Ir para conteúdo
What

Tópico da Política, Ambiente e Economia

Publicações recomendadas

Eu acho assustador como é que antes do debate estava empate técnico entre os dois...

Eu estou ainda mais preocupado com as sondagens agora, após o debate..

Compartilhar este post


Link para o post

E isso foi obra da revolução chavista ou deste mentecapto do Maduro? Não confundamos. A Venezuela melhorou imenso com a governação de Chávez e não vejo onde é que está o extraordinário ou a pancada em um partido de esquerda elogiar a boa governação de um governo de esquerda num determinado país. :maluco:

 

Aquele artigo reflecte uma posição correcta do partido. Elogiou a governação na Venezuela quando teve que o fazer e critica-a agora, sem qualquer tipo de problema. Eu fico mais preocupado é com as falinhas mansas do CDS-PP para com o regime angolano ou a solidariedade internacionalista do PCP em contextos absurdos.

 

Peplin tu podes te querer enganar mas a realidade é que a tal "boa governação" de que falas é um mito e tanto é um mito que se comparares com outros paises da mesma dimensao no periodo em questão a diferença no crescimento do IDH é marginal apesar de ter chuvido dinheiro na Venezuela

 

91dpq1.png

 

Comparacao com uma nacao do mesmo continente mas com bastante menos recursos naturais...

 

15ccwup.png

 

Comparacao com Angola...pois parece que Angola mesmo assim "se desenvolveu" ligeiramente mais que a Venezuela de Chavez

 

2wc1s0i.png

 

Agora so mesmo para dar um exemplo de um pais que até fez melhor do que a Venezuela de Chavez mas que no entanto nao vejo o bloco a saudar...

 

 

Ou seja se te queres afirmar que enquanto literalmente chuvia dinheiro sem qualquer esforço nos cofres venezuelanos a situação da população melhorou. Sim melhorou, mas também não vais encontrar pais nenhum no mundo onde um fenomeno semelhante nao tenha tido um resultado semelhante.

 

As pessoas falam sem conhecimento de causa. Eu já estive em Angola varias vezes e detesto Luanda, porque a cidade é um lixo.

Estive na Venezuela duas vezes, uma em 2007 em que mesmo em excelente clima economico, não podiamos sair do hotel sem escolta e o cambio oficial nunca era respeitado sendo que a malta so queria dollars. De resto o pleno emprego é conseguido com pagando a gente que aparecia toda rota para servir de ascencorista ou outras tarefas completamente desnecessarias e onde só é possivel o estado empregar porque o dinheiro nao custa a entrar.

Voltei a Caracas em 2014 e depois de aterrar fui dormir uma horita para o hotel...acordei com uns barulhos. Um gajo que estava alojado no hotel tinha ido a uma loja de souvenirs no predio em frente e levou uns tiros de uns gajos numa mota para lhe levarem os 300 bolivares que tinha na carteira (na altura isto andava ai nos 8 euros).

 

Isto para já nem falar de Cuba onde entre outras coisas os locais não podem entrar em certas zonas "turisticas" a não ser que lá trabalhem, onde toda a gente tem uma dentição perfeita mas solas de sapato já com furos e onde conheci um gajo que comida 13 das 14 refeicoes semanais a mesma papa de farinha, porque carne so mesmo uma vez por semana. É tao bom que toda a gente se quer pirar para os EUA....

Compartilhar este post


Link para o post

E isso foi obra da revolução chavista ou deste mentecapto do Maduro? Não confundamos. A Venezuela melhorou imenso com a governação de Chávez e não vejo onde é que está o extraordinário ou a pancada em um partido de esquerda elogiar a boa governação de um governo de esquerda num determinado país. :maluco:

 

Aquele artigo reflecte uma posição correcta do partido. Elogiou a governação na Venezuela quando teve que o fazer e critica-a agora, sem qualquer tipo de problema. Eu fico mais preocupado é com as falinhas mansas do CDS-PP para com o regime angolano ou a solidariedade internacionalista do PCP em contextos absurdos.

Confundamos pois. Se o petróleo não tivesse afundado o Maduro era o novo Chavez.

 

O Chavez para ter dinheiro para fazer as "obras sociais" que fez (e uso aspas porque meto tudo o que ele fez nesse âmbito aqui), arrasou a economia venezuelana. Transformou tudo em petróleo, petróleo e mais petróleo. E quando se comete um erro desses, mais tarde ou mais cedo dá m*rda. Coincidiu dar m*rda depois do homem falecer e ter sido substituído por um banana, banana esse que sempre foi o seu número dois.

Compartilhar este post


Link para o post

A incapacidade do Trump em terminar uma frase ou linha de raciocínio é absolutamente fantástica.

Devia ser estudada.

 

No fim a Hilary esteve bastante melhor (tb era quase impossível não estar melhor que o Trump) mas foi um debate totalmente sem conteúdo.

 

Comparar um debate deste a um Obama vs McCain ou Romney é ridículo. Porra, o debate Biden vs Ryan teve mais conteúdo em 5 minutos que este todo em 90 minutos.

 

PS: E notar que nenhum desses debates foi extraordinário.

Editado por SAS_Robben

Compartilhar este post


Link para o post
Visitante

A caça aos outros

Das atitudes mais nocivas na vida em sociedade é resumir todas as questões ao “nós contra eles”

 

O ser humano é tribal e capaz de atos de extrema violência quando se convence que está a defender o seu grupo contra os outros. A história está cheia de episódios em que a política se focou nos outros, sejam eles os judeus, os negros, ou os estrangeiros, e se cometeram actos abomináveis. Para quem prefere séries de televisão, a premiada “Walking Dead” ilustra esta tragédia. A civilização depende de cada um perceber que, escolhendo outra pessoa ao acaso, ela vai ser parecida consigo nalguns aspetos, e diferente noutros. Eu faço parte de tantos grupos nas minhas múltiplas características que posso viver em sociedade porque resisto a encarar todas as discussões apenas em termos do que “eles” fazem a “nós”. A depressão económica em que Portugal se encontra é solo fértil para a caça ao outro. Por exemplo, o governo anterior usou e abusou da caça ao funcionário público de forma muito nociva. Até agora, a dupla Marcelo Costa tinha mudado o debate, e bem, mas a dupla Galamba Mortágua atirou uma pedra neste esforço no encontro do PS em que a deputada do BE disse: “Não podemos ter vergonha de ir buscar a quem está a acumular.” Nos dias seguintes, Mortágua explicou-se. Quem tem mais de 500 mil euros de património imobiliário não é ela ou as pessoas que ela quer defender. Abriu a caça aos outros, “os ricos”. Alguns exemplos mostram o erro e o perigo deste discurso (e são fáceis de mudar se o limite for 5 milhões em vez de 500 mil). O João tem 100 mil euros e compra uma casa de 1 milhão com empréstimo bancário. O José tem 100 mil e compra uma casa desse valor. A diferença é que o João tem 30 anos e uma vida de trabalho pela frente para pagar o empréstimo, enquanto o José tem 70 anos e nenhum banco lhe empresta. Têm a mesma riqueza, mas o João paga, o José não. A Ana tem um milhão de euros e um bom curso superior em que aprendeu a importância da diversificação dos investimentos e sabe ler as características dos produtos financeiros. Por isso, ela distribui o dinheiro por acões, obrigações, e imobiliário. A Eva não tem estudos superiores e com esforço poupou 500 mil euros. Não confia nos bancos, por isso investiu tudo numa casa. A Eva paga, a Ana não. O Bruno herdou 10 milhões e dedicou a vida à desacumulação efusiva: gastar tudo em festas, drogas e carros. Só sobra uma quinta de 400 mil euros. A Maria começou do nada e acumulou 500 mil numa casa que quer deixar aos filhos para que não tenham de sofrer o que ela sofreu. A Maria paga, o Bruno não. Quando fala dos outros que devem ser caçados, Mortágua obviamente não se refere aos mais jovens, aos menos educados, ou aos mais humildes. Mas as consequências deste (ou de qualquer outro) imposto são assim, variadas e complicadas, sem distinções fáceis entre pobres e ricos. A mudança proposta do IMI tem prós e contras que merecem discussão. Já os termos em que foi posta, esses não são legítimos.

 

Ricardo Reis | Dinheiro Vivo

Compartilhar este post


Link para o post

O problema da Mortágua resolve-se com labour vouchers. Se o objectivo é conciliar operacionaliza-se um sistema com os lv e €uros, dá-se ênfase aos labour vouchers que não se acumulam e dá-se menos ênfase aos euros que se acumulam.

 

inb4, é mais fácil expropriar.

Editado por Fidel Castro

Compartilhar este post


Link para o post

O problema da Mortágua resolve-se com labour vouchers. Se o objectivo é conciliar operacionaliza-se um sistema com os lv e €uros, dá-se ênfase aos labour vouchers que não se acumulam e dá-se menos ênfase aos euros que se acumulam.

 

inb4, é mais fácil expropriar.

 

dafuq r u talking about?

Compartilhar este post


Link para o post
O João tem 100 mil euros e compra uma casa de 1 milhão com empréstimo bancário. O José tem 100 mil e compra uma casa desse valor. A diferença é que o João tem 30 anos e uma vida de trabalho pela frente para pagar o empréstimo, enquanto o José tem 70 anos e nenhum banco lhe empresta. Têm a mesma riqueza, mas o João paga, o José não. A Ana tem um milhão de euros e um bom curso superior em que aprendeu a importância da diversificação dos investimentos e sabe ler as características dos produtos financeiros. Por isso, ela distribui o dinheiro por acões, obrigações, e imobiliário. A Eva não tem estudos superiores e com esforço poupou 500 mil euros. Não confia nos bancos, por isso investiu tudo numa casa. A Eva paga, a Ana não. O Bruno herdou 10 milhões e dedicou a vida à desacumulação efusiva: gastar tudo em festas, drogas e carros. Só sobra uma quinta de 400 mil euros. A Maria começou do nada e acumulou 500 mil numa casa que quer deixar aos filhos para que não tenham de sofrer o que ela sofreu. A Maria paga, o Bruno não.

 

Eu até compreendo onde o homem pretende chegar, mas isto é argumentação ao nível do Ensino Primário. A verdade é que se o João toma a decisão de comprar uma casa com valor de 1 milhão de euros, tem de fazer contas para saber se pode suportar os custos inerentes à manutenção dessa casa. A Eva não tem cursos superiores e não confia em instituições bancárias e seus derivados, mas mesmo assim este prodígio da poupança conseguiu poupar 500 mil euros, que é aquilo que um português conseguirá poupar após 40 anos de trabalho se conseguir deixar de parte 1000 euros por mês - e durante esses 40 anos escondeu o dinheiro debaixo do colchão, certamente, já que não confia nos bancos. Já o Bruno, que herdou 10 milhões mas já só tem uma quinta de 400 mil euros, eu diria que estaria melhor na vida se não tivesse gasto o dinheiro e tivesse de pagar o dito imposto, mas quem sou eu para dizer o que seria melhor: se torrar 10 milhões de euros em festas e droga até ir à falência, ou gerir melhor esse dinheiro e ter de pagar um imposto adicional. Se calhar esse imposto seria o menor dos males deste bon vivant...

 

Já para não falar da premissa do artigo, que continua a ser a ladainha da "perseguição aos ricos". Já chateia, já enjoa, e já só cai nela quem é parvo.

Editado por Hrakkar

Compartilhar este post


Link para o post

Kristalina Georgieva entra na corrida a secretário-geral da ONU

 

Nesta altura só consigo ter pena do Guterres. Tanto trabalho e tanta preparação, para vencer as votações e no fim não ser o escolhido... Vai ser duro.

 

Não é assim tão certo. A Rússia já tinha dito que não aprovava uma mudança de um candidato numa fase tão adiantada do concurso e isso pode ser fatal para a Georgieva: para um nome passar para a votação final ele não pode levar uma nega de um dos P5 (França, China, GB, EUA e Rússia). A própria China pode ter uma palavra a dizer nesta mudança.

Compartilhar este post


Link para o post
Visitante

 

Já para não falar da premissa do artigo, que continua a ser a ladainha da "perseguição aos ricos". Já chateia, já enjoa, e já só cai nela quem é parvo.

 

Mas é claro que há perseguição aos ricos, ainda na semana passada tiveste essa prova (não fosse suficiente ter dois partidos anti-capitalistas a suportar um Governo) :lol: E acho que quase todos de nós concordamos que é justificada, quem ganha mais deve pagar mais. Agora é tudo uma questão de proporcionalidade, e há quem concorde com a carga imposta a partir de certo nível de rendimentos e quem não concorde.

 

Mais uma coisinha. Se poupando 1000 euros por mês, precisas de 40 anos para juntar 500 mil euros, então algo de muito mal vai na gestão das tuas finanças pessoais :lol: Já ouviste falar em certificados de aforro, ETFs, obrigações, etc?

Editado por Visitante

Compartilhar este post


Link para o post

Esta nova candidata à ONU só surge para tentar destronar o Guterres. Além disso, o seu aparecimento não faz qualquer sentido ou lógica, não foi alvo de escrutínio como os outros candidatos e não participou em nenhuma das votações informais. Veremos qual será o resultado desta votação, estou curioso para ver a posição da Rússia relativamente a este novo cenário.

Compartilhar este post


Link para o post

Mas é claro que há perseguição aos ricos, ainda na semana passada tiveste essa prova (não fosse suficiente ter dois partidos anti-capitalistas a suportar um Governo) :lol: E acho que quase todos de nós concordamos que é justificada, quem ganha mais deve pagar mais. Agora é tudo uma questão de proporcionalidade, e há quem concorde com a carga imposta a partir de certo nível de rendimentos e quem não concorde.

 

Mais uma coisinha. Se poupando 1000 euros por mês, precisas de 40 anos para juntar 500 mil euros, então algo de muito mal vai na gestão das tuas finanças pessoais :lol: Já ouviste falar em certificados de aforro, ETFs, obrigações, etc?

 

2qkpbn9.png

 

Pois na realidade e mesmo tendo em conta que investes em produtos de relativo baixo rendimento com uma inflacao baixa, basta que poupes 336 euros mes durante os tais 40 anos para teres 500 mil no banco. Sendo que normalmente se compra uma casa em casal, cada elemento do casal necessita de poupar em media 168 euros mes...o que nao é algo que só esta ao alcance de 1% da populacao

 

No final até estes partidos da extrema esquerda se desmarcam destas iniciativas deste novo imposto. O PCP nunca sequer disse que apoiava. O Governo passou de taxar tudo o que era acima dos 500,000 para ser afinal acima do 1 milhao nao contando com a primeira, segunda habitacoes e as que sao do mercado de arrendamento...ou seja praticamente ninguem

Compartilhar este post


Link para o post

2qkpbn9.png

 

Pois na realidade e mesmo tendo em conta que investes em produtos de relativo baixo rendimento com uma inflacao baixa, basta que poupes 336 euros mes durante os tais 40 anos para teres 500 mil no banco. Sendo que normalmente se compra uma casa em casal, cada elemento do casal necessita de poupar em media 168 euros mes...o que nao é algo que só esta ao alcance de 1% da populacao

 

No final até estes partidos da extrema esquerda se desmarcam destas iniciativas deste novo imposto. O PCP nunca sequer disse que apoiava. O Governo passou de taxar tudo o que era acima dos 500,000 para ser afinal acima do 1 milhao nao contando com a primeira, segunda habitacoes e as que sao do mercado de arrendamento...ou seja praticamente ninguem

Desde o inicio que se falou que a primeira habitação estava excluída. Não foi propriamente uma mudança de rumo. E até agora não ouvi que estivesse de fora as do mercado de arrendamento.

Compartilhar este post


Link para o post
Visitante

Onde se investe a 5%?

 

Ganhas o dobro em qualquer index fund, no médio/longo prazo. A 5%, deves arranjar um fundo semelhante com esse tipo de rentabilidade em obrigações. Ainda mais seguro e menos volátil. E estamos a falar de instrumentos de poupança/investimento totalmente seguros, baratos e que variam na exacta proporção em relação ao mercado bolsista.

EDIT: Em Portugal, aparentemente tens mesmo a Vanguard a operar. Vai ao Banco Best, pede que te apresentem os ETF's que eles vendem. Tipo este: Vanguard Total World Stock Index Fund ETF Shares

Mas cuidado, esse tipo de fundos não paga grandes comissões aos empregados bancários, e por isso eles vão desaconselhar-te fundos de gestão passiva porque, e passo a citar, só trazem "rentabilidades médias do mercado". E essas são bem superiores a esses 5% no longo prazo :lol:

 

What, a questão aqui era se um português "comum" conseguiria poupar os tais 500 mil, em resposta ao Hrakkar, não em relação ao imposto (se bem que o raciocínio seria semelhante) ;)

Editado por Visitante

Compartilhar este post


Link para o post

Mas é claro que há perseguição aos ricos, ainda na semana passada tiveste essa prova (não fosse suficiente ter dois partidos anti-capitalistas a suportar um Governo) :lol: E acho que quase todos de nós concordamos que é justificada, quem ganha mais deve pagar mais. Agora é tudo uma questão de proporcionalidade, e há quem concorde com a carga imposta a partir de certo nível de rendimentos e quem não concorde.

 

Mais uma coisinha. Se poupando 1000 euros por mês, precisas de 40 anos para juntar 500 mil euros, então algo de muito mal vai na gestão das tuas finanças pessoais :lol: Já ouviste falar em certificados de aforro, ETFs, obrigações, etc?

 

Mas se ela não confia em bancos, porque é que haveria de me ter o seu dinheiro em certificados de aforro ou qualquer outra coisa? O problema é que a malta procura exemplos extremos para defender uma posição e nem se dá conta que eles não fazem sentido. No plano teórico podem existir Evas, mas na realidade não se juntam 500 mil euros "não se confiando nos bancos". A não ser que esse dinheiro te caia do céu, numa herança ou lotaria, a poupança e acumulação dessa quantia será progressiva e o dinheiro estará... no banco.

Compartilhar este post


Link para o post
Visitante

Mas se ela não confia em bancos, porque é que haveria de me ter o seu dinheiro em certificados de aforro ou qualquer outra coisa? O problema é que a malta procura exemplos extremos para defender uma posição e nem se dá conta que eles não fazem sentido. No plano teórico podem existir Evas, mas na realidade não se juntam 500 mil euros "não se confiando nos bancos". A não ser que esse dinheiro te caia do céu, numa herança ou lotaria, a poupança e acumulação dessa quantia será progressiva e o dinheiro estará... no banco.

 

É um exemplo abstracto. E o dinheiro não está no banco, o dinheiro vai para os detentores dos instrumentos que tu investiste. Sejam fundos, certificados de aforro ou obrigações. Em nenhum destes casos estás a acumular num banco. Agora, claro que o banco estará sempre lá, no mínimo, para fins de intermediação. Mas isso não tem nada a ver com o exemplo.

Editado por Visitante

Compartilhar este post


Link para o post

Desde o inicio que se falou que a primeira habitação estava excluída. Não foi propriamente uma mudança de rumo. E até agora não ouvi que estivesse de fora as do mercado de arrendamento.

 

Já se falou e faz todo o sentido porque se vao fazer isso sobre as casas em arrendamento, quem achas que os senhorios vao por a pagar a conta? Imposto de 1% sobre qualquer casa que valha digamos 200,000 euros (num gajo que é senhorio de um predio), sao 2000 euros por ano. O que achas que ele vai fazer? Aumenta as rendas em 175 euros por mes e tá resolvido. Ou seja quem se f*de é quem aluga casa...

Compartilhar este post


Link para o post
Visitante

Citação do jornal "Expresso" online

icon.png

Portugal desce oito lugares no Ranking Mundial da Competitividade
Portugal passou para o 46.º lugar do ranking da competitividade, num universo de 138 países, de acordo com o relatório do World Economic Forum


Portugal desceu este ano oito lugares, de 38º para 46º, no ranking mundial da competitividade do World Economic Forum, relativamente a 2015.

De acordo com dados do Relatório Global de Competitividade (2016-2017) do World Economic Forum, que será divulgado na quarta-feira, Portugal passou para o 46.º lugar do ranking da competitividade, num universo de 138 países.

As taxas e os impostos são apontados no documento como o fator mais problemático (18%) para os negócios e são também a primeira preocupação manifestada pelos empresários.

A burocracia mantém-se no 2º lugar e em 3.º está a preocupação dos empresários sobre a instabilidade política no país.

A preocupação com a regulamentação laboral mantem-se como 4ª preocupação, os regulamentos fiscais mantém-se como 5ª e as condições de acesso ao financiamento são o 6.º fator mais problemático para os empresários.

O Relatório Global de Competitividade (2016-2017) do World Economic Forum vai ser apresentado quarta-feira em Lisboa pela PROFORUM, Associação para o Desenvolvimento da Engenharia, e pelo FAE, Forum de Administradores e Gestores de Empresas, numa sessão pública na AESE Business School.

A PROFORUM, a FAE e a AESE realizam em Portugal o Inquérito de Opinião dos Empresários para o WEF - World Economic Forum.

Compartilhar este post


Link para o post

Ganhas o dobro em qualquer index fund, no médio/longo prazo. A 5%, deves arranjar um fundo semelhante com esse tipo de rentabilidade em obrigações. Ainda mais seguro e menos volátil. E estamos a falar de instrumentos de poupança/investimento totalmente seguros, baratos e que variam na exacta proporção em relação ao mercado bolsista.

EDIT: Em Portugal, aparentemente tens mesmo a Vanguard a operar. Vai ao Banco Best, pede que te apresentem os ETF's que eles vendem. Tipo este: Vanguard Total World Stock Index Fund ETF Shares

Mas cuidado, esse tipo de fundos não paga grandes comissões aos empregados bancários, e por isso eles vão desaconselhar-te fundos de gestão passiva porque, e passo a citar, só trazem "rentabilidades médias do mercado". E essas são bem superiores a esses 5% no longo prazo :lol:

 

What, a questão aqui era se um português "comum" conseguiria poupar os tais 500 mil, em resposta ao Hrakkar, não em relação ao imposto (se bem que o raciocínio seria semelhante) ;)

 

Não confia em bancos, investe em ETF's. :mrgreen:

 

Já se falou e faz todo o sentido porque se vao fazer isso sobre as casas em arrendamento, quem achas que os senhorios vao por a pagar a conta? Imposto de 1% sobre qualquer casa que valha digamos 200,000 euros (num gajo que é senhorio de um predio), sao 2000 euros por ano. O que achas que ele vai fazer? Aumenta as rendas em 175 euros por mes e tá resolvido. Ou seja quem se f*de é quem aluga casa...

 

Imposto de 1 % sobre casas de 200 mil euros. :mrgreen:

Compartilhar este post


Link para o post
Visitante

Não confia em bancos, investe em ETF's. :mrgreen:

 

 

Não faz sentido? Investir num index fund (que dentro dos ETF's, é aquele que deve ser usado para poupanças), é tão ou mais seguro do que meter o dinheiro no banco, uma vez que para ficares sem o dinheiro, teria de haver um colapso inimaginável nas bolsas mundiais. Bem menos provável do que ver falir um banco (então em Portugal, a comparação é de rir) :mrgreen:

Compartilhar este post


Link para o post

Não confia em bancos, investe em ETF's. :mrgreen:

 

 

 

Imposto de 1 % sobre casas de 200 mil euros. :mrgreen:

 

Aonde esta a piada...como referi é um senhorio que teria mais do que 1 apartamento de 200'000 euros, digamos que tinha 10 a arrendar

 

Mas tanto faz que seja isso ou 50'000, no caso de taxarem as casas em arrendamento, esse custo no final será sempre ajustado na renda...

Compartilhar este post


Link para o post

Revi o debate trump vs hillary. O Sócrates dava 20-0 a estes dois. Nem houve discussão sobre o que era importante, foram mesmo so para se atacarem um ao outro.

Compartilhar este post


Link para o post

É um exemplo abstracto. E o dinheiro não está no banco, o dinheiro vai para os detentores dos instrumentos que tu investiste. Sejam fundos, certificados de aforro ou obrigações. Em nenhum destes casos estás a acumular num banco. Agora, claro que o banco estará sempre lá, no mínimo, para fins de intermediação. Mas isso não tem nada a ver com o exemplo.

 

O problema é outro: fica mal dizer-se que se é contra a taxação adicional da riqueza. Há pessoal que é contra essa taxação mas sabe que é arriscado dizê-lo quando não levantaram vozes aquando da implementação de diversas medidas de austeridade durante a governação da Direita, que afetaram seriamente a classe média e os que já viviam à justa. Fica muito mal fazer oposição à taxação de classes mais abastadas quando as menos afortunadas o foram e nessa altura tudo era necessário e não havia alternativas.

 

E como eles o sabem, tiveram de levantar ondas de outra forma: criando a percepção que está medida iria afectar a classe média. Assim conseguiriam opor-se sem parecer mal, pois teriam as pessoas do seu lado. E carregaram forte na imprensa, na televisão, em programas de opinião, em manchetes, em colunas de opinião.

 

Teria funcionado se estivéssemos nos anos 90 ou nos 2000; só que hoje, para o bem e para o mal, estamos na era das redes sociais, e facilmente passou a palavra da mentira que estavam a tentar criar, e lá tiveram de me ter a viola no saco perante os números inequívocos: o imposto afecta uma fatia mínima dos portugueses, globalmente aqueles mais abonados. A estratégia teria de ser outra e passou a ser a da vitimização. Fazer os portugueses terem pena dos pobres coitados que pouparam uma vida inteira para comprar uma casa e agora terão um imposto à espera deles.

 

Para isso, inventam-se exemplos extremos e de partir o coração, só que de tão extremos serem tornam-se ridículos. Pessoas a acumular fortunas na ordem das centenas de milhar de euros com medo de guardar o dinheiro em bancos? Pessoas com 100 mil euros a pedir créditos habitação de 1 milhão de euros para comprar uma casa? Até se apela à revolta por o imposto não afectar pessoas que esbanjam fortunas e deixam de ter propriedades abrangidas pelo imposto. O imposto é suposto ser um castigo a quem não sabe gerir o seu dinheiro? É o Estado o responsável por castigar a má gestão das finanças caseiras dos cidadãos?

 

A questão, agora, é que estes exemplos estão completamente desfasados da realidade. Mas é a única forma de está gente se opor ao imposto sem soar mal, sem que lhes perguntem: ok, e quando havia cortes sobre portugueses que já não tinham meios de colocar comida sobre a mesa, onde estavam vocês? Onde estava a vossa sensibilidade social? Pois...

 

De qualquer forma, tenho de confessar que me coloca um sorriso nos lábios ver esta gente toda, economista e financeiros, a recorrer a contextos sociais e cheios de preocupação com o bem estar das pessoas quando nos últimos anos trataram as pessoas como números. É de um fina ironia...

Compartilhar este post


Link para o post

Crie uma conta ou entre para comentar

Você precisa de ser membro desta comunidade para poder comentar

Criar uma conta

Registe-se na nossa comunidade. É fácil!

Criar nova conta

Entrar

Já tem uma conta? Faça o login.

Autentique-se agora

×
×
  • Criar Novo...