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Tópico da Política, Ambiente e Economia

Publicações recomendadas

Citação de Tio Hans, há 7 horas:

Eu percebo o que tu dizes, mas se não fossem as comissões de inquérito, tipos como o Vieira ou o Salgado nunca teriam sido acusados de nada. Esse argumento do "se há crimes, o MP que investigue" não cola.

Mas para além do show off, de que foram acusadoa/condenados?

Esses, Berardo e outros foram lá gozar o prato, e ninguém lhes toca.

Só contribuiram para a degradação da política em Portugal e para o crescimento dos grunhos porque "dizem umas verdades aos bandidos".

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Citação de Frank, há 15 minutos:

Mas para além do show off, de que foram acusadoa/condenados?

Esses, Berardo e outros foram lá gozar o prato, e ninguém lhes toca.

Só contribuiram para a degradação da política em Portugal e para o crescimento dos grunhos porque "dizem umas verdades aos bandidos".

O Salgado foi condenado a 8 ano de prisão efetiva.

 

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Citação de smashing_pumpkin , há 4 minutos:

O Salgado foi condenado a 8 ano de prisão efetiva.

 

Tens razão, com o circo político dos últimos meses, não tenho acompanhado esses casos, porque honestamente não há paciência.

O Pinho também foi finalmente condenado 🙏.

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Citação de smashing_pumpkin , há 42 minutos:

O Salgado foi condenado a 8 ano de prisão efetiva.

 

Pelos tribunais.

Não por um Big Brother político que agora com o Chega e a TVI, aquilo chegou a todo um novo nível 

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Mas para quem não vê TV, alguém pode fazer um resumo do que raio se passou na TVI? Estou mesmo a leste

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Citação de Sandes., há 1 minuto:

Mas para quem não vê TV, alguém pode fazer um resumo do que raio se passou na TVI? Estou mesmo a leste

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Citação de Sandes., há 42 minutos:

Mas para quem não vê TV, alguém pode fazer um resumo do que raio se passou na TVI? Estou mesmo a leste

 

Citação de antifa, há 41 minutos:

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Citação de Sandes., há 2 horas:

Mas para quem não vê TV, alguém pode fazer um resumo do que raio se passou na TVI? Estou mesmo a leste

Houve a CI com a mãe das gémeas e com o Ventura a carregar: divulga e-mails, a cara das miúdas, pega-se com o advogado porque este diz que o Ventura não está ali para esclarecer nada. O normal.

Depois teve a TVI: a Sandra Felgueiras como comentadora a enxovalhar a mãe das crianças; o jornalista brasileiro a humilhar a mãe das crianças. E os 2 pivots entusiasmadissimos com o "sangue" que era mostrado.

 

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Citação de Petar Musa, há 5 horas:

Houve a CI com a mãe das gémeas e com o Ventura a carregar: divulga e-mails, a cara das miúdas, pega-se com o advogado porque este diz que o Ventura não está ali para esclarecer nada. O normal.

Depois teve a TVI: a Sandra Felgueiras como comentadora a enxovalhar a mãe das crianças; o jornalista brasileiro a humilhar a mãe das crianças. E os 2 pivots entusiasmadissimos com o "sangue" que era mostrado.

 

Obrigado pelo daily reminder para continuar a não ver TV. Das melhores decisões da minha vida.

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O publico dá como certo a nomeação do costa para presidente do conselho europeu

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Citação de depina, há 3 minutos:

O publico dá como certo a nomeação do costa para presidente do conselho europeu

Pelo que li será uma solução idêntica à solução do presidente da assembleia da república, com mandato dividido. Ele ficará nos primeiros 2 anos e meio. 

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Citação de HappyKing, há 1 minuto:

https://expresso.pt/opiniao/2024-06-26-observador-a-verdade-a-que-temos-direito-537ea96d

Alguém consegue arranjar isto?

Há aqui potencial para um ataque aos amigos do @Petar Musa.

Observador: a verdade a que temos direito

A colaboração de Henrique Pinto Mesquita no “Observador” terminou depois de ter enviado um texto sobre Gaza, que o jornal recusou. Quando publicaram um artigo que defendia a teoria da “grande substituição”, escreveram que apenas vinculava o autor. E este? Na polémica sobre um texto racista de Fátima Bonifácio, em 2019, José Manuel Fernandes disse que o tempo em que certas opiniões não podiam ser publicadas tinha passado. Mudou de princípios

 

Henrique Pinto de Mesquita era colunista regular do “Observador”. Digo que era, porque a sua colaboração foi terminada pela direção depois de ter enviado o seu último artigo, que o jornal se recusou a publicar. Saiu no “Público”, o que nos permitiu conhecer os critérios editoriais do jornal digital. O artigo não viola a lei ou atenta contra qualquer valor fundamental ou o Estatuto Editorial do Observador. É até, que me perdoe o autor, banal. Diz que os palestinianos são humanos e que a nossa falta de empatia tem uma base racista. Apenas isto. A única razão para o “Observador” não o publicar é ser critica em relação a Israel e a quem o apoia neste momento.

Todos os jornais têm direito à sua linha editorial. Se este artigo banal viola a do “Observador” (em quê?), havia muitas possibilidades, tendo em conta que estamos perante um colunista regular: publicá-lo, sabendo-se que o jornal não se vincula a tudo o que é escrito; publicá-lo e a direção deixar clara a sua distância face ao seu conteúdo; publicá-lo e, depois disso, dispensar a colaboração, por se considerar que o colunista, apesar de ser de direita, está demasiado distante da linha editorial do jornal (que, na prática do Observador, é a mais afunilada de toda a nossa imprensa generalista); ou não o publicar e, consequentemente, dispensar o colaborador. A direção do jornal optou pela última, que é a mais radical. E não se percebe, ao ler o texto, porquê.

O jornal tem todo o direito, mas se a sua tolerância é tão baixa perante um texto tão banal, temos de concluir que os artigos de opinião que publica estão, pelo contrário, dentro do que consideram editorialmente aceitável. Isto inclui vários momentos negacionistas de Alberto Gonçalves, em plena pandemia; vários textos de Gonçalo Portocarrero de Almada, incluindo o que se dedicou a braquear as barbaridades da Inquisição; vários textos homofóbicos ou transfóbicos de diversos autores; ou o texto onde Lucas Claro defendia a teoria da “grande substituição”, muito cara à extrema-direita mais radical e mais violenta, que argumenta haver uma conspiração global para substituir a população branca e cristã por populações africanas e islâmicas na Europa ou hispânicas nos Estados Unidos.

Perante a opção de publicar o inenarrável artigo de Lucas Claro, José Manuel Fernandes, o guardião do mais monolítico espaço de opinião da imprensa portuguesa, justificou-se: “A publicação deste texto no Observador suscitou controvérsia, o que nos leva a esclarecer que os artigos publicados neste espaço de opinião apenas vinculam os seus autores e não podem ser confundidas com os nossos valores, claramente expressos – e assumidos, o que é raro em Portugal – no nosso Estatuto Editorial.”

Esta posição não bate certo com a opção de não publicar o texto de Henrique Pinto de Mesquita. Das duas uma: ou a nota de José Manuel Fernandes era verdadeira e houve um ato de censura com Pinto de Mesquita que fere a política do jornal; ou a ela é falsa e, ao contrário da tentativa de humanizar os palestinianos, a teoria da “grande substituição”, o negacionismo da covid ou a relativização dos crimes da Inquisição cabem dentro da linha editorial do jornal. Há, claro, uma terceira hipótese: não há regra alguma para além da arbitrariedade de José Manuel Fernandes.

O Observador é um projeto jornalístico e um projeto político. Tão político que é, desde a sua fundação, sustentado por mecenas ideológicos, apesar da sua comprovada inviabilidade económica. Pode mesmo dizer-se que José Manuel Fernandes é um liberal que nunca deu um cêntimo a ganhar a um acionista, o que não deixa de ser irónico. Nada disto é reprovável. Mas as regras têm de ser claras e transparentes, como ele se vangloria naquela nota por causa de um texto a todos os níveis inaceitável. E não são.

Não sei se se recordam da enorme polémica em torno do artigo de Fátima Bonifácio sobre ciganos e negros, que era de um racismo desconcertante. O jornal “Publico”, com uma linha editorial menos vincada, mas diferente da do “Observador”, tomou uma opção diferente desta: depois de publicar o artigo, o diretor do jornal escreveu um editorial a lamentá-lo e a distanciar-se, mas manteve a colaboração de Bonifácio. E teria, como tem o “Observador”, todo o direito de não o fazer ou de nem sequer ter publicado aquele texto. Desde que a isso correspondesse um critério editorial claro, o que não parece ser o caso da política do “Observador” com textos de opinião.

Qual foi a reação de uma das mais importantes colaboradoras e do próprio publisher do Observador? Num texto dramático, Helena Matos não fez a coisa por menos: o editorial do jornal onde Bonifácio teve a liberdade de continuar a escrever assinalava “o momento em que, em Portugal, se assumiu que vigora a ostraca”, avisando que “todos, a começar pelo diretor do Público, teremos a qualquer momento o nosso nome inscrito na lista dos que devem ser banidos” porque “a ditadura das causas exige-o”. Já José Manuel Fernandes escreveu que era “próprio de intolerantes que os puritanos decretem o banimento da historiadora do espaço público”.

A simples critica pública ao texto de Bonifácio deixou José Manuel Fernandes tão incomodado, que voltou ao tema num podcast. Acusou: “se pudesse voltar atrás [o diretor do “Público”] teria – a palavra é dura mas verdadeira – censurado o artigo”. Ou seja, teria feito o que José Manuel Fernandes fez, sem qualquer explicação pública, com Henrique Pinto de Mesquita. E elogiou-se a si mesmo por ter publicado um texto em que Fátima Bonifácio era atacada, dizendo: “o tempo em que certas opiniões não podiam ser publicadas só porque discordávamos delas é um tempo que eu julgava que fazia parte do passado”. Como se vê pelo seu comportamento, não faz. E, como no passado, José Manuel Fernandes prefere fazer as coisas com maior discrição, sem debate público nem reações.

O que caracteriza as ditaduras não é a reação indignada nas redes ou em editoriais. Isso é habitual em democracias. Nas ditaduras a censura faz-se assim, pela calada, sem polémicas, com despedimentos expeditos e discretos, enquanto se avia mais um texto sobre pluralismo e liberdade.

Disse, em 2019, José Manuel Fernandes: “O que me incomoda mesmo é ver que tão depressa se quer acabar com o direito a haver pessoas com ideias diferentes. O que me incomoda mesmo é que um jornal queira condenar Fátima Bonifácio ao silêncio”. Fátima Bonifácio continuou a ser colunista do Público. Já Henrique Pinto de Mesquita, que em nenhum momento violou o Estatuto Editorial do jornal, foi condenado ao silêncio no “Observador”. Porque José Manuel Fernandes mudou de princípios quando os que tinha deixaram de lhe dar jeito.

*O título é roubado a uma frase promocional do jornal “O Diário”, que era próximo do PCP e tinha um pluralismo semelhante (e igualmente legitimo) ao do “Observador”.

 
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O Observador, de há uns valentes meses para cá, inquinou completamente para a direita. Deixei de ouvir quando a Judite França começou a fazer campanha pelo Chega.

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Citação de Petar Musa, há 12 minutos:

O Observador, de há uns valentes meses para cá, inquinou completamente para a direita. Deixei de ouvir quando a Judite França começou a fazer campanha pelo Chega.

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Citação de Petar Musa, há 13 minutos:

O Observador, de há uns valentes meses para cá, inquinou completamente para a direita. Deixei de ouvir quando a Judite França começou a fazer campanha pelo Chega.

Essa teve uma boa mentora. A Ana Leal na TVI.

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Citação de challenger, há 1 minuto:

Essa teve uma boa mentora. A Ana Leal na TVI.

Então teve uma boa professora

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Citação de depina, Em 25/06/2024 at 14:24:

O publico dá como certo a nomeação do costa para presidente do conselho europeu

Agora tornou-se mais difícil. O Orban deve ter ficado com vontade de vetar a nomeação.

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