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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Citação de Thierry Henry, há 25 minutos:

Finalmente percebo a história dos votos no Chega dos "abandonados pelo sistema".

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Olhem aqui um post da esposa do Pepê, jogador do FC Porto. O abandono dos sistemas tradicionais como o 4-3-3 e o 4-4-2 deu nisto. 

Estão bem um para o outro. Que se juntem os 3 e que se metam longe daqui. 

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E depois dizem que os votantes deles não são burros 😂

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Estou a rever o comentário do Daniel Oliveira às 2 da manhã na SIC Notícias ele não pode mesmo com o LIVRE mas acaba por ter razão num ponto, três partidos de esquerda num espaço tão encolhido é desastroso, sobretudo para impedir a mais que provável viragem do PS à direita. 

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Citação de Petar Musa, há 1 hora:

O Carneiro é um cinzentão que não se importa de estremunhar e tentar o lápis azul se as coisas não lhe agradarem.

O PS se quer fazer alguma coisa, tem que sair dos Medinas, dos Carneiros, da Ana Catarina Mendes.

Arrisque numa coisa diferente, na Leitão por exemplo.

Correu bem com o PNS que ganhou ao Carneiro, não? A Alexandra Leitão também tem uma elevada rejeição popular, se ganhar em Lisboa é pelo agregar dos votos da esquerda e por o rival ser o Moedas. Se o Moedas ganha em Lisboa é outra que vai para as catacumbas. 

Citação de Tio Hans, há 40 minutos:

O Chega só vai deixar de crescer quando (1) quem governa meter este país a andar para a frente, (2) quando o Chega chegar ao poder e as pessoas levaram com o choque de realidade e começarem a ver o Chega como um partido do sistema ou (3) quando o Ventura se fartar disto e for substituído por um Pedro Pinto ou um Frazão da vida. Diria que (2) é a mais provável, infelizmente.

O Chega vai para o mesmo caminho da Itália e França, vai colocar a Rita Matias a liderar o partido quando o Ventura sair. 

Citação de Lebohang, há 5 minutos:

Estou a rever o comentário do Daniel Oliveira às 2 da manhã na SIC Notícias ele não pode mesmo com o LIVRE mas acaba por ter razão num ponto, três partidos de esquerda num espaço tão encolhido é desastroso, sobretudo para impedir a mais que provável viragem do PS à direita. 

A que horas foi isso? 

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Citação de Puto Perdiz, há 1 minuto:

O Chega vai para o mesmo caminho da Itália e França, vai colocar a Rita Matias a liderar o partido quando o Ventura sair. 

Eu não percebo como falam do Frazão ou do Pedro Pinto para líderes quando basta passar os olhos pelas redes sociais do partido para ver que a Rita Matias é a clara n°2 do Chega. 

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Citação de Lebohang, há 9 minutos:

Estou a rever o comentário do Daniel Oliveira às 2 da manhã na SIC Notícias ele não pode mesmo com o LIVRE mas acaba por ter razão num ponto, três partidos de esquerda num espaço tão encolhido é desastroso, sobretudo para impedir a mais que provável viragem do PS à direita. 

Quem se sentir a mais que saia do palco, o LIVRE quanto muito veio trazer soluções à esquerda e não problemas. Prova disso as subidas constantes no número de votos, que se calhar hoje podia ser numa dimensão maior não tivessem perdido 2 anos e meio com a Joacine.

Eu, como antigo eleitor do BE e do PS, nunca na vida votaria nestes enquanto mantivessem a Mariana Mortágua e o PNS. E no caso do BE será provavelmente irreversível porque não suporto a ambiguidade em determinados temas, especialmente se for uma posição qualquer dos EUA (mesmo o democrata).

Editado por Mica
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Citação de Lebohang, há 1 minuto:

Eu não percebo como falam do Frazão ou do Pedro Pinto para líderes quando basta passar os olhos pelas redes sociais do partido para ver que a Rita Matias é a clara n°2 do Chega. 

Acho que o Frazão também o pode ser, por acaso.

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Citação de Puto Perdiz, há 7 minutos:

A que horas foi isso?

02.08, por aí 

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Citação de Lebohang, há 3 minutos:

Eu não percebo como falam do Frazão ou do Pedro Pinto para líderes quando basta passar os olhos pelas redes sociais do partido para ver que a Rita Matias é a clara n°2 do Chega. 

Porque a Rita Matias é totalmente oca. 

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Citação de Tio Hans, Agora:

Porque a Rita Matias é totalmente oca. 

A Rita Matias de todo aquele bando parece-me ser a mais inteligente (o que não é muito difícil) e é a mais popular num segmento vital para o Chega que são os homens dos 18-35. E é mulher, o que fará entrar o Chega numa outra classe de votantes.

Muito honestamente parece-me ser a escolha óbvia para a sucessão do Ventura mas lembrem-se de algo deprimente: o Ventura é o líder político mais jovem da Assembleia da República, o homem só tem 42 anos. 

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Citação de Tio Hans, há 3 minutos:

Porque a Rita Matias é totalmente oca. 

Quando já tens o eleitorado conquistado, isso pouco importa.

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No meio de tudo o que já aqui escreveram, causa-me também alguma surpresa a grande "flutuação" do eleitorado. E que parece contrariar totalmente a teoria da correlação inversa entre abstenção e votos no Chega.

Excluindo votos da emigração, e arredondando à dezena de milhar, 2025 vs. 2024:

  • PSD+CDS: +140k votos
  • PS: -370k
  • CH: +240k
  • IL: +20k
  • BE: -150k
  • PCP+PEV: -20k
  • L: +50k
  • PAN: -40k
  • abstenção: +130k

Por muito que se tente fazer blocos de "transferências" de votos entre partidos, não dá. Há mesmo muitas pessoas que em 2024 votaram PAN, BE ou PS que ontem ficaram em casa. E que se calhar estão muito chocadas com a votação do Chega mas preferiram ficar em casa em vez de a contrariar.

E comparando 2025 vs. 2022 (porra, são só 3 anos) as variações ainda são mais surpreendentes:

  • PSD+CDS: +290k votos
  • PS: -850k
  • CH: +960k
  • IL: +60k
  • BE: -120k
  • PCP+PEV: -60k
  • L: +180k
  • PAN: =
  • JPP: +10k
  • abstenção: -470k

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Citação de Quan Chi, há 1 minuto:

No meio de tudo o que já aqui escreveram, causa-me também alguma surpresa a grande "flutuação" do eleitorado. E que parece contrariar totalmente a teoria da correlação inversa entre abstenção e votos no Chega.

Excluindo votos da emigração, e arredondando à dezena de milhar, 2025 vs. 2024:

  • PSD+CDS: +140k votos
  • PS: -370k
  • CH: +240k
  • IL: +20k
  • BE: -150k
  • PCP+PEV: -20k
  • L: +50k
  • PAN: -40k
  • abstenção: +130k

Por muito que se tente fazer blocos de "transferências" de votos entre partidos, não dá. Há mesmo muitas pessoas que em 2024 votaram PAN, BE ou PS que ontem ficaram em casa. E que se calhar estão muito chocadas com a votação do Chega mas preferiram ficar em casa em vez de a contrariar.

E comparando 2025 vs. 2022 (porra, são só 3 anos) as variações ainda são mais surpreendentes:

  • PSD+CDS: +290k votos
  • PS: -850k
  • CH: +960k
  • IL: +60k
  • BE: -120k
  • PCP+PEV: -60k
  • L: +180k
  • PAN: =
  • JPP: +10k
  • abstenção: -470k

A teoria da correlação é só o ser humano a tentar encontrar uma lógica para os números que tem à sua frente. Sempre fomos de padrões e sempre seremos.

Em relação a flutuações grandes, com 3 partidos a coisa pode aquecer, mas não é caso virgem. O Durão Barroso teve maioria absoluta com o CDS e 3 anos depois o Sócrates limpou as eleições com uma perna às costas.

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O Frazao também tem ar de encanto burros ainda por cima com aquele perfil de pai, catolico e que fez estudos. O povinho acredita bem nessas carinhas.

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Os brasileiros do Chega

Spoiler

Mulher, negra e imigrante. A brasileira que fez questão de ir às comemorações do Chega, partido de extrema-direita que elegeu 58 deputados para a Assembleia da República, é o retrato claro de parcela dos imigrantes que estão em Portugal e defendem, equivocadamente, políticas restritivas para quem vêm de fora com o intuito de construir uma nova vida no país.

Em um tom acima do normal, olhando para as câmaras das tevês, ela ressalta que é trabalhadora, que paga seus impostos, como se os demais imigrantes fossem vagabundos e só estivessem em território luso para se aproveitarem de benesses governamentais, como prega o líder do partido radical, André Ventura.

Como a brasileira — negra e imigrante —, muitos conterrâneos dela espalhados por Portugal depositaram nas urnas votos no Chega. Insuflados por mentiras e propagandas de incentivo ao ódio e à xenofobia, esses brasileiros acreditam que são imigrantes de primeira classe, que têm todos os direitos de estar em Portugal, enquanto os demais, sobretudo indianos, nepaleses, bengalis e paquistaneses, devem ser barrados e expulsos do território luso.

Esse pensamento impera tanto entre brasileiros que lavam privadas quanto entre endinheirados que dizem ter cruzado o Atlântico para desfrutarem da segurança em Portugal, mas, agora, “se veem ameaçados por imigrantes que têm provocado violência”, quando todos os números oficiais apontam que a criminalidade diminuiu no país. É um discurso fácil, que cola, especialmente quando não há um contraponto robusto para rebater as inverdades difundidas pelas redes sociais.

Em entrevista ao PÚBLICO Brasil, uma produtora cultural disse que fazia questão de votar nas eleições deste domingo (18/05) por acreditar que Portugal estava livre do fascismo que ela viu crescer do Brasil nos últimos anos e que a apavorou. Contudo, muitos brasileiros que vivem em terras portuguesas têm batido no peito e falado, em alto e bom som, que as propostas fascistas e anti-imigração do Chega — endossadas por 23% dos eleitores — são “muito bem-vindas”.

Não são apenas brasileiros que vivem em Portugal que apoiam o partido de André Ventura. Nas eleições de 2024, o Chega teve a maioria dos votos dos portugueses que moram no Brasil, a ponto de a legenda eleger um deputado no círculo fora da Europa. E, muito provavelmente, não será diferente neste ano — os resultados serão conhecidos nos próximos dias. Isso só confirma o quanto a indústria das fake news administrada pela extrema-direita é eficiente e está disseminada.

Portugal, onde se imaginava haver um cordão sanitário para barrar o extremismo de direita, está flertando com o perigo. E, ressalte-se, parte dos brasileiros, que formam a maior comunidade de imigrantes do país, tem contribuído para esse movimento perigoso, ao propagandearem mentiras.

Recentemente, um português açougueiro me disse que as principais fontes de informação dele eram grupos de WhatsApp administrados por cidadãos do Brasil, em que o discurso majoritário era sobre como “a esquerda estava destruindo Portugal ao defender a imigração”.

Impor regras para a imigração é do jogo, assim como integrar os imigrantes à sociedade em que vivem. Mas transformá-los em bandidos como arma eleitoral é inaceitável. E, pior, dá votos.

 

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Citação de JPB, há 19 minutos:

Acho que o Frazão também o pode ser, por acaso.

 

Citação de Jimpo, há 3 minutos:

O Frazao também tem ar de encanto burros ainda por cima com aquele perfil de pai, catolico e que fez estudos. O povinho acredita bem nessas carinhas.

Concordo, não conhecia o gajo e fiquei meio assustado ontem a ver o debate na RTP, tá muito bem treinado e passa a imagem de que é sério para os 90% da população que estão desatentos. Não tem o carisma do Ventura, mas este é uma personagem perigosa.

Infelizmente o Chega já não é unipessoal na pessoa do Ventura.

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Citação de rcoelho14, Agora:

Os brasileiros do Chega

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Mulher, negra e imigrante. A brasileira que fez questão de ir às comemorações do Chega, partido de extrema-direita que elegeu 58 deputados para a Assembleia da República, é o retrato claro de parcela dos imigrantes que estão em Portugal e defendem, equivocadamente, políticas restritivas para quem vêm de fora com o intuito de construir uma nova vida no país.

Em um tom acima do normal, olhando para as câmaras das tevês, ela ressalta que é trabalhadora, que paga seus impostos, como se os demais imigrantes fossem vagabundos e só estivessem em território luso para se aproveitarem de benesses governamentais, como prega o líder do partido radical, André Ventura.

Como a brasileira — negra e imigrante —, muitos conterrâneos dela espalhados por Portugal depositaram nas urnas votos no Chega. Insuflados por mentiras e propagandas de incentivo ao ódio e à xenofobia, esses brasileiros acreditam que são imigrantes de primeira classe, que têm todos os direitos de estar em Portugal, enquanto os demais, sobretudo indianos, nepaleses, bengalis e paquistaneses, devem ser barrados e expulsos do território luso.

Esse pensamento impera tanto entre brasileiros que lavam privadas quanto entre endinheirados que dizem ter cruzado o Atlântico para desfrutarem da segurança em Portugal, mas, agora, “se veem ameaçados por imigrantes que têm provocado violência”, quando todos os números oficiais apontam que a criminalidade diminuiu no país. É um discurso fácil, que cola, especialmente quando não há um contraponto robusto para rebater as inverdades difundidas pelas redes sociais.

Em entrevista ao PÚBLICO Brasil, uma produtora cultural disse que fazia questão de votar nas eleições deste domingo (18/05) por acreditar que Portugal estava livre do fascismo que ela viu crescer do Brasil nos últimos anos e que a apavorou. Contudo, muitos brasileiros que vivem em terras portuguesas têm batido no peito e falado, em alto e bom som, que as propostas fascistas e anti-imigração do Chega — endossadas por 23% dos eleitores — são “muito bem-vindas”.

Não são apenas brasileiros que vivem em Portugal que apoiam o partido de André Ventura. Nas eleições de 2024, o Chega teve a maioria dos votos dos portugueses que moram no Brasil, a ponto de a legenda eleger um deputado no círculo fora da Europa. E, muito provavelmente, não será diferente neste ano — os resultados serão conhecidos nos próximos dias. Isso só confirma o quanto a indústria das fake news administrada pela extrema-direita é eficiente e está disseminada.

Portugal, onde se imaginava haver um cordão sanitário para barrar o extremismo de direita, está flertando com o perigo. E, ressalte-se, parte dos brasileiros, que formam a maior comunidade de imigrantes do país, tem contribuído para esse movimento perigoso, ao propagandearem mentiras.

Recentemente, um português açougueiro me disse que as principais fontes de informação dele eram grupos de WhatsApp administrados por cidadãos do Brasil, em que o discurso majoritário era sobre como “a esquerda estava destruindo Portugal ao defender a imigração”.

Impor regras para a imigração é do jogo, assim como integrar os imigrantes à sociedade em que vivem. Mas transformá-los em bandidos como arma eleitoral é inaceitável. E, pior, dá votos.

 

Emigrantes de bem.

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Citação de noikeee, há 1 minuto:

 

Concordo, não conhecia o gajo e fiquei meio assustado ontem a ver o debate na RTP, tá muito bem treinado e passa a imagem de que é sério para os 90% da população que estão desatentos. Não tem o carisma do Ventura, mas este é uma personagem perigosa.

Infelizmente o Chega já não é unipessoal na pessoa do Ventura.

O Frazão é só fachada...

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Citação de Mica, há 14 minutos:

Quem se sentir a mais que saia do palco, o LIVRE quanto muito veio trazer soluções à esquerda e não problemas. Prova disso as subidas constantes no número de votos, que se calhar hoje podia ser numa dimensão maior não tivessem perdido 2 anos e meio com a Joacine.

Eu, como antigo eleitor do BE e do PS, nunca na vida votaria nestes enquanto mantivessem a Mariana Mortágua e o PNS. E no caso do BE será provavelmente irreversível porque não suporto a ambiguidade em determinados temas, especialmente se for uma posição qualquer dos EUA (mesmo o democrata).

*sigh*

A expressão é "quando muito"; porém, no contexto da tua frase, penso que, "quando menos", seria mais apropriado.

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Citação de noikeee, há 3 minutos:

 

Concordo, não conhecia o gajo e fiquei meio assustado ontem a ver o debate na RTP, tá muito bem treinado e passa a imagem de que é sério para os 90% da população que estão desatentos. Não tem o carisma do Ventura, mas este é uma personagem perigosa.

Infelizmente o Chega já não é unipessoal na pessoa do Ventura.

Isso mesmo

Parece mesmo ser fotocópia, deve estar a ser bem preparado

A Rita Matias, duvido que esteja lá para ser a seguir do Ventura, o papel dela é outra. Pode ser ela no dia que o Chega perder terreno, mas enquanto a imagem do Ventura funcionar, vai ser o Frazão a seguir

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Citação de Vaart10, há 4 minutos:

O Frazão é só fachada...

Novidade, são um partido só fachada

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Citação de Lebohang, há 23 minutos:

A Rita Matias de todo aquele bando parece-me ser a mais inteligente (o que não é muito difícil) e é a mais popular num segmento vital para o Chega que são os homens dos 18-35. E é mulher, o que fará entrar o Chega numa outra classe de votantes.

Muito honestamente parece-me ser a escolha óbvia para a sucessão do Ventura mas lembrem-se de algo deprimente: o Ventura é o líder político mais jovem da Assembleia da República, o homem só tem 42 anos. 

Mas é um homem doente.

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Citação de Lebohang, há 36 minutos:

Estou a rever o comentário do Daniel Oliveira às 2 da manhã na SIC Notícias ele não pode mesmo com o LIVRE mas acaba por ter razão num ponto, três partidos de esquerda num espaço tão encolhido é desastroso, sobretudo para impedir a mais que provável viragem do PS à direita. 

Eu fico com a sensação que há muita gente que não suporta que o Livre veio apresentar soluções em vez de vir fazer monte ou prestar vassalagem ao culto da Mortágua.

Já por várias vezes ouvi que o BE se foi esvaziando de pessoas de qualidade nos últimos anos, precisamente porque qualquer oposição ao grupo Catarina Martins/Mariana Mortágua era sentença de morte dentro do partido.

Não me surpreendia que sejam em parte os impulsionadores do crescimento do Livre (que também tem problemas para resolver, tem de se livrar da fama de partido unipessoal também)

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