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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Citação de Lebohang, há 3 minutos:

Caí com estrondo a conversa da treta dos políticos que Portugal é um país imune aos extremismos e populismos, um partido racista e populista com menos de um mês de vida (oficialmente) faz um resultado que permitiria colocar um deputado na AR, e logo nas primeiras eleições que participa.

Ainda bem que isto surge agora. Dá-nos a oportunidade de fazer o nosso trabalho civico e garantir que, quando chegar altura das eleições legislativas, partidos racistas e populistas nao tenham lugar na nossa AR.

E este é uma tema bastante mais importante e que deveria mobilizar as pessoas. 

Editado por w0

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Citação de Lebohang, há 4 minutos:

Caí com estrondo a conversa da treta dos políticos que Portugal é um país imune aos extremismos e populismos, um partido racista e populista com menos de um mês de vida (oficialmente) faz um resultado que permitiria colocar um deputado na AR, e logo nas primeiras eleições que participa.

O que não faltam são racistas em Portugal, mesmo que disfarçados, portanto não admira que tenha sucesso. Até podia ter mais se não fosse o André Ventura a liderar.

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Citação de Syn, há 13 minutos:

O que não faltam são racistas em Portugal, mesmo que disfarçados, portanto não admira que tenha sucesso. Até podia ter mais se não fosse o André Ventura a liderar.

Por acaso um ponto interessante que reparei ontem: Basta teve 16.000 votos em Lisboa mas apenas 5.000 no Porto por motivos óbvios e não relacionados com o carácter político do cabeça-de-lista.

Citação de w0, há 6 minutos:

Ainda bem que isto surge agora. Dá-nos a oportunidade de fazer o nosso trabalho civico e garantir que, quando chegar altura das eleições legislativas, partidos racistas e populistas nao tenham lugar na nossa AR.

E este é uma tema bastante mais importante e que deveria mobilizar as pessoas. 

As pessoas vão mobilizar-se nas legislativas mas aí a abstenção vai cair e consequentemente vão aparecer mais votos para os partidos tradicionais, o que pelo método de Hondt vai penalizar os pequenos partidos.

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Citação de Syn, há 1 hora:

O que não faltam são racistas em Portugal, mesmo que disfarçados, portanto não admira que tenha sucesso. Até podia ter mais se não fosse o André Ventura a liderar.

Reduzir a quem votou no movimento Basta a racistas é dar-lhes meio caminho andado para se tornarem um incómodo maior num futuro próximo. É o tipo de discurso que alimenta a propaganda da extrema direita. 

Convém perceber antes o porquê de as pessoas se sujeitarem a este tipo de movimentos. Matar o mal pela raiz antes que se espalhe sem controlo.

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Citação de w0, há 5 horas:

Tirei o dia para reflectir sobre o shitshow que foram as eleições e sobre o facto de esta população me dizer cada vez menos. Não obstante de ter amigos que votam em todas as forças, aqui no CMPT há uma maior representatividade de opiniões que se afastam daquelas com as quais convivo diariamente.

estou agora com duas questões/afirmações.

Quem não vota porque “não acredita no sistema”, “pq não quer perpetuar os mesmos de sempre” e “pq não muda nada” não passa de preguiçoso/e deveria ter algum tipo de “sanção” (perda de benefícios, de determinados direitos, etc). Change my view

o voto, em Portugal, precisa de ser obrigatório..Change my view. 

 

O voto em Portugal deveria ser obrigatorio, se derem possibilidade de votar a toda a gente, especialmente quem esta emigrado e f*dido conseguir votar..

Existem paises onde o voto e obrigatorio e a realidade nao e melhor do que a portuguesa em termos de mudar o que esta mal no sistema

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Deixemo-nos do politicamente correto. E que tal dar oportunidade à democracia proletária? Ou um regime ditatorial onde poluir dá pena de cadeia. Qualquer destas distopias é melhor do que a atual. 

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Citação de Che, há 14 minutos:

Deixemo-nos do politicamente correto. E que tal dar oportunidade à democracia proletária? Ou um regime ditatorial onde poluir dá pena de cadeia. Qualquer destas distopias é melhor do que a atual. 

Che, tens opinião acerca da economia e sistema social da catalunha durante a revolução espanhola de 1936?

Editado por Plagio o Original

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Citação de Plagio o Original, há 3 minutos:

Che, tens opinião acerca da economia e sistema social da catalunha durante a revolução espanhola de 1936?

Dizem que era fixe. Os sindicatos a gerir a economia e isso. Pessoalmente o modelo estalinista seduz-me mais. A centralização e gestão dos recursos, controlo total dos inputs e dos outputs. Só assim podemos evitar o desastre ambiental. 

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Citação de Rōnin, há 56 minutos:

Reduzir a quem votou no movimento Basta a racistas é dar-lhes meio caminho andado para se tornarem um incómodo maior num futuro próximo. É o tipo de discurso que alimenta a propaganda da extrema direita. 

Convém perceber antes o porquê de as pessoas se sujeitarem a este tipo de movimentos. Matar o mal pela raiz antes que se espalhe sem controlo.

É verdade, esqueci-me que para se comentar sobre os partidos racistas é necessário escrever uma tese de doutoramento em como as vitimas da globalização portuguesas e não racistas são obrigadas a ignorar todos os outros partidos e a votar no partido racista, xenófobo e antissemita.

Desculpa lá, não tenho muito respeito pelas pessoas que vão na conversa do André Ventura e do outro tresloucado do PNR.

Como eu sei que gostam destas m*rda, no expresso diário de hoje

Citação

Se os votos das eleições europeias se repetissem nas próximas legislativas, teríamos o Parlamento com mais partidos da História, com dez a garantirem pelo menos um lugar de deputado. O PAN elegia seis

TEXTO DAVID DINIS

Para além dos tradicionais, o PAN reforçaria muito a sua posição, enquanto o Aliança, o Livre e o Basta garantiam a sua estreia na Assembleia da República. Quanto aos ditos partidos grandes, teríamos também uma forte reconfiguração das atuais bancadas. Já lá vamos.

Antes, convém frisar: a redistribuição de votos de europeias para eleições legislativas serve para efeitos meramente académicos, mas nunca se aplica – e por vários fatores. O primeiro dos quais é que a enorme abstenção que se verifica nas eleições para o Parlamento nunca tem paralelo nas legislativas. O segundo é que, votando para os governos, os portugueses têm votado menos em partidos mais pequenos, beneficiando as hipóteses de governabilidade – os partidos que construam blocos de oposição.

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Mesmo assim, vale a pena fazer o exercício. Porque mostra o resultado da votação de domingo, se fosse aplicada nas eleições que vamos ter daqui a apenas seis meses.

Começamos pelos ditos pequenos partidos. O PAN, apontado como um dos grandes vencedores da noite de domingo, passaria de apenas um para seis deputados. Três deles eleitos por Lisboa, mais dois pelo Porto e ainda um por Setúbal.

Depois, os estreantes: Aliança, Livre e Basta conseguiriam eleger um deputado cada. Todos eles no círculo de Lisboa que, por ter mais cidadãos eleitores, garante a representação com 47 deputados. A ordem não é aleatória, porque nas europeias o partido de Santana Lopes conseguiu mais votos do que o Livre de Rui Tavares, assim como o Livre conseguiu mais votos do que o Basta de André Ventura.

Assim sendo, seriam três deputados, mais um grupo parlamentar de seis. Nove deputados ao todo, neste bloco.

O curioso é que, todos juntos, chegavam para dar uma maioria de governação ao PS de António Costa. Porque com estes votos, Costa conseguiria 107 deputados, mais 21 do que os que conseguiu obter nas legislativas de 2015 – apesar de, em percentagem de votos, só ter conseguido mais um ponto percentual do que há quatro anos. É uma curiosidade do sistema eleitoral: uma forte fragmentação dos votos e um forte resultado nos maiores círculos chegam para garantir ao partido mais votado um reforço significativo de eleitos.

Abaixo disso ficaria, claro, o PSD. Com estes resultados, os mais baixos de sempre dos sociais-democratas na história das eleições nacionais, Rui Rio só teria uma bancada parlamentar com 69 deputados – também a sua mais baixa de sempre. E perdia 20 deputados face aos que hoje tem.

O terceiro partido com representação parlamentar seria, sem surpresa, o Bloco de Esquerda. Mas porque a votação destas europeias anda próxima da que o BE conseguiu em 2015, acabaria com apenas mais quatro deputados do que tem hoje: 23. A descer, claro, estaria a CDU, que descia dos 17 para os 14 deputados. Recorde-se: a CDU é uma coligação de dois partidos com grupos parlamentares próprios: PCP e Verdes.

Quanto ao CDS, não voltava exatamente a ser o partido do táxi (cognome que lhe ficou associado quando ficou reduzido a cinco lugares, em 1991), mas teria pouco mais do que isso: oito lugares. Aliás, juntos, PSD e CDS teriam apenas 77 dos 230 lugares do Parlamento (ou 79, se juntássemos o Aliança e o Basta).

Uma vez mais: esta extrapolação é meramente académica – e só muito dificilmente acabará por se replicar de facto nas próximas legislativas. Mas não deixa de dar sinais. Um exemplo? Em 2014, depois das últimas europeias, esta simulação feita de acordo com as regras eleitorais aplicadas às legislativas, resultava na eleição de nove partidos. Só que eram outros: o de Marinho e Pinto, primeiro. E depois o Livre e o PAN. Verdade que Marinho e Pinto não conseguiu eleger-se em Lisboa e o Livre também não. Mas foi aqui que se percebeu que o PAN tinha hipóteses de entrar lá pela primeira vez.

 

 

Editado por Syn

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Citação de Che, há 45 minutos:

Deixemo-nos do politicamente correto. E que tal dar oportunidade à democracia proletária? Ou um regime ditatorial onde poluir dá pena de cadeia. Qualquer destas distopias é melhor do que a atual. 

Democracia proletária! O politburo e o comité central português vão logo mudar o nome do país para República Popular do Proletariado Português. A nova capital vai ser em Beja. Iremos assistir a uma nacionalização maciça e em grande escala de todos os ramos setoriais nacionais.  Aumento do numero total de deputados para 500 para melhor representacao do povo. Por fim a aclamação em plena aprovação unânime no Congresso Nacional dos Trabalhadores e Operários Portugueses. Finalmente uma demonstração da frente popular com 1.000.000 populares nas ruas a festejar a aprovação destas medidas. Que achas do menu Che?

Editado por Ticampos
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Acabei por votar no Livre.

Fiquei desiludido com o resultado

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Para além da questão da educação, que penso que seja fundamental, nós próprios podemos também fazer alguma coisa. 

O exemplo que deram aí atrás do amigo que disse que não sabia nada disso etc é gritante.

Primeiro pelo facto de existir, peço desculpa a ofensa, otários que se conformam e não querem saber de quem comanda grande parte da sua vida. Como é que alguém não quer saber disto e não perde nem que seja 10 min para fazer um voto minimamente informado. 

Segundo porque o user em questão (não sei se foi o caso) tinha a obrigação de "dar na cabeça" do amigo. Nem que fosse a cascar na cabeça dele. Podia não surgir efeito, mas não se pode levar alguém dizer que não quer saber disto para nada de forma leve. É o futuro de todos nós que está em causa. 

 

Entrando noutro tópico, @w0 o que  te assusta quando referes proteccionismo do trabalhador? As condições de trabalho são vistas como piores agora do que há 20 anos atrás, não sei sinceramente o que te possa assustar. Horários para empresas do setor privado estão porreiros, salário mínimo também, facilidade no despedimento same shit. Estágios pagos pelo IEFP, facilidade na exploração de contratos a termo certo ou incerto..

Tens razão na segurança social, tem uma piada gigantesca um terço do meu salário ir para algo que muito provavelmente não vai existir quando chegar a minha altura de reforma. Com os descontos fazia um ppr bem jeitoso. 

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Citação de Lebohang, há 4 horas:

Caí com estrondo a conversa da treta dos políticos que Portugal é um país imune aos extremismos e populismos, um partido racista e populista com menos de um mês de vida (oficialmente) faz um resultado que permitiria colocar um deputado na AR, e logo nas primeiras eleições que participa.

não me preocupa. Aquilo foi uma coligação com alguns partidos sendo o PPM mais representativo na região de Lisboa, não sei se nas legislativas também vão participar em coligação.

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Já eu fiquei com a ideia oposta em relação ao Basta, ou Chega, ou lá que raio lhe chamam hoje em dia. Numa votação com a elevada taxa de abstenção que se verificou, o que beneficia os pequenos partidos e movimentos cujo eleitorado votou em massa, o resultado deles acaba por ser irrisório. Se chegarmos às Legislativas e tiverem o mesmo número de votantes, mais coisa menos coisa, o resultado deles será insignificante.

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Citação de Black Hawk, há 11 minutos:

Já eu fiquei com a ideia oposta em relação ao Basta, ou Chega, ou lá que raio lhe chamam hoje em dia. Numa votação com a elevada taxa de abstenção que se verificou, o que beneficia os pequenos partidos e movimentos cujo eleitorado votou em massa, o resultado deles acaba por ser irrisório. Se chegarmos às Legislativas e tiverem o mesmo número de votantes, mais coisa menos coisa, o resultado deles será insignificante.

Se for aos debates...

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Citação de Simeone, há 6 horas:

O voto obrigatório ia levar a que muito boa gente fosse votar "só porque sim", sem saber bem no que vota. Não me parece uma solução viável nem indicada.

Entre esses ou os que vão votar militantemente por clubite, não sei quem são os piores.

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Citação de Ticampos, há 1 hora:

Se for aos debates...

A ausência dos debates acaba por ser algo recorrente em candidatos do estilo do André Ventura e faz todo o sentido, que em debates políticos é mais difícil safar-se a ladrar alarvidades como em qualquer programa de futebol e assim poupa-se à humilhação.

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Citação de Ego Sum, há 25 minutos:

Entre esses ou os que vão votar militantemente por clubite, não sei quem são os piores.

Não sei bem o que queres dizer com isto. É bastante normal que o partido onde se vote não se altere muito com o tempo. Eu, sendo que ocupo a parte do espectro político ao redor do Bloco, dificilmente votaria no CDS, ou num candidato do CDS, dado que as ideias dele não encontrariam coincidência nas minhas. Posso votar num Livre (ou num esticão num PAN) mas as probabilidades de querer votar em alguém do PCP ou do PS já são mais reduzidas.

Percebo que há muita gente, principalmente de idade avançada, que já tem por hábito votar PS ou PSD e nem sabe bem porquê, mas não vejo esse voto como assim tão problemático dado que claramente simpatizam com as políticas desse partido.

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Uma boa forma de diminuir a abstenção nos mais jovens também seria mudar a forma como os partidos comunicam numa era digital.

Tive vários amigos com a conversa “eu ia ler o programa mas quando vi o tamanho desisti”. A verdade é que exige se mais nesse aspeto também, a geração mais jovem provavelmente não vai ler as 30 páginas, não vai ver televisão e muito menos manifestações partidárias.

 

Editado por migxstoper

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Citação de paladino77, há 11 horas:

Para além da questão da educação, que penso que seja fundamental, nós próprios podemos também fazer alguma coisa. 

O exemplo que deram aí atrás do amigo que disse que não sabia nada disso etc é gritante.

Primeiro pelo facto de existir, peço desculpa a ofensa, otários que se conformam e não querem saber de quem comanda grande parte da sua vida. Como é que alguém não quer saber disto e não perde nem que seja 10 min para fazer um voto minimamente informado. 

Segundo porque o user em questão (não sei se foi o caso) tinha a obrigação de "dar na cabeça" do amigo. Nem que fosse a cascar na cabeça dele. Podia não surgir efeito, mas não se pode levar alguém dizer que não quer saber disto para nada de forma leve. É o futuro de todos nós que está em causa. 

Talvez tenha sido o meu post, mas eu já dei tanto para esse peditório desde os meus 18 anos, e olha que já vão um bocado longe...sinceramente estou cansado de repetir a mesma m*rda às mesmas pessoas. Prefiro esperar estrategicamente por uma subida de imposto ou outra coisa qualquer que os exalte para jogar a carta do "se não vais votar que moral tens para falar".

Ainda há uma coisa que me preocupa mais do que a abstenção: portugueses emigrados em França a festejar a vitória da Le Pen. Fico a pensar se seria possível um acontecimento mais non-sense que esse. Uma vez um até me disse "mas eles já disseram que os portugueses podem ficar se trabalharem bem" oh fds :4_joy:

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Citação de Ego Sum, há 9 horas:

Entre esses ou os que vão votar militantemente por clubite, não sei quem são os piores.

Isto provavelmente é a coisa mais doente que existe, pqp que atrasados mentais.

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Obrigar ao voto é parvo, como é parvo impedir jogos de futebol no dia das eleições - e são ambas parvas pelo mesmo motivo. As pessoas que querem votar arranjam forma de o fazer, e aqui posso dar o meu exemplo: sabia que neste passado Domingo dificilmente conseguiria votar, então fiz 100km no outro para ir votar por correspondência. Como eu, muitos outros certamente. Para quem quer de facto votar, não importa se há futebol, final da Champions ou o diabo a quatro.

É como diz o @antifa, a solução passa por mudar as coisas a montante, ou seja, aumentar a formação cívica das pessoas quando são jovens. Curiosamente, há (ou havia) uma disciplina com esse nome, que podia muito bem ser usada para outras coisas que não justificar faltas e lidar com os problemas da turma.

Esta formação devia ser obrigatória.

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Citação de Ghelthon, há 10 minutos:

Esta formação devia ser obrigatória.

Concordo, acho que se deveria explicar o que defendem os principais partidos de forma básica e como funciona a democracia em Portugal, mas teria de ser informação igualmente isenta, tenho receio que houvessem prof's a tomar partido, nem que subtilmente, a favor das ideias de uma ideologia política e naturalmente os alunos seriam influenciados a pensar segundo esse prisma. 

Editado por Ticampos

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Eu continuo a achar que seria um incentivo ao voto e uma medida interessante se os votos em branco pudessem resultar em cadeiras vazias no parlamento... Pelo menos nas legislativas iria provocar o efeito de poder puxar os mais descontentes às urnas e ao mesmo tempo obrigar os partidos a terem que se preocupar em puxar esses descontentes a si. Neste momento, tenho dúvidas que estes números de abstenção preocupem realmente muita gente no topo dos partidos, o que acabapir ser assustador porque a mobilização desse eleitorado poderia um dia virar tudo do avesso.

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