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Politica Internacional

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Citação de IlidioMA, há 1 minuto:

Se calhar deu AVC mesmo. O tipo faz 80 anos este ano né

Ele vivo ou morto é igual. Não é ele que toma as decisões nem gere os dossiers.

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Citação de SAS_Robben, há 4 minutos:

Este tipo dá cá um ar de fragilidade, pqp

Os Democratas precisam de inventar uma personalidade nova para ir às próximas eleições, para ontem.

Não sei se ele chega ao fim do mandato, quanto mais se candidatar a mais um.

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Citação de SAS_Robben, há 4 minutos:

Este tipo dá cá um ar de fragilidade, pqp

Dá a sensação que no fim do discurso o metem na cadeirinha a ver o preço certo e está feito por hoje.

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A ideia é mesmo ir decapitando a economia russa ao poucos conforme o avanço no terreno

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Compartilhar a trincheira com os Bros franceses 

Le milieu est assuré

Attaquant, défense

Paulo, Paulo Paul Pogba

La Pioche Paulo, Paulo Paul Pogba

FrancoÁrabes, Francoafricanos e moçárabes naquela m*rda 😎

Só paramos em Moscovo. Eu fico nos tanques. 

https://www.reuters.com/world/europe/police-large-numbers-amsterdam-apple-store-broadcaster-reports-hostage-taking-2022-02-22/

Man with gun takes at least one hostage at Amsterdam Apple store, police say

Editado por Che
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Citação de Puto Perdiz, há 5 horas:

ele que gaste a tesão na Helena Coelho.

Dou os meus parabéns ao Putin, conseguiu meter a esquerda e a extrema direita a apoiá-lo. Molotov-Ribbentrop do século xxi

Embora eu não concorde em muitas coisas da postura do Bloco relativamente às políticas externas posso estar enganado mas não acho que faça grande sentido colocar todos os partidos de esquerda no mesmo saco. A posição do PCP é claramente distinta quer do BE quer do Livre. Pelo menos nas declarações que estão no tweet.

Editado por HappyKing
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Citação de Sandes., há 1 hora:

Se o Putin fosse gaja metade do tópico seria "ela até pode ser uma ditadora, e uma pessoa horrível, mas fácil, ia fazer Putin nela hehehehehhehe"

Rebarbados crl

abençoado sejas

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Choca tanto a posição do PCP nisto quando apelidaram de fascistas as pessoas que protestavam contra o Lukashenko na Bielorrússia após as "eleições" no país?

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Citação de Che, há 26 minutos:

Compartilhar a trincheira com os Bros franceses 

Le milieu est assuré

Attaquant, défense

Paulo, Paulo Paul Pogba

La Pioche Paulo, Paulo Paul Pogba

FrancoÁrabes, Francoafricanos e moçárabes naquela m*rda 😎

Só paramos em Moscovo. Eu fico nos tanques. 

https://www.reuters.com/world/europe/police-large-numbers-amsterdam-apple-store-broadcaster-reports-hostage-taking-2022-02-22/

Man with gun takes at least one hostage at Amsterdam Apple store, police say

faltou a melhor parte. Maestro Kimpembé, Kimpembé, Kimpembé, Kimpembé!

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Citação de IlidioMA, há 15 minutos:

faltou a melhor parte. Maestro Kimpembé, Kimpembé, Kimpembé, Kimpembé!

Invadido o Kremlin

umtiti-football.gif

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Citação de HappyKing, há 25 minutos:

Embora eu não concorde em muitas coisas da postura do Bloco relativamente às políticas externas posso estar enganado mas não acho que faça grande sentido colocar todos os partidos de esquerda no mesmo saco. A posição do PCP é claramente distinta quer do BE quer do Livre. Pelo menos nas declarações que estão no tweet.

um bocado diferente do que está no esquerda.net

Spoiler

A Ucrânia é o pretexto

 
Como sempre, há muito em jogo, nesta guerra económica e de influências a nível mundial. A Ucrânia é o pretexto e o seu povo é a última preocupação.
16 de Fevereiro, 2022 - 10:25h

Em 1962, o Mundo viveu um impasse perigoso quando, em plena Guerra Fria, a União Soviética instalou mísseis nucleares na ilha de Cuba, recentemente libertada do ditador Fulgêncio Batista.

Perante a ameaça, Kennedy determinou o bloqueio naval da ilha, levantado quando os EUA se comprometeram a não invadir Cuba e ambas as potências retiraram os seus mísseis, a URSS de Cuba e os EUA da Turquia, perto da fronteira soviética.

Em 1991, com o fim da URSS, desfez-se o Pacto de Varsóvia, a aliança militar que juntava os países sob hegemonia soviética. Contra as promessas então feitas, a Aliança Atlântica (NATO), dominada pelos Estados Unidos da América, não se dissolveu. Pelo contrário, expandiu-se para vários países que antes tinham pertencido ao bloco soviético, levando a sua lógica militarista ao espaço de influência russo. Vladimir Putin, o autocrata que dirige a Rússia desde 2000, emerge deste caldo de humilhação económica e geopolítica que acompanhou o fim da URSS.

Desde que chegou ao poder apoiado pelas oligarquias da guerra e do petróleo/gás, Putin utiliza as pretensões norte-americanas, concretizadas através dos avanços da NATO, para reforçar o seu poder interno, calar a oposição e até justificar a sua própria política expansionista, nomeadamente no Cáucaso e em algumas províncias ucranianas com fortes comunidades pró-russas.

Desde o fim da URSS que a Ucrânia oscila entre a influência ocidental e a russa, com governos apoiados ora por um, ora por outro polo. A tensão levou a vários conflitos: além das forças pró-UE ou pró-russas, participaram movimentos nacionalistas de extrema-direita. Um dos seus pontos altos foi a anexação da República da Crimeia pela Rússia em 2014, depois de um referendo à população que não foi reconhecido pela Ucrânia ou pelos EUA.

O conflito conhece agora outro momento de impasse. Perante a iminente adesão da Ucrânia à NATO, Putin enviou 100.000 tropas para a fronteira, alegando que a decisão ameaça o seu território. Assim como os EUA não aceitaram, em 1962, a ameaça soviética junto à sua fronteira, nesta nova espécie de guerra fria, Putin não está disposto a ter ao pé da porta o poder militar norte-americano e exige o recuo do espaço da NATO. Além disso, não é de excluir que o presidente russo esteja a aproveitar este perigoso braço de ferro para se legitimar internamente, a caminho das eleições de 2024. Mas não é o único a fazê-lo.

Enquanto a Rússia (e as autoridades ucranianas) continuam a afastar a hipótese de uma invasão, os porta-vozes do Ocidente parecem querer precipitar o evitável. O responsável pela Defesa dos EUA anunciou uma invasão iminente, o primeiro-ministro britânico mencionou, sem provas, a existência de agitadores russos na Ucrânia e o presidente Biden quis competir com Putin em arrogância e temeridade. Ao contrário da solução diplomática, que exigiria a retirada de todas as forças estrangeiras e a neutralidade militar da Ucrânia, o conflito permite aos EUA a imposição de sanções inéditas à Rússia, como a expulsão do sistema de pagamentos internacionais e o bloqueio do gasoduto Nord Stream 2 entre a Rússia e a Alemanha. Ambas as potências ficariam assim isoladas e enfraquecidas. Por seu lado, na UE não falta quem deseje aproveitar o conflito para justificar o projeto de um exército europeu, a começar pela indústria do armamento.

Como sempre, há muito em jogo, nesta guerra económica e de influências a nível mundial. A Ucrânia é o pretexto e o seu povo é a última preocupação.

Artigo publicado no “Jornal de Notícias” a 15 de fevereiro de 202

 

https://www.esquerda.net/opiniao/ucrania-e-o-pretexto/79420

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Citação de Puto Perdiz, há 4 minutos:

um bocado diferente do que está no esquerda.net

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A Ucrânia é o pretexto

 
Como sempre, há muito em jogo, nesta guerra económica e de influências a nível mundial. A Ucrânia é o pretexto e o seu povo é a última preocupação.
16 de Fevereiro, 2022 - 10:25h

Em 1962, o Mundo viveu um impasse perigoso quando, em plena Guerra Fria, a União Soviética instalou mísseis nucleares na ilha de Cuba, recentemente libertada do ditador Fulgêncio Batista.

Perante a ameaça, Kennedy determinou o bloqueio naval da ilha, levantado quando os EUA se comprometeram a não invadir Cuba e ambas as potências retiraram os seus mísseis, a URSS de Cuba e os EUA da Turquia, perto da fronteira soviética.

Em 1991, com o fim da URSS, desfez-se o Pacto de Varsóvia, a aliança militar que juntava os países sob hegemonia soviética. Contra as promessas então feitas, a Aliança Atlântica (NATO), dominada pelos Estados Unidos da América, não se dissolveu. Pelo contrário, expandiu-se para vários países que antes tinham pertencido ao bloco soviético, levando a sua lógica militarista ao espaço de influência russo. Vladimir Putin, o autocrata que dirige a Rússia desde 2000, emerge deste caldo de humilhação económica e geopolítica que acompanhou o fim da URSS.

Desde que chegou ao poder apoiado pelas oligarquias da guerra e do petróleo/gás, Putin utiliza as pretensões norte-americanas, concretizadas através dos avanços da NATO, para reforçar o seu poder interno, calar a oposição e até justificar a sua própria política expansionista, nomeadamente no Cáucaso e em algumas províncias ucranianas com fortes comunidades pró-russas.

Desde o fim da URSS que a Ucrânia oscila entre a influência ocidental e a russa, com governos apoiados ora por um, ora por outro polo. A tensão levou a vários conflitos: além das forças pró-UE ou pró-russas, participaram movimentos nacionalistas de extrema-direita. Um dos seus pontos altos foi a anexação da República da Crimeia pela Rússia em 2014, depois de um referendo à população que não foi reconhecido pela Ucrânia ou pelos EUA.

O conflito conhece agora outro momento de impasse. Perante a iminente adesão da Ucrânia à NATO, Putin enviou 100.000 tropas para a fronteira, alegando que a decisão ameaça o seu território. Assim como os EUA não aceitaram, em 1962, a ameaça soviética junto à sua fronteira, nesta nova espécie de guerra fria, Putin não está disposto a ter ao pé da porta o poder militar norte-americano e exige o recuo do espaço da NATO. Além disso, não é de excluir que o presidente russo esteja a aproveitar este perigoso braço de ferro para se legitimar internamente, a caminho das eleições de 2024. Mas não é o único a fazê-lo.

Enquanto a Rússia (e as autoridades ucranianas) continuam a afastar a hipótese de uma invasão, os porta-vozes do Ocidente parecem querer precipitar o evitável. O responsável pela Defesa dos EUA anunciou uma invasão iminente, o primeiro-ministro britânico mencionou, sem provas, a existência de agitadores russos na Ucrânia e o presidente Biden quis competir com Putin em arrogância e temeridade. Ao contrário da solução diplomática, que exigiria a retirada de todas as forças estrangeiras e a neutralidade militar da Ucrânia, o conflito permite aos EUA a imposição de sanções inéditas à Rússia, como a expulsão do sistema de pagamentos internacionais e o bloqueio do gasoduto Nord Stream 2 entre a Rússia e a Alemanha. Ambas as potências ficariam assim isoladas e enfraquecidas. Por seu lado, na UE não falta quem deseje aproveitar o conflito para justificar o projeto de um exército europeu, a começar pela indústria do armamento.

Como sempre, há muito em jogo, nesta guerra económica e de influências a nível mundial. A Ucrânia é o pretexto e o seu povo é a última preocupação.

Artigo publicado no “Jornal de Notícias” a 15 de fevereiro de 202

 

https://www.esquerda.net/opiniao/ucrania-e-o-pretexto/79420

Certo mas entretanto vai uma semana desde esse artigo e existiram acontecimentos importantes nessa semana nomeadamente as declarações do Putin ontem.

Dito isto, como disse antes, em alguns pontos da politica externa tem posições com as quais não concordo mas têm ,parece-me, uma posição bem menos extrema que o PC. 

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Chocante a postura do PCP, não há dúvidas que isto é mesmo a morte do partido

Agora é invadir a região da vigo, que eles são apelidados de Portugueses pelos espanhóis.! Vamos!a

Editado por Alonso.

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Citação de HappyKing, há 4 minutos:

Certo mas entretanto vai uma semana desde esse artigo e existiram acontecimentos importantes nessa semana nomeadamente as declarações do Putin ontem.

Dito isto, como disse antes, em alguns pontos da politica externa tem posições com as quais não concordo mas têm ,parece-me, uma posição bem menos extrema que o PC. 

e vai um dia que o Putin se atirou ao Lenin, se calhar foi daí que mudaram de opinião porque o Pureza também escreveu um artigo de opinião no esquerda.net no mesmo tom da Mortágua.

Editado por Puto Perdiz
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Mas eu ali leio críticas ao Putin e Rússia. Parece-me é que pretendiam mostrar que as coisas não são bons de um lado e maus de o outro, e que este lado também tem interesses na coisa e que esta situação (e a ascenção do Putin) também teve mão do ocidente.

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Citação de Ghelthon, há 15 minutos:

Então e a Ucrânia já está a convocar reservistas? Mau sinal...

Tendo em conta a dimensão do exercito ucraniano e a fase em que as tropas russas estão é o procedimento natural.

Corrigindo, afinal são os militares que estão na reserva e não os civis, ainda mais natural é nesse caso.

Editado por Axadrezado

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Citação de Axadrezado, há 2 minutos:

Tendo em conta a dimensão do exercito ucraniano e a fase em que as tropas russas estão é o procedimento natural.

e mesmo assim, coitados.

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O que preocupa mais nisto é que o Putin está ali na boa aos 69 anos cheio de tesão a fazer o que lhe apetece como lhe apetece e do lado Ocidental os lideres é tudo uma cambada de bananas.
Não há uma personagem que tenha um ar poderoso, a ultima era a Merkel.

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Citação de Axadrezado, há 26 minutos:

Corrigindo, afinal são os militares que estão na reserva e não os civis, ainda mais natural é nesse caso.

e hão-de ir também. 

Das duas uma, ou esta guerra é um blitzkrieg f*dido da Russia e em uma semana conquistam a margem esquerda do Dniepre toda e a Ucrânia tem de assinar um cessar fogo humilhante qualquer, ou então, se isto vai para meses, vai ser uma coisa feia, de atrito, com muita violência.

Citação de Axadrezado, há 17 minutos:

Não há uma personagem que tenha um ar poderoso, a ultima era a Merkel.

pode ser que a Itália volte a ir buscar este:

Spoiler

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Edit: Ou então, lá tem de o Tóni Costa assumir o seu papel de decano dos líderes europeus e resolver isto. Chega ao pé do Putin, diz-lhe "V'm' lá ver, shô Putin" leva o José Milhazes da SIC como tradutor, e a paz assina-se. Eu acardito.

Editado por IlidioMA

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Citação de IlidioMA, há 3 minutos:

Das duas uma, ou esta guerra é um blitzkrieg f*dido da Russia e em uma semana conquistam a margem esquerda do Dniepre toda e a Ucrânia tem de assinar um cessar fogo humilhante qualquer, ou então, se isto vai para meses, vai ser uma coisa feia, de atrito, com muita violência.

Sendo leigo, parece-me que vai haver uma resistência forte, mas que a Rússia acaba por vencer. Isto num cenário de invasão total.

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Citação de IlidioMA, há 6 minutos:

e hão-de ir também. 

Das duas uma, ou esta guerra é um blitzkrieg f*dido da Russia e em uma semana conquistam a margem direita do Dniepre toda e a Ucrânia tem de assinar um cessar fogo humilhante qualquer, ou então, se isto vai para meses, vai ser uma coisa feia, de atrito, com muita violência.

Sim, descambando totalmente sim, infelizmente.
Mas em caso de Guerra Total, os Russos apesar da dimensão não vão ter vida fácil que os ucranianos apesar do medo estão com fogo nos olhos.

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