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Guest Dpitz

Tópico da Política e Economia

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Ainda há mas escolhi história das ideias políticas. Tem mais a ver comigo e tiveste quant já agora?

 

17 :mrgreen: Houve dispensa de exame para quem fizesse um trabalho de pesquisa e fizesse exposição oral com perguntas da professora.

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Investimento nos portos e ferrovia é prioridade até 2020

 

Aumentar o investimento nos portos e na ferrovia, avançando com os projectos de expansão do porto de Sines, de construção de um terminal de águas profundas em Lisboa e de conclusão do plano de modernização da Linha do Norte, são algumas das prioridades definidas no relatório final do grupo de trabalho para as infra-estruturas de elevado valor acrescentado, apresentado esta segunda-feira ao primeiro-ministro. Terminal de contentores de Lisboa e Túnel do Marão entre os projectos estratégicos, defende relatório.

 

O documento estratégico, que esta quarta-feira entra em debate público, define um total de 30 projectos prioritários até 2020, num investimento global de 5.103,8 milhões de euros. Dessas três dezenas de projectos, 18 dizem respeito ao sector marítimo, oito ao ferroviário, dois ao rodoviário e outros dois ao aeroportuário. Ainda assim, nestas duas áreas são apontadas como prioritárias a conclusão do Túnel do Marão e a abertura de um novo terminal de carga no aeroporto de Lisboa.

 

Relativamente ao financiamento dos projectos prioritários, o grupo de trabalho coordenado por José Eduardo Carvalho, presidente da AIP, identifica os fundos comunitários como principal fonte potencial de "funding", representando 61% do total, ou seja, financiando estes investimentos em 3.132 milhões de euros dos 5.101,8 milhões que seriam exigidos. Para a implementação desses projectos, o Estado seria, por seu lado, chamado a suportar um total de 1.428,1 milhões, enquanto ao sector privado caberiam 543,6 milhões de euros de financiamento, através da banca comercial e do mercado de capitais.

 

O grupo de trabalho criado em Agosto de 2013 por despacho do secretário de Estado das Infra-estruturas, Sérgio Monteiro, entende que se deva dar prioridade à ferrovia em detrimento da rodovia e aos portos em vez dos aeroportos. Dá também mais importância à carga e às mercadorias do que aos passageiros. E ao desenvolvimento de infra-estruturas existentes em vez da construção de projectos novos.

 

Além de priorizar os projectos e investimentos, o grupo de trabalho identificou ainda constragimentos nos quatro sectores analisados. Entre eles, considera que a área ferroviária é afectada pela degradação da infra-estrutura e a ausência de electrificação, enquanto a marítimo-portuária tem constrangimentos como deficientes condições de recepção de navios, limitações de capacidade e ligações inexistentes ou insuficientes à linha férrea e plataformas logísticas. No sector rodoviário, os principais constrangimentos identificados são o fecho da "malha" da rede rodoviária, o congestionamento de tráfego nos acessos às grandes cidades e o elevado nível de sinistralidade. Já no aeroportuário, o relatório aponta, entre outros, a falta de espaço apropriado à instalação de infra-estruturas de empresas integradoras.

 

O grupo de trabalho identificou ainda constrangimentos que não requerem intervenção ao nível da infra-estrutura, mas que exigem medidas ao nível legislativo, na matriz tarifária ou relação entre operadores e gestor da infra-estrutura. Exemplos de constrangimentos em cada um dos sectores são, segundo refere, a falta de integração entre a rede ferroviária nacional e a espanhola, a rigidez do actual modelo tarifário na rodovia, a falta de concorrência nos portos e a falta de estratégia integrada para as principais infra-estruturas logísticas, no que diz respeito aos aeroportos.

 

Para chegar aos 30 projectos prioritários a que chegou o grupo de trabalho foram analisados 89, após uma prévia listagem de 238 intenções de investimento indicadas pelos membros do Governo.

 

Investimentos em infra-estruturas até 2020

 

Marítimo-portuário

 

O grupo de trabalho definiu 18 projectos nesta área, o que representa 60% do total de investimentos estabelecidos como prioritários. Entre esses projectos conta-se a ampliação do terminal de contentores sul do porto de Leixões, a expansão do terminal XXI de Sines e a construção de um novo terminal de contentores de águas profundas em Lisboa. O investimento estimado nos 18 projectos no sector marítimo-portuário é de 1.505,8 milhões de euros, podendo os fundos comunitários financiar 687,9 milhões de euros e os privados 506,6 milhões.

 

Ferroviário

 

As prioridades de investimento nesta área abarcam oito projectos, o que representa 26,7% do total. No entanto, em termos de investimento, o peso da ferrovia atinge os 55,2%, ao exigir 2.815 milhões de euros. Deste montante, 1.914,2 milhões poderão, segundo o relatório final, ser financiados por fundos comunitários. A conclusão do plano de modernização da Linha do Norte e a modernização da Linha da Beira Alta estão entre as prioridades definidas pelo grupo de trabalho, que incluem ainda a modernização da Linha de Cascais e as ligações internacionais.

 

Rodoviário

 

Apenas dois dos 30 projectos prioritários definidos no relatório são relativos à rodovia. É o caso do Túnel do Marão e da ligação do IP3 Coimbra-Viseu. No total o investimento estimado nesta área é de 773 milhões de euros, dos quais 525,6 milhões poderão ser financiados por fundos comunitários. Já 247,4 milhões terão de vir do Estado.

 

Aeroportuário

 

Um novo terminal de carga no aeroporto de Lisboa é um dos dois investimentos prioritários nesta área, segundo o grupo de trabalho coordenado por José Eduardo Carvalho. O investimento previsto no sector aeroportuário é de apenas 10 milhões de euros.

Negócios.pt

 

Apraz-me verificar que ainda há quem tenha boas ideias.

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Falta um KPI essencial ao projeto aí estar descrito. Vai trazer dinheiro aos tios e primos?

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Soup Kitchens Caused the Great Depression, AFF Edition

That’s AFF for “Austrian founding fathers.”

 

The blog Social Democracy for the 21st Century has a fascinating post about Austrian patron saint Ludwig von Mises in the Great Depression, and his attempts to make sense of what was happening. It’s a revealing story, because it bears so much resemblance to current right-wing flailing – and also highlights the lessons Keynes tried to teach but so few, economists included, have been willing to learn.

 

First of all, as the blog tells it, von Mises, faced with the reality of depression, basically dropped Austrian business cycle theory, and for the very reason people like me have always had trouble taking it seriously. (Yes, yes, we don’t grasp the depth and profundity of a theory that can never fail, it can only be failed.) ABCT is essentially a story about the excesses of the boom; it offers no clear or plausible story about how that boom leads to a sustained slump. And von Mises was in effect already conceding that point by 1931.

 

So what was the story? According to vM, it was excessive wages — trade unions were demanding too much, and unemployment benefits were leaving workers insufficiently desperate. Sound familiar? It should — it is, essentially, the current Republican story, in which unemployment is high because we’re being too nice to the unemployed — that, as I like to say, soup kitchens caused the Great Depression.

 

And this is where Keynes comes in. Suppose, for the sake of argument, that unions and the dole really were holding up wages, and that breaking the unions and starving the unemployed would have led to a big wage decline. How would this have promoted employment?

 

Don’t say that it’s obvious, that labor would get cheaper and more would be employed. As Keynes pointed out, this makes sense for an individual worker or group of workers, but not if everyone takes a wage cut and — as one would expect — prices also fall. In that case, the relative price of labor hasn’t fallen, so there is no reason for employment to rise.

 

Or think about it a different way. Again as Keynes pointed out, workers don’t negotiate real wages, they negotiate nominal wages. Why should the overall level of these wages matter? Rudi Dornbusch used to say that “it takes two nominals to make a real.” The usual argument for how wage-price flexibility leads to full employment is that wages “push” against a fixed nominal money supply, so that a fall in the overall wage level leads to a rise in the real money supply, a fall in interest rates, and so on. But under liquidity trap conditions this channel doesn’t work, and other channels — notably Fisherian debt deflation — almost surely mean that lower wages reduce, not increase, employment.

 

So it’s a nonsense story. But it turns out that it’s always the story the right turns to when market economies go bad — because the alternative would be to admit that market economies can in fact go bad, and that sometimes government is the solution, not the problem.

 

Fonte: http://krugman.blogs.nytimes.com/2014/01/27/soup-kitchens-caused-the-great-depression-aff-edition/?module=BlogPost-Title&version=Blog%20Main&contentCollection=Opinion&action=Click&pgtype=Blogs&region=Body

 

é de facto um dos pontos onde a direita falha sempre...

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E não é que o Rui Moreira tinha razão no que aos fundos comunitários diz respeito?

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Btw para quem se interessa por isto...o peso argentino já desvalorizou 15% na ultima semana. O Rand, o Rublo e o Bolivar também estao a sofrer quedas fortes, o baht e o hryven também já cederam um pouco.

 

Nao sei se o Brazil chega até aos jogos olimpicos com a mesma moeda...2016 e cria-se o "Real novo" quando já estivermos em 400-500 reais por euro?

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Sem dúvida. E bem o merece, embora me pareça improvável que ganhe devido às questões políticas (USA).

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O que se passa na Ucrânia é muito grave e vai acabar muito mal. Isto já não se trata de democracia. Uma amiga da minha mãe, tem um irmão que trabalha na polícia em Kiev. Ontem demitiu-se porque as já foram assassinados 5 policias em suas casa em apenas dois dias e para não falar que ele teve que ficar 2 semanas, dia e noite, a defender o parlamento.

 

A Ucrânia corre o risco de dividir-se em duas partes, uma parte vai ficar da oposição (USA) e a outra parte fica dos russos. Isto com a chegada dos jogos Olímpicos vai dar confusão...

 

Já agora, a maioria da oposição sao defensores de um homem que fez na Ucrânia e teve ideias semelhantes ao Hitler.

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O Vitaliy Klitschko é neo-nazi?

Nop. Arseniy Yatsenyuk (este é o "líder" da oposição) é um dos "seguidores" do Bandera, que fez coisas horriveis na Ucrania durante a Guerra Mundial. Atenção que o Bandera não era neo-nazi até foi preso por eles.

Editado por Cra

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depois do português-manuelmachadês vem aí o novo manual português-assunçãoestevês

 

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