo exercício com pessoas à volta dos 40 é possível que tenhas resultados pouco melhores., podem ler mais depressa por causa das legendas dos filmes. Em termos de erros na escrita, é ir às redes sociais e ver como algumas pessoas escrevem. Só não são tão "brutos" como essas pessoas pelo motivo de vivermos numa sociedade onde é mais fácil chegar à informação escrita que antigamente.

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Citação de Plagio o Original, há 41 minutos:

Um dos motivos pelos quais estamos a ser ultrapassados pelos países de leste/vindos de regimes comunistas é que o nível da educação foi sempre superior ao nosso

Isso é questionavel, porque se comparares com outros paises perifericos mesmo do bloco de Leste, só nos vao ultrapassar no sec XXXV (ver Bulgaria)

O progresso economico tem muito mais que ver com a proximidade dos centros industriais e de decisao do que simplesmente da educacao

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Bem, alguns dos meus comentarios politicos de Facebook e Twitter comecaram a ser censurados e nem sao de opinioes politicas, apenas mapas e estudos como faco aqui. Alguma razao para isso? Compreendo que queiram lutar contra a desinformacao mas no momento em que comecem a ser demasiado picuinhas a liberdade de imprensa corre um risco.

Nenhuma descrição disponível.

https://dre.pt/web/guest/home/-/dre/163442504/details/maximized

Artigo 6.º

Direito à proteção contra a desinformação

1 - O Estado assegura o cumprimento em Portugal do Plano Europeu de Ação contra a Desinformação, por forma a proteger a sociedade contra pessoas singulares ou coletivas, de jure ou de facto, que produzam, reproduzam ou difundam narrativa considerada desinformação, nos termos do número seguinte.

2 - Considera-se desinformação toda a narrativa comprovadamente falsa ou enganadora criada, apresentada e divulgada para obter vantagens económicas ou para enganar deliberadamente o público, e que seja suscetível de causar um prejuízo público, nomeadamente ameaça aos processos políticos democráticos, aos processos de elaboração de políticas públicas e a bens públicos.

3 - Para efeitos do número anterior, considera-se, designadamente, informação comprovadamente falsa ou enganadora a utilização de textos ou vídeos manipulados ou fabricados, bem como as práticas para inundar as caixas de correio eletrónico e o uso de redes de seguidores fictícios.
--------------------------------------------------------------------------------------------
Isto foi aprovado ha menos de 1 mes.

Editado por Ticampos

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Citação de Ticampos, há 3 horas:

Bem, alguns dos meus comentarios politicos de Facebook e Twitter comecaram a ser censurados e nem sao de opinioes politicas, apenas mapas e estudos como faco aqui. Alguma razao para isso? Compreendo que queiram lutar contra a desinformacao mas no momento em que comecem a ser demasiado picuinhas a liberdade de imprensa corre um risco.

Nenhuma descrição disponível.

https://dre.pt/web/guest/home/-/dre/163442504/details/maximized

Artigo 6.º

Direito à proteção contra a desinformação

1 - O Estado assegura o cumprimento em Portugal do Plano Europeu de Ação contra a Desinformação, por forma a proteger a sociedade contra pessoas singulares ou coletivas, de jure ou de facto, que produzam, reproduzam ou difundam narrativa considerada desinformação, nos termos do número seguinte.

2 - Considera-se desinformação toda a narrativa comprovadamente falsa ou enganadora criada, apresentada e divulgada para obter vantagens económicas ou para enganar deliberadamente o público, e que seja suscetível de causar um prejuízo público, nomeadamente ameaça aos processos políticos democráticos, aos processos de elaboração de políticas públicas e a bens públicos.

3 - Para efeitos do número anterior, considera-se, designadamente, informação comprovadamente falsa ou enganadora a utilização de textos ou vídeos manipulados ou fabricados, bem como as práticas para inundar as caixas de correio eletrónico e o uso de redes de seguidores fictícios.
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Isto foi aprovado ha menos de 1 mes.

Aconteceu-me o mesmo quando coloquei este link para justificar o porquê do crescimento do PIB não ser um indicador da saúde económica de um país.

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Citação de Sumudica by Night, Em 26/05/2021 at 18:45:

Não é possível que em todo o partido não haja ninguém decente.

claro que é. Foram eles que trouxeram para cá a conversa de "venezuelização" de Portugal.

 

Eu acho estonteante que em todo o lado um Partido Liberal se posiciona, mais ou menos ao centro, tipicamente, entre o PS e o PSD lá do sítio (Macron, Lib Dems) mas cá o Partido Liberal é quase de Direita Radical, bem à direita quer de PSD, quer de CDS. Não se chamem liberais, fachavor. Um liberal não pode ser um radical. é o exacto oposto.

  • Concordo! 1

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Citação de IlidioMA, há 16 minutos:

claro que é. Foram eles que trouxeram para cá a conversa de "venezuelização" de Portugal.

 

Eu acho estonteante que em todo o lado um Partido Liberal se posiciona, mais ou menos ao centro, tipicamente, entre o PS e o PSD lá do sítio (Macron, Lib Dems) mas cá o Partido Liberal é quase de Direita Radical, bem à direita quer de PSD, quer de CDS. Não se chamem liberais, fachavor. Um liberal não pode ser um radical. é o exacto oposto.

A IL e libertaria.

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Citação de Ticampos, há 18 minutos:

A IL e libertaria.

pois, está mais por aí. Mas deviam deixar-se de tretas de "somos liberais" e quê. Não faz sentido nenhum este partido estar no mesmo Partido Europeu que o Macron. O Macron! O gajo mais ph neutro da Europa. Está no mesmo Partido Europeu destes quase guerrilheiros da Sierra Maestra ao contrário.

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Alguém aqui tem acompanhado a situação na Irlanda que teve o seu sistema de saude hackado e com ransomware?

https://www.bbc.com/news/world-europe-57184977

Só descobri isto hoje porque a minha empresa se voluntariou para ajudar

https://abcnews.go.com/International/10-days-ransomware-attack-irish-health-system-struggling/story?id=77876092

Que acontecimento brutal e nojento 

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O Lukashenko veio a terreiro anunciar que uma eventual intervenção armada contra ele irá desencadear uma nova guerra mundial. Nem sequer fez um esforço diplomático para amenizar a situação.

Parece aqueles putos da primária que metem-se com toda a gente no recreio porque têm um irmão mais velho que lhe protege as costas.

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A questão do que fazer com a Bielorrússia é complicada porque não duvido que uma acção mais musculada da UE, do género de bloquear e isolar ainda mais o país, impor uma no fly zone, whatever, teria como resposta a anexação daquele território pela Rússia com a desculpa da defesa dos interesses e cidadãos Russos, e isso não convém à UE. Apesar de tudo convém estar ali aquele buffer, que por muito ineficaz que seja não é logo a Rússia com tudo o que isso significa principalmente para os países vizinhos, especialmente a Lituânia que até são quem tem mais contacto com eles e para a Polónia, claro, com tudo o que historicamente e estrategicamente isso significa.

Editado por antifa

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Citação de andriy pereplyotkin, há 5 horas:

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Coimbra vai ter um dia/fds animado.

Perdoa-me a ignorância, mas o que é que vai acontecer este fds, por aí?

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