Poeira Publicado 4 Outubro 2016 Fortunas Que pérolas... :prayer: Leva facilmente o prémio de artigo de opinião mais surreal do ano. E até havia outros fortes candidatos. Compartilhar este post Link para o post
Ghelthon Publicado 5 Outubro 2016 Pelos vistos (sem fontes oficiais) a Rússia anda a emitir avisos de ataque nuclear. Compartilhar este post Link para o post
Resende93 Publicado 5 Outubro 2016 Pelos vistos (sem fontes oficiais) a Rússia anda a emitir avisos de ataque nuclear. Foi um exercício acho. Compartilhar este post Link para o post
whatever Publicado 5 Outubro 2016 (editado) Abram alas para o Guterres! Editado 5 Outubro 2016 por whatever Compartilhar este post Link para o post
Sumudica by Night Publicado 5 Outubro 2016 Tudo para o Marquês! Hoje é feriado. Compartilhar este post Link para o post
whatever Publicado 5 Outubro 2016 Só nos falta meter o Figo na FIFA e mandamos no mundo inteiro. Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 5 Outubro 2016 Só nos falta meter o Figo na FIFA e mandamos no mundo inteiro. [im]http://s3.observador.pt/wp-content/uploads/2015/11/5046768.jpg[/img] "Vítor Constâncio: Um homem de confiança" Banca nacional like this. Compartilhar este post Link para o post
Ghelthon Publicado 5 Outubro 2016 Goste-se ou não do homem, é de louvar ter lá alguém de um país tão "pequeno" quanto o nosso. É um cargo de importância extrema, ainda para mais numa altura em que o nosso mundo está algo periclitante e com imensos problemas para ser resolvidos. Que não desiluda. Compartilhar este post Link para o post
Vaart10 Publicado 5 Outubro 2016 Por acaso, sempre pensei que com a entrada da Kristalina Georgieva que isto tinha potencial para correr mal. Mas ainda bem que não, Guterres :prayer: Ainda gostava de perceber na totalidade como foi "engendrada" esta entrada da Georgieva à ultima hora. Compartilhar este post Link para o post
Ghelthon Publicado 5 Outubro 2016 Merkl e Rússia, provavelmente. Compartilhar este post Link para o post
Resende93 Publicado 5 Outubro 2016 Merkl e Rússia, provavelmente. A Rússia não queria a Georgieva, se a Rússia quisesse, teria sido ela a selecionada. A Rússia queria alguém de leste, mas não uma pessoa de leste qualquer, tinha de ser alguém mais pró Rússia como a Irina Bokova, essa sim, da preferência de Moscovo. A Georgieva, era muito a escolha da Merkel e da UE(em particular do PPE), é alguém que está na Comissão que têm imposto sanções à Rússia. Aliás, quando foram postas a circular notícias da eminente candidatura da Georgieva e Rússia respondeu logo com desdém. Esta candidatura estava a ser preparada há imenso tempo(2 anos pelo que se diz), só que a Bulgária lançou primeiro a candidatura da Bokova porque o partido socialista de lá que está em coligação com o governo de centro direita ameaçou abandonar o governo se a Bokova não fosse candidata :lol: então os tipos lá lançaram a Bokova mas a candidatura da Georgieva continuou a ser preparada nas sombras dos corredores diplomáticas por tipos como o Mário David. Quando se viu que a Bokova não ia a lado nenhum, meteram logo a Georgieva. Compartilhar este post Link para o post
Black Hawk Publicado 5 Outubro 2016 Por acaso, sempre pensei que com a entrada da Kristalina Georgieva que isto tinha potencial para correr mal. Mas ainda bem que não, Guterres :prayer: Ainda gostava de perceber na totalidade como foi "engendrada" esta entrada da Georgieva à ultima hora. Gostavas de saber isso? Eu ainda estou é mais curioso para saber como é que um candidato ganha sem ser apoiado por um dos grandes jogadores. Nem Rússia, nem Alemanha, EUA, China, Europa Ocidental... nada. A não ser que estes tenham procurado alguém que representasse um equilíbrio de forças, não conotado com um dos blocos; a velha estratégia de "escolher o mal menor" para não correrem o risco de ver eleito o peão do inimigo. Pode ser que se explore o assunto em breve. Compartilhar este post Link para o post
ZeeSpecialThree Publicado 5 Outubro 2016 Goste-se ou não do homem, é de louvar ter lá alguém de um país tão "pequeno" quanto o nosso. É um cargo de importância extrema, ainda para mais numa altura em que o nosso mundo está algo periclitante e com imensos problemas para ser resolvidos. Que não desiluda. Isto. Não é da minha "cor política", mas para mim nestes casos não há cores políticas e só posso ficar orgulhoso de ter um Português à frente de algo tão importante. Espero, Desejo e Acredito (mas acredito mesmo) que possa ser um dos Secretários Gerais da ONU mais importantes de sempre, conhece muito bem o mundo, não me parece um gajo de escritório e gabinete. Boa Sorte! Por acaso, sempre pensei que com a entrada da Kristalina Georgieva que isto tinha potencial para correr mal. Mas ainda bem que não, Guterres :prayer: Ainda gostava de perceber na totalidade como foi "engendrada" esta entrada da Georgieva à ultima hora. Não sei como foi "engendrada" mas foi um tiro (de morteiro) no pé de quem teve a ideia...penso eu de que... Compartilhar este post Link para o post
Ghelthon Publicado 6 Outubro 2016 Gostavas de saber isso? Eu ainda estou é mais curioso para saber como é que um candidato ganha sem ser apoiado por um dos grandes jogadores. Nem Rússia, nem Alemanha, EUA, China, Europa Ocidental... nada. A não ser que estes tenham procurado alguém que representasse um equilíbrio de forças, não conotado com um dos blocos; a velha estratégia de "escolher o mal menor" para não correrem o risco de ver eleito o peão do inimigo. Pode ser que se explore o assunto em breve. Não sei muito disto, mas a Alemanha não tem grande poder dentro da ONU, correcto? Compartilhar este post Link para o post
Pan Publicado 6 Outubro 2016 Não sei muito disto, mas a Alemanha não tem grande poder dentro da ONU, correcto? O Conselho de Seguranca da ONU é constituído pelos vencedores da WW2. Por isso é que a Alemanha tem pouco poder oficial. Os bastidores depois já sao mais tricky. Compartilhar este post Link para o post
Vaart10 Publicado 6 Outubro 2016 Gostavas de saber isso? Eu ainda estou é mais curioso para saber como é que um candidato ganha sem ser apoiado por um dos grandes jogadores. Nem Rússia, nem Alemanha, EUA, China, Europa Ocidental... nada. A não ser que estes tenham procurado alguém que representasse um equilíbrio de forças, não conotado com um dos blocos; a velha estratégia de "escolher o mal menor" para não correrem o risco de ver eleito o peão do inimigo. Pode ser que se explore o assunto em breve. Referes-te ao Guterres? Se sim, achas que foi só por ser um "mal menor"? Será que não há méritos do português? Compartilhar este post Link para o post
Carmelo Anthony Publicado 6 Outubro 2016 (editado) Não sei muito disto, mas a Alemanha não tem grande poder dentro da ONU, correcto? A Alemanha julgou que tinha algum poder mas aqui vale, como diria aquele comissário alemão que passou pela AR, qualquer coisa superior a zero. Tal como zero valem o PPE ou a Comissão Europeia. A candidatura atabalhoada da Georgieva constitui uma das derrotas mais estrondosas da diplomacia alemã que me lembro. Aposto mesmo que a Rússia, a par da China que muitas vezes são coincidentes no Conselho de Segurança, vetou a Georgieva. Quando se dizia que a Rússia queria uma mulher e de Leste não estávamos a falar de uma candidata qualquer. Muito menos de uma Georgieva que, enquanto comissária europeia, esteve na linha da frente na defesa das sanções à Rússia a propósito da questão da Ucrânia. Putin não gostou da ingerência de Merkel no problema quando tendencialmente a sua favorita era Irina Bokova. No Conselho de Segurança manda o P5, e dentro deste há dois que verdadeiramente mandam: Rússia e EUA. É a velha ordem bipolar da Guerra Fria a ditar lei ainda nos dias de hoje, daí os inúmeros pedidos da Alemanha, do Japão, da Índia e do Brasil para a reforma do Conselho de Segurança. O Guterres venceu porque foi sem dúvida o melhor candidato, o mais bem preparado, o que melhor passou na bateria de entrevistas e o que gerou consensos. Estando a Bokova conotada com a Rússia e Jeremic com os EUA, Guterres é a escolha mais neutral. Editado 6 Outubro 2016 por Carmelo Anthony Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 6 Outubro 2016 O Guterres tem os seus méritos (um bom trabalho na pasta dos refugiados que actualmente ganhou um papel predominante nos assuntos mundiais) mas acho que o sucesso da sua candidatura foi a fraca concorrência. Nenhum dos candidatos era grande coisa e os P5 muito provavelmente acharam que mais valia meter lá alguém competente e sobretudo "neutral" do que uma incógnita que só estaria no cargo para preencher um critério geográfico que, em boa verdade, não é oficial e portanto não é obrigatório. Além disso um candidato de leste desconhecido poderia ser perigoso pois tanto podia cair nos interesses da Rússia como dos EUA com o passar do tempo. E agora com os dois envolvidos de forma mais ou menos activa na Síria... Já em relação ao neutral acho que isso teve um papel preponderante. A diplomacia portuguesa pode falar de uma grande vitória mas acho que este sucesso se deveu à fraca relevância internacional portuguesa. Tanto os EUA como a Rússia não têm nada contra Portugal, a França e a GB também e a China tem uma relação também estável com Portugal. Basicamente não somos amigos importantes de ninguém e sobretudo não somos inimigos relevantes de ninguém. Somos apenas um país simpático que participa de forma relevante nas organizações internacionais e de quem toda a gente gosta. Compartilhar este post Link para o post
Carmelo Anthony Publicado 6 Outubro 2016 (editado) O Guterres tem os seus méritos (um bom trabalho na pasta dos refugiados que actualmente ganhou um papel predominante nos assuntos mundiais) mas acho que o sucesso da sua candidatura foi a fraca concorrência. Nenhum dos candidatos era grande coisa e os P5 muito provavelmente acharam que mais valia meter lá alguém competente e sobretudo "neutral" do que uma incógnita que só estaria no cargo para preencher um critério geográfico que, em boa verdade, não é oficial e portanto não é obrigatório. Além disso um candidato de leste desconhecido poderia ser perigoso pois tanto podia cair nos interesses da Rússia como dos EUA com o passar do tempo. E agora com os dois envolvidos de forma mais ou menos activa na Síria... Já em relação ao neutral acho que isso teve um papel preponderante. A diplomacia portuguesa pode falar de uma grande vitória mas acho que este sucesso se deveu à fraca relevância internacional portuguesa. Tanto os EUA como a Rússia não têm nada contra Portugal, a França e a GB também e a China tem uma relação também estável com Portugal. Basicamente não somos amigos importantes de ninguém e sobretudo não somos inimigos relevantes de ninguém. Somos apenas um país simpático que participa de forma relevante nas organizações internacionais e de quem toda a gente gosta. Discordo. Creio que Portugal pode ter relevância internacional ao nível das médias potências. É um pequeno Estado que, pelo seu legado histórico e pela relação com o mundo, aspira a posiçao de destaque pelo exercício dos instrumentos do seu soft power. Aqui destaca-se um conceito que o Professor Adriano Moreira introduziu que é o da "soberania de serviço", isto é, o exercer e o reconhecimento de Portugal nas relações internacionais pelas boas práticas na cena internacional. E aqui temos sido relevantes, basta lembrar o papel de Portugal e do próprio Guterres na questão de Timor-Leste ou na exemplar transferência de soberania de Macau para a China. Esta soberania de serviço manifesta-se ainda na ocupação de cargos relevantes a nivel internacional, como a presidência da AG das Nações Unidas por Freitas do Amaral ou a presidência da Comissão Europeia pelo Durão Barroso. Há que ter em conta o contexto da eleição mas há que valorizar a campanha do Guterres e da nossa diplomacia. Se ha campo em que somos bons é na diplomacia, sem dúvida. Editado 6 Outubro 2016 por Carmelo Anthony Compartilhar este post Link para o post
whatever Publicado 6 Outubro 2016 O Guterres tem os seus méritos (um bom trabalho na pasta dos refugiados que actualmente ganhou um papel predominante nos assuntos mundiais) mas acho que o sucesso da sua candidatura foi a fraca concorrência. Nenhum dos candidatos era grande coisa e os P5 muito provavelmente acharam que mais valia meter lá alguém competente e sobretudo "neutral" do que uma incógnita que só estaria no cargo para preencher um critério geográfico que, em boa verdade, não é oficial e portanto não é obrigatório. Além disso um candidato de leste desconhecido poderia ser perigoso pois tanto podia cair nos interesses da Rússia como dos EUA com o passar do tempo. E agora com os dois envolvidos de forma mais ou menos activa na Síria... Já em relação ao neutral acho que isso teve um papel preponderante. A diplomacia portuguesa pode falar de uma grande vitória mas acho que este sucesso se deveu à fraca relevância internacional portuguesa. Tanto os EUA como a Rússia não têm nada contra Portugal, a França e a GB também e a China tem uma relação também estável com Portugal. Basicamente não somos amigos importantes de ninguém e sobretudo não somos inimigos relevantes de ninguém. Somos apenas um país simpático que participa de forma relevante nas organizações internacionais e de quem toda a gente gosta. Não existem regras exactas sobre o perfil dos candidatos mas o que se espera é que sejam pessoas com menor exposição e que não façam parte do lote dos ´líderes' mundiais. Ou seja, a concorrência não era fraca tu é que não os conhecias (tal como eu) porque o trabalho que desenvolvem, muitos com funções ministeriais nos negócios estrangeiros e ex-quadros das NU, não é propriamente mediático para o cidadão comum. Eu acho engraçado que toda a gente diz que o Guterres fez um bom trabalho com os refugiados, mas ninguém sabe dizer o quê em concreto. Eu não digo o contrário, sempre ouvi elogios, mas não tenho conhecimento de nenhuma acção particular. Obrigado UKIP: https://www.theguardian.com/politics/2016/oct/06/ukip-leadership-favourite-steven-woolfe-collapses-in-european-parliament :lol: Compartilhar este post Link para o post
Sumudica by Night Publicado 6 Outubro 2016 Vinha postar isso aqui. Compartilhar este post Link para o post
Visitante Publicado 6 Outubro 2016 Foram razoáveis, saíram do edificio para andar à porrada, e voltaram quando já estavam satisfeitos. Compartilhar este post Link para o post
whatever Publicado 6 Outubro 2016 Lá coragem não lhe falta, parece que quis andar à pancada com um indivíduo que fez parte dos Comandos e manifestamente a coisa não lhe correu bem. Compartilhar este post Link para o post