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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Calma Frank, a tua entrevista foi muito boa e o meu impulso natural foi reputar. Só depois é que me lembrei da sign, mas achei que ia passar despercebido no meio de tantos likes :lol:

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Comparar-me ao Camilo Lourenço... não só não te dirijo mais a palavra, como vou reputar tantos posts quanto possível da tua parte.

 

A única diferença é que ele deve ter umas avenças para dizer algumas das barbaridades que diz. Já tu fazes o serviço de borla....

:mrgreen:

 

 

Agora a sério, tu e outros que estão contra o imposto, como é que vão atenuar os efeitos do desemprego tecnológico se não taxarem fortemente o património?

Estão a prever que apareça aí um sector qualquer que acolha todos os empregos que obviamente vão deixar de existir? É mandar tudo emigrar?

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Waste not want not: Sweden to give tax breaks for repairs

 

The Swedish government is introducing tax breaks on repairs to everything from bicycles to washing machines so it will no longer make sense to throw out old or broken items and buy new ones.

 

Sweden’s ruling Social Democrat and Green party coalition is set to submit proposals to parliament on Tuesday to slash the VAT rate on repairs to bicycles, clothes and shoes from 25% to 12%.

 

It will also submit a proposal that would allow people to claim back from income tax half of the labour cost on repairs to appliances such as fridges, ovens, dishwashers and washing machines.

 

https://www.theguardian.com/world/2016/sep/19/waste-not-want-not-sweden-tax-breaks-repairs

 

Muito interessante.

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Quando de repente alguém que conheces publica isto no facebook...

 

Camilo-Mortágua-uma-vida-de-assaltos-membro-da-luar-responsável-pela-morte-de-pessoas-768x432.jpg

 

 

 

tim-and-eric-mind-blown.gif

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Se há coisa de que tenho orgulho é do meu feed do facebook, acho que preciso de uma dúzia de scrolls até aparecerem posts de páginas pessoais.

 

18 de 31 camiões das Nações Unidas e do Crescente Vermelho foram bombardeados pela aviação Russa e Síria quando seguiam, conforme planeado e autorizado, para Aleppo.

Uma pessoa quando pensa que não há mais nada nesta guerra que possa surpreender, eis que... E o pior é pensar que quem quer que ganhe as eleições americanas só vais conseguir fazer ainda pior.

Editado por whatever

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Honestamente eu não percebo a dificuldade que certas pessoas têm em aceitar que quem tem mais deva ser mais tributado. Eu sei que é uma questão ideológica, mas acho que faz tanto sentido que vai para além disso.

Editado por Ghelthon

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Eu acho que o problema não está em aceitar isso, está em aceitar que a medida tenha vindo de uma esquerda denominada radical.

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Waste not want not: Sweden to give tax breaks for repairs

 

 

 

https://www.theguardian.com/world/2016/sep/19/waste-not-want-not-sweden-tax-breaks-repairs

 

Muito interessante.

 

E era facilmente adaptado a outros países, já que a receita fiscal desse tipo de serviços não deve ser tão grande quanto isso.

 

 

Isso é de pessoal doente, sinceramente. Desculpa se foi um amigo teu :mrgreen:

 

Honestamente eu não percebo a dificuldade que certas pessoas têm em aceitar que quem tem mais deva ser mais tributado. Eu sei que é uma questão ideológica, mas acho que faz tanto sentido que vai para além disso.

 

Eu não recebo por aí além, portanto não posso falar por quem recebe bastante. Mas diria que tu próprio, se tivesses arriscado na vida, investido na tua formação, e se tivesses trabalhado anos e anos para ter uma posição ou uma empresa que te pagasse bem, e chegasses ao final do mês com menos de metade do teu salário... dá que pensar. Ou melhor, seria compreensível, se se vissem resultados a prazo e este fosse um mal necessário para ultrapassar a crise, mas o que tens hoje é uma política fiscal cada vez mais agravada e sem trazer crescimento. Ou seja, tens de pagar, não bufar e, o mais provável, é isso continuar assim durante muitos e bons anos.

 

E já sei que depois vão perguntar se devem ser então aqueles que têm os rendimentos mais baixos a pagar. Não, a progressividade é essencial. Mas não chega só ir buscar dinheiro aos contribuintes, e não dar nada em troca. É necessária uma estratégia forte de crescimento para o país, sem olhar a ideologias ou intrigas partidárias, e uma estratégia forte assim - com os factores que controlamos - deve partir de uma política de captação de muito mais investimento, e os únicos indivíduos que têm capacidade para investir são aqueles que têm mais recursos, que por sua vez são os mais taxados. Se não for encontrado um equilibrio, o garrote vai ficando mais apertado, e na impossibilidade de manter a receita (porque quem tem dinheiro, tem possibilidade de tirar os fundos do país), a carga vai agravando para os que têm os rendimentos um pouco mais baixos, e depois mais um pouco, e depois mais um pouco, e assim sucessivamente.

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Concretamente, acho que o que deveria estar em em causa seria a impraticabilidade deste suposto imposto.

 

- Porquê imóveis acima dos € 500.000 e não acima dos € 600.000? e porque não € 400.000?

- Qual o valor utilizado para aferir se este limite é alcançado? O VPT que está completamente desajustado do real valor de mercado do imóvel e cujas correções até 2015 não eram oficiosas? Ou o VPT cujas parcelas de cálculo são determinadas pelos inspetores com base no satélite do Google Maps? Ou será que vai ser efetuada nova avaliação, como a que ocorreu há uns anos, e que demorará três anos para estar completa?

- E qual a base de incidência? A diferença para o limite estabelecido? Ou o valor total da propriedade?

- E os casos (mais que muitos) que a família tem propriedade mas não tem cash? Endivida-se para pagar impostos?

- E porquê imóveis e não outros bens? O IMI não serve para isto mesmo? E já não se tributa o rendimento também com o IMT no caso de venda ou IRS no caso de rendas?

 

Basicamente, acho que a declaração foi apenas ideológica e conseguiu o que queria, criar impacto. Honestamente não tem ponta por onde se lhe pegue e vai contra qualquer princípio tributário.

 

E concordo com o Vaart quando diz que um dos problemas é aceitar que medida tenha vido de uma esquerda denominada radical.

 

Agora também digo que viesse esta medida de qualquer ponto da rosa dos ventos, não deixaria de ser estapafúrdia num ponto de vista da equidade fiscal e dos princípios tributários. Pura demagogia e ideologia...

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Honestamente eu não percebo a dificuldade que certas pessoas têm em aceitar que quem tem mais deva ser mais tributado. Eu sei que é uma questão ideológica, mas acho que faz tanto sentido que vai para além disso.

 

Quem é que põe isso em causa?

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A única diferença é que ele deve ter umas avenças para dizer algumas das barbaridades que diz. Já tu fazes o serviço de borla....

:mrgreen:

 

 

Agora a sério, tu e outros que estão contra o imposto, como é que vão atenuar os efeitos do desemprego tecnológico se não taxarem fortemente o património?

Estão a prever que apareça aí um sector qualquer que acolha todos os empregos que obviamente vão deixar de existir? É mandar tudo emigrar?

 

Só agora é que vi. Se tens uma pergunta para fazer, nunca é boa ideia começar com uma provocação, caso contrário é normal ler a primeira parte e cagar no resto do post...

 

Quanto à questão em si, já vem com alguns 260 anos de atraso. Na altura da revolução industrial, esse medo do desemprego provocado pelas máquinas e automatismos levou à eclosão de milhares de revoltas em Inglaterra, com um número brutal de mortos. As máquinas e os processos acabaram por ser implantados e, pasme-se, não só o emprego aumento - fruto das novas indústrias associadas à maquinaria - como as próprias condições de vida dos trabalhadores aumentaram, fruto do aumento de produtividade e maiores rendimentos. Essa é uma das principais razões porque a Inglaterra é hoje um dos países mais desenvolvidos do mundo, bem como a Holanda, Bélgica, França e Alemanha, Estados Unidos e Japão (que foram os primeiros países continentais e não europeus, respectivamente, a incorporar esses avanços tecnológicos nas suas indústrias). Portugal, como já é um clássico nessa história, só muito mais tarde se deixou render às evidências e adoptou esses avanços, e essa é uma das principais razões que está na origem de sermos historicamente um país atrasado (o facto de ser um país periférico também não ajudou). Não sou professor de história, mas facilmente encontras livros ou artigos acerca das razões pelas quais a revolução industrial chegou tão tarde a estes lados.

 

Posto isto, desde os inícios do século XIX que os avanços tecnológicos se sucedem, e indústrias completas se criam e se extinguem. Basta ver que com o aparecimento dos primeiros computadores pessoais e da massificação da internet, o tecido empresarial se foi alterando e a terciarização da economia se foi acentuando. Isso do desemprego tecnológico não faz sentido de um ponto de vista macro, porque os empregos que são extintos dão lugar a outros que foram criados em função de uma nova necessidade fruto dos avanços tecnológicos. Portanto, a tua pergunta não tem grande cabimento. De qualquer forma, existem publicações que volta e meia lançam artigos relacionados com o impacto do avanço tecnológico no emprego, como é o caso da Bloomberg, The Economist, Financial Times, e até no Dinheiro Vivo julgo já ter visto isso. Recomendo uma pequena pesquisa, vais encontrar imensa informação que vai justificar o porquê de essa preocupação não ter razões de ser. Uma pequena pesquisa no Google deu-me estes resultados na primeira página, só imagino que existam centenas e centenas mais a tratar este assunto.

 

https://www.theguardian.com/business/2015/aug/17/technology-created-more-jobs-than-destroyed-140-years-data-census

https://www.weforum.org/agenda/2012/10/king-ludd-is-still-dead/

http://www.economist.com/news/briefing/21594264-previous-technological-innovation-has-always-delivered-more-long-run-employment-not-less

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Isso do desemprego tecnológico não faz sentido de um ponto de vista macro, porque os empregos que são extintos dão lugar a outros que foram criados em função de uma nova necessidade fruto dos avanços tecnológicos.

 

Convém perceber o potencial da AI, numa indústria que se rege em optimização (de custo, de processos, de resto), correr contra o tempo e ganância do ser humano. Junta estas componentes e verás não a troca de emprego num sector com a emergência noutro mas sim a supressão do emprego sem haver alternativas que "emcapsulem" (inglesar) os que perderão os seus empregos. E o que acontecerá quando as empresas perceberem que não faz sentido ter corruptos pagos do seu bolso a governar os países e sim entidades artificiais que são ausentes de emoção?

 

A malta pode pensar que isto só por aparecer em filmes de Holliwood e livros do Asimov pode pensar que eu ando aqui a exagerar e as coisas "vão-se resolver" mas já entrámos numa altura em que o poder das multinacionais é tão grande e cria tanto impacto que há coisas que fogem do nosso controlo. Quando se começar a implementar a AI duma forma séria logo se vê.

 

E eu só estou a responder à tua frase, não li a restante conversa.

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Esse é um dos pontos abordados no terceiro artigo que coloquei, na The Economist ;)

EDIT: Quero dizer, abordado de uma forma superficial, não fala dessa problemática em específico :mrgreen: Mas desconfio que se esse cenário alguma vez vier a ser realidade, o desemprego tecnológico vai ser o menor dos nossos problemas

Editado por Visitante

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Sabes porque vai ser? Porque nós somos uma m*rda a adaptarmo-nos às mudanças. Apenas quando se tornar incomportável. Mas quando houver a transição não vai haver os apoios a quem sofrer com isto ou o cuidado de responder a tempo.

 

Em teoria eu concordaria contigo.

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Se há coisa de que tenho orgulho é do meu feed do facebook, acho que preciso de uma dúzia de scrolls até aparecerem posts de páginas pessoais.

 

18 de 31 camiões das Nações Unidas e do Crescente Vermelho foram bombardeados pela aviação Russa e Síria quando seguiam, conforme planeado e autorizado, para Aleppo.

Uma pessoa quando pensa que não há mais nada nesta guerra que possa surpreender, eis que... E o pior é pensar que quem quer que ganhe as eleições americanas só vais conseguir fazer ainda pior.

Não sei se isto se confirma.

Os media ocidentais estão a repetir a história mas essa versão só vem de fontes rebeldes/terroristas e dos EUA, a ONU só confirmou a destruição dos camiões sem dizer o que tinha acontecido e a Russia já veio dizer que nem eles nem a força aérea Síria fizeram um ataque e que os camiões foram monitorizados por drones Russos e que o video não mostra evidências de um ataque aéreo já que não há crateras nem edificios ou carros destruidos, apenas os camiões incêndiados.

Nesta guerra tudo é cada vez mais confuso e dificil de entender.

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O grande problema deste imposto é que quem é verdadeiramente rico (ou seja quem o BE quer mesmo atingir), tem mil e um meios de nunca pagar este imposto. No final quem se f*de é sempre a classe media (ou media alta se quiserem), que ja leva com 50% de impostos sobre o rendimento, paga mil e uma taxas, não pode descontar nada no IRS...ou seja é sempre a ir buscar aos mesmos

 

A frase que a gaja do BE meteu no facebook é tão estupida que ja vieram uns professores universitarios de economia perguntar como é possivel que esta gaja tenha conseguido finalizar o curso de economia, let alone ter um doutoramento na materia :biggrin:

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Ainda estou para perceber como é que a classe média vai ser atingida. Vamos analisar os pressupostos devidamente de acordo com o que tem vindo a público. Há 3 factores que convém realçar:

 

- Imóveis para arrendamento serão protegidos: Não sei o que quererão dizer com isto mas ou não vão estar sujeitos ao imposto ou a carga será menor;

 

- Imóveis para actividades profissionais não serão afectados: A medida não interferirá com quem quiser investir e criar emprego;

 

- A primeira residência estará isenta: Não li esta em lado nenhum mas se o Stout disse que sim é porque deve ter lido em algum lado. A questão que se coloca é se essa primeira residência apesar de não estar sujeita ao imposto vai interferir no cálculo dos outros imóveis ou se não.

 

 

Nem vou na cantiga de que quem tem imóveis num valor superior a 500.000 euros pertence à classe alta/média alta, porque é totalmente falso.

 

Mas há alguém que pertença à classe média que para além da residência possua imóveis num valor global superior a 500.000 euros e que não se destinam a arrendamento? É que não me parece. A mim parece-me que esta medida só poderá afectar fortemente um tipo de pessoas: aqueles que para além da residência própria têm um casarão no Algarve e outro em Cascais para passar férias. E esses não pertencem à classe média, digo eu.

Editado por Enzo Dios Perez

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Ainda estou para perceber como é que a classe média vai ser atingida. Vamos analisar os pressupostos devidamente de acordo com o que tem vindo a público. Há 3 factores que convém realçar:

 

- Imóveis para arrendamento serão protegidos: Não sei o que quererão dizer com isto mas ou não vão estar sujeitos ao imposto ou a carga será menor;

 

- Imóveis para actividades profissionais não serão afectados: A medida não interferirá com quem quiser investir e criar emprego;

 

- A primeira residência estará isenta: Não li esta em lado nenhum mas se o Stout disse que sim é porque deve ter lido em algum lado. A questão que se coloca é se essa primeira residência apesar de não estar sujeita ao imposto vai interferir no cálculo dos outros imóveis ou se não.

 

 

Nem vou na cantiga de que quem tem imóveis num valor superior a 500.000 euros pertence à classe alta/média alta, porque é totalmente falso.

 

Mas há alguém que pertença à classe média que para além da residência possua imóveis num valor global superior a 500.000 euros e que não se destinam a arrendamento? É que não me parece. A mim parece-me que esta medida só poderá afectar fortemente um tipo de pessoas: aqueles que para além da residência própria têm um casarão no Algarve e outro em Cascais para passar férias. E esses não pertencem à classe média, digo eu.

 

 

Então segundo esse calculo nao afecta ninguem mesmo...é um imposto fantasma...

 

Ou tu achas que o Salgado (como é ai falado) tinha alguma coisa no nome dele?

 

E quem tem esses estrangeiros com "casarões" no Algarve, ou colocam esse imposto só para "residentes" ou Espanha é já ali ao lado

 

Deitam cada uma cá para fora...parece que nem falam antes de dizer parvoices estes deputados

 

http://rr.sapo.pt/noticia/64104/ps_foi_surpreendido_pelo_anuncio_do_novo_imposto_mas_intervencao_de_mortagua_foi_pior?utm_source=rss

 

http://rr.sapo.pt/noticia/64130/autarcas_do_ps_ficaram_perplexos_com_anuncio_de_mortagua_sobre_novo_imposto?utm_source=rss

Editado por Burkina2008

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Então segundo esse calculo nao afecta ninguem mesmo...é um imposto fantasma...

 

Ou tu achas que o Salgado (como é ai falado) tinha alguma coisa no nome dele?

 

Tanto tinha que ainda lhe apanharam algumas coisas. E o resto está nas mãos da mulher e do filho, tanto quanto sei não estariam isentos. Claro que depois deve ter outras coisas para além disso mas estamos a falar do topo da classe alta, de um banqueiro que conhece todas as manhas. Da mesma forma que nem todas as médias/grandes empresas que operam por cá terão domínio fiscal na Holanda, nem todos os que tenham um património vasto terão tudo camuflado. Há quem fuja e há quem não fuja.

Editado por Enzo Dios Perez

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Tanto tinha que ainda lhe apanharam algumas coisas. E o resto está nas mãos da mulher e do filho, tanto quanto sei não estariam isentos. Claro que depois deve ter outras coisas para além disso mas estamos a falar do topo da classe alta, de um banqueiro que conhece todas as manhas. Da mesma forma que nem todas as médias/grandes empresas que operam por cá terão domínio fiscal na Holanda, nem todos os que tenham um património vasto terão tudo camuflado. Há quem fuja e há quem não fuja.

 

Que naïve... não há ninguem que não possa fugir legalmente que não o faça.

Até os familiares não iam pagar nada, porque as propriedades estavam em nomes de empresas e as fortunas não estão em Portugal, estao aonde nao sao taxadas

E o Salgado nao foi apanhado pelas propriedades que tinha ou não tinha, apenas se falou disso porque para ressercer certos emprestimos era necessario ir buscar os bens que ele tem e quando foram ver ele tinha pouco o nada em seu nome. Nesse caso não se pode ir buscar ao filho ou ao sobrinho so porque sim...

 

Mais uma vez podes ver que a classe alta, a essa ninguem vai buscar mais impostos...

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Só agora é que vi. Se tens uma pergunta para fazer, nunca é boa ideia começar com uma provocação, caso contrário é normal ler a primeira parte e cagar no resto do post...

 

Quanto à questão em si, já vem com alguns 260 anos de atraso. Na altura da revolução industrial, esse medo do desemprego provocado pelas máquinas e automatismos levou à eclosão de milhares de revoltas em Inglaterra, com um número brutal de mortos. As máquinas e os processos acabaram por ser implantados e, pasme-se, não só o emprego aumento - fruto das novas indústrias associadas à maquinaria - como as próprias condições de vida dos trabalhadores aumentaram, fruto do aumento de produtividade e maiores rendimentos.

 

Que serious biz, é uma piada, relaxa...

 

 

As condições de vida dos trabalhadores dos trabalhadores melhoraram porque eles fizeram por isso. Não passaram a ter fins de semana, semanas de 40 horas, licenças parentais, subsídios de desemprego, salários mínimos por avanço tecnológico ou bondade dos patrões.

 

Respondendo ao post todo, claro que a minha pergunta tem cabimento. Nem tu nem esses artigos prevêem que empregos é que vão aparecer para compensar os que desaparecem. Lá porque aconteceu no passado, não quer dizer que se repita...

E nem sei se aconteceu mesmo...

O trabalho infantil não desapareceu quase por completo nos países desenvolvidos? Esses artigos levam isso em conta?

 

Outra coisa que passa um bocado ao lado dos artigos é que a tecnologia vai passar a substituir trabalhadores qualificados. Quer dizer o da Economist até fala nisso e não me parece que tenha uma mensagem tão positiva que a tua...

É para ignorar isso? Fazer fé que aparecem ainda mais novos empregos?

 

 

E fica claro pelos artigos que parte do aparecimento de novos trabalhos acontece porque o rendimento da generalidade das pessoas aumentou. Como é que tu esperas que isso aconteça? Que aconteça o famoso trickle-down? A mim parece-me que é preciso ir por as mãos na massa..

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O grande problema deste imposto é que quem é verdadeiramente rico (ou seja quem o BE quer mesmo atingir), tem mil e um meios de nunca pagar este imposto. No final quem se f*de é sempre a classe media (ou media alta se quiserem), que ja leva com 50% de impostos sobre o rendimento, paga mil e uma taxas, não pode descontar nada no IRS...ou seja é sempre a ir buscar aos mesmos

Cada cambalhota mais engraçada que a outra.

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Visitante

 

 

Tudo isso são consequências de uma melhor educação, que por sua vez está interligada com o nível de vida das populações, que por sua vez foi consequência dos aumentos de produtividade, que por sua vez advieram das máquinas. Tens a explicação de como isso se passou (e continuará nas próximas décadas, até a AI se tornar uma realidade, e abanar todas as construções humanas relacionadas com a nossa vivência), tens os dados e tens a argumentação a favor e contra as diversas teorias. Mais do que isto não sou capaz de te explicar, não sou perito em recursos humanos ou em ética aplica à tecnologia. Mas sou capaz de te dizer uma coisa. Criar um imposto que vise determinado tipo de riqueza para fazer face a um problema estrutural de emprego e que nem sequer está minimamente relacionado com o mesma, é a coisa mais parva, escabrosa e ignorante que já li neste tópico. Porque demonstra que não sabes qual é o fim para que se cobram impostos, nem sabes o mínimo dos mínimos sobre o funcionamento de uma economia de mercado e como se constroem medidas que visem combater as falhas da mesma.

 

Cada cambalhota mais engraçada que a outra.

 

Onde está essa cambalhota? Não vejo qual é a parte do post que é, sequer, discutivel.

Editado por Visitante

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