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Guest Dpitz

Tópico da Política e Economia

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ninguém o faz e quem o faz tem muita paciencia, se houver um infeliz que diz que vota PSD até é comido vivo e ridicularizado pelos restantes.

Não sei porquê. Desde que vote no que acredita, é o que interessa. Para mim o mais importante era mesmo convencer a maioria possível das pessoas a votar, pelo menos, nem que seja no PdC. É chato ouvir sistematicamente coisas do género "votar para quê? roubam todos!"...

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Pelo CMPT tinhamos o Bloco de Esquerda no Governo :medinho:

 

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Agora mais a sério, tirando os aumentos para 600€ do rendimento mínimo e da saída do €, até tenho gostado da Martins nos últimos dias, e principalmente do António Lima, o candidato pelo BE/Açores.

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Agora mais a sério, tirando os aumentos para 600€ do rendimento mínimo e da saída do €, até tenho gostado da Martins nos últimos dias, e principalmente do António Lima, o candidato pelo BE/Açores.

 

RSI ou salário mínimo? E o BE não defende a saída do Euro.

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Por acaso queria ouvir a peixeirada, alguém sabe onde é que posso arranjar isso ou onde/quando vai ser repetido?

 

E deixem lá a esposa do Passos sossegada, era só o que faltava trazer-se a doença da senhora para justificar o que quer que fosse eleitoralmente.

Aqui meu caro.

Editado por Sumudica by Night

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RSI ou salário mínimo? E o BE não defende a saída do Euro.

 

E o Bloco até é pró-UE e tem uma visão federalista da mesma.

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Neonazi discursa em quartel de bombeiros

 

O italiano Francesco Saverio Montana, conhecido radical de extrema-direita e envolvido em organizações neonazis paramilitares ou que apregoam a pureza racial, vem dar uma conferência este sábado às instalações dos Bombeiros Voluntários de Paço de Arcos, Oeiras.

 

O presidente da direção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Paço de Arcos, Tiago Fernandes, manifestou total surpresa quando foi confrontado pelo JN com os ideais do orador que vai receber nas suas instalações. Frisou que desconhecia por completo que o orador é um neonazi.

 

O espaço, revelou, foi arrendado por 150 euros a Salvador Costa, em nome da Associação Núcleo de Estudos Oliveira Salazar, da qual faz parte. Salvador Costa é o autor da petição contra a vinda para Portugal dos refugiados da Síria e que, ainda nesta segunda-feira, participou no programa da RTP "Prós e contras".

 

O vice-presidente do Núcleo de Estudos Oliveira Salazar, José Magalhães, assumiu ao JN que a escolha e o arrendamento do espaço partiu da sua associação e revelou as razões pelas quais os seus membros estarão presentes: "Porque temos interesse em perceber os novos movimentos nacionalistas na Europa". Recusou, todavia, admitir que são os únicos organizadores da iniciativa, limitando-se a dizer que se ocupa da parte da logística e que a conferência é planeada por "um grupo de portugueses nacionalistas com alguns contactos lá fora".

 

Um deles é um homem que, ao telefone, se identificou por Henriques Gomes e que assumiu fazer parte da organização "constituída por um grupo de cidadãos". Desmentiu fazer parte de qualquer associação. Sobre as ideologias de Francesco Saverio Montana, Henriques Gomes considerou: "É-nos indiferente que possam beliscar a sensibilidade de algumas pessoas". "Para nós", acrescentou, "não faz sentido julgar as ideias do senhor Francesco porque acreditamos na tolerância e na liberdade de expressão".

 

Francesco Saverio Montana é sobejamente conhecido pela sua ligação a movimentos neofascistas italianos como a Avanguardia Nazionale ou o Casapound. Em 2014, esteve ligado ao Pravy Sektor (Sector Direito), um partido ultranacionalista da extrema direita ucraniana e integrou o Azov, um batalhão neonazi que lutou contra os separatistas no Leste da Ucrânia. Supostamente é sobre essa experiência em cenário de guerra que Francesco Saverio Montana vem falar a Paço de Arcos.

 

O que poucos saberão é que atualmente o italiano é um assumido membro ativo da Misanthropic Division (Divisão Misantrópica), uma organização paramilitar extremista e nacional-socialista que surgiu no final de 2013. A Misanthropic Division (MD) amealha ultranacionalistas e neonazis de vários países da Europa, incluindo uma célula em Portugal. Francesco Saverio Montana chama-lhe "uma irmandade branca".

 

O site da MD, que anuncia a conferência deste sábado, não faz segredo das ideologias que movem os seus seguidores: há citações do Mein Kampf de Adolf Hitler e abundantes referências sobre "pureza racial". Dizem-se contra a democracia porque "promove o multiculturalismo" e alegam que "a mistura de raças são o presságio para destruir o que naturalmente foi criado".

 

Como tal, defendem aquilo a que designam um "racialismo positivo". Com o argumento de que "defender a nosssa cultura é natural", lutam contra "a doença democrática que promove a mistura de raças ou outro comportamento anormal".

 

Entre várias iniciativas que consideram urgentes, assinale-se a criação de uma política que assegure o património genético de grupos humanos. Prezam valores como "a honra" e "a busca da perfeição" e, em suma, assumem que o objectivo é "preservar, proteger e garantir a pureza de nossa raça, da nossa família, da cultura e comunidades".

 

Esta Divisão Misantrópica tem apoiantes em Portugal. Um deles é João Martins, um nacionalista que esteve ligado ao Movimento de Oposição Nacional e que se envolveu em confrontos com manifestantes da esquerda durante a "Marcha da Indignação" que decorreu em Lisboa em janeiro de 2012. As fotos que João Martins publica nas redes sociais não escondem as suas simpatias pela MD.

 

João Martins interage com outros adeptos da MD sobretudo através da VK, uma rede social bastante popular nos países de leste. No domingo passado, este nacionalista português foi um dos que esteve em evidência na manifestação contra a vinda dos refugiados que se realizou em frente à Assembleia da República, em Lisboa, tendo sido um dos mais aplaudidos durante os discursos.

 

João Martins é um dos poucos portugueses que Francesco Saverio Montana seleccionou para o seu grupo de amigos no facebook. Um outro é Vítor Luís Rodrigues (à esquerda na foto em baixo), dirigente do Movimento de Oposição Nacional, e que foi o primeiro a anunciar a vinda do italiano a Portugal. Num post publicado a 18 de agosto na sua página do Facebook, Vítor Luís Rodrigues escreveu: "Com muito prazer, e em nome do meu camarada João Martins, anuncio a realização de uma conferência, em Lisboa, com Francesco Saverio, um veterano italiano que participou na revolução ucraniana".

 

A 8 de setembro, num artigo que assinou para o jornal O Diabo, Vítor Luís Rodrigues louvava o facto de o italiano participar atualmente "numa campanha de sensibilização e mobilização para o combate por uma nova Europa também na internet e nas redes sociais".

 

Ora, o twitter do italiano, partilha textos com frases como "Não há bons judeus mas apenas parasitas que precisam ser neutralizados" ou imagens de Hitler ao lado de mensagens como "nós continuamos a lutar".

 

Os grupos de discussão que o italiano tem como preferências também deixam poucas dúvidas sobre as ideologias a que presta o seu tempo: organizações ultranacionalistas, bandos de supremacistas brancos, seitas contra os refugiados ou congregações saudosistas das Waffen-SS. O seu mural está reservado apenas para os amigos mas é possível verificar que Francesco Montana anda activo: na terça-feira divulgou propaganda da MD numa página que convoca um protesto contra os refugiados em Inglaterra.

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=4797531&page=-1

Editado por Mayday

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E o BE não defende a saída do Euro.

 

A verdade é que eles são ambíguos nessa matéria. Na última convenção, muitas figuras proeminentes do partido assinaram uma moção onde se equacionava a "exclusão de alianças com forças políticas que não rejeitem o Tratado Orçamental e as atuais diretrizes da União Europeia, defesa da nacionalização da banca e da saída da NATO e a possibilidade de uma saída do euro”. No entanto, em outras ocasiões demarcaram-se do PCP a esse respeito e a Catarina também referiu na TVI que não via na saída do Euro uma solução.

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os comentários desses 2 na foto diz muito sobre a capacidade cognitiva deles :lol:

 

A verdade é que eles são ambíguos nessa matéria. Na última convenção, muitas figuras proeminentes do partido assinaram uma moção onde se equacionava a "exclusão de alianças com forças políticas que não rejeitem o Tratado Orçamental e as atuais diretrizes da União Europeia, defesa da nacionalização da banca e da saída da NATO e a possibilidade de uma saída do euro”. No entanto, em outras ocasiões demarcaram-se do PCP a esse respeito e a Catarina também referiu na TVI que não via na saída do Euro uma solução.

 

A posição oficial, e neste caso maioritária, é que o Bloco é pró-UE e €uro. Já se sabe que lá dentro há diversas facções e é um bocado disperso, embora no programa eleitoral se defenda a saída da NATO.

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A posição oficial, e neste caso maioritária, é que o Bloco é pró-UE e €uro. Já se sabe que lá dentro há diversas facções e é um bocado disperso, embora no programa eleitoral se defenda a saída da NATO.

 

À imagem do Syriza, que também é pró-UE e €uro e teve uma fação que era contra, que já saiu do partido para formar outro, que incluía o Varoufakis e o Ministro da Energia.

Editado por Ticampos

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Fds, o gajo que está na calha para substituir o Passos na liderança do PSD consegue ser 30 vezes mais nojento.

 

Não vai conseguir lá chegar e se conseguir o PSD vai ter sofrer uma queda a pique.

 

É uma figura absolutamente abominável.

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Guest Dpitz

A verdade é que eles são ambíguos nessa matéria. Na última convenção, muitas figuras proeminentes do partido assinaram uma moção onde se equacionava a "exclusão de alianças com forças políticas que não rejeitem o Tratado Orçamental e as atuais diretrizes da União Europeia, defesa da nacionalização da banca e da saída da NATO e a possibilidade de uma saída do euro”. No entanto, em outras ocasiões demarcaram-se do PCP a esse respeito e a Catarina também referiu na TVI que não via na saída do Euro uma solução.

o BE é pró-UE e pró-Euro. Aliás, não só são pró-UE como ainda defendem que a UE deve ir mais longe e tornar-se uma federação de estados.

e o Livre vai pelo mesmo caminho. Ah e ambos querem manter-se dentro da NATO (um pouco à imagem do Syriza)

Acreditam que podem mudar a UE dentro da UE.... lol

 

o PCP diz que quer preparar o país para a saída do Euro (não da UE), seja por imposição estrangeira, seja por vontade do povo. E quer sair da NATO e romper com o tratado orçamental.

 

o único que diz querer sair da UE e romper totalmente é o MRPP, mas ninguém liga a esses cromos.

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Fds, o gajo que está na calha para substituir o Passos na liderança do PSD consegue ser 30 vezes mais nojento.

 

Oh yeah. Uma vez a gozar disse aqui na rua em Espinho (ele é de cá, quase meu vizinho) Monte Preto, e surgiram 3 velhotes a querer dar-me uma lição de moral por estar a gozar com o futuro PM :lol:

 

Ele nunca teve sorte nem as eleições autárquicas, é um mentiroso compulsivo e um gajo perigoso pela sua inocência e necessidade de defender medidas de rotura com o passado, claramente utópicas e descontextualizas (se seguir o que apresentava por cá). O Coelho ainda vai tentando fazer as coisas com decência, mínimo respeito e postura.

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Guest Dpitz

Porque raio é que haveríamos de sair da NATO?

do programa do PCP:

 

6. Defesa Nacional e Forças Armadas ao serviço de Portugal

 

6.1. A política de Defesa Nacional do governo prosseguiu o caminho da subordinação aos interesses dos EUA, da NATO e ao projecto de militarização da UE, no plano conceptual e doutrinário e no aumento da dependência, nomeadamente pela crescente inserção em projectos e forças multinacionais que visam a partilha de importantes instrumentos de acção da nossa defesa militar, de que resultam limitações e

perda de capacidades nacionais, e a consequente alienação de soberania. As alterações legislativas introduzidas, no esteio do governo anterior, acentuaram o caminho da governamentalização e concentração de poderes, limitaram a capacidade operacional, degradaram a Condição Militar, puseram em causa direitos sociais e criaram crescentes entropias no desenvolvimento das carreiras.

 

6.2. Uma política de Defesa Nacional ao serviço de Portugal e da sua soberania, com particular atenção às Forças Armadas e aos militares, exige:

l Um quadro legislativo orientado para o cumprimento dos desígnios constitucionais, nomeadamente um Conceito Estratégico de Defesa Nacional exequível e que rejeite uma visão subserviente relativamente à NATO e à União Europeia;

(...)

l Dissolução da NATO e a oposição a qualquer bloco político-militar europeu e ao crescente envolvimento de Portugal em forças multinacionais fora do âmbito da ONU e em desrespeito pelo direito internacional.

Uma política patriótica e de esquerda exige: ruptura com a política de subserviência à NATO, uma organização das Forças Armadas assente no equilíbrio entre os três ramos, orientada para a racionalização de meios e a melhoria da capacidade operacional, o respeito pelo consagrado no Estatuto da Condição Militar, a melhoria das carreiras, do sistema retributivo e dos direitos de cidadania militar

 

VII. Soberania, Progresso e Cooperação

 

A realidade na Europa e no Mundo é expressão das consequências do aprofundamento da crise estrutural do capitalismo. Os trabalhadores e os povos são vítimas de ataques a direitos laborais, sociais e políticos. Prosseguem os ataques à democracia e à soberania, a ingerência imperialista em Estados e povos soberanos e independentes. Abre-se campo ao crescimento de forças racistas, xenófobas e fascistas. Os conflitos mundiais intensificam-se no quadro de uma cada vez maior deriva militarista das principais potências da NATO.

(...)

Portugal tem de defender os seus interesses. Nada pode obrigar o País a renunciar ao direito de optar pelas suas próprias estruturas socioeconómicas e pelo seu próprio regime político. Nada pode obrigar Portugal a aceitar a posição de Estado subalterno no quadro da UE. Nada pode obrigar Portugal a submeter-se a ditames militares e estratégicos subordinados aos interesses da NATO, da UE e dos EUA, alheios ao interesse nacional. Nada pode obrigar Portugal a alienar a sua independência e soberania nacionais.
Editado por Dpitz

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À imagem do Syriza, que também é pró-UE e €uro e teve uma fação que era contra, que já saiu do partido para formar outro, que incluía o Varoufakis e o Ministro da Energia.

 

Do que me lembro de ver nas notícias é que o Syriza era a favor da saída da UE. Depois lá mudaram de posição oficial porque o povo tinha interesse em votar neles mas mostrava-se relutante por causa desse aspecto.

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Guest Dpitz

Essa ligação à NATO é assim tão prejudicial?

Benéfica é que não é... não temos interesse nenhum em ter exercícios militares cá em Portugal com tropas estrangeiras, por exemplo, como vamos ter em Outubro. Nem temos interesse em enviar gente para o Afeganistão, para o Iraque, ou apoiar os bombardeamentos na Líbia. Não são as nossas guerras.

 

Do que me lembro de ver nas notícias é que o Syriza era a favor da saída da UE. Depois lá mudaram de posição oficial porque o povo tinha interesse em votar neles mas mostrava-se relutante por causa desse aspecto.

o syriza nunca foi verdadeiramente contra a UE

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Literatura política, o que me recomendam?

 

Pode ser em português ou inglês, e tinha preferência em livros que falassem sobre capitalismo ou comunismo (ou ambos), nacional ou internacional.

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o BE é pró-UE e pró-Euro. Aliás, não só são pró-UE como ainda defendem que a UE deve ir mais longe e tornar-se uma federação de estados.

e o Livre vai pelo mesmo caminho. Ah e ambos querem manter-se dentro da NATO (um pouco à imagem do Syriza)

Acreditam que podem mudar a UE dentro da UE.... lol

 

o PCP diz que quer preparar o país para a saída do Euro (não da UE), seja por imposição estrangeira, seja por vontade do povo. E quer sair da NATO e romper com o tratado orçamental.

 

o único que diz querer sair da UE e romper totalmente é o MRPP, mas ninguém liga a esses cromos.

 

O BE também defende a saída da NATO.

 

Porque raio é que haveríamos de sair da NATO?

 

Para mim chega o facto de ser uma organização belicista.

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Verdade.

 

Página 47:

 

• Saída da NATO e ação diplomática pela extinção deste e de todos os blocos militares;

• Defesa do desarmamento, opor-se à constituição de uma força armada europeia e pugnar pelo encerramento de todas as bases militares estrangeiras na Europa;

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RSI ou salário mínimo? E o BE não defende a saída do Euro.

 

Salário mínimo. Há 2 ou 3 dias, fale um pouco com o nr.2 do BE nos Açores, e ele disse-me que, caso não fosse aceite uma reestruturação da dívida, o BE defendia que a saída do Euro era inevitável.

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