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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Citação de Vaart10, há 45 minutos:

E será que essa deputada conhece as queixas na ACT por desrespeito, por parte das empresas, da licença de amamentação e aleitamento? 

Deve conhecer.

Porque esta proposta serve apenas para "descriminalizar" o constante abuso e chantagem do patronato para com essas trabalhadoras. 

A pedido deles, claro. 

Já agora, estou a falar da Ana Gabriela Cabilhas. 

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Citação de Lifehouse, há 8 horas:

Mas, isso é prática corrente: assinar contrato de um ano, mandar embora para não passar a efetivo e chamar mais tarde a mesma pessoa para mais um contrato de um ano. 

Mas, hey! Coitadinhos dos patrões e caramba mais a rigidez laboral em Portugal. 

Agora podem passar para contratos de outsourcing através de empresas de fachada pertencentes aos mesmos donos.

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Olhem aí, não falem mal do patronato! É ele que sustenta a gloriosa economia portuguesa!

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Os patrões a explicarem às colaboradoras o problema  

 

 

Editado por Mayday

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Patrões portugueses às 10 da manhã: um dos maiores bloqueios à competitividade e investimento em Portugal é o excesso de burocracia;

Patrões portugueses às 3 da tarde, depois de irem ao restaurante e verem a empregada com um belo par de mamocas: Querem ir dar de mamar ao menino? Preciso de papelada, urgente, a cada seis meses, não vá o bebé ter virado vegan aos 13 meses!

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O Sebastião Bugalho na SIC Notícias veio defender o Governo sobre este "ano-projeto" das leis laborais, do luto gestacional, da amamentação.

O mesmo Sebastião que não queria ser político mas que agora anda a mamar no Parlamento Europeu.

 

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Citação de Che, há 12 horas:

O tecido empresarial português necessita de espremer as mamas das mulheres para sobreviver. 🙌

Chuchar na teta do Estado 

Chuchar na teta das colaboradoras 

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Citação de Genzo, há 10 horas:

O Sebastião Bugalho na SIC Notícias veio defender o Governo sobre este "ano-projeto" das leis laborais, do luto gestacional, da amamentação.

O mesmo Sebastião que não queria ser político mas que agora anda a mamar no Parlamento Europeu.

 

O Sebastião "Greenwood" Bugalho é só mais um privilegiado que os meios de comunicação portugueses promoveram de "analista político" para político full-time 😪

 

Só falta a Avillez como assessora do primeiro-ministro para completar a rodada.

 

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Patrões não levaram questão da amamentação para conversas com o Governo

Spoiler

O tema nunca foi assunto de conversações entre o Governo e os patrões. Nem tão pouco tópico prioritário. “A questão da amamentação, não”, admite ao Expresso Armindo Monteiro, presidente da Confederação Empresarial de Portugal (CIP).

O líder da organização que representa as empresas admite ter levado para reuniões algumas questões que gostaria de ver alteradas na proposta de alteração da lei laboral. “Insistimos muito nas autobaixas, mas se me pergunta sobre este ponto específico da amamentação, não é uma prioridade”, refere.

O Expresso sabe que o tópico não constava das listagens de temas e no agregado que o Ministério do Trabalho distribuiu na concertação so­cial, em reuniões anteriores à apresentação do anteprojeto de alteração da lei laboral. Também nas abordagens entre confederações patronais o tema não apareceu, garantiu ao Expresso fonte do sector.

 

Dispensa para pai e mãe

 

Quanto a “situações de abuso”, o presidente da CIP diz que existem — e “não são assim tão poucas”. Quantas? “Não consigo quantificar, mas está reportado.” As empresas têm reportado? “Já houve queixas de situações de irregularidade grave e evidente, mas as empresas não estão interessadas em denunciar isso publicamente.” No entanto, a Autoridade para as Condições do Trabalho não registou nenhuma queixa por parte de empresas nos últimos cinco anos nem os inspetores detetaram abusos por parte dos trabalhadores. Já da parte de quem emprega houve 23 casos de infrações que levaram a multas e advertências.

O Ministério do Trabalho, questionado pelo Expresso, não apresentou qualquer dado que fundamentasse as afirmações da ministra Maria do Rosário Ramalho acerca de alegados abusos por parte das mães na licença de amamentação.

Patrões defendem horário reduzido para mãe e pai, com Segurança Social a pagar metade

O dirigente da estrutura patronal admite que não se deve confundir a árvore com a floresta. “A maioria [das trabalhadoras] não é oportunista, a maioria é cumpridora”, declara. É por isso que, sobre este tema, a CIP quer apenas que “se consiga separar muito bem os que têm direito dos que abusam”, mesmo assumindo que a fiscalização não é simples, porque pressupõe desconfiar dos atestados médicos passados aos trabalhadores.

Armindo Monteiro concorda, no limite, que a lei se mantenha igual desde que se aumente a fiscalização, mas faz outra proposta: “Nós, empresas, como parte de uma sociedade que precisa de encontrar soluções para a demografia, para a [baixa] natalidade, precisamos de ser agentes facilitadores. Não devemos pôr os pais — seja a mãe, seja o pai — perante uma escolha: serem pais ou serem profissionais. Dito isto, era preferível, porventura, encontrarmos uma solução que permitisse esse horário reduzido até determinada idade sem que houvesse a condição de amamentar.”

Por isso diz que a CIP vai propor que, até ao primeiro ano da criança, mãe e pai tenham direito a uma dispensa de duas horas diárias sem necessidade de atestados médicos e independentemente da amamentação. “É [dispensa] para apoio ao filho, até pode ser para brincar.” A ideia vai além da legislação que existe atualmente, que concede a um dos pais essa possibilidade, através da dispensa para aleitação até ao primeiro ano de idade do bebé. Neste caso seria para ambos os progenitores. A condição da estrutura patronal é que seja o Estado a pagar metade dessa fatura. “Assim acaba-se com esta desconfiança e assume-se que é um benefício para a criança no direito de ter o acompanhamento, sem se penalizar por completo as empresas.”

A sugestão da CIP vem deixar o Governo praticamente sozinho na proposta que faz para “regular” a dispensa para amamentação. Pelo menos contando com as entidades que já se pronunciaram. Contactado pelo Expresso, o presidente da Confederação do Comércio e dos Serviços de Portugal (CCP), João Vieira Lopes, disse que não se pronunciará para já. “Fá-lo-emos no princípio de setembro e tomaremos posição pública”, escreveu.

 

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Não sei até que ponto atiraram isto para que não continuassem a surgir as aberrações que este projecto de lei laboral tem. 

Foram por esta aberração, as restantes ficam na gaveta e passam pelos pingos da chuva. 

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Citação de Genzo, há 12 horas:

O Sebastião Bugalho na SIC Notícias veio defender o Governo sobre este "ano-projeto" das leis laborais, do luto gestacional, da amamentação.

O mesmo Sebastião que não queria ser político mas que agora anda a mamar no Parlamento Europeu.

 

 

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Citação de Lifehouse, há 1 hora:

Não sei até que ponto atiraram isto para que não continuassem a surgir as aberrações que este projecto de lei laboral tem. 

Foram por esta aberração, as restantes ficam na gaveta e passam pelos pingos da chuva. 

Começo a achar isso, principalmente por uma esquerda que cada vez mais reage a soundbytes do que ao mundo real.

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Citação de smashing_pumpkin , há 3 minutos:

Começo a achar isso, principalmente por uma esquerda que cada vez mais reage a soundbytes do que ao mundo real.

É que o que ia saindo no ECO e no Jornal de Negócios era e é assustador.

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Governo diz que Portugal não pediu ajuda europeia para os fogos por ter meios suficientes

Spoiler

O Governo justificou esta quinta-feira a opção de Portugal de não recorrer, para já, ao Mecanismo Europeu de Proteção Civil no combate aos incêndios com o facto de o país não ter esgotado os meios próprios de que dispõe.

"Como ainda não chegámos, felizmente, e esperamos e contamos não ter de chegar, à verificação de que já não somos capazes de debelar um problema com os nossos próprios meios, levamos muito a sério esta condição de última instância no recurso à ajuda externa, à ajuda europeia", afirmou, na conferência de imprensa após o Conselho de Ministros de hoje, a ministra da Administração Interna.

Lembrando que a "dimensão de última instância" do pedido de ajuda europeia sempre existiu, Maria Lúcia Amaral defendeu que tal é ainda mais importante numa altura em que "o sul da Europa está em geral a braços com o mesmo problema" de incêndios florestais.

Hoje, a porta-voz da Comissão Europeia, Anna-Kaisa Itkonen, reiterou que há meios de combate a incêndios preposicionados no sul da Europa, nomeadamente em Portugal, e que a intervenção da proteção civil europeia depende de um pedido do Estado-membro.

"Temos helicópteros e bombeiros preposicionados em França e países vizinhos, como Portugal, prontos para ajudar assim que houver pedidos", afirmou.

Nesta época de incêndios, o Mecanismo Europeu de Proteção Civil já ajudou no combate a incêndios na Grécia, Bulgária, Chipre, Macedónia do Norte, Bósnia-Herzegovina e Albânia.

 

Ninguém sabe ao certo quantas unidades locais de proteção civil existem

Citação

Autoridades nacionais não sabem onde estão e de que meios dispõem. Em 2019, Universidade do Minho identificou 71 constituídas e 56 a caminho.

 

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Citação de Lifehouse, há 2 horas:

Não sei até que ponto atiraram isto para que não continuassem a surgir as aberrações que este projecto de lei laboral tem. 

Foram por esta aberração, as restantes ficam na gaveta e passam pelos pingos da chuva. 

Começa a parecer isso. Depois, como a oposição e os media são fracos não há uma análise das restantes medidas. 

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Citação de Lifehouse, há 3 horas:

Não sei até que ponto atiraram isto para que não continuassem a surgir as aberrações que este projecto de lei laboral tem. 

Foram por esta aberração, as restantes ficam na gaveta e passam pelos pingos da chuva. 

Começa a ser lógico que foi uma manobra de diversão. Ainda assim, não deixa de ser significativa a opção por esta via nestes moldes, pode ter sido também uma tentativa para mais à frente mexer. Aliás, ouvi uma enfermeira (!!!) numa maternidade (!!!) a dizer que isto era completamente justificado...e que as mães abusavam do Estado (quando nem é o estado que suporta as horas de amamentação...)

Citação de smashing_pumpkin , há 1 hora:

Começo a achar isso, principalmente por uma esquerda que cada vez mais reage a soundbytes do que ao mundo real.

Houve gente ligada à esquerda que alertou para isso, sobretudo no PCP, sem desvalorizar o que o governo anunciou. 

A questão é que a esquerda não tem representação na comunicação social e a tendência é para se agravar.  Por outro lado, o Ventura (só o Ventura, não o CH), já teve 52 grandes entrevistas em prime time desde janeiro deste ano. 

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Citação de Vaart10, há 21 minutos:

Começa a parecer isso. Depois, como a oposição e os media são fracos não há uma análise das restantes medidas. 

Gabo aqui o ECO e o Jornal de Negócios por terem vindo a detalhar algumas das medidas. 

O resto, bem, o resto...

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Citação de rcoelho14, há 22 horas:

https://www.publico.pt/2008/03/16/jornal/jose-rodrigues-dos-santos-o-venturoso-253354

Spoiler

Uma conversa que descamba em sexo entre o professor Tomás e a sua aluna sueca - enquanto ele trinca um pedaço de peixe que lhe parece abrótea, temperada pelo líquido branco do caldo. ""Quando um dia for casada e tiver um filho, vou fazer uma sopa de peixe com o leite das minhas mamas."
Tomás quase se engasgou com a sopa.
"Como?"
"Quero fazer uma sopa de peixe com o leite das minhas mamas", repetiu ela, como se dissesse a coisa mais natural do mundo. Colocou a mão no seio esquerdo e espremeu-o de modo tal que o mamilo espreitou pela borda do decote. "Gostava de provar?""

 

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Citação de Puto Perdiz, há 1 hora:

https://www.publico.pt/2008/03/16/jornal/jose-rodrigues-dos-santos-o-venturoso-253354

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Uma conversa que descamba em sexo entre o professor Tomás e a sua aluna sueca - enquanto ele trinca um pedaço de peixe que lhe parece abrótea, temperada pelo líquido branco do caldo. ""Quando um dia for casada e tiver um filho, vou fazer uma sopa de peixe com o leite das minhas mamas."
Tomás quase se engasgou com a sopa.
"Como?"
"Quero fazer uma sopa de peixe com o leite das minhas mamas", repetiu ela, como se dissesse a coisa mais natural do mundo. Colocou a mão no seio esquerdo e espremeu-o de modo tal que o mamilo espreitou pela borda do decote. "Gostava de provar?""

 

Reportado. 

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