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Tópico da Política, Ambiente e Economia

Publicações recomendadas

Citação de smashing_pumpkin, há 25 minutos:

Não é só chegar ao trabalhador e pagar os valores a que tem direito.

É o despedimento ilícito. A indemnização será definida em tribunal, em último caso (senão é o mútuo acordo, lá está). Tinha a ideia que isto era mato por aí.

Editado por kareca

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Citação de Carson Wentz, há 16 minutos:

As avaliações serem rigorosas, com critérios bem definidos, divulgados à partida e com avaliação dos próprios avaliadores. Pôr limites artificiais é só ridículo, tanto em termos de motivação para cada um dos trabalhadores como para o bem da empresa. Se tiveres uma sala de 20 alunos todos com notas acima de 18, não vais chumbar cinco só porque sim. Se tiveres uma linha de montagem em que o objetivo são 100 peças por dia, toda a gente as faz, não vais despedir os cinco macacos que só fazem 105 a 110 só porque sim.

Se tens que distribuir 100 trabalhadores em cinco categorias, sabendo sempre que terás 20 a ser promovidos e 20 a serem despedidos, corres o risco de estar a mandar embora "por decreto" gente que é cumpridora com os objetivos que lhes foram propostos e a promover malta que é boa a cumprir funções mas em termos de liderança/organização de equipas/delegação de tarefas/comunicação/etc. são um desastre (o clássico promovidos até à posição em que se mostram incompetentes).

Em em equipas/pessoas cujos objetivos sejam totalmente qualitativos?

Nas equipas que têm objetivos facilmente quantificáveis estamos de acordo, e existe essa valorização logo na componente variável do salário mensal, e não (apenas) no prémio anual.

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Citação de smashing_pumpkin , há 42 minutos:

Sim. Essa tal cessação só pode acontecer com acordo do trabalhador, a não ser que seja nos dos termos previstos na lei, que são a inadaptação, extinção de posto de trabalho ou justa causa (que tem motivos bem definidos). Não é só chegar ao trabalhador e pagar os valores a que tem direito.

Meio confuso isso. É possível despedir sem acordo algum um trabalhador que tenha má performance - o que me parece óbvio: não se pode exigir a empresas a continuidade de relações laborais sem cumprimento qualitativo de um dos lados. E o modelo de despedimento é o despedimento por inadaptação. Agora, essa decisão tem de ser devidamente fundamentada e documentada (com cumprimento das formalidades de despedimento) e o despedimento não pode ser decisão leviana. Caso contrário, o tribunal pode decidir por despedimento injustificado.

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Citação de Duda34, há 45 minutos:

Meio confuso isso. É possível despedir sem acordo algum um trabalhador que tenha má performance - o que me parece óbvio: não se pode exigir a empresas a continuidade de relações laborais sem cumprimento qualitativo de um dos lados. E o modelo de despedimento é o despedimento por inadaptação. Agora, essa decisão tem de ser devidamente fundamentada e documentada (com cumprimento das formalidades de despedimento) e o despedimento não pode ser decisão leviana. Caso contrário, o tribunal pode decidir por despedimento injustificado.

Isso mesmo. Pode haver sem acordo mas tem que ser muito bem fundamentado. Não pode ser só porque o chefe acha que rende pouco, senão há o sério risco do trabalhador ir à ACT e acabar a empresa por ser penalizada.

Só queria dizer, desde o início, que para despedir não é só chegar com o dinheiro dos x anos de casa e pronto. 

Citação de kareca, há 1 hora:

É o despedimento ilícito. A indemnização será definida em tribunal, em último caso (senão é o mútuo acordo, lá está). Tinha a ideia que isto era mato por aí.

Sendo ilícito podes ter que receber o trabalhador de volta. Até pode ser mato mas é porque muitas vezes o trabalhador está numa posição altamente fragilizada e além do medo que tem, nem sabe os seus direitos.

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não creio que haja processo de avaliação ideal, por mais esquemas que se tente arranjar. No final do dia, só se houver boa cultura na empresa é que se tem processos de apreciação do trabalhador adequados, e quando essa cultura existe, ainda menos necessidade há para ter um processo de avaliação xpto para te protegeres contra chico-espertos ou malta que se queixa.

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Governo afasta regresso ao IVA reduzido para os ares condicionados

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“Não vivemos hoje uma crise energética comparável à que se verificou em 2022, pelo que se acompanha o então estabelecido”, ou seja, que a aplicação da taxa reduzida de IVA aos aparelhos de ar condicionado era uma medida transitória. Assim, tendo esta chegado ao fim do seu período de vida, “não se prorrogou a vigência do regime excecional”. 

 

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Falou-se muito no empoderar os empregadores nas últimas páginas.

Ontem falei com uma senhora que estava meia cabisbaixa, falou-me que na empresa onde está a trabalhar, está quase a fazer um ano lá e que tem quase a certeza que vai embora. Perguntei porquê, se o trabalho não lhe estava a correr bem.

Mencionou então o facto que assinou contrato de trabalho de 1 ano (setembro a setembro). E que quem assinou em agosto, junho, julho, etc foram todos embora, ninguém renovou ou passou a efetivo. Diz que aquilo é um constante rodar de pessoal e que a empresa abusa desse sistema.

Ora para quando acabar com essa palhaçada? Se o trabalhador como mencionaram aí em cima tem "boa performance", porque não oferecer estabilidade laboral à pessoa em vez das empresas andarem nestes marasmos e rodopios de pessoal?

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Mas, isso é prática corrente: assinar contrato de um ano, mandar embora para não passar a efetivo e chamar mais tarde a mesma pessoa para mais um contrato de um ano. 

Mas, hey! Coitadinhos dos patrões e caramba mais a rigidez laboral em Portugal. 

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Os patrões é que saem prejudicados com isso, já viram o custo em resmas de papel, eletricidade e recursos humanos? Deus me livre, soubessem vocês os custos para o patrão!

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Citação de Hammerfall, há 1 hora:

Mencionou então o facto que assinou contrato de trabalho de 1 ano (setembro a setembro). E que quem assinou em agosto, junho, julho, etc foram todos embora, ninguém renovou ou passou a efetivo. Diz que aquilo é um constante rodar de pessoal e que a empresa abusa desse sistema.

Mais tarde ou mais cedo, esse estilo de empresa começa a passar por várias dificuldades. Há custos inerentes a taxas de rotatividade elevadas, por exemplo, aumento nos gastos com recrutamento e com formação. Além disso, a alta rotatividade costuma ter, e sublinho, costuma, um efeito nefasto, quem entra é sempre pior do que quem sai. 

E estavam a falar da avaliação de trabalhadores, não há tema mais complexo e polémico na minha área. 

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Citação de Hammerfall, há 2 horas:

Falou-se muito no empoderar os empregadores nas últimas páginas.

Ontem falei com uma senhora que estava meia cabisbaixa, falou-me que na empresa onde está a trabalhar, está quase a fazer um ano lá e que tem quase a certeza que vai embora. Perguntei porquê, se o trabalho não lhe estava a correr bem.

Mencionou então o facto que assinou contrato de trabalho de 1 ano (setembro a setembro). E que quem assinou em agosto, junho, julho, etc foram todos embora, ninguém renovou ou passou a efetivo. Diz que aquilo é um constante rodar de pessoal e que a empresa abusa desse sistema.

Ora para quando acabar com essa palhaçada? Se o trabalhador como mencionaram aí em cima tem "boa performance", porque não oferecer estabilidade laboral à pessoa em vez das empresas andarem nestes marasmos e rodopios de pessoal?

Isso é um clássico nas grandes redes de supermercado por cá, especialmente o da Sonae. 

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Citação de gonalois, há 8 minutos:

Isso é um clássico nas grandes redes de supermercado por cá, especialmente o da Sonae. 

Não renovar só porque sim não, tinham de apresentar métricas palpáveis para a má performance e o porquê de não quererem continuar com aquele trabalhador.

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Citação de gonalois, há 12 minutos:

Isso é um clássico nas grandes redes de supermercado por cá, especialmente o da Sonae. 

Faz algum tempo que andou aí viral um vídeo do CEO da Jerónimo Martins a falar sobre Portugal, salários baixos e afins.. 

A malta meteu-se a partilhar como se a pessoa que falava do alto do seu pedestal não ganhasse mais de 200 vezes mais do que o trabalhador médio da empresa. 

Ou seja, a malta que mais mal paga é quem acha que tem mais moral para falar sobre salários baixos e como isso é um drama para o país. 

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Citação de Lifehouse, há 1 minuto:

Faz algum tempo que andou aí viral um vídeo do CEO da Jerónimo Martins a falar sobre Portugal, salários baixos e afins.. 

A malta meteu-se a partilhar como se a pessoa que falava do alto do seu pedestal não ganhasse mais de 200 vezes mais do que o trabalhador médio da empresa. 

Ou seja, a malta que mais mal paga é quem acha que tem mais moral para falar sobre salários baixos e como isso é um drama para o país. 

O problema nao 'e a Jeronimo Martins ou empresas grandes, porque essas acabam por fazer tudo dentro da lei

O pior sao as milhares de PMEs que pagam pela porta do cavalo, teem salarios em atraso, etc...e que se um trabalhador ganhar algum caso em tribunal...f*deu que a empresa e o dono estao falidos e nao teem um centimo em Portugal, ate porque os trabalhadores estao bastante para baixo na lista de credores quando as empresas vao com o crl. A situacao melhorou muito desde ha 20 anos atras, mas mesmo assim, continua a ser uma realidade pessima...

E isto nao 'e so em Portugal, mesmo em paises como a Alemanha e a Dinamarca, esta realidade existe ao nivel das PMEs

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Dispensa para amamentação: ACT regista 23 casos de desrespeito pelos patrões e nenhum abuso por parte das mães

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Confrontada com estes números pela TSF, Fátima Messias, da Comissão para a Igualdade da CGTP, acrescenta que as "queixas formais ficam muito aquém das queixas reais" e sustenta esta afirmação ao explicar que, várias vezes, os trabalhadores não chegam a apresentar queixa "porque acham que nem vale a pena"

 

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Citação de Burkina2008, há 2 minutos:

O problema nao 'e a Jeronimo Martins ou empresas grandes, porque essas acabam por fazer tudo dentro da lei

O pior sao as milhares de PMEs que pagam pela porta do cavalo, teem salarios em atraso, etc...e que se um trabalhador ganhar algum caso em tribunal...f*deu que a empresa e o dono estao falidos e nao teem um centimo em Portugal, ate porque os trabalhadores estao bastante para baixo na lista de credores quando as empresas vao com o crl. A situacao melhorou muito desde ha 20 anos atras, mas mesmo assim, continua a ser uma realidade pessima...

E isto nao 'e so em Portugal, mesmo em paises como a Alemanha e a Dinamarca, esta realidade existe ao nivel das PMEs

Eu falo das maiores empresas porque pagam miseravelmente e têm atenção mediática para falar sobre salários e o Estado do país, como também não fossem culpadas do ponto a que chegámos. 

As PMEs é uma outra questão e que tem de ser vista de uma outra forma até pela realidade de que falas. 

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Citação de rcoelho14, há 55 minutos:

Vi a participação de uma jovem deputada do PSD na RTP3 que quando lhe perguntaram em que dados ou estudos é que se baseavam para dizer que há abuso, ela respondeu que não havia, MAS havia da parte do CIP uma grande preocupação e vários relatos.

E usou como grande argumento: EU TAMBÉM SOU FILHA.

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Citação de Mayday, há 13 minutos:

Vi a participação de uma jovem deputada do PSD na RTP3 que quando lhe perguntaram em que dados ou estudos é que se baseavam para dizer que há abuso, ela respondeu que não havia, MAS havia da parte do CIP uma grande preocupação e vários relatos.

E usou como grande argumento: EU TAMBÉM SOU FILHA.

Deve haver muita a identificar malta do PSD como filhos e filhas da mesma coisa

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Citação de Burkina2008, há 1 hora:

O problema nao 'e a Jeronimo Martins ou empresas grandes, porque essas acabam por fazer tudo dentro da lei

O pior sao as milhares de PMEs que pagam pela porta do cavalo, teem salarios em atraso, etc...e que se um trabalhador ganhar algum caso em tribunal...f*deu que a empresa e o dono estao falidos e nao teem um centimo em Portugal, ate porque os trabalhadores estao bastante para baixo na lista de credores quando as empresas vao com o crl. A situacao melhorou muito desde ha 20 anos atras, mas mesmo assim, continua a ser uma realidade pessima...

E isto nao 'e so em Portugal, mesmo em paises como a Alemanha e a Dinamarca, esta realidade existe ao nivel das PMEs

Os trabalhadores são literalmente os primeiros credores em caso de falência de uma empresa (à frente até do Estado). O problema é que antes de abrir falência já o recheio e os bens da empresa passaram para os filhos ou a mulher para abrirem outra ao lado. 

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Citação de dpitz, há 39 minutos:

Os trabalhadores são literalmente os primeiros credores em caso de falência de uma empresa (à frente até do Estado). O problema é que antes de abrir falência já o recheio e os bens da empresa passaram para os filhos ou a mulher para abrirem outra ao lado. 

Yap 'e verdade, no entanto na altura ja nao ha dinheiro

Basta ver a quantidade de empresas que foram "nacionalizadas" e depois ficaram insolventes nos anos 80 e 90 em que os trabalhadores receberam 5%-10% do que lhes era devido em processos que demoraram por vezes mais de 10 anos

Os bancos ja foram buscar o deles na restruturacao financeira antes da falencia (na maioria dos casos)

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Citação de Burkina2008, há 7 minutos:

Yap 'e verdade, no entanto na altura ja nao ha dinheiro

Basta ver a quantidade de empresas que foram "nacionalizadas" e depois ficaram insolventes nos anos 80 e 90 em que os trabalhadores receberam 5%-10% do que lhes era devido em processos que demoraram por vezes mais de 10 anos

Os bancos ja foram buscar o deles na restruturacao financeira antes da falencia (na maioria dos casos)

A Rohde que era a maior empresa de calçado aqui da região, deve ter levado esses 10 anos para os trabalhadores receberem o devido, e depois o património da empresa foi todo vendido ao preço da uva mijona, quando até se tinham chegado a rejeitar propostas maiores.

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Citação de dpitz, há 57 minutos:

Os trabalhadores são literalmente os primeiros credores em caso de falência de uma empresa (à frente até do Estado). O problema é que antes de abrir falência já o recheio e os bens da empresa passaram para os filhos ou a mulher para abrirem outra ao lado. 

Nem mais. 

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Citação de Mayday, há 2 horas:

Vi a participação de uma jovem deputada do PSD na RTP3 que quando lhe perguntaram em que dados ou estudos é que se baseavam para dizer que há abuso, ela respondeu que não havia, MAS havia da parte do CIP uma grande preocupação e vários relatos.

E usou como grande argumento: EU TAMBÉM SOU FILHA.

E será que essa deputada conhece as queixas na ACT por desrespeito, por parte das empresas, da licença de amamentação e aleitamento? 

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Mulheres denunciam patrões que queriam obrigá-las "a espremer as mamas" para provar amamentação

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"Tivemos vários exemplos de limitações e até situações extremas" de trabalhadoras impedidas de usar a licença de amamentação, disse à Lusa Fátima Messias, coordenadora para a Comissão de Igualdade entre Mulheres e Homens da CGTP-IN, recordando uma "situação extrema" em que "as entidades patronais pretendiam obrigar as mulheres a espremer as mamas para provar que ainda tinham leite para as suas crianças".

 

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