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Peplin

FC Porto - Presidência, Marketing, SAD e Relatórios & Contas

Publicações recomendadas

Citação de a.lopes, há 1 minuto:

INFORMAÇÃO DE PERFIL

  • Sexo
    Masculino
  • Origem
    Maia
     
    SUS

Tá desatualizado, a última vez que atualizei o perfil deve ter sido quando me registei em 2003 😁 Já não moro em Portugal há alguns anos.

Por acaso os terrenos até são perto da casa dos meus pais, até valorizava a casa deles

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Citação de M. Porter, há 15 horas:

Cada vez é mais certo que o processo vai ser considerado nulo e CM da Maia vai devolver a tranche que pagamos efetivamente.

Parece que se era certo deixou de ser. 

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Citação de HappyKing, há 6 minutos:

Parece que se era certo deixou de ser. 

Não deixou. A forma como foi efetuada a tramitação da hasta pública para venda dos terrenos está sob escrutínio para avaliar a legalidade dos procedimentos após a denúncia dos vereadores da oposição, nomeadamente do PS. Obviamente que o atual Presidente da Camara, que esteve envolvido na assinatura desta antes de ser submetida a aprovação da assembleia municipal, não vinha confirmar que praticou um ato ilegal. 

Segundo se sabe o processo seguiu para tribunal.

Editado por M. Porter
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Citação de M. Porter, há 1 minuto:

 

Pensei que o teu comentário anterior era na consequências da decisão do Porto e não sobre a legalidade que era um tema anterior a essa decisão. Faz sentido. Ou seja, se for considerado legal não recebemos. Se for considerado ilegal é nulo e portanto recebemos é isso?

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No meio disto tudo fico com pena dos tratores, que estiveram expostos a esta vergonha tanto tempo para agora arrepiarem caminho.

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Citação de HappyKing, há 5 minutos:

Pensei que o teu comentário anterior era na consequências da decisão do Porto e não sobre a legalidade que era um tema anterior a essa decisão. Faz sentido. Ou seja, se for considerado legal não recebemos. Se for considerado ilegal é nulo e portanto recebemos é isso?

Sim, caso a hasta pública de venda seja considerada nula a CM da Maia tem de devolver os valores recebidos pela venda. Era o melhor que podia acontecer e acredito que esta desistência possa configurar que haja alguma possibilidade de recuperação por essa via.

Mas aconteça o que acontecer é mais uma acção de gestão danosa por parte dos artistas anteriores. 

Editado por M. Porter

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Citação de Mica, há 2 minutos:

No meio disto tudo fico com pena dos tratores, que estiveram expostos a esta vergonha tanto tempo para agora arrepiarem caminho.

Já eu não quero saber deles, como sou apoiante do mrpp desejo morte aos tratores

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Citação de HappyKing, há 3 horas:

Parece que se era certo deixou de ser. 

Também é menos de 1/10 do custo de um Loum, Grujic ou Navarro, é coisa pouca.

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https://www.ojogo.pt/2141505350/declaracoes-do-autarca-da-maia-surpreendem-sad-do-fc-porto/

Não sei qual é o espanto honestamente. 

Há um contrato e esse contrato deve estar lá explicado que em caso de falha de umas das partes ficam sem o dinheiro. O que dizem da boca para fora não interessa um crl principalmente no momento em que envolve dinheiro, foram na fé sem alguém assinar algum papel a comprovar que o dinheiro seria devolvido. 

Agora a recusa da cedência de posição no contrato é que pode vir a ser útil, é uma informação que julgo que não sabíamos. 

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Citação de Diogo_CFB, há 3 horas:

Academia da Maia: batalha judicial à vista entre FC Porto e ABB - FC Porto - Jornal Record

mas é por causa das iniciais deles se parecerem demais às iniciais do novo Presidente?

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Citação de fns, há 1 hora:

 

Por este tweet parece que o Porto motivou uma empresa a construir algo por conta própria com a promessa de ter rentabilidade posterior com o arrendamento ao Porto. Se for assim, é natural que esteja tudo devidamente contratualizado e se estiver, não sei como é que o Porto livra-se de pagar uma indemnização. Podem fazer a ginástica que quiserem como fazem nesse último parágrafo mas se há contratos assinados obviamente que terão responsabilidades a assumir.

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Hoje o Andoni andava às compras com a Maria dele no ikea de matosinhos. Pelos carrinho não tenciona abandonar Portugal em breve 

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Citação de Mica, Em 19/06/2024 at 13:49:

No meio disto tudo fico com pena dos tratores, que estiveram expostos a esta vergonha tanto tempo para agora arrepiarem caminho.

Os donos dos tratores vão cobrar bem ao FCP pelo tempo que lá estiveram estacionados.

Se há coisa que a ABB é especialista é em entalar clientes. Em obra públicas então...

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FC Porto evita pagar terrenos a construtora porque hasta pública na Maia falhou

                      

 Antiga administração só se comprometeu a pagar pelos terrenos para a academia se hasta pública avançasse. Falta de fundos ditou marcha-atrás no processo, podendo clube evitar custo dos nove hectares.

 

O plano falhado de uma academia do FC Porto na Maia é a mais recente de várias "dores de cabeça" deixadas pela administração de Pinto da Costa ao novo presidente dos "dragões", o ex-treinador André Villas-Boas. A folga financeira é mínima e os portistas arriscam prejuízos consideráveis na concepção de um projecto que não verá a luz do dia, mas nem tudo são más notícias: os "dragões" podem conseguir evitar o pagamento dos terrenos detidos pela construtora Alexandre Barbosa Borges (ABB), visto que os 14 hectares detidos pelo município da Maia não ficaram na posse do FC Porto. 

Apesar de os portistas terem apresentado a proposta mais alta em hasta pública pelos terrenos da autarquia, a anterior administração apresentou um "cheque careca" de 510 mil euros, relativo à segunda tranche da compra dos terrenos. Na passada terça-feira, o clube informou o município de que não dispõe actualmente de fundos que possibilitem um investimento tão avultado, deixando cair a construção do complexo na Maia.

Recuemos até ao dia 27 de Março, dia em que o projecto da academia foi apresentado ao público. Faltava exactamente um mês até às eleições do FC Porto, mas a aceleração do processo e a vontade em colocar as máquinas no terreno não representavam qualquer campanha eleitoral, prometia a antiga direcção. O complexo ocuparia uma área de 23 hectares: 14 conseguidos na hasta pública da Maia, os restantes nove comprados à construtora ABB, empresa gerida pelo empresário Gaspar Borges, que adquiriu vários lotes especificamente para este efeito. O então administrador financeiro da SAD portista, Fernando Gomes, garantiu que os "dragões" apenas ficariam com os nove hectares de terreno da ABB se a hasta pública se concretizasse, procurando mostrar aos sócios que o complexo tinha sido pensado com tempo e responsabilidade. Neste dia, ainda não era certo o resultado da hasta pública, mas tudo indicava que o FC Porto fosse o vencedor no processo de licitação.

“O FC Porto está a negociar terrenos sem saber e sem ter feito a hasta pública? Não! Está a garantir que a totalidade dos 23 hectares se vão conseguir em tempo útil para que isto [academia] avance já. Temos um contrato de compra e venda com Gaspar Borges [dono da ABB] condicionado à hasta pública", sublinhou. O então responsável chegaria mesmo a dizer que a ABB foi fundamental para que o FC Porto poupasse dinheiro na compra destes terrenos, alegando que os proprietários pediriam seguramente muito mais dinheiro ao clube do que ao grupo de construção.

Dado que a hasta pública, como agora se sabe, não irá para a frente, o FC Porto não seria obrigado a ficar com os terrenos da ABB, comprados gradualmente pela empresa a diferentes proprietários. De acordo com as informações recolhidas pelo PÚBLICO, esta "cláusula de segurança" foi efectivamente assegurada pela antiga administração, com o contrato assinado pela construtora a prever este cenário – considerado quase impossível no momento da assinatura. Mas há ainda um caso delicado nesta relação entre clube e construtora: um segundo contrato assinado pelos portistas com a construtora minhota, desta feita no valor de 6,8 milhões de euros, por trabalhos de terraplenagem. O PÚBLICO tentou por diversas vezes nos últimos dois dias contactar a empresa ABB, por via telefónica e electrónica, para obter esclarecimentos sobre estas matérias, mas sempre sem sucesso.

O jornal desportivo Record avança na edição impressa desta sexta-feira que a construtora pondera avançar para uma batalha judicial contra os "dragões", reclamando uma indemnização de 2,5 milhões de euros pela quebra de contrato, valor confirmado pelo PÚBLICO. Ainda relativamente à academia, o FC Porto terá de saldar uma dívida de um milhão de euros pela encomenda do projecto ao arquitecto Manuel Salgado, apresentado pelo próprio no dia 27 de Março no Estádio do Dragão. No total, os portistas somam já mais de quatro milhões de euros de potencial custo por um projecto que não avançará.

Maia não devolve 680 mil euros

Do lado da autarquia da Maia, a intenção passa por ficar com os 680 mil euros pagos pelo FC Porto como sinal no acto da adjudicação. O autarca do município, António Silva Tiago, alega que André Villas-Boas garantiu pessoalmente que iria conseguir os fundos necessários para validar o cheque de 510 mil euros passado pela antiga administração. Como tal não sucedeu, a Câmara Municipal da Maia não devolverá o valor do sinal e ficará com os 14 hectares destinados ao complexo.

Esta é uma posição que causa alguma surpresa à actual direcção do FC Porto, visto que foram apresentadas ao autarca alternativas para o terreno, nomeadamente o interesse de dois grupos de investidores interessados em construir complexos desportivos no local. A hipótese terá sido rejeitada pela autarquia na reunião, apurou o PÚBLICO, afirmando-se que os terrenos seriam apenas destinados à academia anteriormente acordada. Dada a inflexibilidade do executivo liderado por António Silva Tiago e a incapacidade financeira do clube, o FC Porto decidiu afastar-se definitivamente do projecto.

@Tio Hans

Editado por HappyKing
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