KMG Publicado 24 Janeiro 2014 Eu cá estimo que ele se torne na Abelha Maia :happy: Mas a sério, que qualidade para ter um espaço num jornal tão lido como o Público tem um gajo que escreve isto? Ainda para mais a escrita dele é enfadonha. Compartilhar este post Link para o post
Lifehouse Publicado 24 Janeiro 2014 isto de ajustamento não tem nada. dentro de pouco estamos a pedir ajuda outra vez. certinho, direitinho. Compartilhar este post Link para o post
Resende93 Publicado 24 Janeiro 2014 http://expresso.sapo.pt/santana-lopes-atira-se-a-marcelo-rebelo-de-sousa=f852437 Não Posso :lol: Compartilhar este post Link para o post
Guest Dpitz Publicado 24 Janeiro 2014 isto de ajustamento não tem nada. dentro de pouco estamos a pedir ajuda outra vez. certinho, direitinho. A duvida é, com este Governo ou com outro? Compartilhar este post Link para o post
Lifehouse Publicado 24 Janeiro 2014 não faço ideia. o PS está entre a espada e a parede. era preciso um golpe de génio para tirar o seguro de onde está, colocar o costa, e esperar que as pessoas passassem ao lado da questão. vem ai desagravamento do IRS, contratação de professores, o próprio IVA da restauração pode levar um toque. não sei... Compartilhar este post Link para o post
Guest Dpitz Publicado 24 Janeiro 2014 Já agora, o que vale é que somos um País em que nos preocupamos com os 370 milhoes de euros atribuídos em 2012 aos mais de 420.000 beneficiários do RSI, cujo valor total diminuiu em uns bons milhões em 2013 e 2014 - e cujo número de beneficiários tem também dimunuido, não porque nao ha gente que precise deles (antes fosse) mas porque, imagine-se lá a suposta falta de rigor na atribuiçao/manutencão do subsidio, mas porque, por exemplo, e para acrescentar ao que o descartes disse, basta ter um carro para o perder ou não o ver, sequer, atribuído. Felizmente não temos negociatas estranhas com bancos e PPP's ruínosas, nem temos de pagar dividas e empréstimos sobre as quais não temos responsabilidade nenhuma. Ou não.... gostava de ver essa volta toda com o RSI canalizada para os verdadeiros problemas, mas percebo, é essa ideia que intessa transmitir e difundir, é isso que é fácil'de comer e mastigar, afinal alguém tem de ter culpa e é sempre mais fácil cuspir de alto para baixo. ______ As próximas eleiçoes sao uma incógnita. Mas creio que uma coligaçao PS-PSD nao seria assim um cenário dificil d acontecer, infelizmente Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado 24 Janeiro 2014 Desculpem voltar ao tema dos subsídios, mas tenho que colocar aqui o exemplo de um país desenvolvido (a Inglaterra) e a forma como a sua gestão é "impecável" e muito mais fantástica que a nossa: "Rua dos subsídios" chega à TV britânica e gera polémica O retrato de quem vive à custa de subsídios, num documentário britânico que está a causar controvérsia no país. O documentário de cinco episódios mostra a vida na Rua James Turner, em Birmingham, onde 90% dos residentes são subsidiados O documentário mostra alguns dos residentes locais a gabar-se dos benefícios dos subsídios e da forma como os alcançam Captura de ecrã O documentário mostra alguns dos residentes locais a gabar-se dos benefícios dos subsídios e da forma como os alcançam O canal britânico Channel 4 estreou o documentário "Benefits Street" (ou "Rua dos Subsídios" em português), que retrata a vida dos residentes de uma das ruas do Reino Unido com maior dependência de subsídios. O documentário de cinco episódios mostra a vida na Rua James Turner, em Birmingham, onde 90% dos residentes são subsidiados. O objetivo seria quebrar a ideia preconcebida de que os subsídios são atribuídos a pessoas preguiçosas e desonestas, que procuram uma vida de facilitismos. Mas a reação do público foi a exatamente oposta. Entre as 'estrelas' da série documental encontram-se um ladrão, um toxicodependente em recuperação, imigrantes da Europa de leste e um jovem casal incapaz de alimentar os filhos. Desempregados, dependem da ajuda do Estado para sobreviver e vivem uma vida de dificuldades, reflexo da recessão económica. Após a transmissão do primeiro episódio na passada segunda-feira, contudo, a controvérsia instalou-se. Nas redes sociais multiplicaram-se críticas, ofensas e até ameaças de morte. "Como podemos erradicar esta escumalha?", pergunta um telespectador no Twitter. "Queimem a Rua dos Subsídios", escreve outro. Tudo porque o documentário mostra alguns dos residentes locais a gabar-se dos benefícios dos subsídios e da forma como os alcançam. Plantações de canábis caseiras e pequenos furtos de ocasião são também descritos como formas de ganhar a vida na rua. O resultado foi uma reação violenta dos telespectadores, que manifestam nas redes sociais indignação face ao estilo de vida da população marginal e subsidiada no Reino Unido em tempos de austeridade. Os britânicos queixam-se de que os subsídios empobrecem a classe trabalhadora, obrigada a pagar mais impostos para suportar o Estado social. Os tabloides têm-se aproveitado desse sentimento de ódio para publicar histórias sobre desempregados que compram televisões de última geração e outros bens de luxo com os fundos do Estado. "Benefits Street" passou a fazer parte de um género de reality show em crescimento no país, que é ironicamente apelidado de "pornografia da pobreza", pelo seu caráter sensacionalista. Esta tendência levou o primeiro-ministro David Cameron a repensar os subsídios na despesa pública, tendo sido anunciando um corte no orçamento para o Estado social de 12 milhões de libras (mais de 14 milhões de euros). O documentário é acusado de explorar situações dramáticas, escolhendo propositadamente os casos que possam causar maior escândalo. E dezenas de milhares de pessoas já assinaram uma petição para o retirar do ar. Ler mais: http://expresso.sapo.pt/rua-dos-subsidios-chega-a-tv-britanica-e-gera-polemica=f852205#ixzz2rLv6BIbX Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 25 Janeiro 2014 (editado) Ana Drago demite-se da Comissão Política do BE A militante bloquista anunciou a demissão numa carta enviada aos membros da Mesa Nacional. A ex-deputada Ana Drago anunciou hoje a demissão da Comissão Política do Bloco de Esquerda (BE), alegando "uma divergência profunda e fundamental" com a direção do partido relativamente à estratégia que está a ser seguida. Em causa está o facto de a direção política do BE ter rejeitado um debate com outros movimentos de esquerda, como o recém-criado Manifesto 3D, a Renovação Comunista e o anunciado partido Livre, para participar num processo de convergência que resultasse numa candidatura única às eleições europeias. "As dificuldades processuais dessa candidatura eram várias, e relevantes. Contudo, um modelo de articulação não chegou sequer a ser equacionado -a direção política do Bloco de Esquerda não se mostrou disponível para iniciar um debate programático com alguns dos possíveis participantes nessa convergência. Com essa exclusão antes mesmo de se debater um programa conjunto para as eleições europeias, a possibilidade de uma candidatura alargada fracassou", justifica a militante bloquista numa carta enviada à Agência Lusa e que foi já entregue aos membros da Mesa Nacional, que se reúnem hoje à tarde. Fonte: Aqui Editado 25 Janeiro 2014 por Lebohang Compartilhar este post Link para o post
Stromp Publicado 25 Janeiro 2014 De facto, a origem do BE tinha como objectivo uma união da esquerda e até mesmo fazer uma ponte entre PCP e PS. Sempre se indignaram contra a constante fracturação da esquerda, e agora os inflexíveis são mesmo eles. Compartilhar este post Link para o post
Manny Publicado 25 Janeiro 2014 Será que a Ana Drago irá juntar-se ao novo partido do RUi Tavares. Compartilhar este post Link para o post
Mayday Publicado 25 Janeiro 2014 Esta carta serve para comunicar a minha demissão da Comissão Política do Bloco de Esquerda aos membros da Mesa Nacional e da própria Comissão Política, e apresentar as suas razões. Esta foi uma decisão muito ponderada, e, confesso-o, que me entristece. No entanto, as discussões que ocorreram ao longo das últimas semanas no seio da Comissão Política tornaram clara uma divergência profunda e fundamental sobre a estratégia do Bloco na presente conjuntura. Nas últimas semanas, foi colocada à direcção política do Bloco de Esquerda a possibilidade de participar num processo de convergência que pudesse resultar numa candidatura única às eleições europeias, que integrasse o Bloco de Esquerda, o recém-criado Manifesto 3D, a Renovação Comunista e o anunciado partido Livre. As dificuldades processuais dessa candidatura eram várias, e relevantes. Contudo, um modelo de articulação não chegou sequer a ser equacionado – a direcção política do Bloco de Esquerda não se mostrou disponível para iniciar um debate programático com alguns dos possíveis participantes nessa convergência. Com essa exclusão antes mesmo de se debater um programa conjunto para as eleições europeias, a possibilidade de uma candidatura alargada fracassou. Este processo de convergência era, a meu ver, não só desejável como determinante para este campo político de esquerda, e portanto para o Bloco. Significaria uma vontade política de construir uma alternativa sustentada e credível de esquerda, num país que vive um ataque sem precedente ao modelo social e político da sua democracia. Portugal vive hoje um processo de desmantelamento de direitos sociais fundamentais e destruição do modelo de solidariedade entre segmentos da população e entre gerações – é uma reconfiguração profunda da articulação entre liberdades políticas e direitos sociais que sustentaram a democracia portuguesa nos últimos 40 anos. A agressividade desse ataque ameaça desfigurar de forma irremediável o regime, e desenhar um futuro de desqualificação e empobrecimento duradouro do país. De facto, os direitos sociais e laborais, e os modelos de solidariedade que estão hoje a ser destruídos foram conquistados numa conjuntura histórica única, e a sua recuperação num futuro próximo não será fácil. O que coloca uma urgência nunca antes tão sentida de parar este ataque fanático e revanchista da direita portuguesa, através da criação de uma alternativa credível e alargada de esquerda. Vivemos, nesse sentido, um momento histórico – trata-se de salvar um modelo de democracia e o futuro do país. É por isso que uma estratégia de esquerda que queira resgatar o país desta espiral de destruição tem que ser tão ampla a alargada quanto possível, em torno de princípios programáticos essenciais. Defender a reestruturação da dívida, a reposição do rendimento dos trabalhadores e pensionistas, o aumento do salário mínimo, a sustentação dos serviços públicos e dos direitos laborais,o combate ao desemprego e à precariedade, o investimento na qualificação da economia portuguesa – este é, creio, o programa necessário nos tempos actuais.É certo que este não é todo o programa político do Bloco de Esquerda, mas é aquele que identifica quem está disposto a assumir a responsabilidade de defender o país – e esse deve ser o campo de política de unidade do Bloco de Esquerda. O Bloco constituiu-se como uma esquerda que não se rende a fazer uma gestão apenas mais benevolente do statusquo, mas que também não fica satisfeita apenas por existir. A vontade de não desistir de transformar a sociedade permitiu a articulação entre diferentes correntes e tradições, que antes se pensavam inconciliáveis, assente na percepção de que a nossa unidade na luta e no projecto transformador é mais importante do que as nossas diferenças. No actual momento do país, essa vocação para a unidade da esquerda é ainda mais necessária, e mais urgente. E deve ser ainda mais ampla, percebendo o óbvio – que a política unitária se faz sempre com aqueles que são diferentes de nós, é essa a sua natureza. A proposta que foi colocada ao Bloco de Esquerda apelava a uma convergência com um espaço político que, sendo diferente do Bloco, é certamente aquele que é politicamente mais próximo. Senão for com estes actores, não se fará convergência com ninguém – e o Bloco fica sem qualquer estratégia de alargamento e convergência. O que significa que a proposta de governo de esquerda, enunciada na moção que ganhou a convenção do Bloco de Esquerda, resulta apenas num slogan. Ora, isso é grave para uma força política com a identidade do Bloco de Esquerda, e é particularmente grave na actual situação política do país. Sei bem que a proposta de convergência que nos foi dirigida não permitia resolver todas as dificuldades de uma política alternativa para o país. Estou bem ciente do muito caminho que temos ainda que fazer, de como ainda temos fraquezas e muita luta pela frente.Mas permitia agora, no debate determinante sobre a Europa, lançar uma dinâmica de alargamento e mobilização que fazem hoje tanta falta ao Bloco. Por entender que esta proposta de convergência à esquerda era um passo essencial na construção de uma alternativa de esquerda para o país; e por entender que a identidade, o papel e a responsabilidade histórica do Bloco de Esquerda é construir essa convergência,não posso hoje, em consciência, permanecer na Comissão Política. Desde que me juntei ao Bloco de Esquerda, sempre entendi que, para a luta que temos que fazer, a unidade deste campo da esquerda é mais importante que as suas diferenças. Do muito que vivi e aprendi ao longo deste 14 anos no Bloco, acredito ainda mais nesta necessidade de unidade. Não sei – talvez não saibamos sobre nós próprios – se terei o discernimento e a capacidade de construir uma solução de esquerda para o país. Mas sei hoje, claramente, que não quero fazer parte do problema. Lisboa, 25 de Janeiro de 2014 Ana Drago Compartilhar este post Link para o post
Guest Dpitz Publicado 25 Janeiro 2014 Será que a Ana Drago irá juntar-se ao novo partido do RUi Tavares. Oui. Compartilhar este post Link para o post
F_Tex Publicado 25 Janeiro 2014 atenção que ela ainda é militante do partido, só saiu dessa comissão. e pelo que disse há bocado, tão cedo não sai (se bem que era o que ela fazia de melhor) Compartilhar este post Link para o post
Lip McBoatface Publicado 25 Janeiro 2014 Que novo partido é esse? Compartilhar este post Link para o post
Guest Dpitz Publicado 25 Janeiro 2014 Que novo partido é esse? LIVRE. Criado pelo eurodeputado Rui Tavares (independente, mas eleito pelas listas do BE). Há ainda o movimento 3D e o MAS. não me admirava se, depois das eleições europeias, surgir um novo partido com esta malta toda. Compartilhar este post Link para o post
Boo Riquelme Publicado 26 Janeiro 2014 Eu acho um piadão ao passos coelho "estamos a viver um momento difícil e desafiante". Parece que estamos naquele nivel f*dido do videogame lol Compartilhar este post Link para o post
whatever Publicado 26 Janeiro 2014 E o Bloco está mesmo a transformar-se no PC. Tiro o chapéu a todos que o avisaram com sinceridade. Compartilhar este post Link para o post
Boo Riquelme Publicado 26 Janeiro 2014 Até chegarem ao nível do Partido Comunista ainda têm que caminhar muito ... Muito mesmo. Compartilhar este post Link para o post
antifa Publicado 26 Janeiro 2014 Btw, sobre a Ana Drago, sabiam que ela quando estudava em Coimbra, já com 20 e tal anos, era militante da Juventude Centrista, do CDS? :lol: Diz quem andava lá na altura que foi dos volte-faces politicos mais surreais que algumas vez viram. Compartilhar este post Link para o post
Lip McBoatface Publicado 26 Janeiro 2014 (editado) Mais info sobre a Ucrânia. http://www.economist.com/news/europe/21595051-protests-turn-nasty-and-violent-president-not-giving-ground-march-kiev?fsrc=rss|eur Artigo muito bom sobre o impasse das energias renováveis na União Europeia. http://www.economist.com/news/europe/21595018-storm-over-new-european-union-climate-change-targets-europes-energy-woes?fsrc=rss|eur Editado 26 Janeiro 2014 por Lip Pirlo Compartilhar este post Link para o post
Guest Dpitz Publicado 26 Janeiro 2014 E o bes, que através de uma "subempresa" sua, anda a contratar licenciados em gestao com contratos de 3 dias? Compartilhar este post Link para o post
Black Hawk Publicado 26 Janeiro 2014 Ciências Sociais lançadas ao inferno "Moisés Martins, do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho, já se perguntava, em público, se seria possível o país aprovar, como fez durante o Estado Novo, 'a exclusão das ditas ciências moles, em nome de uma ideologia utilitarista, produtivista e mercantilista'." “A FCT segue o modelo neoliberal das ciências, um modelo que procura ligar a investigação e a universidade às necessidades do mercado. É uma forma míope de ver a ciência.” "Onde se vai estudar língua e literatura portuguesa?, pergunta Boaventura Sousa Santos. Como se vai conhecer a realidade portuguesa para lá dos negócios, da inovação tecnológica, do desenvolvimento de transportes? 'Portugal é um país cada vez mais invisível para si próprio', responde. As ciências sociais e humanas desempenham um papel. E o catedrático de Coimbra explica-o assim: 'Através delas pensamos o mundo cada vez mais interdependente e competitivo. São importantes para saber qual o nosso lugar, conhecer o passado, confiar no futuro'.” Compartilhar este post Link para o post
Resende93 Publicado 26 Janeiro 2014 http://www.jornaldenegocios.pt/economia/detalhe/sondagem_aximage_coligacao_psd_cds_a_frente_do_ps_nas_europeias.html FDX o PS que não meta o Seguro no crl que bem que perdem europeias e legislativas. Compartilhar este post Link para o post