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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Tem que ser sustentável. Pode-se discutir de que forma é que se atinge essa sustentabilidade: introduzir tectos para reformas máximas, diminuir a percentagem paga, ou aumentar a idade da reforma. Provavelmente terá de ser uma combinação das três coisas. Agora não fazer nada, manter tudo como está, e empurrar o problema para as gerações futuras parece-me irresponsável 

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Citação de Tio Hans, há 5 minutos:

Não concordo nada com isso.

Por curiosidade, qual o modelo que defendes?

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Citação de Tibraco, há 6 minutos:

Por curiosidade, qual o modelo que defendes?

Sinceramente não sei. O que sei é que a SS caminha para a insustentabilidade, e mesmo que desatássemos agora a fazer filhos já não íamos a tempo de de evitar o problema. Ajudava, sem dúvida, a resolvê-lo mais tarde, mas já não o ia evitar. E só não está pior devido à imigração.

Voltando ao princípio, não sei. O problema não é da SS em si, tem fama de ser bem gerida, mas sim da demografia. E o modelo pensado no século XX para as reformas está prestes a estourar. Alguma coisa terá de ser feita, e há várias hipóteses:

  1. Cortar nas reformas;
  2. Aumentar a idade da reforma;
  3. Aumentar as contribuições, seja directas, seja indirectas, via OE;
  4. Criar um tecto máximo às reformas;
  5. Desatar a matar velhinhos.

Não sei o que poderá ser feito, talvez um misto das primeiras 4, p.e.

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Citação de Tio Hans, há 38 minutos:

Sinceramente não sei. O que sei é que a SS caminha para a insustentabilidade, e mesmo que desatássemos agora a fazer filhos já não íamos a tempo de de evitar o problema. Ajudava, sem dúvida, a resolvê-lo mais tarde, mas já não o ia evitar. E só não está pior devido à imigração.

Voltando ao princípio, não sei. O problema não é da SS em si, tem fama de ser bem gerida, mas sim da demografia. E o modelo pensado no século XX para as reformas está prestes a estourar. Alguma coisa terá de ser feita, e há várias hipóteses:

  1. Cortar nas reformas;
  2. Aumentar a idade da reforma;
  3. Aumentar as contribuições, seja directas, seja indirectas, via OE;
  4. Criar um tecto máximo às reformas;
  5. Desatar a matar velhinhos.

Não sei o que poderá ser feito, talvez um misto das primeiras 4, p.e.

Acho que os primeiros dois pontos deveriam estar fora da equação. A 4 parece-me de caras e a 3 parece-me a solução mais estrutural. Claro que depois se levanta a questão de "onde vamos cortar?" mas, com um governo que pense a mais do que 4 anos, talvez se conseguisse reformar a SS em condições. Como estamos, claro, é apenas empurrar o problema com a barriga.

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Citação de Tio Hans, há 47 minutos:

Sinceramente não sei. O que sei é que a SS caminha para a insustentabilidade, e mesmo que desatássemos agora a fazer filhos já não íamos a tempo de de evitar o problema. Ajudava, sem dúvida, a resolvê-lo mais tarde, mas já não o ia evitar. E só não está pior devido à imigração.

Voltando ao princípio, não sei. O problema não é da SS em si, tem fama de ser bem gerida, mas sim da demografia. E o modelo pensado no século XX para as reformas está prestes a estourar. Alguma coisa terá de ser feita, e há várias hipóteses:

  1. Cortar nas reformas;
  2. Aumentar a idade da reforma;
  3. Aumentar as contribuições, seja directas, seja indirectas, via OE;
  4. Criar um tecto máximo às reformas;
  5. Desatar a matar velhinhos.

Não sei o que poderá ser feito, talvez um misto das primeiras 4, p.e.

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Citação de Plagio o Original, há 12 minutos:

5

E nem é difícil, chama-se uns motards para irem fazer demonstrações em lares de idosos et voila, problema resolvido.

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Citação de Tio Hans, há 2 horas:

O problema é que daqui a uns anos vamos trabalhar até morrer.

Mas, e novidades?

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Citação de Tio Hans, há 2 horas:

Sinceramente não sei. O que sei é que a SS caminha para a insustentabilidade, e mesmo que desatássemos agora a fazer filhos já não íamos a tempo de de evitar o problema. Ajudava, sem dúvida, a resolvê-lo mais tarde, mas já não o ia evitar. E só não está pior devido à imigração.

Voltando ao princípio, não sei. O problema não é da SS em si, tem fama de ser bem gerida, mas sim da demografia. E o modelo pensado no século XX para as reformas está prestes a estourar. Alguma coisa terá de ser feita, e há várias hipóteses:

  1. Cortar nas reformas;
  2. Aumentar a idade da reforma;
  3. Aumentar as contribuições, seja directas, seja indirectas, via OE;
  4. Criar um tecto máximo às reformas;
  5. Desatar a matar velhinhos.

Não sei o que poderá ser feito, talvez um misto das primeiras 4, p.e.

1. Um partido que faça isso perde as eleições dos 20 anos seguintes.

2. É o que se está a fazer para empurrar com a barriga.

5. O próximo PR que aprove a lei da eutanásia.

 

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Citação de Le God, há 2 horas:

E nem é difícil, chama-se uns motards para irem fazer demonstrações em lares de idosos et voila, problema resolvido.

Ou um Covid 2.0!

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Sondagem Expresso/SIC: Ventura e Gouveia lideram primeira volta

original

A análise do perfil dos inquiridos permite ainda cristalizar outra perceção, que deve preocupar os partidos tradicionais: entre as camadas mais jovens (onde se incluem os jovens e os adultos até aos 44 anos), André Ventura é o escolhido pela grande esmagadora maioria dos inquiridos: 34% dos mais jovens escolhe Ventura, enquanto apenas 8% escolhe o Almirante, e 6% Marques Mendes ou Seguro, que praticamente não entram nesta faixa etária. Entre os adultos até aos 44 anos, Ventura tem 25% dos votos, o Almirante 15% e Mendes 12%: também aqui Ventura se destaca dos restantes.

Projeções na 2ª Volta

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Ventura e Zé dos submarinos numa segunda volta é para continuar o mood das eleições do Benfica.

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O Marques Mendes deve ter pago ao Sócrates para ele ir á TV dizer que vai votar no capitão Iglo. 

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Acredito que a larga maioria das pessoas vão esperar até dia 18 de janeiro quando tiverem o papel à frente. Fazer estas sondagens num concurso de misses é estranhíssimo para mim.

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Citação de Lebohang, há 2 horas:

Sondagem Expresso/SIC: Ventura e Gouveia lideram primeira volta

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A análise do perfil dos inquiridos permite ainda cristalizar outra perceção, que deve preocupar os partidos tradicionais: entre as camadas mais jovens (onde se incluem os jovens e os adultos até aos 44 anos), André Ventura é o escolhido pela grande esmagadora maioria dos inquiridos: 34% dos mais jovens escolhe Ventura, enquanto apenas 8% escolhe o Almirante, e 6% Marques Mendes ou Seguro, que praticamente não entram nesta faixa etária. Entre os adultos até aos 44 anos, Ventura tem 25% dos votos, o Almirante 15% e Mendes 12%: também aqui Ventura se destaca dos restantes.

Projeções na 2ª Volta

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O Pedro do "Olá, sou o Pedro" (publicidade irritante do YouTube) tem mais carisma do que todos os candidatos 👏

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Alguém viu o debate entre o Tiago Oliveira (CGTP) e o Armindo Monteiro (CIP) na NOW? O segundo além de ter tomado um xanax para lá ir, devia receber um prémio pelas acrobacias que fez para justificar as concordâncias com as medidas do pacote laboral.

Isto cheira-me que vai ser levado ao parlamento à revelia da concertação social e aprovado com apoio do PSD+Chega+IL. Voltando a ter eleições dentro de pouco tempo (porque creio que o Montenegro vai ser constituído arguido) não sei até que ponto vamos entrar numa roda viva (como Espanha andou) de eleições até aparecer alguém que seja a opção do português cansado.

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Citação de Scirea, há 57 minutos:

Alguém viu o debate entre o Tiago Oliveira (CGTP) e o Armindo Monteiro (CIP) na NOW? O segundo além de ter tomado um xanax para lá ir, devia receber um prémio pelas acrobacias que fez para justificar as concordâncias com as medidas do pacote laboral.

Isto cheira-me que vai ser levado ao parlamento à revelia da concertação social e aprovado com apoio do PSD+Chega+IL. Voltando a ter eleições dentro de pouco tempo (porque creio que o Montenegro vai ser constituído arguido) não sei até que ponto vamos entrar numa roda viva (como Espanha andou) de eleições até aparecer alguém que seja a opção do português cansado.

Como o doutor marques mendes da outra vez disse, vai ser aprovado pelo outro grupo sindical mais corno

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Citação de gonalois, há 3 horas:

O Pedro do "Olá, sou o Pedro" (publicidade irritante do YouTube) tem mais carisma do que todos os candidatos 👏

Se a candidatura do Manuel João Vieira conseguir ser aceite, não sei se o meu voto na primeira volta não vai para ele. É tudo mesmo muito fraco. 

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Parlamento: Funcionários pedem proteção contra o Chega

Spoiler

Os episódios de crispação nas sessões plenárias, com repetidas críticas de deputados de vários grupos parlamentares ao comportamento da bancada do Chega nas intervenções, chegam agora aos funcionários que acompanham as sessões parlamentares, com uma queixa formal apresentada à secretária-geral da Assembleia da República, Anabela Cabral Ferreira, que pede medidas de proteção para os trabalhadores.

Numa carta, enviada também ao Conselho de Administração do parlamento, e a que o Expresso teve acesso, o Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Sul e Regiões Autónomas, fala em comportamentos que “afetam profundamente a dignidade, autoestima, saúde mental e integridade física dos trabalhadores”.

Em causa estão acusações feitas aos funcionários parlamentares por alegada “falta de neutralidade política”. “Têm sido acusados de alterar os Diários da Assembleia da República com intuito único de serem ocultados os apartes destinados ao Chega”, escreve o sindicato, que aponta como exemplo a acusação feita pelo deputado Pedro Frazão, “por falta de fidedignidade da transcrição da sessão plenária do dia 17 de setembro”. O deputado tinha pedido um inquérito que visava o líder da bancada do PSD, Hugo Soares, e que foi chumbado pela Comissão de Ética. Pedro Frazão recorreu, alegando que a ata da sessão “omitia o teor dos protestos e contraprotestos do social-democrata, que classificou como ‘intimidatórios e desabridos’, configurando, alegadamente, ‘amea­ças de agressão física’”.

Comportamentos “afetam profundamente a saúde mental e integridade física dos trabalhadores”, lê-se na queixa

No despacho de José Pedro Aguiar-Branco, que indeferiu o recurso, lê-se que a ata da sessão em casa não revela “qualquer evidência de falta de autenticidade ou fidedignidade no que respeita à transcrição”.

O sindicato que representa os funcionários parlamentares aponta outro exemplo para pedir com urgência medidas “cabíveis e conducentes à sua proteção”: um episódio, na sessão plenária de 27 de outubro, em que o líder do Chega e o seu grupo parlamentar “acusaram os serviços da Assembleia de lhe cortarem o tempo de intervenção”, que é competência do presidente da Assembleia, “vociferando publicamente que ‘os funcionários da Assembleia da República têm de respeitar a representatividade da Assembleia da República (...) e não estão aqui por eles, estão aqui pagos pelos impostos dos portugueses’”.

A queixa agora formalizada junto do Parlamento considera que estes comportamentos “afetam profundamente a dignidade, autoestima, saúde mental e integridade física dos trabalhadores, estão a causar enorme desconforto aos trabalhadores, provocando-lhes extrema ansiedade, pois está em causa a idoneidade e o bom nome dos trabalhadores, levantando dúvidas sobre a sua honestidade, carácter e profissionalismo, não se admitindo a violação do direito à honra e seriedade ou a ofensa ao bom nome, à reputação e à imagem”, escreve o sindicato.

Segundo apurou o Expresso, a secretária-geral já deu conhecimento da queixa ao gabinete de Aguiar-Branco, que esclarece que não foi pedida qualquer diligência ao presidente da Assembleia da República, uma vez que o assunto não é da sua competência.

 

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Citação de rcoelho14, há 2 horas:

Parlamento: Funcionários pedem proteção contra o Chega

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Os episódios de crispação nas sessões plenárias, com repetidas críticas de deputados de vários grupos parlamentares ao comportamento da bancada do Chega nas intervenções, chegam agora aos funcionários que acompanham as sessões parlamentares, com uma queixa formal apresentada à secretária-geral da Assembleia da República, Anabela Cabral Ferreira, que pede medidas de proteção para os trabalhadores.

Numa carta, enviada também ao Conselho de Administração do parlamento, e a que o Expresso teve acesso, o Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Sul e Regiões Autónomas, fala em comportamentos que “afetam profundamente a dignidade, autoestima, saúde mental e integridade física dos trabalhadores”.

Em causa estão acusações feitas aos funcionários parlamentares por alegada “falta de neutralidade política”. “Têm sido acusados de alterar os Diários da Assembleia da República com intuito único de serem ocultados os apartes destinados ao Chega”, escreve o sindicato, que aponta como exemplo a acusação feita pelo deputado Pedro Frazão, “por falta de fidedignidade da transcrição da sessão plenária do dia 17 de setembro”. O deputado tinha pedido um inquérito que visava o líder da bancada do PSD, Hugo Soares, e que foi chumbado pela Comissão de Ética. Pedro Frazão recorreu, alegando que a ata da sessão “omitia o teor dos protestos e contraprotestos do social-democrata, que classificou como ‘intimidatórios e desabridos’, configurando, alegadamente, ‘amea­ças de agressão física’”.

Comportamentos “afetam profundamente a saúde mental e integridade física dos trabalhadores”, lê-se na queixa

No despacho de José Pedro Aguiar-Branco, que indeferiu o recurso, lê-se que a ata da sessão em casa não revela “qualquer evidência de falta de autenticidade ou fidedignidade no que respeita à transcrição”.

O sindicato que representa os funcionários parlamentares aponta outro exemplo para pedir com urgência medidas “cabíveis e conducentes à sua proteção”: um episódio, na sessão plenária de 27 de outubro, em que o líder do Chega e o seu grupo parlamentar “acusaram os serviços da Assembleia de lhe cortarem o tempo de intervenção”, que é competência do presidente da Assembleia, “vociferando publicamente que ‘os funcionários da Assembleia da República têm de respeitar a representatividade da Assembleia da República (...) e não estão aqui por eles, estão aqui pagos pelos impostos dos portugueses’”.

A queixa agora formalizada junto do Parlamento considera que estes comportamentos “afetam profundamente a dignidade, autoestima, saúde mental e integridade física dos trabalhadores, estão a causar enorme desconforto aos trabalhadores, provocando-lhes extrema ansiedade, pois está em causa a idoneidade e o bom nome dos trabalhadores, levantando dúvidas sobre a sua honestidade, carácter e profissionalismo, não se admitindo a violação do direito à honra e seriedade ou a ofensa ao bom nome, à reputação e à imagem”, escreve o sindicato.

Segundo apurou o Expresso, a secretária-geral já deu conhecimento da queixa ao gabinete de Aguiar-Branco, que esclarece que não foi pedida qualquer diligência ao presidente da Assembleia da República, uma vez que o assunto não é da sua competência.

 

Ainda bem que o Aguiar Branco não foi para árbitro

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Eu tenho mesmo de me odiar muito para me por a ver esta merda de debate

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