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Tópico da Política, Ambiente e Economia

Publicações recomendadas

Citação de Plagio o Original, Em 18/10/2024 at 16:30:

debate entre o andré ventura e a alexandra leitão:

a. leitão: queremos fixar profissionais no sns

a. ventura: gorda!

 

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Citação de SAS_Robben, há 1 hora:

E é este tipo de gente que nos representa na casa da democracia

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Citação de SAS_Robben, há 1 hora:

qual é a tua surpresa? A direita fez a sua escolha histórica de classe: o 25 de Novembro. Porreiro, pá, estes festejam a Novembro, eu festejo em Abril, até me sinto mais liberto na Avenida assim. Sexta Feira lá estarei!

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"A esquerda apoderou-se do 25 de abril!!! Abril não tem donos, é de todos!!!"

Ao mesmo tempo que cagam no 25 de abril em cada oportunidade.

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Toda a gente sabe que depois dos 50 anos só se faz festa de 5 em 5 e que nos intermédios uma mensagem chega.

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Não é de hoje, longe disso, mas a laicidade do estado(dos princípios mais importantes do regime) é cada vez mais uma utopia.

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Citação de SAS_Robben, há 4 horas:

Estes gajos tão a assassinar o pouco de bom que havia no PSD. Que vergonha.

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O 25 de Abril é do povo e será celebrado da devida forma no local de sempre, a rua.

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Spoiler

Cristina Figueiredo

Rui Tavares - 6

Inês Sousa Real - 6

O moderador bem tentou puxar pelas diferenças entre Livre e PAN mas, como reconheceu com honestidade Rui Tavares, é de facto muito mais o que os une do que o que os separa. Daí que tenham sido 25 minutos, irmanamente divididos entre os dois, que serviram (uma derradeira vez) a Tavares  e (uma penúltima vez) a Sousa Real para apresentarem versões condensadas dos seus programas eleitorais e não tanto para os discutirem entre si. Do balanço destas duas entrevistas que decorreram em paralelo no mesmo espaço noticioso, resulta uma primeira constatação:  estes dois partidos, os menores na composição do Parlamento que agora cessa funções, são os mais criativos nas propostas para a resolução dos principais problemas do país. E uma segunda: algumas dessas, por mais líricas que possam parecer à primeira vista, merecem ser olhadas com atenção por parte de quem (os partidos de Governo) as pode verdadeiramente pôr em prática. Com o Livre a ganhar vantagem no território da exequibilidade, ao lembrar (bem) que quando apresentou a proposta para um passe ferroviário nacional não faltou quem desdenhasse. E, no entanto, ele aí está - em vigor desde outubro passado.

Liliana Valente

Rui Tavares - 7

Inês Sousa Real - 6

Rui Tavares disse a dada altura no debate que o embate entre os dois era muitas vezes como procurar “aquela pequena diferença” para criar divisão. Dar nota a este debate é um pouco entrar nesse jogo de procurar as diferenças. E Inês Sousa Real entrou apostada nisso. Entre dois partidos que erguem a bandeira da ecologia pode haver eleitorado indeciso, ainda que o Livre se assuma como de esquerda e o PAN indefinido. Foi por aí que Inês Sousa Real tentou marcar pontos ao falar das diferenças no campo ambiental - aquela alfinetada de que o Livre com 4 deputados não ter agendado nenhuma inciativa de cariz ambiental deve ter doído a Rui Tavares. Mas foi pouco mais do que isso. Rui Tavares, na réplica, respondeu que o importante era fazer crescer as forças progressivas para “alargarem o perímetro”, um sinónimo de tentar fazer crescer a esquerda e tentar reduzir a maioria de direita neste momento.

Rui Tavares consegue explicar com mais detalhe algumas medidas do Livre, enquanto que a estratégia de Inês Sousa Real é a de conseguir dizer o maior número de medidas por minuto. Não acho que seja uma estratégia eficaz, porque quem ouve, perde o foco. 

Em resumo, acho que foi um debate com interesse, em que o candidato do livre levou uma pequena vantagem por ser mais focado e direto.

Eunice Lourenço

Rui Tavares - 6

Inês Sousa Real - 5

Ambos já foram novidades em campanhas anteriores e começam a ficar repetitivos. “É muito mais o que nos une do que o que nos separa”, disse Rui Tavares logo a abrir, prenunciando um debate pouco interessante. Mas, como também disse o coporta-voz do Livre, se há muito que os une, a ecologia do Livre “alarga” porque não é impositiva. Já Sousa Real mostrou como a sua ecologia é proibitiva ao insistir no combate às touradas e no dia sem carne.

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Spoiler

Liliana Valente

Paulo Raimundo 6 - Inês Sousa Real 5

Fiz o exercício de ouvir este debate e não de o ver e o que ouvi foi um Paulo Raimundo muito mais eficaz, ao contrário do que aconteceu o ano passado, em frente a Inês Sousa Real. O secretário -geral do PCP não fugiu à pergunta sobre apoio futuro ao PS, se for o caso, e disse o que o partido já tinha dito antes: se o PS mudar algumas medidas (como aconteceu na geringonça), há caminho. Nas várias respostas foi mais claro a falar, como por exemplo quando disse que é mais fácil dar o nome a um asteroide do que ter um contrato de trabalho (falando do caso do investigador Nuno Peixinho) ou que a diferença entre PS e PSD no salário mínimo são dez euros.

Divergiram nas soluções para a habitação e no IRS Jovem, com Sousa Real a ter de novo alguma dificuldade em explicar a defesa da taxa de IRC, que pode beneficiar as maiores empresas, incluindo as mais poluentes.

A líder do PAN repetiu ao longo dos debates demasiadas vezes as mesmas questões, nomeadamente o compromisso “violeta” por causa da violência doméstica. E também repete demasiadas vezes “lamento que não nos tenha acompanhado”, quase como tique de linguagem. Ganhou, no entanto, alguns pontos na questão da ecologia quando falou de Alcochete e no facto de a CDU, que tem o PEV, não ter votado ao lado do PAN para exigir uma avaliação de impacte ambiental no aeroporto. “Não basta o pin da lapela.”

Ao contrário do debate com Rui Tavares, em que havia vários pontos de contacto, neste, foi muito o que os dividiu, incluindo na questão das touradas com Paulo Raimundo a dizer a frase que “o povo que as criou é o povo que vai acabar com elas” e que não deve haver uma obrigação. Sousa Real foi contundente a lembrar a Raimundo que o PCP apresentou a baixa do IVA para as touradas. Raimundo não soube responder.

A nota ligeiramente acima a Raimundo prende-se com a maior eficácia na mensagem para o seu eleitorado, aparecendo mais combativo e desperto.

Cristina Figueiredo

Paulo Raimundo 6 - Inês Sousa Real 5

Foi a derradeira oportunidade para ambos passarem, em contexto de frente-a-frente, as respetivas mensagens antes de partirem para a campanha na estrada. E, para quem acompanhou todos os debates anteriores com estes dois protagonistas, nada de novo. A lição está obviamente bem estudada por cada um e dá ideia que fosse qual fosse a pergunta acabaríamos por ouvir as mesmas respostas ( não quero falar em “cassetes” mas, na verdade, não me ocorre outro termo). Nenhum ganhou um voto a mais com esta meia hora na CNN, mas a nota melhor vai para Paulo Raimundo. Porque encontrou uma boa hipérbole para caracterizar a situação laboral de grande maioria dos jovens (“é mais fácil dar um nome a um asteroide do que ter um contrato de trabalho em Portugal”) e porque, mesmo no final do debate, conseguiu demonstrar quão desproporcionada e irrealista é a fixação do PAN contra as touradas. No dia em que o Governo (com o acordo do PS) pediu a Bruxelas autorização para aumentar os gastos na Defesa sem que isso conte para o défice, foi o próprio secretário-geral do PCP a trazer o assunto para a mesa (por duas vezes) mas o moderador não agarrou a deixa. Foi pena.

Eunice Lourenço

Paulo Raimundo 6 - Inês Sousa Real 5

Quem se lembre dos debates do ano passado não pode deixar de salientar a evolução de Paulo Raimundo, que teve hoje o último frente a frente com Inês Sousa Real, com quem iniciou a ronda de debates em 2024. O líder do PCP ganhou capacidade de reação e de afirmação. Voltaram, contudo, a discutir pecuária intensiva e touradas e, neste ponto, Raimundo esteve bem a dizer que as tradições não se decretam à força, mas morrem por si, mas menos bem a não conseguir responder sobre a decida do IVA. Sousa Real insistiu nos mesmo temas que levou para outros debate, independentemente das perguntas que lhe são feitas. ao primeiro debate, pode resultar, ao sétimo é cansativo e leva o ouvinte/ telespetador/ eleitor a desligar.

 

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Sondagem. AD lidera. Maioria com Iniciativa Liberal mais perto

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Bolinhas-Voto-direto-pag22.jpg

Citação

A saúde continua a estar no topo das preocupações dos portugueses, apesar de uma ligeira descida em relação à primeira quinzena de abril: 48,2% dos inquiridos na sondagem da Consulmark2 para o Nascer do SOL e a Euronews apontaram o estado do Serviço Nacional de Saúde como um tema prioritário. Tal como nas duas últimas sondagens, a habitação é o segundo assunto que mais preocupa os portugueses e o número de inquiridos que se dizem inquietos com o tema tem mesmo crescido: de 28,3% em março, subiu para 39,3% na primeira quinzena de abril e para 43,4% na mais recente sondagem. Neste período, o Eurostat divulgou Portugal foi um dos países da União Europeia onde o preço das casas mais cresceu na última década.

Todavia, nesta sondagem, houve uma preocupação que registou uma subida acima de todas as outras: a imigração. Em resposta à pergunta “quais são para si os problemas mais graves com que Portugal se debate atualmente?”, em que podiam dar várias respostas, 20% dos inquiridos apontaram a imigração, comparando com os 11,1% que diziam estar preocupados com o tema na primeira quinzena de abril. Não se sabe se este aumento está relacionado com as recentes notícias de envolvimento de um imigrante brasileiro no homicídio de um jovem em Braga. A preocupação com a imigração ultrapassou mesmo temas como a educação/ensino (19,9%), a inflação/custo de vida (17,8%), a corrupção (10,4%) e o desenvolvimento económico, apesar de este último ter aumentado de 9,8% para 16,2%.

Graficos-os-dez-problemas-de-portugal-pa

 

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eu até sou daqueles que passo a vida a discutir com malta que tem o espirito mata frades bem aceso mas a justificação do governo é sonsa e preocupante.

o 25 abril é o feriado mais importante do nosso calendário e nada justifica adiamentos ou faltas de presença. nem numa pandemia se adiou.

 

 

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Metam uma tabuleta à entrada da AR a dizer "Estamos agora nas novas instalações em Queluz de Baixo" e acabem com isto.

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Citação de HappyKing, há 15 horas:

Não é de hoje, longe disso, mas a laicidade do estado(dos princípios mais importantes do regime) é cada vez mais uma utopia.

Estás a sentir a falta de comentários idiotas por aqui?

Esta decisão do Governo é suficientemente absurda. Não é necessário atacá-la com argumentos que não fazem sentido.

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Citação de HappyKing, há 17 minutos:

O inimigo público um dia destes fica sem reportório.

Filhos de um comboio de trinta p*tas, o desrespeito não acaba.

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Citação de Descartes, há 28 minutos:

Estás a sentir a falta de comentários idiotas por aqui?

Esta decisão do Governo é suficientemente absurda. Não é necessário atacá-la com argumentos que não fazem sentido.

É que não faz mesmo. @HappyKing eu não acho que um luto pelo Papa seja uma quebra do Estado Laico, mas admito a conversa e a discussão. Agora esta decisão do Governo não tem nada a ver com isso. O caminho é deliberado e não vem de hoje, é a liberdade que está sob ataque, não é a laicidade.

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Citação de Descartes, há 30 minutos:

Estás a sentir a falta de comentários idiotas por aqui?

Esta decisão do Governo é suficientemente absurda. Não é necessário atacá-la com argumentos que não fazem sentido.

O estado deve ser laico. Sim, não, talvez?

A laicidade do estado é um pilar importante do nosso regime democrático. Sim, não, talvez?

O estado violou de forma flagrante a separação do Estado e das igrejas ao apoiar financeiramente as Jornadas Mundiais da Juventude. Sim, não, talvez?

O Presidente da República mistura de forma sistemática o seu papel de chefe de estado ( e na representação desse mesmo papel) com o facto de ser católico. Sim, não, talvez?

É normal o Presidente da República fazer declarações em horário nobre a todo o país enquanto chefe de estado relativamente à morte do líder máximo de uma religião. Sim, não, talvez?

É normal num estado que se diz laico existir luto nacional durante três dias perante a morte do líder máximo de uma religião. Sim, não, talvez?

É normal perante esse luto nacional se abdicar de forma direta ou indireta das celebrações de um dos dias mais importantes do país. Sim, não, talvez?

Acho que daqui podemos partir para uma boa discussão.

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@HappyKing

O estado deve ser laico. Sim, não, talvez?

Sim

A laicidade do estado é um pilar importante do nosso regime democrático. Sim, não, talvez?

Sim

O estado violou de forma flagrante a separação do Estado e das igrejas ao apoiar financeiramente as Jornadas Mundiais da Juventude. Sim, não, talvez?

Não

O Presidente da República mistura de forma sistemática o seu papel de chefe de estado ( e na representação desse mesmo papel) com o facto de ser católico. Sim, não, talvez?

Sim

É normal o Presidente da República fazer declarações em horário nobre a todo o país enquanto chefe de estado relativamente à morte do líder máximo de uma religião. Sim, não, talvez?

Não

É normal num estado que se diz laico existir luto nacional durante três dias perante a morte do líder máximo de uma religião. Sim, não, talvez?

Sim

É normal perante esse luto nacional se abdicar de forma direta ou indireta das celebrações de um dos dias mais importantes do país. Sim, não, talvez?

Não

Acho que daqui podemos partir para uma boa discussão.

Que pontos pretendes que eu fundamente a minha opinião para termos uma boa discussão?

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