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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Temos um problema brutal de falta de habitação pública (que nem precisa de ser o Estado a construir, bem entendido). Este sim, é o problema de base.

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Citação de Plagio o Original, há 42 minutos:

as bolsas da dges não eram dadas a quem tem notas excelentes, era um calculo de acordo com os rendimentos do agregado familiar

E já não é assim?

 

Em Lisboa e Coimbra não há Residências Públicas? Quando estudava tinha bolsa e até aumentavam o valor para cobrir os +/- 100€ pelo quarto na residência dos Serviços de Acção Social da Universidade. Eram bem mais podres (para ser simpático) que esses que postaram de Coimbra, mas graças a isso consegui fazer Licenciatura e Mestrado sem ter de receber ajuda dos meus pais.

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Citação de Black Hawk, há 5 minutos:

Mas depois era preciso rendimento académico para não ser retirada.

bastava teres aproveitamento.

edit: a juntar ao IRS do agragado

Editado por Puto Perdiz

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Citação de Puto Perdiz, há 1 minuto:

bastava teres aproveitamento.

Certo.

O meu ponto é que um estudante de famílias carenciadas até pode ter bolsa e rendimento/aproveitamento académico, ser um aluno de excelência, mas não conseguir mesmo assim prosseguir os seus estudos superiores porque não tem como sustentar alojamento e os custos inerentes a viver noutra cidade.

É uma clivagem social que se está a criar em que há jovens que não têm oportunidade de terem um futuro melhor.

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Citação de Black Hawk, há 4 minutos:

Mas depois era preciso rendimento académico para não ser retirada.

O rendimento académico necessário era muito básico. Bastava não chumbares a metade das cadeiras (era por créditos e não por cadeiras, mas pronto, era fácil) . Eu que o diga, que depois de um semestre de noitadas e bebedeiras em que só fiz duas das seis cadeiras que tinha de fazer, no semestre seguinte tive que correr atrás do prejuízo e fazer o "esforço" para não perder a bolsa no ano seguinte. Fiz quatro das seis e no ano seguinte lá continuei a ter bolsa.

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Citação de joe, há 1 minuto:

O rendimento académico necessário era muito básico. Bastava não chumbares a metade das cadeiras (era por créditos e não por cadeiras, mas pronto, era fácil) . Eu que o diga, que depois de um semestre de noitadas e bebedeiras em que só fiz duas das seis cadeiras que tinha de fazer, no semestre seguinte tive que correr atrás do prejuízo e fazer o "esforço" para não perder a bolsa no ano seguinte. Fiz quatro das seis e no ano seguinte lá continuei a ter bolsa.

Sim, melhor explicado neste post:

Citação de Black Hawk, há 3 minutos:

Certo.

O meu ponto é que um estudante de famílias carenciadas até pode ter bolsa e rendimento/aproveitamento académico, ser um aluno de excelência, mas não conseguir mesmo assim prosseguir os seus estudos superiores porque não tem como sustentar alojamento e os custos inerentes a viver noutra cidade.

É uma clivagem social que se está a criar em que há jovens que não têm oportunidade de terem um futuro melhor.

 

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Citação de Plagio o Original, há 1 minuto:

n sei, já n sou estudante nem bolseiro à algum tempo 😞 

dá para notar

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no outro dia andei a ver as primeiras páginas do tópico do Erasmus e a discussão era sobre as rendas altas no norte da Europa, o pessoal a queixar-se de quartos a 300 ou 400€ 😁

como as coisas mudaram em pouco mais de 10 anos

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Eu acho que a mão invisível está a pôr um travão no excesso de licenciados neste país. 

Screw you got mine. 

Em Portugal não existe uma lei igual ao Okupa? 

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Saudades dos tempos universitários, bolseiro sempre com residencia em que só pagava pela limpeza (e era opcional salvo erro)

E as residências em que fiquei (Porto) só tenho queixa da que era à beira do Covelo, não me recordo do nome. Em letras tinha vista para o rio Douro, e em Paranhos tinha um quarto impecável.

 

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Citação de Lebohang, há 21 horas:

chega-hypeman1.gif

Gostei da simulacao de computador ahahaha.

Citação de Lebohang, há 21 horas:

chega-hypeman1.gif

Esse tem mesmo ar de mafioso.

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Citação de Sandes., há 5 horas:

Saudades dos tempos universitários, bolseiro sempre com residencia em que só pagava pela limpeza (e era opcional salvo erro)

E as residências em que fiquei (Porto) só tenho queixa da que era à beira do Covelo, não me recordo do nome. Em letras tinha vista para o rio Douro, e em Paranhos tinha um quarto impecável.

 

Em Aveiro nem limpeza tinha de pagar.

Mas tive de viver num T4* com 9 pessoas.

*apartamentos em que a UA tinha acordo com o dono do prédio para serem usados como residências universitárias

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Citação de Lebohang, há 21 horas:

chega-hypeman1.gif

O Chega ja deixava cair a parte negacionista. Com 2% de portugueses por vacinar e o Chega com 10% nas sondagens = maioria dos votantes Chega vacinados. Nao sei o que ganham em persistir nisso.

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Votou-se hoje na Assembleia da República sacrificar os curdos pela expansão da NATO aos países nórdicos.

Parabéns à Turquia.

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Citação de Ticampos, há 6 minutos:

 Nao sei o que ganham em persistir nisso.

Em não perder precisamente esse eleitorado. Quem é vacinado e vota neles, vota neles sejam eles negacionistas como são ou não (convenhamos que quem vota num partido com propostas racistas está-se pouco marimbando se é negacionista ou não). Do outro lado, se forem contra o negacionismo perdem esse eleitorado que me parece óbvio que a maioria dos votos cai ali.

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Citação de Apocalypse Now, Em 15/09/2022 at 13:20:

vale bujas?

Mesmo e que bujas. Então vindas do BE dá sempre outra categoria.

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Citação de rcoelho14, há 3 horas:

Em Aveiro nem limpeza tinha de pagar.

Mas tive de viver num T4* com 9 pessoas.

*apartamentos em que a UA tinha acordo com o dono do prédio para serem usados como residências universitárias

Eu da limpeza só era responsavel pelo quarto, as areas comuns ja era de qualquer um. Eu nem usava a cozinha, comia na cantina à noite, bem bom.

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Citação de Mayday, há 3 horas:

Votou-se hoje na Assembleia da República sacrificar os curdos pela expansão da NATO aos países nórdicos.

Parabéns à Turquia.

...é só mais uma vez que o ocidente sacrifica os Curdos. Mais uma vez, menos uma vez, a esta altura do campeonato...

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Citação de Sandes., há 19 minutos:

Eu da limpeza só era responsavel pelo quarto, as areas comuns ja era de qualquer um. Eu nem usava a cozinha, comia na cantina à noite, bem bom.

Nós nem os quartos, apesar de ser aconselhável termos tudo relativamente limpo e arrumado.

Eu aprendi a cozinhar minimamente durante a estadia, refinei os meus pratos de massa ahahah

Dos 3 anos que lá estive, nos primeiros 2 tínhamos sempre 3 chineses, que ficavam lá no fim de semana e era o caos, especialmente a cozinha.

O apartamento era limpo às quartas à tarde, e quando chegava às segundas, o chão da cozinha estava castanho (e a tijoleira era branca, por isso imagina), outras vezes eles levavam gente para lá durante a semana e na sexta de manhã já estava tudo sujo outra vez.
Eles cozinhavam de manhã à noite, cheirava sempre a comida o apartamento (era honestamente a minha 2.ª maior queixa, só atrás deles fazerem muito barulho na sala quando estava alguém a tentar estudar).
E como o apartamento era longe da universidade (ficava ao lado da estação, 20 minutos a pé aproximadamente), havia pouco controlo sobre isto.
Assumo que foi a principal razão de no 3.º ano ficarem nas residências perto da universidade.

 

Sinto falta por acaso, já vão 3 anos desde aí, mas bate a saudade da liberdade de viver fora de casa dos pais

Editado por rcoelho14

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Citação de rcoelho14, há 12 minutos:

Nós nem os quartos, apesar de ser aconselhável termos tudo relativamente limpo e arrumado.

Eu aprendi a cozinhar minimamente durante a estadia, refinei os meus pratos de massa ahahah

Dos 3 anos que lá estive, nos primeiros 2 tínhamos sempre 3 chineses, que ficavam lá no fim de semana e era o caos, especialmente a cozinha.

O apartamento era limpo às quartas à tarde, e quando chegava às segundas, o chão da cozinha estava castanho (e a tijoleira era branca, por isso imagina), outras vezes eles levavam gente para lá durante a semana e na sexta de manhã já estava tudo sujo outra vez.
Eles cozinhavam de manhã à noite, cheirava sempre a comida o apartamento (era honestamente a minha 2.ª maior queixa, só atrás deles fazerem muito barulho na sala quando estava alguém a tentar estudar).
E como o apartamento era longe da universidade (ficava ao lado da estação, 20 minutos a pé aproximadamente), havia pouco controlo sobre isto.
Assumo que foi a principal razão de no 3.º ano ficarem nas residências perto da universidade.

 

Sinto falta por acaso, já vão 3 anos desde aí, mas bate a saudade da liberdade de viver fora de casa dos pais

Eu mesmo agora vivo numa casa só para mim e para a minha mulher, estou muito bem, mas lembro-me dessa vida de residencia e tenho nostalgia. Sair da cama a correr para ir para as aulas, passar uma noitada a acabar um trabalho ou chegar todo estourado depois de uma noite de copos...era pouco mas estava bem também

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