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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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E se os historiadores dão o alarme? Dêem ouvidos

 

Tal como, apesar das evidentes diferenças, se presta atenção aos médicos, aos meteorologistas, aos sociólogos, aos demógrafos ou aos muito mais omnipresentes economistas.

 

Os últimos anos não têm sido fáceis para a minha profissão — como não têm sido para ninguém, mas de uma maneira diferente. É que os historiadores, na medida em que é possível falar deles generalizadamente, gostam de ser pessoas circunspectas. Não na vida civil, onde os há para todos os gostos. Mas na prática historiográfica: seria capaz de apostar que entre os historiadores (e historiadoras) que me lêem, como professoras ou alunos, como escritores ou leitoras, como investigadores e pesquisadoras de vários tipos e graus, uma maioria já passou uma boa parte do seu tempo lançando dois avisos: “Não me peçam para julgar” e “Cuidado com as comparações”. Quanto ao primeiro, tive um professor que ao ensinar história da Inquisição nos dizia: “Se querem saber o que eu acho mesmo da Inquisição como cidadão e não como historiador, vão ter de me pagar um café fora da sala de aula.” Não quer isto dizer que estivesse a optar por uma saída fácil: há todas as razões para julgar (e condenar) a Inquisição. Mas tem também de haver um lugar para “entrar na cabeça” dos inquisidores, tanto quanto isso é possível, e esse lugar deve ser (também) a sala de aula de História — o que implica uma certa separação de papéis entre compreensão e condenação.

 

O problema, está claro, é que é impossível separar o historiador do cidadão — e, como em qualquer profissão, há deveres do cidadão que vêm antes de quaisquer outros. Passa-se isso agora com o segundo aviso. Eu, como muitos, passei anos a dizer “cuidado com as comparações” — nomeadamente, com as comparações entre a época do fascismo e a época presente. Mas fui vendo também, como muitos outros, que os paralelismos se tornavam mais fortes e evidentes. E a partir daí há que ir buscar à caixa de ferramentas algumas regras práticas que são — há que o assumir — bastante falíveis, das quais a mais importante será esta: quando não fazer as comparações em causa se torna um obstáculo maior à compreensão do que fazê-las, o historiador deve seguir em frente — sabendo que nenhuma comparação é perfeita mas que nenhuma compreensão histórica é concebível sem fazer comparações entre épocas distintas.

 

Para que se perceba bem onde quero chegar, a opinião de um historiador não tem mais legitimidade democrática do que a de qualquer outra pessoa. Mas é a opinião de alguém que passou muito do seu tempo fazendo comparações altamente subjetivas com dados muito diversos, da escassez à superabundância de fontes. E isso dá-lhe uma mistura de sensibilidade e experiência a que vale a pena prestar atenção. Tal como, apesar das evidentes diferenças, se presta atenção aos médicos, aos meteorologistas, aos sociólogos, aos demógrafos ou aos muito mais omnipresentes economistas.

 

Por isso, quando muitos historiadores nacionais e estrangeiros alertam para as semelhanças entre o que se está a passar hoje e o que se passou na época de entre guerras, não se perguntem só se eles e elas estão errados. Ou seja, perguntem-se isso, mas perguntem-se também se o mero facto de haver tantos historiadores a “quebrar o vidro em caso de alarme” não é por si só merecedor de devida nota. Se há historiadores que dão o alarme, dêem ouvidos. Não para acreditar acriticamente, mas também não para desdenhar.

 

Até porque, no fundo, ninguém gostaria mais de estar errado do que os historiadores que fazem essa comparação. De certa forma, ela é feita na esperança de vir a estar errada, ou pelo menos na esperança de persuadir as pessoas a agir para que a comparação possa vir a revelar-se errada. O historiador que dá o alarme está, de certa forma, a apostar contra si próprio. Se o seu plano de alerta der certo, a sua previsão dá errado. É chato, mas é melhor assim. Como em todas as profissões e vocações, não há melhor uso para o que pouco que se possa ter apreendido do que fazer qualquer coisa com isso quando é necessário. Como agora.

 

Rui Tavares

Editado por Black Hawk

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antifa, fusão e etc..., alguém me consegue explicar minimamente as diferenças a nível religioso, social, económico e político (na prática) entre Sunnitas e Shiitas?

Isso da diferença entre os sunitas e os shiitas tem mais haver com a sucessão do Maomé e da forma como fazem as orações

 

Os shiitas acreditam que o Imã Ali (genro do Maomé) devia suceder a Maomé e que a liderança do mundo muçulmano devia passar pelos descendentes do profeta já os sunitas não acreditam que a liderança devia ser hereditária

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fui parar ao r/the_donald acidentalmente, que bando de maluquinhos :lol:

 

deviam fechar a internet por uma semana ou duas para esta gente sair de casa e ver o mundo real

Tens que ir ao vastamente superior the_Dennis

 

E essa lei de Tennesse não me surpreende, infelizmente. Mas é preciso ter em atenção que se for de propósito continuam a ser responsáveis p'elos danos. O problema é a "subjetividade" que isso pode acarretar.

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Tens que ir ao vastamente superior the_Dennis

 

E essa lei de Tennesse não me surpreende, infelizmente. Mas é preciso ter em atenção que se for de propósito continuam a ser responsáveis p'elos danos. O problema é a "subjetividade" que isso pode acarretar.

 

mais outro que ve its always sunny :mrgreen:

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Por amor de Deus vejam os primeiros 2 minutos.

 

 

 

 

"The powers of the president to protect our country are very substantial and will not be questioned"

 

"This is a judicial usurpation of power"

 

"The President of the United States is correct 100%"

Editado por SAS_Robben

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moby Verificado

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2,519 gostos

315 comentários

after spending the weekend talking to friends who work in dc i can safely(well, 'accurately'...) post the following things: 1-the russian dossier on trump is real. 100% real. he's being blackmailed by the russian government, not just for being peed on by russian hookers, but for much more nefarious things. 2-the trump administration is in collusion with the russian government, and has been since day one. 3-the trump administration needs a war, most likely with iran. at present they are putting u.s warships off the coast of iran in the hope that iran will attack one of the ships and give the u.s a pretense for invasion. 4-there are right wing plans to get rid of trump. he's a drain on their fundraising and their approval ratings, and the gop and koch brothers and other u.s right wing groups are planning to get rid of trump. 5-intelligence agencies around the world, and here in the u.s, are horrified by the incompetence of the trump administration, and are working to present information that will lead to high level firings and, ultimately, impeachment. i'm writing these things so that when/if these things happen there will be a public record beforehand. these are truly baffling and horrifying times, as we have an incompetent president who is essentially owned by a foreign power. -moby

 

mobyleaks

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"Primeiro" tiro no pé da administração Trump: Michael Flynn demite-se.

 

Demitiu-se Michael Flynn, conselheiro de segurança de Trump

 

General não resistiu à pressão depois de ter dado "informações incompletas" sobre as suas conversas com o embaixador russo.

 

O conselheiro de Segurança Nacional de Donald Trump, Michael Flynn, demitiu-se no final desta segunda-feira. Em causa estão os contactos que estabeleceu com Moscovo, antes da tomada de posse de Trump e ter mentido ao vice-presidente Mike Pence sobre as conversas que teve com o embaixador russo em Washington sobre as sanções norte-americanas, em Dezembro.

 

Numa carta ao Presidente dos EUA, Flynn escreve que "inadvertidamente" passou ao vice-presidente (que à data não tinha ainda tomado posse) e outros membros da Administração “informação incompleta” “acerca das chamadas com o embaixador russo [sergei Kisliak]. A comunicação acrescentava o seu arrependimento e um pedido de perdão. "Apresentei as minhas desculpas sinceras ao Presidente e vice-Presidente”, lê-se no documento citado pelo Washington Post.

 

O caso ganhou maior visibilidade depois de na sexta-feira este diário ter noticiado mais pormenores das conversas, citando nove actuais e antigos responsáveis governamentais.

 

Antes destas declarações, Mike Pence e o porta-voz da Casa Branca, Sean Spicer, tinham defendido o conselheiro de Segurança Nacional, garantido categoricamente que as sanções contra a Rússia aplicadas nos últimos dois anos não tinham sido um dos pontos da conversa.

 

Em causa estão telefonemas, SMS e encontros entre Flynn e Sergei Kisliak nas semanas que antecederam a tomada de posse de Trump, a 20 de Janeiro. Pelo menos num telefonema interceptado pelos serviços de segurança Flynn abordou as sanções aprovadas nos últimos dois anos pelos EUA, após a anexação da Crimeira pela Rússia.

 

Esta revelação que obrigou o general a admitir que, ao contrário do que sempre dissera, não podia garantir com “100% de certeza” que o tema não tivesse sido mencionado nas conversas. Esta confissão irritou Trump e Mike Pence, que antes o tinha defendido em público. Moscovo mantém, no entanto, a afirmação que o seu embaixador nunca discutiu as sanções com Flynn antes de este ter tomado posse.

 

"Bode expiatório", diz ele

Pence terá dito a várias pessoas na Casa Branca que considera que Flynn lhe mentiu, diz o New York Times. O Departamento de Justiça temia que Flynn fosse vulnerável a chantagens por parte da Rússia.

 

@Público.pt

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Esse Sergei Kisliak era grande jogador no FM2007, não sabia que se tinha tornado embaixador. Quanto à noticia em si, creio que vamos assistir a mais do género nos próximos meses, quando se demitirem os outros que ainda acham que podem exercer alguma influência sobre o Trump para que este mude algumas das suas ideias.

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Esse Sergei Kisliak era grande jogador no FM2007, não sabia que se tinha tornado embaixador.

 

Espero que estejas a gozar. :mrgreen:

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Visitante

Espero que estejas a gozar. :mrgreen:

 

Tens-me assim em tão má conta? :o O jogador era bielorrusso, de qualquer forma :mrgreen:

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Por amor de Deus vejam os primeiros 2 minutos.

 

[youtubehd]lHusZDjesr4[/youtubehd

 

 

 

"The powers of the president to protect our country are very substantial and will not be questioned"

 

"This is a judicial usurpation of power"

 

"The President of the United States is correct 100%"

 

Dá-lhe tempo, deixa-os implementar as suas ideias, isto são só palavras e essas leva-as o vento. Que mania a tua de julgares antes de acontecer...

 

Queres apostar que daqui a uns meses, para uns já toda a gente falava e toda a gente via que isto ia acontecer, e para outros não dava para prever nada disto? É sempre assim.

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Acho que é triste quando dava para fazer com o presidente dos EUA o mesmo que se fez com o Balotelli aqui no CMPT, um tópico só para as suas "aventuras"

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Antifa, que me dizes desta conversa?

 

Pensava que apesar da situação deles ser obviamente frágil dá ideia que vai ser difícil atingirem um estado soberano, principalmente com o constante escárnio dos turcos (e a Rússia olhar para o lado) com a questão de unir os dois territórios conquistados no Norte da Síria (e portanto uma das razões para esta autêntica corrida a Al-Bab e provavelmente Raqqa em breve).

 

Btw, um artigo que neste reddit está a ser bem recebido (supostamente uma grande quantidade de informação que foi condensado por este gajo sueco (ou gaja, sei lá)). É sobre os SVBIEDs, que o Daesh usa numa espécie de kamikaze do secXXI

The History and Adaptability of the Islamic State Car Bomb

Editado por Lip McBoatface

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Tens-me assim em tão má conta? :o O jogador era bielorrusso, de qualquer forma :mrgreen:

 

Enganos todos temos. :mrgreen:

 

--------------------------

 

O Centeno garantiu hoje um défice de 2,1 % em 2016.

Editado por Peplin

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Dá-lhe tempo, deixa-os implementar as suas ideias, isto são só palavras e essas leva-as o vento. Que mania a tua de julgares antes de acontecer...

 

Queres apostar que daqui a uns meses, para uns já toda a gente falava e toda a gente via que isto ia acontecer, e para outros não dava para prever nada disto? É sempre assim.

 

Vou ser honesto e admitir que estava completamente errado em relação ao Trump. É um loose canon. É uma versão distorcida e disparatada daquilo que esperava ver num outsider.

 

Mas quero acreditar que a sua eleição terá efeitos positivos, nem que seja por expor a nu muitas das fragilidades políticas tanto no sistema americano como mundial.

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Antifa, que me dizes desta conversa?

 

Pensava que apesar da situação deles ser obviamente frágil dá ideia que vai ser difícil atingirem um estado soberano, principalmente com o constante escárnio dos turcos (e a Rússia olhar para o lado) com a questão de unir os dois territórios conquistados no Norte da Síria (e portanto uma das razões para esta autêntica corrida a Al-Bab e provavelmente Raqqa em breve).

 

Btw, um artigo que neste reddit está a ser bem recebido (supostamente uma grande quantidade de informação que foi condensado por este gajo sueco (ou gaja, sei lá)). É sobre os SVBIEDs, que o Daesh usa numa espécie de kamikaze do secXXI

The History and Adaptability of the Islamic State Car Bomb

A questão Curda vai ser A grande questão assim que a guerra na Síria e Iraque termine, ou pelo menos se restrinja ainda mais a certos territórios perdidos no deserto. Como vai agir a Russia, EUA e Turquia, essa é a dúvida. Irão os 2 primeiros países honrar os apoios que até agora deram ao YPG/YPJ e portanto ao seu braço politico PYD numa tentativa de federalizarão do Norte da Síria (O PYD não defende a ideia de um estado soberano)? É uma boa duvida. Ainda para mais quando agora já não são só os Curdos a lutar. Há mais de um ano que se fundou a SDF, Frente Democrática Síria, que junta vários grupos e tribos que se aliaram para combater o Daesh e outros grupos islâmicos, esses grupos são compostos por outras minorias étnicas e religiosas mas também por muitos Árabes. Como será essa relação entre todos assim que os combates terminarem? E ainda para mais depois junta-se a Turquia e o seu estranho Euphrates Shield, uma ofensiva de tropas regulares Turcas e grupos Árabes e Turcomanos que visa criar uma zona segura para os interesses Turcos no norte da Síria, combatendo tanto os Curdos e o Daesh. É um cenário muito confuso que se está ali a criar e que pode facilmente degenerar no próximo grande conflito militar da região.

 

A noticia do link, não sendo exactamente sobre isto mostra depois outra realidade dentro do Curdistão, neste caso o Iraquiano, que é que tudo o que levou à guerra civil curda dos anos 90 ainda se mantém actual. O Curdistão Iraquiano, ou parte dele, é um protectorado dos EUA, aliado à Turquia e regimes do Golfo e controlado, de raiz, pelo clã Barzani e o seu partido KDP. Não é de todo um regime que represente o povo Curdo, é um regime que dá jeito existir às potências da região já que é o seu rico e militarmente forte fantoche.

A moral dos Barzani e do KDP explica-se facilmente aliás pelo seu comportamento em relação a Sinjar, a "pátria" da minoria Yazidi, massacrada pelo Daesh. O KDP tinha como responsabilidade ajudar a proteger o monte Sinjar, mas quando o Daesh atacou os Peshmerga apenas retiraram sem dar luta abandonando os Yazidis à sua sorte, que hoje se sabe qual foi e basta lembrar os raptos em massa das suas mulheres e crianças. Devido a essa traição os Yazidis recorreram aos Curdos de Rojava para os ajudarem e estes, YPG/YPJ vieram em seu auxilio, treinaram milícias locais e finalmente, devido à pressão humanitária internacional, convenceram os EUA e depois de novo os Peshmerga a fazer uma ofensiva para libertar a região. A ofensiva aconteceu com sucesso e de novo os Peshmerga, o "exército" do KDP, tentou ser a unica força militar da região forçando as milícias de Rojava a abandonar, coisa que os Yazidis não permitiram com medo de uma nova traição. Até hoje essa situação se mantém mais ou menos na mesma. E se já não há propriamente Curdos de Rojava lá, os Peshmerga continuam a manter um autêntico bloqueio da região já tão martirizada apenas pelos Yazidis hoje defenderem ideias profundamente contrárias às do governo da região Curda no Iraque.

Editado por antifa

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Ricardo Robles indicado como candidato à Câmara de Lisboa pelos militantes do Bloco.

 

ricardorobles1.jpg?itok=NbxkhqJS

 

Marmelanço entre Cristas e Robles.

Editado por Woyzeck

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Bloco de Esquerda a apostar nas caras jovens para se tentar aproximar da juventude. A treinar as próximas manas Mortágua.

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Eu acho que é mais "deixa cá meter um gajo que ninguém conhece para não roubar votos ao Medina, para ver se entramos no próximo Governo com o PS".

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“Quanto mais via o entusiasmo do primeiro-ministro com os negócios das empresas da Venezuela, mais desconfiado eu ficava. Não me enganei”, diz Cavaco Silva, num excerto do livro, citado pela SIC Notícias.

 

Nunca se engana, e raramente tem dúvidas.

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