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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Guest Alonso.

É uma questão de opção. A venda de património seria, nesse caso, uma excelente fonte de rendimento.

 

E olha aí os amigos: FMI exige mais austeridade a Portugal

 

Eh pah ao Ghelthon. Seria uma boa opção para quem? Acho que toda a gente sabe como anda o mercado no que toca a vender terrenos, casas, apartamentos. As pessoas podem achar apenas que não querem vender por um preço muito abaixo do valor real.

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Não sei onde viste isso, mas essa é uma excepção e não a regra actualmente. O sector imobiliário esteve praticamente parado desde que chegou a troika, e só agora mostra sinais de uma ligeira retoma. E uma boa parte dessa retoma está relacionada com as compras de imóveis que foram alvos de penhora por parte do fisco ou da banca, por incumprimentos. Aliado a isso, ainda tiveste as últimas alterações à lei do IMI, que fez disparar em muitos casos o valor patrimonial tributável dos imóveis (e é por isso que ouvimos falar tanto em cláusulas de salvaguarda, para impedir aumentos brutais deste imposto devido a essas alterações). Junta a isso o facto de estar mais difícil obter financiamento e de aqueles que têm mais recursos serem os alvos preferenciais para potenciais novos apertos fiscais e preferirem assim levar o seu dinheiro para fora a ter de o investir por cá (uma das razões para a quebra que se tem vindo a registar na quebra do investimento privado). Há uns 10 anos, era tal e qual como dizias, porque qualquer familia tinha acesso a crédito à habitação e boas perspectivas de futuro para que pudessem investir em imobiliário e assim inflacionar o preço das habitações. Agora não ;)

Eh pah ao Ghelthon. Seria uma boa opção para quem? Acho que toda a gente sabe como anda o mercado no que toca a vender terrenos, casas, apartamentos. As pessoas podem achar apenas que não querem vender por um preço muito abaixo do valor real.

Na maioria (para não dizer "esmagadora maioria") dos casos, casas e terrenos valem mais no mercado do que o seu valor patrimonial - que é o valor que está registado nas Finanças, e é com esse valor que se calcula o IMI e se calculará este imposto. Correcto?

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Eu usei a palavra "pobre" no sentido de "não poder pagar o imposto". Alguém com propriedades nesses valores terá assim tanta dificuldade em pagar o imposto? Não me parece.

 

Não te parece porque te estás a focar no que a pessoa tem e não na forma como o obteve nem no seu rendimento. Não te esqueças que já se paga impostos sobre isso e são bem altos. Se a pessoa pode pagar então o imposto que seja sobre o rendimento.

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Não te parece porque te estás a focar no que a pessoa tem e não na forma como o obteve nem no seu rendimento. Não te esqueças que já se paga impostos sobre isso e são bem altos. Se a pessoa pode pagar então o imposto que seja sobre o rendimento.

E já é, é para isso que existe o IRS. E eu acho que faz todo o sentido que as pessoas sejam taxadas pelo que têm e/ou ganham (como o IRS ou este imposto).

 

Outra coisa que falta ser abordado nesta discussão: se é preciso dinheiro, não faz mais sentido taxar quem tem mais do que quem tem menos? Sendo um mal necessário, o impacto não será menor nos primeiros?

Editado por Ghelthon

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O princípio deste imposto está na linha da lógica dos impostos em Portugal, quem ganha mais contribui mais, podem não concordar com a progressividade na tributação, mas não façam deste imposto algo completamente fora da norma porque não é.

 

Eu acredito que quem tem mais deve contribuir mais e compreendo quem defenda o contrário, que toda a gente deve contribuir o mesmo, independentemente dos rendimentos que aufere e dos bens que possui.

 

Agora a verdade é que o que me perturba são notícias como esta: Portugal foi o país que mais aumentou a carga fiscal nos baixos salários e continuo sem entender o histerismo com a discussão sobre quem vai pagar este imposto imobiliário.

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Visitante

Na maioria (para não dizer "esmagadora maioria") dos casos, casas e terrenos valem mais no mercado do que o seu valor patrimonial - que é o valor que está registado nas Finanças, e é com esse valor que se calcula o IMI e se calculará este imposto. Correcto?

 

Acabei de te dizer que não, e explicar o porquê :lol:

 

Meanwhile, os amigos venezuelanos do Bloco continuam a fazer das suas:

Fotos muestran recién nacidos en cajas de cartón en un hospital de Venezuela

 

O princípio deste imposto está na linha da lógica dos impostos em Portugal, quem ganha mais contribui mais, podem não concordar com a progressividade na tributação, mas não façam deste imposto algo completamente fora da norma porque não é.

 

Eu acredito que quem tem mais deve contribuir mais e compreendo quem defenda o contrário, que toda a gente deve contribuir o mesmo, independentemente dos rendimentos que aufere e dos bens que possui.

 

Agora a verdade é que o que me perturba são notícias como esta: Portugal foi o país que mais aumentou a carga fiscal nos baixos salários e continuo sem entender o histerismo com a discussão sobre quem vai pagar este imposto imobiliário.

 

Primeiro, acho que não nos podemos queixar da falta de revolta e barulho que houve sempre que se aumentaram os impostos sobre os rendimentos mais baixos, certo? Segundo, este governo aumentou os impostos indirectos de uma forma substancial, que afecta igualmente aqueles que têm os rendimentos mais baixos. Por fim, enquanto não houver geração de riqueza e quem tiver dinheiro preferir investi-lo noutro lugar, não haverá mais nenhuma alternativa se taxar ainda mais o peixe miúdo. Ou achas que é por acaso que se começa a falar em segundo resgate e mais austeridade? Será porque as coisas estão a correr bem?

Editado por Visitante

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Novo imposto rende no máximo 190 milhões e atinge 0,2% das famílias

 

Base de incidência do novo imposto deverá ser de 19 mil milhões de euros. Taxa em cima da mesa é de 1%, mas poderá ser mais baixa. Receita atinge, no máximo, 190 milhões de euros.

 

19 mil milhões de euros. É este o valor total dos imóveis de 8.618 famílias titulares de um Valor Patrimonial Tributário (VPT) total superior a 1 milhão de euros e que deverão ser abrangidas pelo novo imposto.

 

A TSF sabe que a taxa em cima da mesa no grupo de trabalho do PS e Bloco de Esquerda, que ainda está a ser discutida, não vai ultrapassar o teto de 1%, o que significaria uma receita para o Estado na ordem dos 190 milhões de euros, assumindo que não há alterações a esta base tributária. O valor final da taxa poderá, no entanto, ser mais baixo, o que significaria uma receita também menor.

 

Dados fornecidos pela Autoridade Tributária à TSF mostram que há 26.212 proprietários com VPT total situado entre 500 mil euros e 750 mil euros. O valor somado destes casos atinge 15.709 milhões de euros.

 

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No escalão que vai dos 750 mil euros ao 1 milhão, há 8.658 particulares, com um VPT acumulado de 7.441 milhões de euros.

 

No último escalão, que contabiliza os casos de proprietários com VPT total superior a 1 milhão de euros, há 8.618 donos, cujo património global é de 188.490 milhões de euros. Essa deverá ser a base de incidência do novo imposto, indicam as informações recolhidas pela TSF junto de fontes próximas do processo.

 

Depois de alguns avanços e recuos em relação ao patamar de VPT a partir do qual o imposto vai ser aplicado, tudo parece agora indicar que esse limiar será fixado em 1 milhão de euros. O valor tornou-se mais claro depois das palavras de Mariana Mortágua em entrevista à TVI, que falou de forma explícita em "contributos dos 8 mil contribuintes com património de um milhão de euros".

 

http://www.tsf.pt/economia/interior/novo-imposto-taxa-maxima-de-1-rende-190-milhoes-e-atinge-02-das-familias-5403233.html

Malvados!

 

Agora a verdade é que o que me perturba são notícias como esta: Portugal foi o país que mais aumentou a carga fiscal nos baixos salários e continuo sem entender o histerismo com a discussão sobre quem vai pagar este imposto imobiliário.

Não interessa falar disso, porque a responsabilidade cai sobre uma determinada linha ideológica...

 

Acabei de te dizer que não, e explicar o porquê :lol:

 

Meanwhile, os amigos venezuelanos do Bloco continuam a fazer das suas:

Fotos muestran recién nacidos en cajas de cartón en un hospital de Venezuela

Não me lixes, ninguém vende uma casa pelo valor que está registado nas Finanças.

 

E quanto aos bebés... Isso é uma cabala contra o grande Estado Venezuelano, porque os bebés Finlandeses dormem em caixas de cartão e ninguém se queixa. :mrgreen:

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Visitante

Não me lixes, ninguém vende uma casa pelo valor que está registado nas Finanças.

 

Está bem, se tu o dizes, então tens razão.

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Está bem, se tu o dizes, então tens razão.

Eu digo porque não conheço nenhum caso. E até te conto parte do meu caso pessoal: recebi alguns terrenos após a morte da minha mãe e as partilhas nesse lado da família. Um desses terrenos foi expropriado para a construção da A24 e mesmo aí pagaram-me acima do valor patrimonial do terreno, se bem me lembro.

Editado por Ghelthon

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Visitante

Eu digo porque não conheço nenhum caso. E até te conto parte do meu caso pessoal: recebi alguns terrenos após a morte da minha mãe e as partilhas nesse lado da família. Um desses terrenos foi expropriado para a construção da A24 e mesmo aí pagaram-me acima do valor patrimonial do terreno, se bem me lembro.

 

Sabes que a expropriação não só não é um contrato de compra e venda, como ainda envolve indemnizações, certo?

De qualquer forma, como não conheces nenhum caso, provavelmente é a minha argumentação que não faz sentido. E os dados do INE também não.

 

Um artigo interessante (pena ser de 2011, mas para ilustrar o raciocínio, talvez ainda tenha utilidade prática): https://www.dinheirovivo.pt/economia/fisco-cobra-acima-de-valor-de-venda/

 

Umas citações engraçadas nesse artigo: "Já há quem, por causa da crise, esteja a vender a casa por um preço inferior ao valor patrimonial que consta nas Finanças. Só que quando chega o momento de declarar as mais-valias (o vendedor) ou de pagar o IMT (o comprador), o fisco faz os cálculos pelo valor mais alto. Esta lógica fiscal abrange também os imóveis entregues para dação em pagamento. "; "Há outro factor que contribui para que o VPT possa ficar mais alto do que o valor da venda, principalmente em momentos como o actual em que perante situações de desemprego e de quebra de rendimento, a urgência de transformar um bem em dinheiro, acabe por se vender a preço de saldos. Tudo porque o cálculo do valor patrimonial está associado ao custo de construção. "

Editado por Visitante

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E já é, é para isso que existe o IRS. E eu acho que faz todo o sentido que as pessoas sejam taxadas pelo que têm e/ou ganham (como o IRS ou este imposto).

 

Outra coisa que falta ser abordado nesta discussão: se é preciso dinheiro, não faz mais sentido taxar quem tem mais do que quem tem menos? Sendo um mal necessário, o impacto não será menor nos primeiros?

 

Mas o meu ponto de discórdia é mesmo esse, não devia ser no que a pessoa tem porque só engloba este património imobiliário. Isto penaliza quem optou por esse investimento. Tu podes ter menos que eu e eu é que acabo por ficar "isento" por ter optado por outros investimentos. Acho que já impostos suficientes sobre o património e até se diz que se paga mais IMI do que se devia pagar. Em vez deste agravamento, porque não optaram pelo rendimento a partir de um certo valor?

 

Já que falas no valor de venda e no valor patrimonial, falta uma questão pertinente. O valor de venda é aquele que o comprador estiver disposto a pagar. Não te adianta nada avaliar em X se o único comprador só estiver disposto a pagar X-1. Perdes poder negocial e tens de baixar o que pedes. Em sentido contrário, se houver mais que um comprador, óptimo. Entras quase em leilão e é quem der mais.

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Guest Alonso.

Sabes que a expropriação não só não é um contrato de compra e venda, como ainda envolve indemnizações, certo?

De qualquer forma, como não conheces nenhum caso, provavelmente é a minha argumentação que não faz sentido. E os dados do INE também não.

 

Então é dai que vem a conversa do Ghelton, de vendam os terrenos/casas/apartamentos e que recebem mais que valor patrimonial do terreno.

Editado por Alonso.

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Malvados!

 

Ja disse que isto é tão estupido e o governo e BE já cederam em todos os niveis

 

Portanto a receita maxima seria 190 M Euros segundo a noticia, referente a 44,000 proprietarios

 

Mas afinal a primeira e a segunda casa nao contam...assim contas de merceeiro, duvido que mais de 5% tenha 3 casas com valores superiores a 500 Mil Euros, ou seja passamos para 440 proprietarios a serem sujeitos a este imposto

 

Mas esperem que afinal isto ainda vai passar para EUR 1'0, que vá são 50% desses 440, ou seja 220...colecta total de imposto depois de todas estas excepções andara ai nos 2 a 3 milhoes de euros... :handclap:

 

Assim é que o pais vai para a frente...que comedia este BE

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Uma questão. Imaginemos que uma pessoa para além de ter as duas residências que supostamente não contam para o efeito, ainda tem imóveis no valor de 600.000 euros, sendo que aparentemente o imposto só incidiria sobre um património global a partir dos 500.000 euros. Este imposto incidiria sobre os 100.000 euros que ultrapassam o valor ou incidiria sobre o valor total? É que se for sobre o valor total, uma pessoa com um património no valor de 490.000 euros estava safa, e uma com um património no valor de 510.000 euros já arrotava com 5.100 euros todos os anos.

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Portanto a receita maxima seria 190 M Euros segundo a noticia, referente a 44,000 proprietarios

 

Tens que ler melhor, companheiro.

 

Uma questão. Imaginemos que uma pessoa para além de ter as duas residências que supostamente não contam para o efeito, ainda tem imóveis no valor de 600.000 euros, sendo que aparentemente o imposto só incidiria sobre um património global a partir dos 500.000 euros. Este imposto incidiria sobre os 100.000 euros que ultrapassam o valor ou incidiria sobre o valor total? É que se for sobre o valor total, uma pessoa com um património no valor de 490.000 euros estava safa, e uma com um património no valor de 510.000 euros já arrotava com 5.100 euros todos os anos.

 

O imposto incide no excedente dos 500 mil euros. Nesse caso, incidirá sobre os 100 mil euros.

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Tens que ler melhor, companheiro.

 

 

 

O imposto incide no excedente dos 500 mil euros. Nesse caso, incidirá sobre os 100 mil euros.

 

Certo são 8,000 proprietarios com um total maximo de 190 milhoes...mas o calculo da TSF não conta ainda com eliminação da primeira e segunda residencias...o que vai fazer com que este valor no final seja perto de 0

 

Outra coisa interessante é que para conseguir os tais 190 milhoes dos 8,000 proprietarios, cada um desses proprietarios terá que pagar um pequenos valor...em media 24,000 euros, ou seja quase 2 vezes o salario medio anual em Portugal...

 

Tudo isto faz 0 de sentido...esta mediade deve ter sido um gajo qualquer que se lembrou no intervalo de almoço e sem sequer pensar nas consequencias ou nas externalidades...tanto o governo passado como este são um bando de asnos...

Editado por Burkina2008

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Certo são 8,000 proprietarios com um total maximo de 190 milhoes...mas o calculo da TSF não conta ainda com eliminação da primeira e segunda residencias...o que vai fazer com que este valor no final seja perto de 0

 

Bem, a TSF refere:

 

É este o valor total dos imóveis de 8.618 famílias titulares de um Valor Patrimonial Tributário (VPT) total superior a 1 milhão de euros e que deverão ser abrangidas pelo novo imposto.

 

Mas o objectivo principal deste imposto, como já tinha referido, era o de eliminar a questão da acumulação de património no valor superior a 1 milhão de euros não estar incluída no imposto vigente. Quanto é que o imposto actual rendeu em 2015? Era interessante saber.

 

Se estes novos dados se confirmarem, faço dois apontamentos: aceito que a 2ª casa do agregado não entre nas contas, mas acho que deviam colocar o tecto nos 500 mil euros. É uma valor perfeitamente ajustado, ainda para mais quando estamos a falar de 3ª casa e por aí adiante.

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Eu colocaria a seguinte pergunta ao FMI, é possível com o salário mínimo pagar renda, água, luz, gás, tvcabo+internet, alimentação, combustível e sair uma vez por semana? Se não, que rendimento seria necessário para, em Portugal, ter acesso a uma vida digna.

 

Anyway, daqui a uns anos não se coloca essa questão. Eu próprio irei expropriar a banca e irei endereçar obras de Descartes ao FMI com o seguinte postal 'Não pensem na dívida, nem no défice'.

Editado por Fidel Castro

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Défice do primeiro semestre situou-se nos 2.8%. Recordo que no primeiro semestre de 2015 o défice estava nos 4.6%.

 

Por norma, os segundos semestres são sempre melhores, logo estou algo expectante para ver se o Governo consegue cumprir as suas metas.

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Giro ver que a receita dos impostos sobre o rendimento e o património desceu 6.5%. Estou curioso pela reacção do CDS e do PSD, visto estarem constantemente a dizer que os impostos subiram, este Governo continua a fazer austeridade, etc. e tal.

Editado por Ghelthon

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Visitante

O INE prevê que fique nos 2.2% no fim do ano.

 

Não é de todo assim: "O Instituto Nacional de Estatística (INE) avança com uma estimativa de 2,2% do PIB para o défice no final deste ano, mas esta projeção é da responsabilidade do Ministério das Finanças e corresponde à estimativa fixada no Orçamento do Estado para 2016."

http://observador.pt/2016/09/23/ine-defice-publico-baixou-para-28-no-primeiro-semestre/

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