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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Citação de Lage_Effect, há 3 minutos:

Bragança :prayer:  

Não é melhor do que o Vasco Sousa, imo.

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Citação de kareca, há 57 minutos:

Os votantes do chega preferem um país parado do que com tanto imigrante. Não tenho qualquer dúvida.

Pela amostra dos que conheço, não pensam tanto à frente, eles acham que os indianos vão embora e que o trabalho vai para eles. Mas não percebem que estarem cá tantos imigrantes não é a doença, mas sim o sintoma.

Mas também acredito que exista uma fatia que pense no que tu dizes, só por teimosia. Nem vale a pena argumentar. Levam isto mesmo como se estivessem a ver a bola. Perdemos? Culpa é do árbitro! Os do Chega, criminosos? E os outros, não são?! Escola pública desmantelada e o teu filho numa escola privada, a qual não consegues sustentar? Como o Rui Tavares! Queres ir ao hospital e tens que ir ao privado? Agora vou ao sns e espero 8h!

Eu sinceramente nem sei bem qual a melhor maneira de desarmar isto, apesar de o tentar com frequência. Com demagogia já começo a perder a esperança.

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Citação de smashing_pumpkin , há 2 horas:

Acho que o discurso do Montenegro deixou bem claro que não quer qualquer bloco, quer governar sozinho e os outros que se calem.

Além que aquele sorrisinho dele também deixa bem claro que a derrota do PS é mais importante que tudo o resto. Alguém com a mínima preocupação com o futuro da democracia não estaria tão feliz como ele estava ontem, principalmente tendo em conta que a sua vitória é quase insignificante.

Aqui está a mesma narrativa e o sensacionalismo para o lado que mais convém. O Montenegro não pode estar contente por ter ganho as eleições, só pode ser porque o PS perdeu da forma que perdeu. 

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Citação de Solero, há 37 minutos:

Eu não sei quanto a vocês, mas estas eleições deixaram-me particularmente enojado, pelo simples motivo de ver este tipo de discurso cada vez mais normalizado até em círculos mais próximos por parte de pessoas que eu tinha em melhor conta. Nem sei muito bem como reagir a isto, eu tenho tendência a evitar este tipo de conversas políticas porque é angustiante ver que por mais argumentos se possa ter, parece que é um comboio em andamento impossível de travar.

É um ciclo f*dido de inverter. A minha reação ao longo dos anos foi afastar-me de certas pessoas com quem lidei durante grande parte da vida e assim me isolar, de certa forma. Não tenho capacidade de argumentar contra estas m*rdas com as quais não concordo; por texto ainda dá, expressar no momento é complicado e normalmente o resto da malta tem sempre uma resposta na ponta da língua. Comecei a aperceber-me desta "distância" na altura dos refugiados, que eu não tinha a mesma visão destas pessoas.

Mesmo os meus pais, que são pessoas que desprezam o Chega, tem takes que eu tenho dificuldades em aceitar (há uma xenofobia claramente intrínseca, em particular com os ciganos). Já para não falar de familiares, que nota-se à cara podre que votam no Chega.

Ou seja, sinceramente não faço a mínima ideia como é que vim parar aqui. A lógica diz que eu devia estar mais perto dessas pessoas (pelas convivências, educações, etc) do que não estou; mas felizmente trabalho maioritariamente com os esquerdalhos que são o mal da sociedade; ou descobri este cantinho na internet de forma aleatória, coisas que me foram dando um mínimo de sanidade mental.

Isto vem de encontro ao que disse ontem à noite: não me interessa muito se estes resultados eram  "o esperado". O facto de ser uma realidade é bastante triste, e não dá para apresentar uma solução óbvia para estes problemas. 

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Citação de Grillo, há 7 minutos:

Pela amostra dos que conheço, não pensam tanto à frente, eles acham que os indianos vão embora e que o trabalho vai para eles. Mas não percebem que estarem cá tantos imigrantes não é a doença, mas sim o sintoma.

Mas também acredito que exista uma fatia que pense no que tu dizes, só por teimosia. Nem vale a pena argumentar. Levam isto mesmo como se estivessem a ver a bola. Perdemos? Culpa é do árbitro! Os do Chega, criminosos? E os outros, não são?! Escola pública desmantelada e o teu filho numa escola privada, a qual não consegues sustentar? Como o Rui Tavares! Queres ir ao hospital e tens que ir ao privado? Agora vou ao sns e espero 8h!

Eu sinceramente nem sei bem qual a melhor maneira de desarmar isto, apesar de o tentar com frequência. Com demagogia já começo a perder a esperança.

Só te estás a cansar. 

O grande problema disto foi que somos um povo que gosta do velho ditado : Empurra com a barriga que depois quem vem atrás resolve. 

E é isto, quem vinha atrás não resolveu e quem está agora vai empurrar para o próximo e vamos andar neste círculo. 

Os problemas do país agravaram-se com o Coelho mas já eram maus, só ficaram piores. E o facto de muita gente na faixa etária dos 30-50 não votar AD é porque ainda estão com o trauma da troika e dos mil cortes, a meu ver é uma das razões pelas quais a AD/PSD dificilmente voltará a ter uma maioria absoluta tão cedo. 

Como já foi muito discutido, a única forma de tirar as armas ao Chega é a AD/PS juntarem-se e resolverem os problemas sérios do país...Conclusão pelos discursos de ontem ?

O Montenegro está a cagar-se para o país e o PNS achou que saí de boa figura dali quando diz que fez história com o PS neste ano e meio. Ninguém vai resolver m*rda nenhuma e a única opção é permitir que se o Chega entrar no governo é nunca terem maioria absoluta ou sem os deputados suficientes para brincarem com a constituição.

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Miguel Carvalho

O PAÍS QUE ESTAVA ESCRITO
Por estes dias, falei para o El País (Espanha) e o para o De Standaard (Bélgica). Antecipei, de certo modo, o cenário destas eleições. Não me entendam mal: não sou visionário nem li nas cartas. Mas ando há quase cinco anos a acompanhar o eleitorado do Chega, a segui-lo, a falar com ele em todo o País, e talvez isso valha alguma coisa. Por isso, não é surpresa para mim o que aconteceu. Quem me conhece e me atura amiúde a falar sobre estes temas, em privado ou em público, sabe.
Não, não existem 22 ou 23 por cento de "fascistas", tirem isso da ideia.
Sim, há por ali muitos saudosos do antigamente, há racistas e outra gente, da elite financeira à arraia-miúda, muito pouco recomendável, a vários níveis. Mas que não se tome a parte pelo todo. Passei horas, muitas horas com largas dezenas de militantes e eleitores do Chega e muitos deles talvez queiram, apenas, ser ouvidos ou não serem esquecidos ou atropelados por sucessivas governações. Confundem tudo? Estão a cavar a própria desgraça e não sabem? Talvez. Mas a raiva e o desespero fazem o caminho da razão. E do outro lado, verdade seja, só têm arrogância, por vezes com irritantes tiques urbanos e de cátedra, a explicar-lhes o que devem ou não fazer. Ou pensar. Chamar-lhes "fascistas", insultá-los, ridicularizá-los até à exaustão, dá este resultado.
E se experimentássemos, por uma vez, ir ao encontro deles, ouvi-los, tentar saber os porquês de pensarem o que pensam e decidirem o que decidem, não apenas nas campanhas eleitorais? E se lhes fizéssemos perguntas em vez de lhes vendermos retóricas empacotadas? Esqueçam os Venturas, os Pintos, os Frazões e afins. Não façam partilhas em barda, não insultem como carneiros só porque acham que Ventura fingiu um problema de saúde. Como qualquer especialista saberá explicar - e até uma criança entenderia - o ódio nas redes sociais conta sempre a favor do alvo e faz espumar o algoritmo de excitação. Isto já é quase tão La Palice que me espanta como é que tanta gente ainda se presta ao papel de idiota útil ao partilhar, como se não houvesse amanhã, o enxovalho, o insulto e o apedrejamento, por vezes quase ao mesmo nível do palavreado de tasca que tomou conta do Parlamento.
Muitos, à direita, adotaram a narrativa do Chega de forma diplomática, escondendo a mãozinha marota - eles, mais polidos, claro, não são de atirar pedras nem de sujar as mãos. Antes das eleições, o Chega já estava a ganhar porque os temas da sua agenda já andavam na boca de outra direita, dita civilizada, que não suja a gravata, e contagiara os debates e o horário nobre. São moderados ou serão simplesmente covardes?
À esquerda continuam a confundir-se desejos com a realidade: é uma longa história, caso clínico. Estão na sua bolha ou no seu parque temático. Têm todas as certezas do mundo, as cartilhas de sempre e um sindicalismo para um País que já não existe. E assim seguem, de derrota em derrota, até acabarem nos preparos que se viram.
Nestas eleições fizeram ainda mais: prestaram-se ao ridículo para tentar conquistar os jovens. Tenho duas novidades para esses: a fotocópia, por bem intencionada que seja, é sempre pior do que o original, mesmo quando o original é alarvidade ou pantomina pura; quanto aos jovens, posso dizer-vos que já andam, muitos deles, em modo extremista tik-tok, a fazer a saudação nazi nas escolas, a sugerir trabalhos escolares sobre o líder do Chega, a fazer bullying racista, xenófobo e por aí adiante. Querem tentar começar por aí ou nem por isso?
Por fim: muitos confundem os dirigentes e deputados do Chega com o seu universo eleitoral, outro erro crasso. As duas coisas não são iguais. E quanto mais depressa se perceber isso, mais estaremos perto de atacar o problema. Se não o fizerem, terão um Trump à portuguesa no poder mais cedo do que tarde. O caso Montenegro, acreditem, não vai acabar aqui. Em breve, talvez haja mais. Em que situação ficaremos nessa altura? Será que Montenegro chegará a tomar posse como primeiro-ministro?
Do jornalismo, ou de grande parte dele, para ser justo com as exceções, já não espero nada, nadinha. Falta memória, mas isso não é de hoje. Falta decência, mas também não é de agora. O que certas chefias e direções permitiram nesta campanha é o resultado de muitos anos de "infoentretenimento". Estava escrito. Se levamos o "pé em riste" e o estilo "big brother" para a política e o jornalismo, não nos queixemos dos resultados. Há umas décadas, o escritor Mário de Carvalho antecipou: um jornalismo cão só merece um mundo-cão.
O que se gasta em diretos insanos, a raiar a imbecilidade e a ignomínia, dava para muitas reportagens aprofundadas no "País do Chega". Falem dos problemas dos "left behinders", tragam-nos para a agenda política, e talvez tenham menos extremismos de trazer por casa. Não me venham falar da crise do jornalismo quando se gastam milhões a cavar a sepultura em diretos e reportagens que ampliam os fenómenos que o jornalismo tem obrigação de combater. Não se gasta dinheiro a reportar o País silenciado, sofrido, esquecido, mas gastam-se fortunas a alimentar o populismo com populismo. Junta-se a fome à vontade de comer. É um banquete para o partido que sabemos.
Não, o "jornalismo" não fará um exame de consciência. Esqueçam. Não está para isso e não é uma legião de precários e tarefeiros de espinha direita que tem a força para mudar as circunstâncias. Os menos culpados são, muitas vezes, os que andam na estrada. Mas mesmo aí, assuma-se, foi de fugir.
Não culpem o "povo", essa entidade capturada por todas as agendas e retóricas políticas. O "povo" não é uma entidade coletiva self-service, consoante a nossa vontade ou moldura. Há muitas cabeças, existências, quotidianos e amarguras que não são explicáveis sem termos em conta as zonas cinzentas das suas vidas e as suas muitas contradições. Há um País, com todas as suas diferenças, para conquistar para "o lado bom da força", ou seja, para um patamar de decência democrática, e reconciliá-lo com uma ética e uma noção mínima de compromisso e integridade políticas. Fazê-lo do alto da burra, sem humildade e sem procurar estabelecer um ponto de contacto e um encontro com o adversário, por muito Shrek que nos pareça, só dará este resultado.
 
---
 
Não concordo com tudo mas boa reflexão do jornalista que provavelmente mais acompanha o Chega.
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Citação de Mica, há 1 hora:

Não é totalmente líquido que a esquerda seja a única prejudicada. Atendendo bem ao facto dos portugueses não gostarem de instabilidade, a AD noutros tempos podia muito bem conseguir a maioria absoluta coligando-se com um partido pequeno qualquer.

No entanto conseguiram 86 deputados, e mesmo que as coisas lá fora corram de feição, não passa dos 89 ou 90, ou seja, menos 16 que a maioria absoluta.

E fico com a ideia que a IL podia crescer mais mas o monstro ao lado comeu tudo.

A maioria é 106 ou 116? Ainda é um bocadinho, o que só ajuda o teu argumento.

Citação de kareca, há 1 hora:

Um pouco assustador se a inteligência de um cidadão está nesse nível.

O meu cunhado com 23 anos votou Livre. Fiquei surpreendido, porque ele é da geração que não sabe ir comprar pão porque os paizinhos levam-lhe o pequeno almoço à  cama. Puxei conversa e descobri q não conhece os programas de ninguém, mas foi ver o perfil dos candidatos e como o Rui Tavares é licenciado em História, de certeza que será melhor que os outros. Só por isso? Sim.

Citação de Plagio o Original, há 1 hora:

se me dissessem que a economia estava nos ombros dos engenheiros eu ia-me rir

mas não acredito que dependemos deste trabalho escravo. Onde está o @HappyKing a mostrar-me errado com os estudos?

estou genuinamente curioso sobre o que sobrevivemos, eu achava que era turismo, exploração imobiliária e construção

Até porque as ajudas de custo deitam logo por terra o argumento 😅

Citação de Jimpo, há 49 minutos:

E muitos deles viajam e ja "viram mundo"

Os viajantes do airbnb com fechadura eletronica sem anfitrião e que o percurso dos 2 dias de férias é correr o máximo possivel para sacar as fotos nos spots turisticos todos? E que vão ao Five Guys para degustar a gastronomia local? Ah, esses, realmente faz sentido.

Citação de antifa, há 3 minutos:

Miguel Carvalho

O PAÍS QUE ESTAVA ESCRITO
 

Podes partilhar o link, sff?

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Citação de Bashir, há 3 minutos:

A maioria é 106 ou 116? Ainda é um bocadinho, o que só ajuda o teu argumento.

116, e sim faltariam 26, exatamente. Noutros tempos 90 deputados era quase sinónimo de derrota, hoje em dia +30% de votos é bastante interessante.

Editado por Mica
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o BE só teve 29.000 votos no distrito de Lisboa. Que buja! Meu Deus!

Citação de Grillo, há 33 minutos:

Eu sinceramente nem sei bem qual a melhor maneira de desarmar isto, apesar de o tentar com frequência. Com demagogia já começo a perder a esperança.

tenta à chapada

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O Miguel Carvalho acerta no centro do alvo num ponto: o BE está desde 2019 na bolha do combate ao Chega, até fazendo do debate televisivo o evento alto da campanha, e eleição a eleição está a ser completamente sovado e retalhado na representação parlamentar.

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Citação de IlidioMA, há 16 minutos:

o BE só teve 29.000 votos no distrito de Lisboa. Que buja! Meu Deus!

 

A queda do BE no Porto e Lisboa é para ser estudada. Num ano perdeu mais de metade dos votos.

Outra coisa é o ADN que apesar do circo ainda conseguiu perder votos também. Se calhar os enganados. 

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Citação de antifa, há 19 minutos:

Miguel Carvalho

 
Por fim: muitos confundem os dirigentes e deputados do Chega com o seu universo eleitoral, outro erro crasso. As duas coisas não são iguais. E quanto mais depressa se perceber isso, mais estaremos perto de atacar o problema. Se não o fizerem, terão um Trump à portuguesa no poder mais cedo do que tarde. O caso Montenegro, acreditem, não vai acabar aqui. Em breve, talvez haja mais. Em que situação ficaremos nessa altura? Será que Montenegro chegará a tomar posse como primeiro-ministro?
 
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Não concordo com tudo mas boa reflexão do jornalista que provavelmente mais acompanha o Chega.

Que o caso Montenegro não acabou, acho que até muitos dos que votaram nele sabem. Agora o que o Miguel Carvalho saberá para dizer que alguma coisa irá rebentar nas próximas semanas que pode meter em causa a posse no Montenegro.

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Citação de Bashir, há 28 minutos:

Até porque as ajudas de custo deitam logo por terra o argumento 😅

Já fiz e vi tanta coisa burra que a ideia da económica estar nos ombros da minha classe de colegas é hilariante

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Citação de Lage_Effect, há 1 hora:

Bragança :prayer:  

meh, não falta muito. é mesmo pq só elege 3. Se elegesse 5 como os nossos irmãos do lado de lá do Tua, já teríamos deputado Chegano Bragançano a esta hora.

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Citação de challenger, há 6 minutos:

Que o caso Montenegro não acabou, acho que até muitos dos que votaram nele sabem. Agora o que o Miguel Carvalho saberá para dizer que alguma coisa irá rebentar nas próximas semanas que pode meter em causa a posse no Montenegro.

Também fiquei a pensar nisso. Há ali claramente qualquer coisa.

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Um pensamento assim rápido. 

Se todos os países do mundo dessem uma de Chega, seríamos quantos portugueses a ter de voltar a Portugal? 3/4 milhões a ter de entrar assim à força? Havia de ser bonito. 

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Citação de IlidioMA, há 2 minutos:

meh, não falta muito. é mesmo pq só elege 3. Se elegesse 5 como os nossos irmãos do lado de lá do Tua, já teríamos deputado Chegano Bragançano a esta hora.

Mirandela já meteu o Chega em 2° o que é ridiculo porque têm a câmara do PS.

Mas ainda assim é bom ver que o Chega tem dificuldade em penetrar na região, ganha muito poucos votos de uma eleição para outra. Eu tenho raízes na região e não sei explicar muito bem porque é que acontece honestamente. Talvez porque haja mais familiaridade com membros dos partidos tradicionais, toda a gente acaba por conhecer ou ter na familia malta do psd ou ps local.

Bragança cidade teria ali um bom caldinho para o Chega crescer com a quantidade de malta dos palop que há, eu sempre que lá vou ouço m*rda racistas normalizadas que nem é bom. Isto apesar da cidade basicamente funcionar graças a esse pessoal que está lá a estudar ou acabaram por se fixar.

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Citação de Jimpo, há 2 minutos:

Um pensamento assim rápido. 

Se todos os países do mundo dessem uma de Chega, seríamos quantos portugueses a ter de voltar a Portugal? 3/4 milhões a ter de entrar assim à força? Havia de ser bonito. 

O número de portugueses a viver no estrangeiro é de cerca de 2M.

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Citação de antifa, há 5 minutos:

Mirandela já meteu o Chega em 2° o que é ridiculo porque têm a câmara do PS.

Mas ainda assim é bom ver que o Chega tem dificuldade em penetrar na região, ganha muito poucos votos de uma eleição para outra. Eu tenho raízes na região e não sei explicar muito bem porque é que acontece honestamente. Talvez porque haja mais familiaridade com membros dos partidos tradicionais, toda a gente acaba por conhecer ou ter na familia malta do psd ou ps local.

Bragança cidade teria ali um bom caldinho para o Chega crescer com a quantidade de malta dos palop que há, eu sempre que lá vou ouço m*rda racistas normalizadas que nem é bom. Isto apesar da cidade basicamente funcionar graças a esse pessoal que está lá a estudar ou acabaram por se fixar.

PALOP e comunidades ciganas. Por acaso é surpreendente como se mantém limpa do Chega.

Editado por Elvis

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Citação de whatever, há 3 minutos:

O número de portugueses a viver no estrangeiro é de cerca de 2M.

Portugueses e descendentes? Pensava de sermos mais. 

Obrigado pela info 

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Citação de IlidioMA, há 43 minutos:

o BE só teve 29.000 votos no distrito de Lisboa. Que buja! Meu Deus!

tenta à chapada

A questão é: Como é que a Mariana não abdica do seu lugar? Nas redes sociais tenho visto mais ataque aos resultados do Livre do que propriamente do Chega.

Acho que a mensagem que ela passa não chega nem a quem quer votar em esquerda. Deveria fazer um partido com a história do BE repensar na pessoa que tem à frente. Digo eu.

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Citação de Robe, há 1 minuto:

A questão é: Como é que a Mariana não abdica do seu lugar? Nas redes sociais tenho visto mais ataque aos resultados do Livre do que propriamente do Chega.

Acho que a mensagem que ela passa não chega nem a quem quer votar em esquerda. Deveria fazer um partido com a história do BE repensar na pessoa que tem à frente. Digo eu.

Os partidos mais à esquerda sempre foram imensamente resistentes a mudanças de líder por maus resultados.

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Citação de Robe, há 1 minuto:

A questão é: Como é que a Mariana não abdica do seu lugar? Nas redes sociais tenho visto mais ataque aos resultados do Livre do que propriamente do Chega.

Acho que a mensagem que ela passa não chega nem a quem quer votar em esquerda. Deveria fazer um partido com a história do BE repensar na pessoa que tem à frente. Digo eu.

Com deputado único é f*da também. Ou ia para lá o numero 2 de Lisboa ou tornam-se ainda mais irrelevantes, um líder sem assento ia ter zero mediatização.

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