Victarion Publicado 22 Janeiro 2014 gostava de fazer juízos de valores mais acertados e determinar que tipo de fruta gostaria que crescesse no cu do Camilo Lourenço, mas primeiro necessitava de ler esse tal artigo de opinião. Compartilhar este post Link para o post
Gavazzo Publicado 22 Janeiro 2014 Esse post no facebook parece mesmo sarcástico, só consigo interpretar isso como sendo gozo ao Camilo. Compartilhar este post Link para o post
jmgv Publicado 22 Janeiro 2014 (editado) Esse post no facebook parece mesmo sarcástico, só consigo interpretar isso como sendo gozo ao Camilo. Tive a mesma ideia.. no entanto depois de saber o nome e filiação politica do artista, nem sei Editado 22 Janeiro 2014 por jmgv Compartilhar este post Link para o post
F_Tex Publicado 22 Janeiro 2014 Esse post no facebook parece mesmo sarcástico, só consigo interpretar isso como sendo gozo ao Camilo. nop, eles pensam mesmo assim Compartilhar este post Link para o post
Vaart10 Publicado 22 Janeiro 2014 Não querem abrir um tópico só para o Camilo no Humor e Curiosidades? Isso é que era. Para poupar tempo, podem segui-lo no FB, é garantido que todas as manhãs vão ter belos momentos de riso. Compartilhar este post Link para o post
Tio Hans Publicado 22 Janeiro 2014 Tenho imensa pena dos disparates que o Camilo diz. Não há ninguém em Portugal que tenha a capacidade que ele tem de explicar de forma muito simples o que se passa. Ele facilmente pega em conceitos densos e complexos e os torna simples e de fácil entendimento. Mas depois dá-lhe para o paternalismo bacoco e para dizer toneladas de asneiras. Compartilhar este post Link para o post
Vaart10 Publicado 22 Janeiro 2014 Carpideiras - Há que dar o mérito ao Camilo Lourenço por empregar esta palavra que há muito estava esquecida na língua portuguesa. Compartilhar este post Link para o post
Stromp Publicado 22 Janeiro 2014 Daniel Oliveira: Para não se pensar que sou excessivamente crítico, quero dar os parabéns ao governo por ter conseguido descidas nas taxas de juro da dívida, não só em Portugal, mas também na Grécia, em Espanha, na Irlanda e em Itália. É motivo de orgulho saber que a política de Passos Coelho não tem apenas efeitos no País, mas em quase toda a Europa. :mrgreen: Compartilhar este post Link para o post
awk Publicado 22 Janeiro 2014 Alguém arranja esse artigo do Camilo ? Compartilhar este post Link para o post
Stromp Publicado 22 Janeiro 2014 Alguém arranja esse artigo do Camilo ? Tivesses pedido mais cedo, já levei o lixo à rua. :\ Vou ver se encontro na net. Compartilhar este post Link para o post
awk Publicado 22 Janeiro 2014 Eish, tinhas aí o jornal ? Estou farto de procurar e ou pago ou não consigo ver nada. Compartilhar este post Link para o post
Ghelthon Publicado 22 Janeiro 2014 (editado) O que esse rapaz do FB disse deve ser o que a grande maioria da população pensa. Especialmente em áreas que não tragam algo que as pessoas vejam como útil no seu quotidiano, como as Humanidades e as Artes, e mesmo nas Ciências da Vida, em disciplinas cuja investigação não tenha um fim específico, mas apenas investigar como forma de obtenção de conhecimento. Escusado será dizer que é absolutamente ridículo pensar dessa maneira, porque o Conhecimento é impagável - seja em que área for. Editado 22 Janeiro 2014 por Ghelthon Compartilhar este post Link para o post
Vaart10 Publicado 22 Janeiro 2014 (editado) Eu também queria ler esse artigo do Camilo Lourenço, queria mesmo. Ontem passeei pela página de FB desse senhor e fui lendo os comentários ao artigo, li muita barbaridade, o que é sinal que a FCT e os investigadores não fazem o suficiente para divulgar o seu trabalho ou para explicar em que ele consiste, mas também li comentários bastante interessantes. O povo português, em geral, não se interessa nem pela ciência, nem pela cultura, porém não deixa de ser interessante que o nosso trabalho lá fora seja bastante apreciado. Outra coisa que gostava de ver discutida é, várias universidades/faculdades viram os seus cursos "chumbados" pela A3ES, alguns dos motivos foram: (a) o corpo docente não tem publicações realizadas em revistas com revisão de pares; (b) esses mesmos docentes não fazem investigação na sua área de especialização; e © o número de doutorados (docentes) desses cursos é baixo. Ou seja, eliminam-se bolsas de doutoramento e pós-doutoramento que serviriam para formar recursos humanos com as ferramentas necessárias para lecionar/investigar, mas "chumbam-se" cursos porque os docentes não publicam, não fazem investigação e não têm o grau académico necessário. Sim, de facto, faz todo o sentido, oh se faz. Editado 22 Janeiro 2014 por Vaart Compartilhar este post Link para o post
Lip McBoatface Publicado 22 Janeiro 2014 (editado) At least 3 dead in Ukraine as clashes with police escalate Editado 22 Janeiro 2014 por Lip Pirlo Compartilhar este post Link para o post
Visitante Publicado 22 Janeiro 2014 Eu valorizo a investigação, acho muito importante, mas custa-me digerir as bolsas, especialmente em doutoramentos e pós-graduações, tanta gente inteligente a querer tirar licenciatura e sem meios (eu por exemplo). Sou suspeito, não tive direito (já contei a minha situação muitas vezes não vou estar a massar ninguém) e muita gente que vive à grande e à francesa (membros da familia da minha namorada por exemplo abastados e tiveram bolsa a aldrabar) e gente que anda em privadas, tiveram, revolta-me ter sido sempre um gajo que aproveitou os estudos e lhe foram cortadas as pernas, tive de desistir da faculdade mesmo nessa altura ter vida de cão, 6 horas em casa e era sair para o trabalho e voltar de madrugada da faculdade. Hoje em dia vejo pessoal que não dava uma para a caixa nem queria saber da escola, licenciado, pessoal que não percebe nada da minha área a começar a trabalhar e a ir logo ganhar mais do dobro que eu que tenho 4 anos de experiência no ramo que de há pouco tempo desisti, é um pais onde a cunha manda e pode e quem não as tem que se lixe. Vejo-me com quase 23 anos a desperdiçar o potencial e a ganhar quase o ordenado minimo, já fui de chegar a casa e esburacar em projectos, ou seja, de bater na rocha a ver se ela fura, ultimamente chego a casa e durmo, desisti. Não há palavras para qualificar a minha revolta com este pais, o que me dói mais é quando comentadores entendidos vêm dar soluções que eu já apresentei há anos, a minha namorada e os meus pais até se riem quando vem um entendido dizer agora o que eu ando a dizer há anos. Entendo a revolta das bolsas, mas é assim: as bolsas deviam ser para ajudar alguém a começar, estas pessoas já têm as bases para ganhar o seu próprio dinheiro, para criarem as suas oportunidades, quem não tem uma licenciatura está sujeito a salários baixos e à sua capacidade de esburacar e não podem ser dadas bolsas para mestrados quando há pessoal a não ter para licenciaturas (na minha opinião embora saiba que o dinheiro não vai para ai). Eu sei que as bolsas são diferentes mas é um desabafo, peço desculpa se ofendo aqui alguém. Compartilhar este post Link para o post
Ghelthon Publicado 22 Janeiro 2014 Eu valorizo a investigação, acho muito importante, mas custa-me digerir as bolsas, especialmente em doutoramentos e pós-graduações, tanta gente inteligente a querer tirar licenciatura e sem meios (eu por exemplo). Sou suspeito, não tive direito (já contei a minha situação muitas vezes não vou estar a massar ninguém) e muita gente que vive à grande e à francesa (membros da familia da minha namorada por exemplo abastados e tiveram bolsa a aldrabar) e gente que anda em privadas, tiveram, revolta-me ter sido sempre um gajo que aproveitou os estudos e lhe foram cortadas as pernas, tive de desistir da faculdade mesmo nessa altura ter vida de cão, 6 horas em casa e era sair para o trabalho e voltar de madrugada da faculdade. Hoje em dia vejo pessoal que não dava uma para a caixa nem queria saber da escola, licenciado, pessoal que não percebe nada da minha área a começar a trabalhar e a ir logo ganhar mais do dobro que eu que tenho 4 anos de experiência no ramo que de há pouco tempo desisti, é um pais onde a cunha manda e pode e quem não as tem que se lixe. Vejo-me com quase 23 anos a desperdiçar o potencial e a ganhar quase o ordenado minimo, já fui de chegar a casa e esburacar em projectos, ou seja, de bater na rocha a ver se ela fura, ultimamente chego a casa e durmo, desisti. Não há palavras para qualificar a minha revolta com este pais, o que me dói mais é quando comentadores entendidos vêm dar soluções que eu já apresentei há anos, a minha namorada e os meus pais até se riem quando vem um entendido dizer agora o que eu ando a dizer há anos. Entendo a revolta das bolsas, mas é assim: as bolsas deviam ser para ajudar alguém a começar, estas pessoas já têm as bases para ganhar o seu próprio dinheiro, para criarem as suas oportunidades, quem não tem uma licenciatura está sujeito a salários baixos e à sua capacidade de esburacar e não podem ser dadas bolsas para mestrados quando há pessoal a não ter para licenciaturas (na minha opinião embora saiba que o dinheiro não vai para ai). Eu sei que as bolsas são diferentes mas é um desabafo, peço desculpa se ofendo aqui alguém. Estás a confundir as coisas. Compartilhar este post Link para o post
Vaart10 Publicado 22 Janeiro 2014 Eu valorizo a investigação, acho muito importante, mas custa-me digerir as bolsas, especialmente em doutoramentos e pós-graduações, tanta gente inteligente a querer tirar licenciatura e sem meios (eu por exemplo).Sou suspeito, não tive direito (já contei a minha situação muitas vezes não vou estar a massar ninguém) e muita gente que vive à grande e à francesa (membros da familia da minha namorada por exemplo abastados e tiveram bolsa a aldrabar) e gente que anda em privadas, tiveram, revolta-me ter sido sempre um gajo que aproveitou os estudos e lhe foram cortadas as pernas, tive de desistir da faculdade mesmo nessa altura ter vida de cão, 6 horas em casa e era sair para o trabalho e voltar de madrugada da faculdade. Hoje em dia vejo pessoal que não dava uma para a caixa nem queria saber da escola, licenciado, pessoal que não percebe nada da minha área a começar a trabalhar e a ir logo ganhar mais do dobro que eu que tenho 4 anos de experiência no ramo que de há pouco tempo desisti, é um pais onde a cunha manda e pode e quem não as tem que se lixe.Vejo-me com quase 23 anos a desperdiçar o potencial e a ganhar quase o ordenado minimo, já fui de chegar a casa e esburacar em projectos, ou seja, de bater na rocha a ver se ela fura, ultimamente chego a casa e durmo, desisti. Não há palavras para qualificar a minha revolta com este pais, o que me dói mais é quando comentadores entendidos vêm dar soluções que eu já apresentei há anos, a minha namorada e os meus pais até se riem quando vem um entendido dizer agora o que eu ando a dizer há anos.Entendo a revolta das bolsas, mas é assim: as bolsas deviam ser para ajudar alguém a começar, estas pessoas já têm as bases para ganhar o seu próprio dinheiro, para criarem as suas oportunidades, quem não tem uma licenciatura está sujeito a salários baixos e à sua capacidade de esburacar e não podem ser dadas bolsas para mestrados quando há pessoal a não ter para licenciaturas (na minha opinião embora saiba que o dinheiro não vai para ai).Eu sei que as bolsas são diferentes mas é um desabafo, peço desculpa se ofendo aqui alguém. Ponto primeiro, a tua última frase é totalmente correta, as bolsas de que falas e com as quais estabeleces uma comparação são totalmente diferentes. Basta ver a proveniência dessas bolsas, as bolsas de estudo provém do Ministério da Educação e Ciência e as bolsas de doutoramento e pós-doutoramento têm origem em Fundos Europeus, isto no caso da Fundação para a Ciência e Tecnologia. O dinheiro proveniente desses fundos é canalizado para várias áreas, criação de empresas, apoio ao emprego jovem, investigação, etc. e não pode ser investido noutras áreas não contempladas. As bolsas de estudo para o Ensino Superior nunca tiveram grande critério de atribuição, aliás os critérios existem, porém são totalmente subvertidos pelas pessoas que requerem as bolsas. Vou dar um exemplo, em casa de um casal de médicos trabalhava uma senhora como doméstica. Quer o casal de médicos, quer a doméstica tinham uma filha. As duas raparigas entraram para a mesma universidade, uma universidade privada cujo nome não me recordo. Ambas requereram bolsa. Pela lógica, estando ambos os elementos do casal de médicos empregados seria a filha da doméstica que iria ter direito à bolsa de estudo, porque se tratava de uma família monoparental e cujo rendimento era substancialmente inferior ao dos médicos. Aqui é que a porca torce o rabo, a filha dos médicos teve direito a bolsa e a filha da doméstica não. Ou seja, os critérios foram aldrabados e acho que sabemos por quem. Outro caso que conheço, uma rapariga cujos pais estão desempregados e que vive em condições pouco humanas candidatou-se a uma bolsa de estudo e não a conseguiu. Um rapaz cujas condições de vida são razoáveis teve direito à bolsa máxima. Mais uma vez se pode constatar que a justiça é nula. Depois posso falar do meu caso pessoal. No primeiro ano tive direito a bolsa, no segundo também mas o valor caiu para metade e no terceiro ano deixei de ter direito. A minha namorada teve bolsa durante os três anos ainda que o valor fosse sempre descendo. Os nossos pais, por causa da profissão, têm que declarar os rendimentos de forma honesta e legítima. Porém, havia na minha turma pessoas abastadas cujos pais eram profissionais liberais e que declaravam os seus rendimentos como queriam e bem lhes apetecia. Se fosse preciso, apresentavam descontos pelo ordenado mínimo quando ganhavam, a título de exemplo, 2500€/mês. A diferença é que eu e a minha namorada tínhamos o dinheiro contado todos os meses, quer para fotocópias, quer para comprar livros ou até para refeições e essas pessoas viviam vidas principescas, sempre a almoçar ou a jantar fora. Tudo isto para concluir uma coisa, as bolsas de estudo provenientes do Ministério da Educação e Ciência possuem critérios que são facilmente contornáveis e que acabam por beneficiar, frequentemente, aqueles que até têm melhores condições de vida, prejudicando, obviamente, quem tem uma vida mais modesta. Eu fiz várias exposições à DGES a questionar o porquê de deixar de ter tido bolsa, especialmente porque as nossas despesas aumentaram bastante e os rendimentos caíram, a resposta que tinha é que não era economicamente carenciado. Não estava a pedir a bolsa máxima, só pedia uma bolsa que desse, ao menos, para comprar o passe. O Ministério da Educação e Ciência devia analisar com mais veemência e se possível cruzando informações os vários pedidos de bolsa de que é alvo, para evitar situações como aquelas que relatei. Compartilhar este post Link para o post
Visitante Publicado 22 Janeiro 2014 Ponto primeiro, a tua última frase é totalmente correta, as bolsas de que falas e com as quais estabeleces uma comparação são totalmente diferentes. Basta ver a proveniência dessas bolsas, as bolsas de estudo provém do Ministério da Educação e Ciência e as bolsas de doutoramento e pós-doutoramento têm origem em Fundos Europeus, isto no caso da Fundação para a Ciência e Tecnologia. O dinheiro proveniente desses fundos é canalizado para várias áreas, criação de empresas, apoio ao emprego jovem, investigação, etc. e não pode ser investido noutras áreas não contempladas. As bolsas de estudo para o Ensino Superior nunca tiveram grande critério de atribuição, aliás os critérios existem, porém são totalmente subvertidos pelas pessoas que requerem as bolsas. Vou dar um exemplo, em casa de um casal de médicos trabalhava uma senhora como doméstica. Quer o casal de médicos, quer a doméstica tinham uma filha. As duas raparigas entraram para a mesma universidade, uma universidade privada cujo nome não me recordo. Ambas requereram bolsa. Pela lógica, estando ambos os elementos do casal de médicos empregados seria a filha da doméstica que iria ter direito à bolsa de estudo, porque se tratava de uma família monoparental e cujo rendimento era substancialmente inferior ao dos médicos. Aqui é que a porca torce o rabo, a filha dos médicos teve direito a bolsa e a filha da doméstica não. Ou seja, os critérios foram aldrabados e acho que sabemos por quem. Outro caso que conheço, uma rapariga cujos pais estão desempregados e que vive em condições pouco humanas candidatou-se a uma bolsa de estudo e não a conseguiu. Um rapaz cujas condições de vida são razoáveis teve direito à bolsa máxima. Mais uma vez se pode constatar que a justiça é nula. Depois posso falar do meu caso pessoal. No primeiro ano tive direito a bolsa, no segundo também mas o valor caiu para metade e no terceiro ano deixei de ter direito. A minha namorada teve bolsa durante os três anos ainda que o valor fosse sempre descendo. Os nossos pais, por causa da profissão, têm que declarar os rendimentos de forma honesta e legítima. Porém, havia na minha turma pessoas abastadas cujos pais eram profissionais liberais e que declaravam os seus rendimentos como queriam e bem lhes apetecia. Se fosse preciso, apresentavam descontos pelo ordenado mínimo quando ganhavam, a título de exemplo, 2500€/mês. A diferença é que eu e a minha namorada tínhamos o dinheiro contado todos os meses, quer para fotocópias, quer para comprar livros ou até para refeições e essas pessoas viviam vidas principescas, sempre a almoçar ou a jantar fora. Tudo isto para concluir uma coisa, as bolsas de estudo provenientes do Ministério da Educação e Ciência possuem critérios que são facilmente contornáveis e que acabam por beneficiar, frequentemente, aqueles que até têm melhores condições de vida, prejudicando, obviamente, quem tem uma vida mais modesta. Eu fiz várias exposições à DGES a questionar o porquê de deixar de ter tido bolsa, especialmente porque as nossas despesas aumentaram bastante e os rendimentos caíram, a resposta que tinha é que não era economicamente carenciado. Não estava a pedir a bolsa máxima, só pedia uma bolsa que desse, ao menos, para comprar o passe. O Ministério da Educação e Ciência devia analisar com mais veemência e se possível cruzando informações os vários pedidos de bolsa de que é alvo, para evitar situações como aquelas que relatei. São essas injustiças que se multiplicam em todos os campos e que compõem o "sistema", o problema é que só reclamam aqueles que não têm beneficio em nenhum lado do sistema como eu, se reclamassem todos era diferente. Eu conheço um caso de uma pessoa que trabalha e não desconta e teve direito a bolsa numa faculdade privada (+3000 mil euros ano), isso pagava a faculdade inteira de uma pessoa, e não não foi bolsa de mérito. É revoltante claro. ------------------------------ Não querendo ser populista nem demagogo, qual é o impacto do rendimento minimo e dos abonos de quem tem mais de dois filhos na economia? Nunca vi uma manifestação para acabar com isso, mas gostava porque se calhar sofriamos todos menos. Conheço um caso em que a mulher passa o dia no café de portátil e vive dos abonos e agora que um dos filhos fez 18 anos diz que não tem problema porque faz outro. A minha previsão é que isso tenha um impacto brutal mas posso estar enganado Compartilhar este post Link para o post
Black Hawk Publicado 22 Janeiro 2014 Conheces então dois casos. Compartilhar este post Link para o post
Visitante Publicado 22 Janeiro 2014 Conheces então dois casos. Se for a falar dos casos que eu conheço estava aqui a semana toda, as pessoas habituaram-se aos subsidios e pronto (especialmente as que nem deviam ter direito) Compartilhar este post Link para o post
Koper Publicado 22 Janeiro 2014 O engraçado é que quem recebe subsídio passa o dia no café. Deve ser algum fetish dessa malta. Pelo menos dão dinheiro para os cafés, nem tudo é mau! Btw, se gostavas de ver uma manifestação sobre isso, porque não procuras tu incentivar isso? Se reclamas dos conformismos de quem recebe subsídio, esperar que alguém se manifeste não me parece uma atitude muito diferente. A vida é deles e eles fazem o que querem ao dinheiro. Aliás, com os consecutivos cortes, não me parece que sejam galardoados com uma prestação muito grande. Eu de abono recebo menos de metade do valor das minhas propinas mensais, por isso, pelo menos, deve dar para eu usufruir desse dinheiro para uns cafés e ainda sobrar. Compartilhar este post Link para o post
whatever Publicado 22 Janeiro 2014 Salgueiro Maia para o panteão! http://www.publico.pt/politica/noticia/manuel-alegre-apela-a-trasladacao-de-salgueiro-maia-para-o-panteao-1620615 Compartilhar este post Link para o post
Carlos Gouveia Publicado 22 Janeiro 2014 Salgueiro Maia para o panteão! http://www.publico.pt/politica/noticia/manuel-alegre-apela-a-trasladacao-de-salgueiro-maia-para-o-panteao-1620615 Já lá devia estar há uns bons 20 anos. Engraçado que nos anos todos que o Manuel Alegre andou pela Assembleia nunca se lembrou de tal coisa, mas pronto. Acho que é bom e é uma boa forma de se celebrar os 40 anos. Compartilhar este post Link para o post