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Guest Dpitz

Estudantes do Superior prometem "agitação" no dia 29

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Que gente goste de ser carneiro e pau mandado não me admira, afinal são-o no dia a dia. Agora, para mim é tão violento usarem coação fisica como coação moral, e isso acontece obviamente em todas as praxes uma vez que todas são baseadas num príncipio hierárquico transvestido de pseudo-autoridade.

Mas claro, é tudo brincadeira. E o engraçado é que se assiste sempre ao fenómeno de que nas faculdades ou universidades dos próprios nunca existem abusos, é sempre nas outras, passa-se sempre a batata quente. A verdade é que para mim abusos é tudo, sejam consentidos ou não, sejam considerados brincadeiras ou não, abuso é o simples sentimento de superioridade que permite um praxante achar-se no direito de ordenar outras pessoas sobre as quais nenhuma autoridade tem. Seja mandando alguem ajoelhar-se perante si, desviar os olhos, fazer flexões, usar vernáculo sexista e homofóbico, seja mandar cumprir uma tarefa humilhante, seja atribuindo nicknames que por exemplo gozem com um caracteristica fisica fora da norma, seja o que for. Eu não quero saber se acham bem ou mal, se os praxados gostam ou não, eu sei é que o principio e o conceito da praxe é errado, ultrapassado e reaccionário.

Editado por antifa

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Quem não quer ser praxado, não é. Logo aí deveria acabar a discussão sobre a "coacção física e moral".

 

O antifa em especial lança para o ar todos os preconceitos e ideias feitas anti-praxe, o discurso é copy-paste de outros que já vi e li noutros locais e noutras alturas. Os benefícios da praxe ocultam-se, não vale a pena falar deles, apenas contam os maus exemplos. Mas eu também já percebi que o antifa nem sabe o que é a praxe, só isso justifica que ele se refira ao conceito da praxe como "errado, ultrapassado e reaccionário".

 

Ódios de estimação também eu os tenho.

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Então se a praxe apenas é integração e não sei quê porque não acabar com todo o folclore que permite abusos e apenas realizar convivios salutares e equalitários como existem em faculdades onde não há praxe ou ela é residual?

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é só serious cats aqui. até um mandar fazer 10 flexões é considerado abuso para pessoas daqui. f*da-se, até deviam apoiar as praxes desse tipo, era da maneira que não havia tantos preguiçosos que nem 1 flexão de jeito fazem!

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Então se a praxe apenas é integração e não sei quê porque não acabar com todo o folclore que permite abusos e apenas realizar convivios salutares e equalitários como existem em faculdades onde não há praxe ou ela é residual?

 

Achas que és o único que luta contra o excesso das praxes? Quem apoia a praxe, a verdadeira praxe, também o faz. Também lutamos para que as praxes sejam convívios salutares e não aconteçam abusos.

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o problema de (em alguns sítios! não quero virgens ofendidas) a praxe nos dias de hoje é isto:

 

não tem intenção de integrar.

quem é anti-praxe é excluído de muita coisa académica.

 

a praxe devia ser um tópico da vida académica, não a p*ta do prefácio, que se não lês, não podes ler o resto.

 

duvido que muitos daqui conheçam metade das praxes e actividades do género que há na Universidade do Algarve, mas é coisinhas horrendas, é fotocópias duns dos outros, é o rebolar na lama, o pintar caras, o constante chamar de bestas (ei, muita integração aqui :lol:), e em muitos casos nota-se o claro escape para frustrações recalcadas.

 

eu ainda tentei dialogar sobre actividades diferentes, até choro houve que não se podia levar os caloiros fora da Universidade! porra, ainda eles se perdiam e não sabiam voltar pa casa, tadinhos.

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o problema de (em alguns sítios! não quero virgens ofendidas) a praxe nos dias de hoje é isto:

 

não tem intenção de integrar.

quem é anti-praxe é excluído de muita coisa académica.

 

a praxe devia ser um tópico da vida académica, não a p*ta do prefácio, que se não lês, não podes ler o resto.

 

duvido que muitos daqui conheçam metade das praxes e actividades do género que há na Universidade do Algarve, mas é coisinhas horrendas, é fotocópias duns dos outros, é o rebolar na lama, o pintar caras, o constante chamar de bestas (ei, muita integração aqui :lol:), e em muitos casos nota-se o claro escape para frustrações recalcadas.

 

eu ainda tentei dialogar sobre actividades diferentes, até choro houve que não se podia levar os caloiros fora da Universidade! porra, ainda eles se perdiam e não sabiam voltar pa casa, tadinhos.

 

Essas por exemplo são proibidas na UC. Infelizmente ainda se aplicam no Politécnico de cá.

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Essas por exemplo são proibidas na UC. Infelizmente ainda se aplicam no Politécnico de cá.

 

conheço um gajo que passou um bocado por Coimbra, para visitar a namorada. Ele diz que o que se passa na Ualg é uma palhaçada, um circo de gentinha a querer criar tradições à força sem saber o que fazer.

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Quem não quer ser praxado, não é. Logo aí deveria acabar a discussão sobre a "coacção física e moral".
É exactamente aí que entra a coacção moral. Escuso de dizer que a norma na esmagadora parte das universidades é a praxe. No meu primeiro ano ninguém me perguntou se queria participar naquilo ou não, caí ali de pára-quedas e fui atrás de quem me sabia dizer alguma coisa. Claro que ninguém me obrigou a nada e houve gente que não quis ser praxada. Mas esses para além de terem sido prontamente olhados de lado pelos 'veteranos', houve a tentativa de dissuadi-los, claro que não foram mal tratados, mas foram logo colocados à margem e descritos como anti-praxe, como se de alguma forma pertencessem a uma classe à parte e negativa dos restantes. Mas enfim, a minha noção de integração deve ser muito diferente da dos demais.

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É exactamente aí que entra a coacção moral. Escuso de dizer que a norma na esmagadora parte das universidades é a praxe. No meu primeiro ano ninguém me perguntou se queria participar naquilo ou não, caí ali de pára-quedas e fui atrás de quem me sabia dizer alguma coisa. Claro que ninguém me obrigou a nada e houve gente que não quis ser praxada. Mas esses para além de terem sido prontamente olhados de lado pelos 'veteranos', houve a tentativa de dissuadi-los, claro que não foram mal tratados, mas foram logo colocados à margem e descritos como anti-praxe, como se de alguma forma pertencessem a uma classe à parte e negativa dos restantes. Mas enfim, a minha noção de integração deve ser muito diferente da dos demais.

 

conheço uma história de jantar de curso de "veteranos" que se recusavam a permanecer no jantar se uma certa colega, caloira, aparecesse, pois esta se tinha declarado anti-praxe e não tinha o direito de ir aos jantares de curso. uuuuuh essa escumalha anti-praxe quer é destruir o mundo!

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É exactamente aí que entra a coacção moral. Escuso de dizer que a norma na esmagadora parte das universidades é a praxe. No meu primeiro ano ninguém me perguntou se queria participar naquilo ou não, caí ali de pára-quedas e fui atrás de quem me sabia dizer alguma coisa. Claro que ninguém me obrigou a nada e houve gente que não quis ser praxada. Mas esses para além de terem sido prontamente olhados de lado pelos 'veteranos', houve a tentativa de dissuadi-los, claro que não foram mal tratados, mas foram logo colocados à margem e descritos como anti-praxe, como se de alguma forma pertencessem a uma classe à parte e negativa dos restantes. Mas enfim, a minha noção de integração deve ser muito diferente da dos demais.

 

Idiotas há em todo o lado, como é óbvio. Nas Universidades não é excepção.

 

conheço uma história de jantar de curso de "veteranos" que se recusavam a permanecer no jantar se uma certa colega, caloira, aparecesse, pois esta se tinha declarado anti-praxe e não tinha o direito de ir aos jantares de curso. uuuuuh essa escumalha anti-praxe quer é destruir o mundo!

 

No meu curso foram elementos anti-praxe aos jantares de curso, onde conviveram pacificamente e em amena cavaqueira com "veteranos". uuuuuh essa escumalha pró-praxe quer é destruir o mundo!

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O tipo do meu ano que ficou mais conhecido no UNL-ISEGI e mais "adorado" foi um timorense que a meio das apresentações na praxe, disse que ia mijar e fugiu a correr :lol:

Toda a gente adorava o grande Forrest :prayer:

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No meu curso foram elementos anti-praxe aos jantares de curso, onde conviveram pacificamente e em amena cavaqueira com "veteranos". uuuuuh essa escumalha pró-praxe quer é destruir o mundo!

 

e que raio tem isso que ver com o que escrevi?

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Idiotas há em todo o lado, como é óbvio. Nas Universidades não é excepção.
O que parece é que nas universidades há uma concentração excepcional de idiotas. Por isso das duas uma, ou realmente os idiotas todos do país se concentram nas universidades ou vive-se um ambiente na universidade que é propício ao aparecimento destes 'idiotas'. Editado por whatever

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Guest Vladimir Ilitch

E onde anda a agitação dos alunos do Ensino Superior?

Dia 29 Vaart, dia 29. Calma :D

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Dia 29 Vaart, dia 29. Calma :D

 

Eu sei, era só para ver se se voltava ao tema do tópico.

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No meu curso foram elementos anti-praxe aos jantares de curso, onde conviveram pacificamente e em amena cavaqueira com "veteranos". uuuuuh essa escumalha pró-praxe quer é destruir o mundo!

 

Tens problemas em interpretar o que os outros escrevem. :estrelas:

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conheço uma história de jantar de curso de "veteranos" que se recusavam a permanecer no jantar se uma certa colega, caloira, aparecesse, pois esta se tinha declarado anti-praxe e não tinha o direito de ir aos jantares de curso. uuuuuh essa escumalha anti-praxe quer é destruir o mundo!

é o q está no código da praxe da UALG. Há mais forte coação que dizer que um anti-praxe não pode ir a jantares de curso, usar traje...

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O que parece é que nas universidades há uma concentração excepcional de idiotas. Por isso das duas uma, ou realmente os idiotas todos do país se concentram nas universidades ou vive-se um ambiente na universidade que é propício ao aparecimento destes 'idiotas'.

 

Idiotas tens em todo o lado, nas universidades tens muitos jovens. Idiotas jovens é uma combinação terrível, ainda para mais quando são em quantidade :tongue:

 

Tens problemas em interpretar o que os outros escrevem. :estrelas:

 

A tua mãe é que é!!!!!

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