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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Citação de RAG, há 22 horas:

É pena o Pedro Delgado Alves ter matado aquela senhora. Podia ter sido alguma coisa 

A senhora não morreu.

 

O atropelamento em si é daquelas que pode acontecer a qualquer um (quem nunca tirou os olhos da estrada por um instante e apanhou um susto que atire a primeira pedra). O que na altura deu péssima impressão do caso foi ele ter mandado o carro para abate o que impediu qualquer chance de saber se tinha sido uma avaria a causar o acidente como ele dizia.

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Pedro Delgado Alves era bom para tribuno no tempo do Eça de Queiroz, o futuro do PS se querem fazer alguma coisa de jeito tem de passar por convencerem o Duarte Cordeiro a voltar quando o Montenegro estiver tremido. 

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Citação

Estado vai vender terreno em Chelas para onde já estavam previstos prédios de renda acessível

No imóvel a alienar em hasta pública deveriam ter sido construídos 168 fogos a custos controlados. Arquitectos que fizeram projecto para IHRU dizem-se perplexos com decisão de não se avançar.

O espanto é grande. “Deixámos tudo pronto, desde o ano passado, e agora formos surpreendidos com este anúncio de que, afinal, o terreno vai ser vendido a privados. E não nos deram uma palavra”, queixa-se Ricardo Bak Gordon, o arquitecto responsável pelo projecto de construção de um conjunto habitacional, com 168 fogos, a construir na Quinta das Conchinhas, no bairro lisboeta de Chelas, e a ser posto no mercado de arrendamento a custos acessíveis.

O resultado do trabalho da equipa por si liderada, vencedor de um concurso lançado em 2023 pelo Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), aguardava a materialização, mas agora será descartado. Isto porque o referido terreno com mais de 16 mil metros quadrados, situado na freguesia de Marvila, será um dos 16 imóveis que o Estado se prepara para vender em hasta pública, até ao primeiro trimestre de 2026, para com a receita daí resultante reinvestir em habitação pública.

“Isto é uma loucura. Há uma incapacidade clara, seja ela política, técnica ou financeira, em fazer avançar as coisas. Isto é sair de todas as responsabilidades”, critica o arquitecto. “Aquilo que poderia ser a construção por parte do estado de habitação pública a custo controlado será entregue a privados”, observa.

Já Inês Lobo lembra o desperdício do investimento feito pelo IHRU, notando que, tendo-se chegado à elaboração do projecto de execução, “a expectativa era que se avançasse para a construção”. “Estamos sempre a falar de dinheiro público. As pessoas que se envolvem nestes processos esperam que eles cheguem até ao fim e cumpram a função para que foram pensados”, afirma.

https://www.publico.pt/2025/10/31/local/noticia/estado-vai-vender-terreno-chelas-onde-ja-previstos-predios-renda-acessivel-2152771?&_gl=1*19dctfq*_up*MQ..*_ga*NzM0NjU1Mzc5LjE3NjE5Mzk5MTU.*_ga_X1FCL58HX2*czE3NjE5Mzk5MTQkbzEkZzAkdDE3NjE5Mzk5MTQkajYwJGwwJGgw


Porque fazer sentido é para soldado. Grande Montenegro.

Editado por Scirea

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Crl. 

Fiquei doente ao ler os comentários sobre a mulher grávida que morreu.

"Parasitismo", "quando é que isto acaba?" (Relativamente a virem a Portugal procurar ter melhores tratamentos de saúde), "quem é que vai pagar?" Foram só alguns 

Que nojo de pessoas. O que se retira é "tivesse morrido lá na Guiné em vez de vir para Portugal". É esta a empatia pela morte de um ser humano que deveria estar a passar a melhor sensação do mundo que é a de ser mãe. 

Triste o que nos aguarda o futuro enquanto sociedade. 

 

Noutro âmbito e só num desabafo, dou por mim a pensar que gostava de estar numa realidade alternativa estilo episódio de Black Mirror em que tenho acesso ao que uma pessoa escreveu no Twitter/Reddit/etc e com isso poder escolher se trato a pessoa ou não. Ai foste racista gratuitamente na morte de uma estrangeira grávida? Então ficas aí com o teu LCA pós cirurgia e faz tu a tua própria reeducação. Espero bem que não consigas dobrar mais o joelho para o resto da tua vida. 

Foi só um rant senhor Jesus. 

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Citação de Jimpo, há 9 horas:

Que nojo de pessoas. O que se retira é "tivesse morrido lá na Guiné em vez de vir para Portugal". É esta a empatia pela morte de um ser humano que deveria estar a passar a melhor sensação do mundo que é a de ser mãe. 

Eu ouvi dizer que doi para crl...

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Citação de Lebohang, Em 31/10/2025 at 18:44:

🥶

E o líder do partido D66 é homossexual, o que também causa comichão a uns quantos holandeses por mais estranho que pareça 

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O Ventura teve o seu momento Prata Roque na CNN. Quem me havia de dizer que o panhonha lhe ia servir de inspiração.

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Citação de Descartes, há 35 minutos:

O Ventura teve o seu momento Prata Roque na CNN. Quem me havia de dizer que o panhonha lhe ia servir de inspiração.

Que passou se?

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O Ventura se está tão indignado podia era abandonar o país.

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Citação de RAG, há 15 minutos:

Que passou se?

Todo um espetáculo de vitimização, que culminou com ele a abandonar devido aos ataques cruéis do Chicão e do filho do António Costa. Provavelmente teve de ir à pressa tomar um gaviscon antes que tivesse de ir outra vez para o hospital agarrado ao peito

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Não podem ver nada

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Nunca sirvas quem serviu - Miguel Sousa Tavares

Spoiler

André Ventura é novo demais para ter conhecido na pele o que foi, no seu sufocante dia-a-dia, o Estado Novo, de Oliveira Salazar. Mas isso não é desculpa que sirva: eu também não vivi o nazismo mas não finjo não saber o que foi. André Ventura não ignora — apenas mente, omitindo os factos — que o regime anterior era corrupto até à medula, era corrupto por natureza e da forma mais amoral possível. A corrupção não se pagava habitualmente em dinheiro, pagava-se com empregos ou oportunidades de negócio, de um lado, e com lealdade política, do outro. A “cunha”, o “empenho”, a “palavrinha”, era aquilo que o corruptor de baixo buscava, dando em troca juras de fidelidade a Salazar. Era assim, por exemplo, que a PIDE recrutava muitos dos seus, que lhe chegavam pelo empenho do primo do ministro, do chefe local da Legião ou do partido único, ou mesmo do padre da aldeia. Vir para Lisboa trabalhar na PIDE era mais do que um emprego: era uma forma de promoção pessoal e social e um lugar de poder e intimidação. Em troca, os novos recrutas começavam o “estágio” por participarem “voluntariamente” nas sessões de espancamento dos presos políticos, subindo depois na escala da lealdade e das patifarias (e por isso é que em 25 de Abril de 74 não havia pides inocentes). Mas também havia a alta corrupção, aquela reservada exclusivamente aos fiéis do regime, não apenas aos lugares superiores da Administração Pública (onde só se acedia mediante uma jura de fidelidade), como igualmente aos grandes negócios, no continente e nas colónias, depois de demonstrada suficientemente a obediência inquestionável a Salazar. António Champalimaud atreveu-se a discordar e pagou isso com anos de exílio. Salazar, um homem intelectualmente cobarde, incapaz de enfrentar a discordância e mesmo o debate, foi o grande corruptor da nação, um corruptor de almas e de consciências, a pior das modalidades de corrupção (“O velho abutre é sábio e alisa as suas penas/a podridão lhe agrada e os seus discursos/têm o dom de tornar as almas mais pequenas.”)

Nunca sirvas quem serviu
Hugo Pinto

Ventura não é ignorante, como finge para melhor cativar a legião de ignorantes que votam no Chega, nem é, menos ainda, estúpido, como outros que o rodeiam. Duvido muito que seja até saudoso do salazarismo ou de um regime como foi o do Estado Novo. O que ele é, sim, é um oportunista e um demagogo sem freio nem vergonha. Para corromper almas e conquistar votos entre a turbamulta dos alienados que o seguem, ele não tem escrúpulos em dizer-lhes tudo o que eles querem ouvir, seja o elogio de Salazar ou o de Estaline, se vier a propósito.

Sim, já oiço os “chegados”dizerem: este é um texto elitista de quem despreza o povo que vota no Chega e que se acha superior só porque leu uns livros e viu uns filmes (e não tem redes sociais). Pois bem, lamento desarmá-los logo: este é mesmo um texto elitista e, sim, eu tenho um profundo desprezo pelo povo do Chega. Mais, não acredito no futuro feliz de uma nação em que o “povo” — ou os políticos como Salazar ou Trump — se empenha numa batalha mortal pelo silenciamento das suas elites. São elas que fazem progredir os países, são elas que lançam as discussões que interessam para o futuro dos povos e para um mundo fundado na liberdade e na justiça. O povo, esse, está mais interessado e mobilizado em votar nas eleições no Benfica do que em votar para defender a democracia nas eleições políticas. E quando o povo ou os políticos obtêm êxito no silenciamento e afastamento das elites, triunfa a mediocridade, o oportunismo e a obediência de rebanho.

De facto, eu não tenho grande admiração pelos portugueses, fui deixando de a ter à medida que eles próprios se foram achando cada vez melhores. Claro que conheci e conheço alguns portugueses notáveis, na sua profissão ou nos seus princípios, mas raramente vi serem-lhes reconhecidos e aproveitados os seus méritos. Ser pensionista, ser sindicalista da Função Pública ou ser influencer das redes sociais é mais reconhecido e mais gratificante. É por isso que eu jamais seria capaz de fazer política, de andar por aí, de aldeia em aldeia, a escutar respeitosamente o estimado povo, gritando que bons que eles são e que horrendos que são os políticos “corruptos” — o discurso de André Ventura. Não, definitivamente não enxergo a superioridade patriótica da ignorância militante ou a vantagem do saudosismo ditatorial.

Neste recente debate parlamentar sobre a nova lei da nacionalidade — feito sob bullying do Chega e cagaço do PSD — o que mais me impressionou pelo ridículo foi a ideia passada por toda a direita de que adquirir a nacionalidade portuguesa é um privilégio raro, como se fôssemos um país de excelência e de referência onde toda a gente quer viver e de que toda a gente gostaria de ser nacional — não podendo, infelizmente para eles, sentirem “o mesmo sangue português a correr nas veias”, na imortal declaração da deputada Cristina Rodrigues, do Chega. Como país de excelência, convém recordar que, a despeito da imensa carga fiscal a que o Estado recorre todos os anos para sustentar o seu sempre maior desvario despesista e a clientela eleitoral dos Governos, nada do que é importante e que o Estado deveria assegurar funciona: a saúde, a educação, a habitação, o investimento público, a justiça, o combate aos incên­dios, as fronteiras dos aeroportos, o que quer que seja. Apostamos tudo na monoindústria do turismo de massas, mas nem sequer somos capazes de montar um sistema decente para que os turistas não precisem de horas para passar a fronteira. Não estamos particularmente motivados para fazer filhos ou trabalhar, preferindo antes depender de mão-de-obra importada e mal paga, mas ainda nos damos ao luxo de tratar os imigrantes como indesejáveis e de afixar cartazes a avisá-los de que “Isto não é o Bangladesh” (querendo sugerir o quê? Que se vão embora e deixem avançar para as suas tarefas o povo trabalhador do Chega?). Passaremos a exigir agora aos candidatos “à honra e responsabilidade” de se tornarem cidadãos portugueses (Luís Montenegro dixit), além de saberem falar a língua e estarem cá há 10 anos, conhecimentos da cultura portuguesa, da organização política e valores democráticos da sociedade portuguesa e uma declaração escrita de “adesão aos princípios da República” — coisas que raros votantes e poucos deputados do Chega seriam capazes de ultrapassar sem batota.

Na verdade, os portugueses não têm assim tantas razões de queixa: acreditam que os dinheiros europeus, que nos sustentam há 50 anos, nunca terão fim; acreditam que nunca terão de ser eles a lavar as ruas, tratar dos velhos, apanhar frutos vermelhos ao sol de Verão, andar a pôr tijolos nas casas de que os nossos filhos têm necessidade; acreditam que podem tratar do alto da burra quem veio para cá fazer tudo isso, porque eles, felizes por estarem a viver num país tão extraordinário como Portugal, tudo encaixarão sem se irem embora, e acreditam ainda que, apesar de se trabalhar cada vez menos e pior, a situação deles vai ter obrigatoriamente de melhorar — nem que para isso seja preciso recorrer ao fantasma de Oliveira Salazar ou ao espantalho de André Ventura. Tudo visto, só se arrisca a democracia, que não é assim tão importante. Mas numa coisa somos bons: a fazer ditados para as ocasiões. Como este: nunca sirvas quem serviu.

 

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Citação de RAG, há 1 hora:

Que passou se?

 

Citação de J.Soeiro, há 1 hora:

Todo um espetáculo de vitimização, que culminou com ele a abandonar devido aos ataques cruéis do Chicão e do filho do António Costa. Provavelmente teve de ir à pressa tomar um gaviscon antes que tivesse de ir outra vez para o hospital agarrado ao peito

Foi isto. Falta só referir a gota que fez transbordar o copo: o momento em que o André jornalista (insultado desde do início da rábula - ou entrevista, como preferirem) se preparava para terminar o show. O Pedro Costa lançou, citando uma alegada pergunta feita por um telespetador, um "Porque é que berras tanto?" e o Ventura sentiu-se muito ofendido e levantou-se da mesa.

 

Deixo aqui só uma nota sobre a falta de vergonha e puro descaramento na altura em que, questionado pelo Chicão sobre os fundamentos e princípios do Cristianismo, o Ventura anunciou que, se o Cristianismo tem na base a aceitação do outro (todos os homens são iguais à imagem de Deus), então temos de repensar se é este o Cristianismo que queremos. O homem até se propõe reescrever a Bíblia só para poder insultar os naturais do Bangladesh. É todo um novo patamar de delírio...

Editado por Descartes
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Raios parta para o feed do Facebook, só me aparece comentários sobre a pseudo-entrevista, a defender o menino dos ataques dos comentadores do sistema que estão com medo que a mama acabe. Até parece que o Ventura é um anjinho e não faz mal a ninguém nem ofende.

É que eu nem sequer vi a porcaria da entrevista. Ou melhor, vi a parte final quando li que o Ventura saiu antes de tempo, o que até é cómico pela maneira que foi.

Se queixou por a pergunta de casa ter sido - mais uma vez - "se não quer ser presidente, porque se candidata?" (quiçá uma das poucas que se aproveitava) e não gostou do troco do "porque é que só berra?", o que é um facto pois tem sempre a postura de falar por cima dos outros. Azar.

Edit: Puxei para ver essa do Cristianismo, mas encontrei aquela da iliteracia da Primeira Republica e do Estado Novo. Impressão minha ou repetiu duas vezes "1926" com percentagens diferentes?

Ah, e disse a seguir "ainda hoje morreu mais uma bebê fora da maternidade" quando devia ter dito "nasceu". 

Editado por Genzo

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Citação de Jimpo, Em 31/10/2025 at 20:04:

Crl. 

Fiquei doente ao ler os comentários sobre a mulher grávida que morreu.

"Parasitismo", "quando é que isto acaba?" (Relativamente a virem a Portugal procurar ter melhores tratamentos de saúde), "quem é que vai pagar?" Foram só alguns 

Que nojo de pessoas. O que se retira é "tivesse morrido lá na Guiné em vez de vir para Portugal". É esta a empatia pela morte de um ser humano que deveria estar a passar a melhor sensação do mundo que é a de ser mãe. 

Triste o que nos aguarda o futuro enquanto sociedade. 

 

Noutro âmbito e só num desabafo, dou por mim a pensar que gostava de estar numa realidade alternativa estilo episódio de Black Mirror em que tenho acesso ao que uma pessoa escreveu no Twitter/Reddit/etc e com isso poder escolher se trato a pessoa ou não. Ai foste racista gratuitamente na morte de uma estrangeira grávida? Então ficas aí com o teu LCA pós cirurgia e faz tu a tua própria reeducação. Espero bem que não consigas dobrar mais o joelho para o resto da tua vida. 

Foi só um rant senhor Jesus. 

https://x.com/Tomas_Pereira_T/status/1984307434953851355?t=UlRBcwE5e1M13WxUwJkkSQ&s=19

Isto é a ministra da saúde 

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Citação de Descartes, há 10 horas:

O Ventura teve o seu momento Prata Roque na CNN. Quem me havia de dizer que o panhonha lhe ia servir de inspiração.

Pelo menos foi apenas à 78ª entrevista exclusiva a que teve direito este ano, imaginem o que o homem já não aguentou!

Citação de Genzo, há 8 horas:

Raios parta para o feed do Facebook, só me aparece comentários sobre a pseudo-entrevista, a defender o menino dos ataques dos comentadores do sistema que estão com medo que a mama acabe. Até parece que o Ventura é um anjinho e não faz mal a ninguém nem ofende.

Claro que aparece, é esse o objectivo dele e cumpre com distinção. Se calhava estava na altura dos media tirarem-no dos holofotes, mas isso ia impactar muito com as audiência e não pode ser, as televisões estão em decadência e cada vez mais endividadas e precisam do Ventura e do Chega para adiarem o definhamento. 

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