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Tópico da Política, Ambiente e Economia

Publicações recomendadas

Citação de a.lopes, há 3 minutos:

Hoje celebra-se o dia da independência da Polonia

Extremistas aproveitaram para mandar foguetes para varandas que tinham adereços a suportar as mulheres contra o governo

conseguiram queimar um apartamento inteiro

parabens

lopes, como ficou a questão do aborto?

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Citação de SAS_Robben, há 13 minutos:

lopes, como ficou a questão do aborto?

Acho que a lei foi suspensa.

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Citação de a.lopes, há 55 minutos:

Hoje celebra-se o dia da independência da Polonia

Extremistas aproveitaram para mandar foguetes para varandas que tinham adereços a suportar as mulheres contra o governo

conseguiram queimar um apartamento inteiro

parabens

Até que ponto consideram voltar?

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Citação de a.lopes, há 59 minutos:

Hoje celebra-se o dia da independência da Polonia

Extremistas aproveitaram para mandar foguetes para varandas que tinham adereços a suportar as mulheres contra o governo

conseguiram queimar um apartamento inteiro

parabens

Hoje também se celebra o dia recorde de casos na Polonia. Mais de 25.000 casos e 400 mortes. Aquilo não está bonito. 

Editado por Ticampos

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https://amp.expresso.pt/politica/2020-11-11-Morreu-o-arquiteto-Goncalo-Ribeiro-Telles-aos-98-anos?

Um dos poucos ambientalistas portugueses de direita morreu hoje. (Também foi deputado independente ro Ps, criador do MPT e parte integrante do PPM). Calha bem na conversa que se tinha falado há uns dias sobre a direita estar desligada das causas do ambientalismo. Hoje ficou ainda mais desligada. 

................ 

 

Acho estranho o Rio ter mais likes no Twitter que o Ventura. 

Editado por Ticampos

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Ainda a Greta não tinha saído dos culhos do pai já este menino sabia das alterações climáticas

Mucho Respect e Descansa em Paz Enorme Gonçalo

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O que vale é que esses twittes do Rui Rio mais cedo ou mais tarde vão-se virar contra ele. Ainda vai ser muito gozado à pala disso. Infelizmente. 

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Citação de SAS_Robben, há 1 hora:

lopes, como ficou a questão do aborto?

 

Citação de Ghelthon, há 1 hora:

Acho que a lei foi suspensa.

Adiaram a "implementação" é uma questão de tempo creio

Citação de Bumba, há 45 minutos:

Até que ponto consideram voltar?

Voltar...eu e a minha senhora a Portugal?

Ela durante 2 anos tentou arranjar emprego aí (HR recruiter) mas sem sorte, tem que saber falar português 👎

Em relação a mim, epah adorava estar com família e amigos e com esse tempo brutal, mas olho para os meus amigos (maioria engenheiros) a trabalhar uma porrada de horas e a ganhar tão pouco e sem serem promovidos é desmotivante

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Citação de Ticampos, há 16 horas:

Com o Santana a extrema direita não tinha crescido tanto, possivelmente o Ventura nem teria sido eleito e estaria agora a comentar o Benfica na CMTV. 

Obs. O Livre pode ter as melhores ideias do mundo (eu não vou muito à bola com eles) , mas apostou na pessoa errada, por ser mais facilmente elegível , sem garantias minimas de que fosse a pessoa certa para o cargo(fazendo a retrospetiva, dá a impressão que mal a conheciam) , e está a a pagar um preço por isso, é justo. O Livre não terá mais chances. O ideal para a esquerda seria criar um novo partido na linha do Louça e do BE antigo, mais focado na economia. Tinha que ser um projeto novo, criado de base. Alicerçado em 1 ou 2 pessoas conhecidas para entrar na AR, e o resto tudo caras novas.

 

O Psd tem que se radicalizar, diz André Ventura. 

https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/andre-ventura-agradece-a-rui-rio-e-garante-que-governo-a-direta-so-sera-possivel-com-o-chega-662021

O Livre não apostou em ninguém, o problema deles foi esse. Fizeram directas.

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Citação de andriy pereplyotkin, há 1 minuto:

O Livre não apostou em ninguém, o problema deles foi esse. Fizeram directas.

Importam o modelo americano e não aprendem nada com o DNC 😂

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Citação de Burkina2008, há 6 horas:

Isso é um problema que vem de um vizinho mais forte a Norte. Antes de isso ficar controlado e ter um impacto internacional, teria de ser tratado primeiro o mesmo assunto em todo o Sul da Tanzania (que é muito mais importante e populoso que o Norte de Mocambique).

Antes disso chegar a Nampula ninguem vai querer saber...nem o Estado Mocambicano que considera a Swazilandia mais parte de Mocambique do que essas provincias do Norte, a mais de duas horas de aviao.

Nao é por acaso que na guerra colonial tambem o Norte era o teatro de guerra e a coisa em mais de 10 anos de Guerra mal chegou a Beira sequer...apesar de terem o apoio da URSS, China, Zambia e Tanzania

estás bem mais dentro do que eu na questão de Moçambique (as pessoas que conheço estão na Beira), podes me dizer se os problemas com os islâmicos começou antes ou depois dos problemas com a junta militar renamo?

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Citação de a.lopes, há 2 horas:

 

Adiaram a "implementação" é uma questão de tempo creio

Voltar...eu e a minha senhora a Portugal?

Ela durante 2 anos tentou arranjar emprego aí (HR recruiter) mas sem sorte, tem que saber falar português 👎

Em relação a mim, epah adorava estar com família e amigos e com esse tempo brutal, mas olho para os meus amigos (maioria engenheiros) a trabalhar uma porrada de horas e a ganhar tão pouco e sem serem promovidos é desmotivante

sim, se isso aí virar gulag. é ir para outro sitio digo eu. 

 

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Citação de Puto Perdiz, há 14 minutos:

estás bem mais dentro do que eu na questão de Moçambique (as pessoas que conheço estão na Beira), podes me dizer se os problemas com os islâmicos começou antes ou depois dos problemas com a junta militar renamo?

Epa nao sei se estas a falar do periodo que se vive actualmente com essa junta militar da RENAMO "independente", mas os problemas regressaram  quando a RENAMO queria comecar a governar as 6 regioes que ganhos nas legislativas mocambicanas de 2013 (ou 2014?)...

Os problemas com os islamicos ja existem ha varios anos, mas teem-se intensificado desde 2019...nao sei dizer exactamente porque mas suponho que tenha que ver com mais controlo e destruicao de alguns grupos apoiados pelo ISIS nos paises da Africa Africana assim como no Quenia...devem-se ter virado para alvos mais faceis, como Mocambique que la no Norte é basicamente terra de ninguem...

Mas eu estou longe de ser um especialista em Mocambique, talvez o @Tio Hans ou outro user tenham mais e melhor info sobre o assunto

Editado por Burkina2008

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E na Arménia- Azerbaijão? 

Alguém sabe explicar o que se está a passar neste momento? 

Sei dos problemas da Arménia com a Turquia, que houve guerra entre a Arménia e Azerbaijão nos anos 90, que o Azerbaijão tem as costas quentes por causa dos turcos, mas não tenho ouvido nem tenho apanhado nada sobre o que se está a passar agora 

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Citação de Jimpo, há 19 minutos:

E na Arménia- Azerbaijão? 

Alguém sabe explicar o que se está a passar neste momento? 

Sei dos problemas da Arménia com a Turquia, que houve guerra entre a Arménia e Azerbaijão nos anos 90, que o Azerbaijão tem as costas quentes por causa dos turcos, mas não tenho ouvido nem tenho apanhado nada sobre o que se está a passar agora 

Mais uma vez e como ja foi falado neste e noutros topicos, tudo se resume a interesses, mascarados de religiao e nacionalidade.

A Armenia é um "pais" muito antigo, que hoje esta reduzido a uma parcela insignificativa do que ja foi...e é importante dizer, que é um pais de esmagadora maioria crista.

O Azerbeijao por outro lado apenas foi independente por 2 anos entre 1918-1920 e apartir de 1992. Ao longo dos seculos esteve sempre sobre o dominio de algum imperio, sobretudo nos ultimos seculos pelo Otomano, Persa e Russo. A maioria da populacao azeri é de origem turca e/ou persa, sendo por isso muculmanos.

Aquela regiao (Transcaucaso, Armenia/Georgia/Azerbaijao) teve pouco ou nenhum interesse ate se descobrir petrolio no territorio do Azerbaijao. Por isso foi um teatro de guerra importante na primeira guerra mundial, sobretudo com os ingleses a meter la o bedelho. Foi tambem nessa altura com o periodo de 2 anos em que estas tres republicas tiveram uma breve independencia, que se nascem os problemas de hoje. Por exemplo em Baku durante a revolucao russa, os Armenos (que eram maioritarios no primeiro governo do pais) eram claramente pro-bolcheviques, enquanto que os Azeris pediram intervencao da Turquia e da Inglaterra no pais.

Com a Uniao Sovieta depois de um periodo em que estas republicas formavam apenas uma, em 1923-24 cada um destes paises  formou uma republica. Stalin e Companhia de maneira a manter alguma discordia no futuro, resolvei criar colonatos armenos dentro do Azerbeijao e colonatos azeris dentro da Armenia (algo semelhante se sucede com a Georgia). 

Com a falencia da Uniao Sovietica estas republicas voltaram a ser independentes, mas a falta de estruturas, dinheiro, etc, levou a que alguns individuos por razoes politicas, mais uma vez tentassem exacerbar estes sentimentos nacionalistas (que na realidade nao existiam).  Dai nascem estes conflitos em Nagorno, assim como na Ossetia ou na Abkazia. Nagorno é essencialmente parte do territorio Azeri ocupado maioritariamente por armenos (e historicamente parte da Armenia).

Nao é por acaso que apesar da insignificancia destes pequenos territorios, existem sempre uma ou outra potencia metida ao barulho (sobretudo e como sempre na regiao, a Russia e a Turquia).

O problema entre Armenia e Turquia é diferente, mas a republica do Azerbaijao tambem massacrou cerca de 13,000 Armenos em 1919 (sendo que estes tambem fizeram as suas judiarias do outro lado).

De momento ha um on/off no coflito, que deve perdurar durante as proximas decadas.

Desde o fim de semana e depois da conquista de uma terreola qualquer que existe um acordo de paz entre os dois paises e os russos estao a enviar uma forca de paz para la...mas sabe Deus quando o conflicto recomeca

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Citação de Jimpo, há 50 minutos:

E na Arménia- Azerbaijão? 

Alguém sabe explicar o que se está a passar neste momento? 

Sei dos problemas da Arménia com a Turquia, que houve guerra entre a Arménia e Azerbaijão nos anos 90, que o Azerbaijão tem as costas quentes por causa dos turcos, mas não tenho ouvido nem tenho apanhado nada sobre o que se está a passar agora 

https://play.acast.com/s/reconsiderpodcast/whythenagorno-karabakhwarmatters

Por acaso estive esta semana a ouvir e entram em grande detalhe na história do conflito e dos apoios que recebem. Vale a pena ouvir para perceber.

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Citação de ElliotReid13, há 14 horas:

Mais ainda?

O crescimento do Chega não acontece no vácuo e por acaso. Estamos a atravessar um período de grandes dificuldades e as elites políticas que temos são do mais fraquinho que poderíamos ter. Por esta altura já parece um cliché escrever isso, mas escrevo na mesma: em vez de achar que dezenas de milhares de eleitores são fascistas, racistas e ultra-liberais e que a melhor forma de os fazer desaparecer é ignorando, porque não procurar a raíz do descontentamento e atacar os problemas na base? 

Tal e qual.

O Ventura já esfrega as mãos.

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Jesus, que rasgadela do Lobo Xavier ao Rio agora mesmo na TVI24. Vale a pena ir ver.

Basicamente disse que o Rio tirando o ponto de vista económico, não está assim tão longe do Ventura. Seja na redução de deputados, politica judicial, RSI's, criminalização de jornalistas, etc.

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Eles não conseguem mandar o gajo abaixo numa convenção ?
Ainda por cima ele veio com a treta da maçonaria estar contra ele agora a tal maçonaria podia mexer os cordelinhos

Citação de antifa, Agora:

Jesus, que rasgadela do Lobo Xavier ao Rio agora mesmo na TVI24. Vale a pena ir ver.

Basicamente disse que o Rio tirando o ponto de vista económico, não está assim tão longe do Ventura. Seja na redução de deputados, politica judicial, RSI's, criminalização de jornalistas, etc.

 

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Citação de Burkina2008, há 12 horas:

Epa nao sei se estas a falar do periodo que se vive actualmente com essa junta militar da RENAMO "independente", mas os problemas regressaram  quando a RENAMO queria comecar a governar as 6 regioes que ganhos nas legislativas mocambicanas de 2013 (ou 2014?)...

Os problemas com os islamicos ja existem ha varios anos, mas teem-se intensificado desde 2019...nao sei dizer exactamente porque mas suponho que tenha que ver com mais controlo e destruicao de alguns grupos apoiados pelo ISIS nos paises da Africa Africana assim como no Quenia...devem-se ter virado para alvos mais faceis, como Mocambique que la no Norte é basicamente terra de ninguem...

Mas eu estou longe de ser um especialista em Mocambique, talvez o @Tio Hans ou outro user tenham mais e melhor info sobre o assunto

Os meus conhecimentos de Moçambique limitam-se a duas visitas a Maputo, mas diria que se tratou de uma tempestade perfeita:

1 - o caso das dívidas ocultas;

2 - as polémicas com o filho do presidente;

3 - o Idai;

4 - as trafulhices nas eleições por parte da Frelimo

5 - um povo extremamente pobre, sem formação e escolaridade, sem presente nem futuro;

6 - o gás natural

Para além disto tudo, Moçambique já tinha uma comunidade islâmica muito grande o que facilita a entrada do Estado Islâmico. Cá para mim viram um alvo muito, muito fácil, cheio de recursos naturais, com as pessoas desesperadas e um Estado completamente falido, sem dinheiro, nem para ter benuron nos hospitais.

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E o novo artigo do JMT? "Mais: a democracia é precisamente o regime onde posições abjectas podem ser defendidas de forma legítima, da castração química de pedófilos às 35 horas de trabalho na função pública."

Se calhar nem devia estar a dar atenção a este gajo mas fds, que impressão. Como é que um gajo faz vida a escrever merd*s destas?

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As gulags foram inventadas para kulaks de m*rda como ele. 

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Citação de Jimpo, há 13 horas:

E na Arménia- Azerbaijão? 

Alguém sabe explicar o que se está a passar neste momento? 

Sei dos problemas da Arménia com a Turquia, que houve guerra entre a Arménia e Azerbaijão nos anos 90, que o Azerbaijão tem as costas quentes por causa dos turcos, mas não tenho ouvido nem tenho apanhado nada sobre o que se está a passar agora 

 

Citação

Russia leaves little room for Turkey in Azeri-Armenian truce

The terms of the Russian-sponsored deal between Azerbaijan and Armenia speak of Moscow’s reluctance to let Turkey increase its influence in the region.

Azerbaijan and Armenia have agreed to end hostilities in the disputed region of Nagorno-Karabakh under a Russian-sponsored deal that sidelines the United States and Europe from settlement efforts and leaves little diplomatic say to Turkey despite its military support for Azerbaijan.

The agreement, announced in the wee hours of Nov. 10, allows Azerbaijan to retain areas of Nagorno-Karabakh that it has recaptured in clashes since Sept. 27 and requires Armenia to hand over several adjacent areas over the next few weeks.

Under the deal, the Agdam region and Armenian-controlled areas in the Kazak region would be returned to Azerbaijan by Nov. 20. A Russian peacekeeping force comprised of 1,960 troops, 90 armored vehicles, 380 other vehicles and special equipment would deploy along the line of contact in Nagorno-Karabakh and along the so-called Lachin Corridor, the main road from Nagorno-Karabakh to Armenia, under a five-year mandate that is automatically renewable if neither side objects six months in advance. 

Other areas Armenia would return to Azerbaijan include Kalbajar, to be handed over by Nov. 15, and the Lachin region by Dec. 1, excluding the five-kilometer (three-mile)-wide Lachin Corridor. Shusha — Nagorno-Karabakh’s second-largest city, which Azeri forces seized Nov. 8 — would remain in Azeri hands. A new road linking Stepanakert, Nagorno-Karabakh’s largest city, to Armenia would be constructed in three years in the Lachin corridor. Azerbaijan, meanwhile, would gain passage to the Nakhchivan Autonomous Republic, an Azeri exclave separated from the mainland by a strip of Armenian land, and the link would be controlled by Russian border guards.

Two factors sped up the signing of the deal, which Moscow has been cooking for at least two weeks. First, the Azeri military shot down a Russian helicopter flying in Armenian airspace near the border with Nakhchivan Nov. 9, killing two crewmen and injuring one. Baku immediately stated the helicopter was hit by mistake, apologized and offered to pay compensation. The downing turned up pressure on Baku to accept the deal, which Moscow had presented days before. 

Otherwise, things were going rather well for Azerbaijan on the battlefield. Azeri forces boosted by Turkish military support and Israeli-made weapons had recaptured about 30% of Nagorno-Karabakh’s territory of some 12,000 square kilometers (4,600 square miles), including 300 out of about 900 settlements, mostly rural areas in the south of the enclave near the Iranian border.

Lately, the clashes had been shifting to the critical Lachin-Shusha-Stepanakert axis. The prospect of fighting in such densely populated areas threatened to drive up the civilian death toll and spark refugee waves as winter approached, the second factor that precipitated the deal. 

Azerbaijan markedly outstrips Armenia in terms of defense budget and military personnel, according to data by the Stockholm International Peace Research Institute. In 2019, the country had a defense budget of $1.8 billion and a 60,000-strong army, while Armenia’s respective figures stood at $644 million and 44,000 troops.

Judging by the losses of the two sides, the Azeris seem to have clearly prevailed on the battlefield. According to local news reports, the Armenian military has lost about 100 main battle tanks, some 50 armored combat vehicles and personnel carriers, about 70 howitzers, 60 multiple launch rocket systems, about 20 air defense systems and more than 400 trucks since Sept. 27. The Azeri forces, meanwhile, have lost 20 tanks, about 10 howitzers and multiple launch rocket systems, nearly 50 trucks and about 20 drones. The figures, based on corroborative footage and photographs, suggest the Armenian army has lost nearly 35% of its inventory in terms of tanks, artillery and trucks. As for the death toll, local sources put Armenia’s losses at up to 5,000, or about 10% its standing army. Azerbaijan, meanwhile, has lost about 1,200 men, according to official statements. 

In sum, Armenia took a heavy blow, which is likely to have lasting consequences for its already impoverished people and ailing economy and even impact the geopolitics of the region. 

The cease-fire deal was, in a sense, Moscow’s kiss of life for Yerevan before the Armenian army faced total collapse. Armenian Prime Minister Nikol Pashinyan described the deal as “incredibly painful,” admitting that military leaders had advised him to accept the truce because “our resources were exhausted.” 

A curious aspect of the deal requires one to distinguish between winners and losers both on the battlefield and at the negotiating table. Azerbaijan and Turkey were the winners on the ground, but Russia and Azerbaijan have emerged as the winners at the negotiating table. Turkey’s diplomatic gains appear dubious. Azeri President Ilham Aliyev mentioned a role for Turkey in monitoring the cease-fire, but Moscow was quick to assert that only Russian peacekeepers would be deployed.

For Moscow, the deal realizes a 2018 proposal to deploy Russian peacekeepers in Nagorno-Karabakh, which both sides had rejected at the time. It amounts to Russian control of Nagorno-Karabakh’s most populous and economically developed region and puts an end to the enclave’s status as an Armenian-run territory.

Through the deal, Moscow is effectively freezing the conflict again, but Baku is happy with the gains it has made. Aliyev achieves a short-term solution that pleases the Azeri public and strengthens his hand in domestic politics. He can easily sell the deal as a military victory. Baku’s hand will further strengthen — both at home and internationally — once Azeri refugees who fled their homes when the conflict first erupted in the 1990s begin to return to Nagorno-Karabakh under the deal. 

It is important to note, however, that durable peace still requires a lasting political settlement. 

Yerevan is headed for tough times, being the loser both on the battlefield and at the table. The sense of wounded national pride could sharpen nationalist feelings among the Armenian people and turn up pressure on Pashinyan’s government. What is certain is that the deal has markedly increased Armenia’s dependence on Russia. 

And what about Turkey? Turkish military support, along with Israeli arms assistance, was instrumental in tipping the scale in favor of Azerbaijan on the battlefield. Yet Turkish diplomacy seems to have little say on the negotiating table now. By helping Azerbaijan, Ankara pushed Yerevan firmly into Russia’s arms. In other words, it effectively subcontracted the job of undermining the West-friendly Pashinyan, whom Moscow has viewed with suspicion since he came to power after a “velvet revolution” in 2018. 

Moreover, the planned corridor from Nakhchivan, which shares a tiny border with Turkey, to the Azeri mainland will be under Russian control as well, dampening Ankara’s hopes of using the route as a gateway to boost its influence in Azerbaijan and Central Asia. 

Should the deal hold, its impact on any future normalization efforts between Turkey and Armenia is another question that deserves attention. In a show of solidarity with Azerbaijan, Turkey has kept its border with Armenia sealed and refused to establish diplomatic ties with Yerevan since the 1990s. Nakhchivan’s detachment from Azerbaijan has been a key point of contention in the conflict. Now that Russia is bringing a partial solution to the problem, could that encourage Ankara to renew normalization efforts with Yerevan? Such a prospect appears distant at present, but cannot be ruled out down the road after the clashes die down completely. 

Cease-fire agreements are usually short-term arrangements, but successful ones stand the chance to evolve into lasting peace. And the Nagorno-Karabakh conflict is now headed for a long-term negotiation process that requires Ankara to handle the Nakhchivan issue in tandem with the issue of normalization with Yerevan. That’s how a durable peace could be achieved across the region. The latest deal suggests that the way to such peace will go through Moscow as well.

https://www.al-monitor.com/pulse/originals/2020/11/turkey-russia-armenia-azerbaijan-nagorno-karabakh-deal.html

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