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Tópico da Política, Ambiente e Economia

Publicações recomendadas

Citação de Tio Hans, há 6 horas:

Tu podes ter toda a razão do mundo, sobre a candidatura do António Filipe, mas isto não são legislativas, nem autárquicas, nem europeias onde o nosso voto pode dar representação. Isto são umas eleições presidenciais, onde só ganha um e, se calhar mais vale ganhar um menos mau do que meter as fichas todas num que se ache que é bom e que esteja condenado a levar na pá forte e feio.

Há duas coisas que são evidentes, (1) quer o António Filipe, ou outro candidato qualquer tenha 1, 5 ou 10% dos votos, não deixa de ser um candidato absolutamente irrelevante e (2), na história da democaracia portuguesa terão ficado na história, no máximo, dois candidatos presidenciais derrotados, Freitas do Amaral em 1986 e, no limite, Cavaco Silva em 1996.

A grande maioria da população não se lembra dos candidatos derrotadas das últimas presidenciais. Perdem e tornam-se figuras absolutamente irrelevantes, enquanto ex-candidatos, obviamente.

Se é lembrado depois ou não é pouco relevante, independentemente do resultado. A candidatura do Antônio Filipe abrange eleitorado que não se revê em nenhuma outra. Tanto assim é que o Assis (acho eu), já veio "pedir" para o Antônio Filipe abdicar da candidatura, mas não fez o mesmo em relação ao Jorge Pinto, à Catarina Martins ou a outro candidato qualquer, mas fazer um pedido destes é ilusório, porque grande parte dos que irão votar no António Filipe nunca iriam votar no Seguro - ainda para mais com o histórico que o Seguro tem de defender políticas da troika.... 

E já agora, é à conta do "mal menor" e do "menos mau" que o País está como está.... Não acho que o Seguro seja igual ao capitão. iglo ou ao Ventura, mas certamente que também não represente a verdadeira alternativa ao rumo que o país tem seguido nos últimos tempos. 

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Citação de dpitz, há 8 minutos:

 

E já agora, é à conta do "mal menor" e do "menos mau" que o País está como está.... Não acho que o Seguro seja igual ao capitão. iglo ou ao Ventura, mas certamente que também não represente a verdadeira alternativa ao rumo que o país tem seguido nos últimos tempos. 

Sim, alguem do PCP é claramente o presidente indicado para levar Portugal para um futuro risonho

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Citação de Burkina2008, há 1 minuto:

Sim, alguem do PCP é claramente o presidente indicado para levar Portugal para um futuro risonho

Olhando para os restantes candidatos talvez seja melhor cancelar as eleições então.

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Citação de andriy pereplyotkin, há 1 minuto:

Olhando para os restantes candidatos talvez seja melhor cancelar as eleições então.

Preferivel se a unica alternativa fosse alguem com politicas que já eram irrealistas em 1992

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Citação de Burkina2008, há 3 minutos:

Preferivel se a unica alternativa fosse alguem com politicas que já eram irrealistas em 1992

Este tipo de comentários também faz pouco sentido desde 1992

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Citação de Jamarcus, há 5 minutos:

Este tipo de comentários também faz pouco sentido desde 1992

A existencia do PCP deixou de fazer sentido a 31 de Dezembro de 1991, logo não podia estar mais de acordo

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Citação de Burkina2008, há 2 horas:

Preferivel se a unica alternativa fosse alguem com politicas que já eram irrealistas em 1992

 

Citação de Burkina2008, há 1 hora:

A existencia do PCP deixou de fazer sentido a 31 de Dezembro de 1991, logo não podia estar mais de acordo

 

Citação de Burkina2008, há 21 horas:

 

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Citação de Rain Dog, Em 20/10/2025 at 20:11:

eu ganho tão pouco que não consigo alugar casa sozinho e vivo na casa do meu patrão, se alguém conseguir bater esta que se pronuncie

vivo no escritório do meu patrão

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Citação de lastdance, há 1 hora:

vivo no escritório do meu patrão

Este tem o pai em teletrabalho.

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Presidente do INEM despedido em menos de 4 meses.

A ministra da saúde devia ser caso de estudo na sua área, tem mais de sete vivas.

Ainda bem que o senhor foi demitido e as burkas vão ser proibidas. Finalmente vão deixar de nascer bebés debaixo de pinheiros e as urgências vão reabrir na íntegra. Yey.

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Citação de fns, há 11 minutos:

Presidente do INEM despedido em menos de 4 meses.

A ministra da saúde devia ser caso de estudo na sua área, tem mais de sete vivas.

Ainda bem que o senhor foi demitido e as burkas vão ser proibidas. Finalmente vão deixar de nascer bebés debaixo de pinheiros e as urgências vão reabrir na íntegra. Yey.

É essa e a da Administração Interna.

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Ah e agora o INEM vai se passar a chamar ANEM.

É agora que vai haver uma ambulância para cada português.

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Alguém me elucide se já aconteceu (por cá não temos muito o habito de fazer essa coisa "hedionda" de discutir o que se fez e pensar o que se vai fazer depois) mas para quando um debate com todos os ministros da saúde passados e que venha alguém dizer, com todas as letras, o que por aqui e por ali se aponta como a razão do estado para onde vai o SNS. Eu não sou da área mas ouço, vejo e leio falar das forças gigantescas dos grandes grupos da saúde que foram deixados à solta e agora são demasiado grandes para serem controlados (onde já vimos isto? cofcofhabitaçãocofcof); das Ordens que põem e dispõem a seu belo prazer o que fazer com os médicos, seja a encobrir, seja a decidir o que se faz com as universidades e os estudantes, seja a decidir o que fazer com contratações; seja o cartel dos medicamentos; as administrações dos hospitais que não parecem ter rei-nem-roque e as suas despesas serem uma coisa que não se consegue saber com certeza qual é. Enfim, gostaria de os ouvir falar porque algo terrivelmente deprimente e perigoso se passa nos bastidores, andamos sempre com meias verdades e ocultações de factos porque não se discute nada, queimamos pessoas constantemente na saúde há anos e as coisas só pioram. Seja esta ministra ou outra qualquer, algo deve ser dito e declarado porque a caminhar assim vamos continuar a dar força aos privados e à utilização da saúde pelos privados, aos seguros de saúde e a deixar o SNS para os muito pobres e os casos graves onde o privado não se quer meter.

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Citação de Scirea, há 10 minutos:

Alguém me elucide se já aconteceu (por cá não temos muito o habito de fazer essa coisa "hedionda" de discutir o que se fez e pensar o que se vai fazer depois) mas para quando um debate com todos os ministros da saúde passados e que venha alguém dizer, com todas as letras, o que por aqui e por ali se aponta como a razão do estado para onde vai o SNS. Eu não sou da área mas ouço, vejo e leio falar das forças gigantescas dos grandes grupos da saúde que foram deixados à solta e agora são demasiado grandes para serem controlados (onde já vimos isto? cofcofhabitaçãocofcof); das Ordens que põem e dispõem a seu belo prazer o que fazer com os médicos, seja a encobrir, seja a decidir o que se faz com as universidades e os estudantes, seja a decidir o que fazer com contratações; seja o cartel dos medicamentos; as administrações dos hospitais que não parecem ter rei-nem-roque e as suas despesas serem uma coisa que não se consegue saber com certeza qual é. Enfim, gostaria de os ouvir falar porque algo terrivelmente deprimente e perigoso se passa nos bastidores, andamos sempre com meias verdades e ocultações de factos porque não se discute nada, queimamos pessoas constantemente na saúde há anos e as coisas só pioram. Seja esta ministra ou outra qualquer, algo deve ser dito e declarado porque a caminhar assim vamos continuar a dar força aos privados e à utilização da saúde pelos privados, aos seguros de saúde e a deixar o SNS para os muito pobres e os casos graves onde o privado não se quer meter.

Talvez um dia. Agora os media estão todos muito ocupados a dar tempo de antena a fachos a dizerem que a culpa é do Abdul.

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Citação de Roland, há 9 minutos:
Spoiler

Carris deu informação errada à investigação do acidente com o elevador da Glória

Mudança do tipo de cabo do elevador aconteceu no final de 2022 e não em 2019

Parece um detalhe, mas esse detalhe pode ter tido implicações políticas numa altura crítica, antes das eleições autárquicas de 12 de outubro. Logo após o descarrilamento em Lisboa do elevador da Glória, a 3 de setembro, de que resultou a morte de 16 pessoas, a Carris deu uma informação errada ao Gabinete de Prevenção de Investigação de Acidentes com Aeronaves e de Acidentes Ferroviários (GPIAAF), que escreveu na sua primeira nota informativa que o tipo de cabo de tração que cedeu nesse dia e que foi o momento zero do acidente com o ascensor, tinha começado a ser usado “há cerca de seis anos”. A mudança era assim remetida para 2019, durante o mandato de Fernando Medina à frente da Câmara Municipal de Lisboa, a entidade que tem a tutela da Carris, e não na vigência de Carlos Moedas, que se tornou presidente da autarquia em 2021.

Essa informação errada só foi corrigida num relatório preliminar de 35 páginas que o GPIAAF concluiu esta segunda-feira, uma semana depois das eleições. No documento fica claro que o novo tipo de cabo implicado no acidente estava a ser utilizado apenas desde o final de 2022 e que “não estava certificado para utilização em instalações para o transporte de pessoas”, nem cumpria as normas da própria Carris, não sendo “indicado para ser instalado com destorcedores nas suas extremidades, como é o sistema no ascensor da Glória”.

Questionado sobre quem na Carris forneceu a informação errada para a nota informativa produzida em setembro, o GPIAAF respondeu que essa indicação “correspondia ao conhecimento da investigação à data da sua redação, com base nos elementos até então recolhidos, documentais e testemunhais”, recusando-se a revelar quem o fez: “O GPIAAF nunca identifica publicamente as pessoas que fornecem informação ou evidências à investigação, estando obrigado a sigilo.”

Além do cabo, falharam os travões e a investigação diz que a forma como o cabo era amarrado não seguia as normas

A hipótese de se tratar de uma informação com base em documentação é improvável, tendo em conta as revelações trazidas no relatório, que inclui uma tabela com as informações sobre os seis cabos utilizados no elevador da Glória desde 2017. Apenas os últimos dois, desde dezembro de 2022, eram de “alma em fibra” e não de “alma em aço”.

A Carris mantém-se em silêncio sobre esse e outros detalhes, remetendo as questões para o GPIAAF.

Apesar de tudo estar mal com o cabo, o GPIAAF diz ainda que vai avaliar em que medida contribuiu para o acidente, uma vez que, refere o documento, houve outros fatores que podem ter sido determinantes. Entre eles, o facto de o cabo ser fixado às cabinas através de uma “pinha”, uma espécie de fundição das extremidades do cabo, que era feita sem seguir normas europeias e através de instruções descritas num caderno de um técnico da Carris. O relatório mostra que houve um conjunto de fatores a contribuir para o acidente. Além de não serem os apropriados, a fixação dos cabos à cabina não seguia as normas de segurança, o processo administrativo falhou, os travões não foram eficazes, a manutenção não era feita como era garantido que era feita e não havia fiscalização externa.

E refere que, só por causas ainda não determinadas, um acidente grave não aconteceu no ascensor do Lavra e no elevador de Santa Justa.

Sem culpas

Na sequência da revelação do relatório, em que fica claro que houve “falhas graves” e “sistémicas” na manutenção e segurança dos equipamentos da Carris, Pedro Bogas, presidente do Conselho de Administração da Carris, demitiu-se. Foi a primeira saída de um responsável da empresa na sequência do acidente. Ainda não há data para a sua substituição nem para que sejam conhecidas as auditorias externas e internas pedidas pela Câmara Municipal.

Para já, o GPIAAF quer que fique claro que o seu papel “é única e exclusivamente identificar lições e aprendizagem para a melhoria da segurança e prevenção de futuros acidentes, e não a identificação ou atribuição de culpas ou responsabilidades”, responde ao Expresso. Contudo, o relatório vai servir de base para a investigação do Ministério Público e também para a Carris. Questionada se pretendia terminar a sua relação contratual com a empresa de manutenção, a Main (MNTC), a Carris diz que “irá imputar as responsabilidades resultantes dos factos apurados, incluindo à empresa de manutenção MNTC”. Empresa que foi ouvida esta quinta-feira pelo Ministério Público.

Entretanto, na sequência de uma série de pedidos de esclarecimento e de documentação enviados pelo Expresso desde setembro e que não obtiveram resposta ou foram recusados pela Carris, a Comissão de Acesso aos Documentos Administrativos (CADA) decidiu a favor de uma queixa apresentada pelo jornal. A Carris alegava que não podia fornecer os documentos solicitados pelo Expresso por estarem em curso um processo judicial no MP e a investigação no GPIAAF. “Não nos podemos pronunciar sobre estas matérias, nem facultar documentação que está na posse das entidades encarregues pelas investigações”, justificou a empresa em setembro.

A CADA tem outro entendimento. “Se os documentos tiverem sido produzidos no âmbito da atividade administrativa da entidade requerida, não perdem essa qualidade por existir a possibilidade de alguns deles serem aproveitados em processo judicial, com salvaguarda da existência de segredo de justiça determinado por autoridade judiciária em relação aos mesmos”, lê-se no parecer que a comissão concluiu esta quarta-feira. A empresa tem agora dez dias para fornecer a informação ao jornal.

 

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Citação de fns, há 1 hora:

Ah e agora o INEM vai se passar a chamar ANEM.

É agora que vai haver uma ambulância para cada português.

Mais valia passar a ser AMEN, tendo em conta o que o pessoal reza para chegar ao Hospital.

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Mudar o nome do INEM significa mudar toda a sinalização nos veiculos, em documentos, em plataformas de trabalho, sinalética, fardas, IVRs das linhas, etc...

Ou seja, mais uma forma de fazer enriquecer mais algumas empresas e amigos

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Citação de SAS_Robben, há 2 horas:

Mudar o nome do INEM significa mudar toda a sinalização nos veiculos, em documentos, em plataformas de trabalho, sinalética, fardas, IVRs das linhas, etc...

Ou seja, mais uma forma de fazer enriquecer mais algumas empresas e amigos

Dinheiro bem gasto. Até parece que os funcionários do SNS estão contentes com o salário que recebem e fieis à missão do SNS.

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"Oh Azevedo, quantos ambulâncias há este fim de semana para as urgências?"

"ANEMuma doutor"

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Citação de Burkina2008, Em 23/10/2025 at 17:31:

A existencia do PCP deixou de fazer sentido a 31 de Dezembro de 1991, logo não podia estar mais de acordo

Enganaste-te a escrever 1961, que foi quando os comunistas perceberam que o comunismo não funciona e por isso sentiram necessidade de construir um muro para impedir o êxodo da RDA para a RFA

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