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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Citação de Banks29, há 10 horas:

quem não transpira pela empresa 365 dias por ano.

Não chega, há que estar preparado para os anos bissextos.

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Citação de Ghelthon, há 4 minutos:

Não chega, há que estar preparado para os anos bissextos.

Verdade, ate me esqueci desses anos.

 

A do despedir sem motivos porque a dona maria se rejeitou a dar o pito ao patrão atrás da palete do leite no armazém, vai ser um belo embrulho 

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Citação de Banks29, há 58 minutos:

Verdade, ate me esqueci desses anos.

Sê honesto, não sabias que eles existiam.

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Citação de antifa, há 13 minutos:

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Engraçado é que se a Rita Matias tivesse realmente uma família com background conservador as despedidas de solteiro seriam invertidas: ele com os amigos na praia, ela e as amigas no bar de alterne

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Citação de Jimpo, há 2 minutos:

pro crl. quem é o humorista que anda a escrever o guiao? 

Casar grávida com um putanheiro não estava no meu bingo. 

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Citação de antifa, há 41 minutos:

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Olha q crl. Então ele foi passar a despedida com as primas, qual é o mal da Rita casar com um homem de família?

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Citação de antifa, há 1 hora:

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Tá me a meter nojo a imagem tar a ir para fora do padding da página 

E os fachos também 

Mas a imagem principalmente 

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Citação de antifa, há 1 hora:

 

Mais um mês e chega o grande dia da Ritinha. Casamentos à pressa para ocultar a barriga deve ser das coisas mais cristãs que fez.

Pode ser que aproveite o casamento para ver se lava o cabelo.

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Citação de antifa, há 1 hora:

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Namora com gajo da igreja:"ah, e tal. Não quero namorar e casar para me dedicar à política". Vai casar, alegadamente, grávida com um gatuno putanheiro. 

Citação de SAS_Robben, há 11 minutos:

Estou tão farto da palavra empreendedor pqp

Pensava que já tinha passado de moda. lembro me do tempo do Passos Coelho que só se falava nisso, até colocaram ou queriam colocar na disciplina de cidadania o empreendedorismo. Desapareceu o Zé do bater punho e vender pipocas no cinema para dar lugar ao pessoal do "muda o teu mindset" tipo o lakasas. 

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Citação de SAS_Robben, há 1 hora:

Estou tão farto da palavra empreendedor pqp

empreende-mos

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Citação de rcoelho14, há 1 hora:

Concordo em absoluto com a parte dos nossos navegadores. Sem eles a escravatura e o genocídio nunca teriam sido globalizados, pelo que nesse aspecto foram empreendedores.

 

Por falar em genocídio, alguém sabe qual a posição do Rui Tavares em relação a isto?

Citação de SAS_Robben, há 1 hora:

Estou tão farto da palavra empreendedor pqp

Eu gosto, porque o empreendedor é alguém que empreende a dor. Nos outros.

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Citação de Le God, há 2 horas:

Sê honesto, não sabias que eles existiam.

Não sabia mesmo, os meus cadernos só usam 365 dias 

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Citação de Descartes, há 17 horas:

E não te esqueças do banco de horas individual, que permitirá aos empregadores pouparem uma pipa de massa em horas extraordinárias.

E no facto de querem proibir participação e apoio sindical em empresas onde não existem representantes sindicais tambem

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Governo recua: repõe três dias de férias e deixa cair despedimento nas médias empresas

Spoiler

O Governo quer repor os três dias de férias ligados à assiduidade, que tinham sido eliminados na altura da troika, e deixa cair os dois dias adicionais pagos pelo trabalhador. No documento enviado pelo executivo à UGT, e que a central considera “muito pouco”, elimina-se também a simplificação dos despedimentos nas médias empresas, repõem-se os 40 dias de formação anual para todos os trabalhadores e alteram-se os procedimentos nas licenças para amamentação.

Contudo, a proposta que o Ministério do Trabalho fez chegar à UGT depois de a central ter anunciado uma greve geral a 11 de Dezembro em convergência com a CGTP, mantém o banco de horas individual e a possibilidade de as empresas recorrerem a outsourcing após um despedimento colectivo – dois dos pontos a que as centrais sindicais se opõem.

O documento a que o PÚBLICO teve acesso faz um conjunto de alterações ao anteprojecto Trabalho XXI apresentado em Julho.

Desde logo, o Governo desiste da possibilidade de os trabalhadores juntarem aos 22 dias de férias mais dois, considerados como faltas justificadas e sem direito a remuneração. Em alternativa propõe a reposição dos três dias de férias ligados à assiduidade, retomando um regime criado em 2003 e que foi eliminado pela troika.

Assim, o período anual de 22 dias de férias pode ser aumentado até três dias no caso de o trabalhador não ter faltado ou ter apenas faltas justificadas, totalizando 25 dias de férias.

Os três dias são atribuídos a quem tem apenas uma falta (ou dois meios-dias); os dois dias destinam-se a quem deu até duas faltas; e o dia extra abrange quem tem até três faltas. Para este cálculo não contam as licenças parentais, as faltas para assistência a neto ou a licença para assistência a filho, que são consideradas como período de trabalho efectivo.

A ministra do Trabalho, Rosário Palma Ramalho, altera ainda a proposta que pretendia que os subsídios de Natal e de férias fossem pagos em duodécimos se essa fosse a vontade expressa do trabalhador. Essa possibilidade mantém-se, mas depende de acordo entre o trabalhador e o empregador.

Além disso, fica pelo caminho a proposta que reduzia a metade as horas de formação obrigatórias a que o trabalhador tem direito nas microempresas (até dez trabalhadores). No documento de Julho, previa-se que estes trabalhadores tivessem 20 horas anuais de formação, enquanto os das restantes empresas manteriam as 40. Agora, retomam-se as 40 horas e garante-se a formação dos trabalhadores a tempo parcial.

O Governo também deixa cair a simplificação dos despedimentos nas médias empresas (entre 50 e 250 trabalhadores).

Actualmente, o trabalhador (que não seja membro de comissão de trabalhadores ou representante sindical) visado por um despedimento tem direito a indicar testemunhas para se defender das acusações da empresa, que têm de ser ouvidas antes da decisão.

Contudo, nas microempresas, algumas dessas formalidades são dispensadas e na proposta de Julho o Governo alargava esse regime excepcional às pequenas e médias empresas e tornava o despedimento mais rápido para a generalidade dos empregadores em Portugal. No novo documento, essa simplificação deixa de abranger as empresas de média dimensão.

Ainda no capítulo dos despedimentos, o executivo promete aumentar de 14 para 15 dias (de remuneração por cada ano de antiguidade na empresa) a compensação por despedimento colectivo.

As normas da parentalidade - que no Verão geraram um aceso debate - também sofrem alterações.

O executivo não abdica de limitar a dispensa para amamentação (que se traduz na redução do horário de trabalho diário em duas horas) aos dois anos da criança. Mas ao contrário do que previa a proposta inicial que obrigava a apresentar atestado médico logo ao início, o novo documento mantém o regime que está em vigor e diz que esta prova só é necessária se a situação se prolongar além do primeiro ano de vida da criança. Depois, até aos dois anos, o atestado deve ser apresentado de seis em seis meses.

Tal como a ministra já tinha anunciado, introduz-se a jornada contínua no sector privado. De acordo com a proposta, a possibilidade destina-se a trabalhadores com filho menor de 12 anos ou, independentemente da idade, com deficiência, doença crónica ou oncológica.

Este regime permite reduzir em meia hora a pausa para almoço e permite que o trabalhador saia uma hora mais cedo.

Banco de horas individual e outsourcing sem alterações

Tal como a UGT já tinha anunciado na conferência de imprensa de quinta-feira onde confirmou a greve, elimina-se o banco de horas grupal, mas o banco de horas individual mantém-se.

O Governo também não desiste da possibilidade de as empresas contratarem serviços em regime de outsourcing nos 12 meses após um processo de despedimento, para satisfazerem as mesmas necessidades que eram asseguradas pelos trabalhadores afastados.

Ao mesmo tempo que mantém estas linhas vermelhas já traçadas pelos sindicatos, o documento prevê outra medida que dificilmente as centrais sindicais aceitarão. É o caso da mudança do trabalhador para uma categoria inferior, que passaria a estar sujeita a autorização tácita se a Autoridade para as Condições do Trabalho não responder em 30 dias.

O documento com as alterações à proposta de Julho surgiu depois de a UGT ter marcado a greve.

"Nós tivemos uma conversa com o Governo há dois ou três dias, em que já surgiu uma nova proposta", afirmou Mário Mourão, líder da UGT na quinta-feira.

"Este documento já devia ter surgido há muito tempo", criticou.

Apesar de não querer detalhar o conteúdo da nova proposta, que ainda está "em análise" pela central sindical, o secretário-geral da UGT referiu que não é suficiente para desconvocar a greve prevista. "Não há ainda matéria em cima da mesa que deixe a UGT confortável para desmarcar a greve. É muito pouco", insistiu.

 

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Citação de rcoelho14, há 48 minutos:

Governo recua: repõe três dias de férias e deixa cair despedimento nas médias empresas

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O Governo quer repor os três dias de férias ligados à assiduidade, que tinham sido eliminados na altura da troika, e deixa cair os dois dias adicionais pagos pelo trabalhador. No documento enviado pelo executivo à UGT, e que a central considera “muito pouco”, elimina-se também a simplificação dos despedimentos nas médias empresas, repõem-se os 40 dias de formação anual para todos os trabalhadores e alteram-se os procedimentos nas licenças para amamentação.

Contudo, a proposta que o Ministério do Trabalho fez chegar à UGT depois de a central ter anunciado uma greve geral a 11 de Dezembro em convergência com a CGTP, mantém o banco de horas individual e a possibilidade de as empresas recorrerem a outsourcing após um despedimento colectivo – dois dos pontos a que as centrais sindicais se opõem.

O documento a que o PÚBLICO teve acesso faz um conjunto de alterações ao anteprojecto Trabalho XXI apresentado em Julho.

Desde logo, o Governo desiste da possibilidade de os trabalhadores juntarem aos 22 dias de férias mais dois, considerados como faltas justificadas e sem direito a remuneração. Em alternativa propõe a reposição dos três dias de férias ligados à assiduidade, retomando um regime criado em 2003 e que foi eliminado pela troika.

Assim, o período anual de 22 dias de férias pode ser aumentado até três dias no caso de o trabalhador não ter faltado ou ter apenas faltas justificadas, totalizando 25 dias de férias.

Os três dias são atribuídos a quem tem apenas uma falta (ou dois meios-dias); os dois dias destinam-se a quem deu até duas faltas; e o dia extra abrange quem tem até três faltas. Para este cálculo não contam as licenças parentais, as faltas para assistência a neto ou a licença para assistência a filho, que são consideradas como período de trabalho efectivo.

A ministra do Trabalho, Rosário Palma Ramalho, altera ainda a proposta que pretendia que os subsídios de Natal e de férias fossem pagos em duodécimos se essa fosse a vontade expressa do trabalhador. Essa possibilidade mantém-se, mas depende de acordo entre o trabalhador e o empregador.

Além disso, fica pelo caminho a proposta que reduzia a metade as horas de formação obrigatórias a que o trabalhador tem direito nas microempresas (até dez trabalhadores). No documento de Julho, previa-se que estes trabalhadores tivessem 20 horas anuais de formação, enquanto os das restantes empresas manteriam as 40. Agora, retomam-se as 40 horas e garante-se a formação dos trabalhadores a tempo parcial.

O Governo também deixa cair a simplificação dos despedimentos nas médias empresas (entre 50 e 250 trabalhadores).

Actualmente, o trabalhador (que não seja membro de comissão de trabalhadores ou representante sindical) visado por um despedimento tem direito a indicar testemunhas para se defender das acusações da empresa, que têm de ser ouvidas antes da decisão.

Contudo, nas microempresas, algumas dessas formalidades são dispensadas e na proposta de Julho o Governo alargava esse regime excepcional às pequenas e médias empresas e tornava o despedimento mais rápido para a generalidade dos empregadores em Portugal. No novo documento, essa simplificação deixa de abranger as empresas de média dimensão.

Ainda no capítulo dos despedimentos, o executivo promete aumentar de 14 para 15 dias (de remuneração por cada ano de antiguidade na empresa) a compensação por despedimento colectivo.

As normas da parentalidade - que no Verão geraram um aceso debate - também sofrem alterações.

O executivo não abdica de limitar a dispensa para amamentação (que se traduz na redução do horário de trabalho diário em duas horas) aos dois anos da criança. Mas ao contrário do que previa a proposta inicial que obrigava a apresentar atestado médico logo ao início, o novo documento mantém o regime que está em vigor e diz que esta prova só é necessária se a situação se prolongar além do primeiro ano de vida da criança. Depois, até aos dois anos, o atestado deve ser apresentado de seis em seis meses.

Tal como a ministra já tinha anunciado, introduz-se a jornada contínua no sector privado. De acordo com a proposta, a possibilidade destina-se a trabalhadores com filho menor de 12 anos ou, independentemente da idade, com deficiência, doença crónica ou oncológica.

Este regime permite reduzir em meia hora a pausa para almoço e permite que o trabalhador saia uma hora mais cedo.

Banco de horas individual e outsourcing sem alterações

Tal como a UGT já tinha anunciado na conferência de imprensa de quinta-feira onde confirmou a greve, elimina-se o banco de horas grupal, mas o banco de horas individual mantém-se.

O Governo também não desiste da possibilidade de as empresas contratarem serviços em regime de outsourcing nos 12 meses após um processo de despedimento, para satisfazerem as mesmas necessidades que eram asseguradas pelos trabalhadores afastados.

Ao mesmo tempo que mantém estas linhas vermelhas já traçadas pelos sindicatos, o documento prevê outra medida que dificilmente as centrais sindicais aceitarão. É o caso da mudança do trabalhador para uma categoria inferior, que passaria a estar sujeita a autorização tácita se a Autoridade para as Condições do Trabalho não responder em 30 dias.

O documento com as alterações à proposta de Julho surgiu depois de a UGT ter marcado a greve.

"Nós tivemos uma conversa com o Governo há dois ou três dias, em que já surgiu uma nova proposta", afirmou Mário Mourão, líder da UGT na quinta-feira.

"Este documento já devia ter surgido há muito tempo", criticou.

Apesar de não querer detalhar o conteúdo da nova proposta, que ainda está "em análise" pela central sindical, o secretário-geral da UGT referiu que não é suficiente para desconvocar a greve prevista. "Não há ainda matéria em cima da mesa que deixe a UGT confortável para desmarcar a greve. É muito pouco", insistiu.

 

O expectável, eram propostas claramente feitas para serem usadas como concessões na negociação. Acho fantástico que se gira o processo de alterações à lei laboral com estratégias à OLX.

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