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Politica Internacional

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Citação de Axadrezado, há 57 minutos:

Estou a adorar o espumar dos Fachos Tugas com os ídolos Americanos a dizerem que os Portugueses não são brancos.

Que shitshow.

Gostei ontem da discussão entre um americano que usava fotos da Ana Moura para provar que somos mouros enquanto um facho tuga com a cruz de Cristo como avatar colocava o mapa de Portugal com percentagens de ADN "europeu" nos diferentes distritos do país para provar que somos caucasianos.

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Citação de La Flame, Em 19/12/2025 at 12:29:

E será que uma invasão era assim tão mal pensado ? Mal por mal...

Antes ser espanhol, f*da-se

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Citação de El Colosso, há 21 minutos:

Antes ser espanhol, f*da-se

Sempre corremos menos risco de levar um balázio enquanto vamos ao supermercado

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Citação de SAS_Robben, há 4 horas:

Gostei ontem da discussão entre um americano que usava fotos da Ana Moura para provar que somos mouros enquanto um facho tuga com a cruz de Cristo como avatar colocava o mapa de Portugal com percentagens de ADN "europeu" nos diferentes distritos do país para provar que somos caucasianos.

simpsons-fight.gif

 

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Citação de La Flame, Em 19/12/2025 at 12:29:

E será que uma invasão era assim tão mal pensado ? Mal por mal...

Preferia ir para o Kiribati.

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Estava a fazer zapping e vejo o lookalike em Boston a cobrir o caso da morte do cientista, grandes vidas

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Citação de Sandes., há 6 horas:

Uma das fotos que o casa branca partilha nos ficheiros, e figuras da casa branca partilharam como exemplo dos ficheiros, é uma foto disponível publicamente desde 2003:

https://bsky.app/profile/meidastouch.com/post/3mag7myutmc2d

Quiseram implicar o MJ e a Oprah nos ficheiros à força toda

Não só incluíram essa foto do MJ que não tem nada a ver com o caso como 

Screenshot-2025-12-20-22-18-19-276-com-t

Têm andado a apagar do site documentos e fotos onde o Trump aparece

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É suposto ficarmos incomodados com a proteção ao nosso maior aliado? 

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Citação de SAS_Robben, Em 19/12/2025 at 14:53:

A quantidade de fotos que há do Epstein com o Chomsky e outros professores de grandes universidades devia fazer a Academia pensar não só as suas ligações mas também de onde vem o dinheiro das suas contribuições e o porque delas lhes serem feitas.

Vejo fotos do Chomsky com o Epstein, mas não vejo fotos do Zizek com o Epstein. 

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Os EUA acabaram de roubar mais um navio de petróleo na costa da Venezuela. Já é o terceiro.

Editado por Gui Fla

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O programa 60 minutos da CBS ia passar ontem uma reportagem sobre os abusos e maus tratos de que sao alvo os deportados para El Salvador mas a emissora decidiu a última da hora retirar a reportagem do programa para estar nas boas graças da administração.

 

 

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Não há “nós” com os EUA. Quanto mais tarde percebermos pior

Não há “nós” com os EUA. Quanto mais tarde percebermos pior

Depois de lerem a Estratégia de Segurança de 2025, não vivem mais no passado os que olham para a Rússia como se ainda fosse soviética do que os que tratam os EUA como aliados da Europa e guardiões da democracia, da liberdade e do direito internacional. Depois das tentativas de extorsão económica à Venezuela e à Ucrânia, pode ser a Gronelândia. Trump e Putin são aliados nos valores e nos objetivos. Quanto mais tarde percebermos pior

Num daqueles vídeos onde os políticos falam para o país como se estivessem a explicar a tabuada a uma sala de crianças distraídas, Miguel Pinto Luz promete resumir num minuto quem lidera a corrida mundial pela inteligência artificial. Numa das primeiras frases diz que somos nós”. Nós” quem? O Ocidente”, acrescenta quando fala dos modelos de inteligência artifical, para nos incluir numa fotografia onde a Europa não aparece nem como figurante. O Tik Tok do ministro não tem grande interesse, mas tem um valor involuntário: expõe a insistência europeia em viver dentro do pronome americano, como se ainda houvesse um nós” estável, automático, garantido.

Esse nós” morreu e o funeral já foi há muito. O desdém de Trump pela Europa, que muitos preferiram ler como folclore de campanha, é o centro do principal documento estratégico da administração: a Estratégia de Segurança Nacional de 2025. O nacionalismo económico passa a ser uma política de Estado e o America First” deixa de ser um slogan para ser uma arquitetura de governação. As guerras culturais chegam à casa de partida da estratégia de segurança, com as alterações climáticas a passarem a ser tratadas como uma ideologia perigosa e um embuste que, na narrativa trumpista, enfraquece o Ocidente e financia adversários como a China.

Comércio, alianças, diplomacia, tecnologia, energia, tudo é pesado numa balança simples, transacionável, utilitária. Não existe qualquer ordem internacional que não seja a do poder do mais forte e o regresso das esferas de influência regional. Tudo o que importa é a acumulação de riqueza e de matérias primas necessárias para alcançar a “supremacia tecnológica” que coloque os EUA no topo sem contestação. Não deixa de ser curioso ver uma administração norte-americana a confirmar, com crueza e desfaçatez, a justeza das principais críticas à amoralidade do imperialismo norte-americano.

A Europa deixa de ser aliada ou um parceiro frágil, para ser encarada como o seu principal adversário ideológico. A Rússia quase não aparece, apenas quatro referências e quase sempre benignas, a China é um adversário económico e a Coreia do Norte nem é referida. A novidade é a agressividade contra a Europa, descrita como um espaço em crise moral, cultural e política, corroída pela imigração, censurada pela sua erosão civilizacional”.

Queremos que a Europa permaneça europeia, recupere autoconfiança civilizacional e abandone o foco falhado na asfixia regulatória”, pode ler-se. Traduzindo: deve adotar uma política ainda mais musculada contra os imigrantes, partilhar os valores conservadores e misóginos da extrema-direita, e colocar um ponto final na tentativa de impor limites ao poder das big tech, de regular dados, conteúdos, concorrência e responsabilidades pelos conteúdos nas redes sociais. Não é por acaso que a nova doutrina se alicerça nos aliados naturais de Trump, empresariais e até políticos, nas grandes multinacionais tecnológicas. Quando estas empresas olham para a UE, não veem um parceiro, mas um obstáculo.

Há, na lista de parceiros” preferenciais, um mapa de afinidades políticas, não de alianças tradicionais: Hungria, Itália e Polónia. E há um entusiasmo por eleições futuras onde se espera que a extrema-direita comece o trabalho de demolir a UE por dentro. Num passo inédito, o documento vai mais longe, reclamando para Washington a prerogativa de defender” liberdades fundamentais dentro da Europa, interferindo no debate público europeu apoiando os partidos que vêm como os defensores da “identidade” europeia.

Enquanto Trump coloca tudo preto no branco, enquanto Washington financia, amplifica e legitima forças anti-democráticas, os responsáveis políticos europeus continam a falar de valores partilhados”. Os sinais da convergência com a Rússia em relação à Europa aí estão: Elon Musk sugere o desmembramento da União Europeia e Dmitry Medvedev, ex-primeiro ministro fantoche de Putin, apressa-se a aplaudir.

E NO QUINTAL DOS EUA...

Quanto à América Latina, a doutrina não mudou. Mudou o descaramento. Quis o acaso que a nova Estratégia de Segurança Nacional fosse conhecida ao mesmo tempo que Trump volta a agitar o espantalho da mudança de regime” na Venezuela. À hora a que escrevo, os EUA já apreenderam dois petroleiros venezuelanos sem explicação plausível — a não ser que se leve a sério uma publicação destrambelhada de Trump, na sua rede social, onde acusa a Venezuela de ter roubado” o nosso” petróleo e anuncia a ação americana como se estivesse a proteger bens americanos.

Esta nova forma de pirataria internacional é sustentada pela maior concentração naval na região desde a crise dos mísseis de Cuba, com cerca de 15 mil militares, entre marinheiros e marines, nas imediações da Venezuela. E, como é sempre preciso vender a força como virtude, o tráfico de droga faz de arma moral aquilo que antes eram as armas de destruição maciça” no Iraque. A solidez e credibilidade são as mesmas. Pouco importa que a Venezuela não seja, hoje, o epicentro do narcotráfico internacional e que, na mesma semana, Trump tenha concedido um perdão judicial ao ex-presidente de Honduras, Juan Orlando Hernández, condenado a 45 anos de prisão por ter feito entrar 400 toneladas de cocaína nos EUA.

O que está a acontecer na Venezuela, como a tentativa de acordo na Ucrânia com compensações financeiras para os EUA, é extorsão económica. Daqui a um ano pode ser a Gronelândia, cobiçada pelos recursos e pela vantagem geoestratégica. E se a Europa acredita que o respeito pelos aliados” é o travão natural para esta lógica de expansão e pilhagem, então estamos pior do que pensamos.

Há demasiados europeus a falar do Ocidente” como se a história fosse um contrato. Trump não é uma excentricidade passageira, é uma clarificação brutal. Não vivem mais no passado os que olham para a Rússia como se ainda fosse soviética do que os que tratam os EUA como aliados da Europa e, mais extraordinário, guardiões da democracia, da liberdade e do direito internacional. A Europa conhece bem o “Ocidente” de que Trump fala, porque esteve na vanguarda dos seus horrores. Trump e Putin são aliados nos valores e nos objetivos. Quanto mais tarde percebermos pior.

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Aqui o q eu acho q vai acontecer nos próximos 10/20 anos:

* europa a entrar em guerra com a russia, guerra civil tbm pq somos racistas e n queremos os muçulmanos, tamos fdds

* estados unidos a entrar em guerra com a venezuela e o irão, guerra civil pq são racistas tbm, vao sair todos fdds

* china e india e japao à porrada, mais sanções dos estados unidos para n serem ultrapassados pelo nosso querido lider xi jiping

* israel controla o mundo, facebook e silicon valey saem dos estados unidos para irem pra israel

* panoptico digital e sistema de vigilância patrocinado pela AI e pelo tecnofeudalismo

Editado por Plagio o Original

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