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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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O Partido da Merkel perdeu as eleições regionais tendo ficado sem a câmara de Berlim que governava em coligação com os Sociais Democratas. Estes acabaram por vencer as eleições. A extrema direita (que tiveram como principal arma de campanha o discurso anti-refugiados) foi a que acabou por ter melhores resultados.

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Nunca pensei escrever isto, mas concordo em toda a linha com o Louçã. Esse livro é uma nojeira, mas o mais provável é que com toda a atenção que tem recebido, vá vender muito bem.

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Tu não és um dos gajos mais velhos do fórum que já conta com 30 e muitos anos? Se ainda fosses mais novinho ainda te explicava como é funcionam as eleições, o parlamento e essas cenas todas.

 

Mas ter de abrir o paint e fazer bonecadas dá muito trabalho...

 

 

Não entendo qual a vossa necessidade de estar constantemente a menosprezar e a ridicularizar o que os outros escrevem. Existe matéria no tópico para te fazer o mesmo, mas não vale sequer a pena.

 

"A medida estava no programa do PS. O povo é que não é sério a votar em bandalhos desses..."

 

Se a medida estava no programa do PS, e se falas nos votos do povo, o que faz sentido é estares a falar do programa eleitoral. Mas se calhar preciso de um desenho para interpretar o que escreves...

 

 

 

 

 

 

O mais giro é que ele até tem razão, no sentido estrito da frase. O programa de governo não foi votado pelo povo, nem foi a eleições. Foi única e exclusivamente votado por representantes do povo. O que não muda muito. Mas não torna a frase dele errada.

 

No comentário do Stout e no meu, onde viste a palavra governo?

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O Correio da Manhã inventou uma noticia gravissima e fez manchete com ela. Curiosamente uma noticia sobre Socrates que saíu numa altura em que o superjuiz precisava dela. Coincidências.

 

Já na TVI:

das coisas mais ofensivas

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Essa página :lol: Quando a vontade de tirar nabos da púcara é tão grande, qualquer coisa serve!

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Essa página :lol: Quando a vontade de tirar nabos da púcara é tão grande, qualquer coisa serve!

A página faz um trabalho bastante útil, mas algumas vezes peca por excesso. Esta é uma delas. A rúbrica existe há bastante tempo, eu cheguei a ver isto muita vez na TVI24, em repetição, e sempre gozou com os dois lados da barricada.

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Crise tirou 3,6 mil milhões aos salários e deu 2,6 mil milhões ao capital

Entre o início da crise financeira de 2007/2008 e o final de 2013 assistiu-se, em Portugal, a uma transferência de riqueza do factor trabalho para o capital de grandes proporções, indicam vários economistas.

 

Pedro Ramos, professor catedrático da Universidade de Coimbra e antigo director do departamento de contas nacionais do Instituto Nacional de Estatística (INE), fez os cálculos e apurou que o peso do trabalho por conta de outrem e por conta própria desceu de 53,2% do produto interno bruto em 2007 para 52,2% em 2013.

 

Já o excedente de exploração (rubrica que reflete a remuneração do factor capital) – apesar da grave crise que se abateu sobre o Estado, os bancos e as pequenas e médias empresas – aumentou o peso na economia de 27,8% para 29,7% do PIB. As rendas, que traduzem grosso modo o valor da remuneração do imobiliário, avançaram de 5,8% para 6,2%.

 

Cálculos do Dinheiro Vivo com base naqueles dados, evidenciam que, em termos nominais, o factor trabalho (no qual até já está contabilizado o enorme aumento de impostos dos últimos anos) conseguiu perder 3,6 mil milhões de euros. Já o excedente do capital engordou 2,6 mil milhões de euros.

 

As contas do economista foram apresentadas em primeira mão, esta semana, no colóquio “A transferência de rendimentos do trabalho para o capital”, organizado pelo Observatório sobre Crises e Alternativas, ligado à Universidade de Coimbra.

 

Nesse encontro, Pedro Ramos, especialista em contabilidade nacional, avançou com esta análise “pouco comum”: o PIB na ótica dos rendimentos. As abordagens normais publicadas pelo INE (óticas da procura e da oferta) não permitem este tipo de análise mais fina.

 

O ojectivo, disse o ex-quadro do INE, é tentar dar pistas mais sólidas sobre o que já há muito se suspeitava: a crise, e em especial o programa de ajustamento da troika, permitiu extrair valor ao factor trabalho ao mesmo tempo que enriqueceu o capital. “Estranho”, um “fenómeno novo”, referiu.

 

“Sabemos que nas crises económicas as empresas têm prejuízos, as crises atingem os acionistas. Existe portanto perda de valor ao nível dos excedentes de exploração”, observou o académico.

 

Não foi o que aconteceu. “É especialmente estranho que exista, nesta crise, um aumento do peso do excedente de exploração, rubrica que no fundo reflete a remuneração do capital na economia”, observou. Mais: também as rendas do imobiliário reforçaram o peso seja em proporção do PIB, sem em termos nominais. O ganho foi de quase 451 milhões entre 2007 e 2013.

 

O catedrático de Coimbra recuperou também as estatísticas relativas a 2010 para ter uma noção daquilo que aconteceu durante o programa de ajustamento. Os resultados são ainda mais cristalinos: o peso do factor trabalho na economia caiu dois pontos percentuais; o do factor capital subiu dois pontos.

 

Para Pedro Ramos, todos estes factos reforçam a convicção de que “está a acontecer uma transferência de riqueza do trabalho para o capital”. Como? Através do desenho de políticas com esse objetivo, diz aquele economista, que foi acompanhado no diagnóstico por outros especialistas.

 

O factor capital está tão imparável que, em 2013 atingiu um peso recorde (29,7% do PIB) na série histórica compilada por Ramos, que remonta a 1995.

 

José Castro Caldas, investigador do Centro de Estudos Sociais de Coimbra, e Eugénio Rosa, economista da CGTP, também provam que as políticas seguidas durante os anos do ajustamento extraíram valor ao trabalho de forma pronunciada.

 

Castro Caldas estima que “as alterações ao Código do Trabalho tenham levado a uma transferência de valor do trabalho para o capital na ordem dos dois mil milhões de euros.

 

Eugénio Rosa fez contas à função pública e concluiu que este grupo de trabalhadores foi “expropriado” em cerca de oito mil milhões de euros no período em análise por via de cortes remuneratórios, perdas de regalias, aumentos de descontos, etc.

 

Elliot, ainda não me disseste onde foste buscar o valor de 8 mil e tal euros de mediana do rendimento.

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Elliot, ainda não me disseste onde foste buscar o valor de 8 mil e tal euros de mediana do rendimento.

 

Vem citado neste artigo, INE Dezembro 2015: http://economico.sapo.pt/noticias/nao-ha-definicao-objectiva-do-que-e-classe-media-em-portugal_243465.html

Quanto ao artigo em si, vou procurar ;)

EDIT: Burrice minha, era rendimento anual :lol: Sendo assim, o meu argumento estava mal sustentado. Fica aqui o estudo: https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=224739104&DESTAQUESmodo=2

 

A página faz um trabalho bastante útil, mas algumas vezes peca por excesso. Esta é uma delas. A rúbrica existe há bastante tempo, eu cheguei a ver isto muita vez na TVI24, em repetição, e sempre gozou com os dois lados da barricada.

 

Fazia um trabalho útil, quando começou. Explorava o quão óbvia poderia ser a manipulação da imprensa em Portugal, e nem se cingia a política. Agora serve apenas um dos lados, e não passa de um fenómeno engraçado de propaganda mascarada de antipropaganda, que acaba por agarrar alguns incautos que defendem uma posição, mas que não sabem defendê-la de forma crítica e com argumentos, e então usam este tipo de interpretações duvidosas de várias peças jornalísticas para defender a sua posição, e achar que também conseguem dar um contributo às discussões em que se envolvem.

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Vem citado neste artigo, INE Dezembro 2015: http://economico.sapo.pt/noticias/nao-ha-definicao-objectiva-do-que-e-classe-media-em-portugal_243465.html

Quanto ao artigo em si, vou procurar ;)

EDIT: Burrice minha, era rendimento anual :lol: Sendo assim, o meu argumento estava mal sustentado. Fica aqui o estudo: https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=224739104&DESTAQUESmodo=2

 

Ah, bem me parecia que não podia ser rendimento mensal.

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Ah, bem me parecia que não podia ser rendimento mensal.

 

Também achei o valor alto, mas pensei que o facto de haver uma parte grande da população a auferir rendimento baixos fosse depois contrabalançada por uma pequena parte da população a ganhar rendimentos extraordinariamente altos. Mas foi grande fail :mrgreen: De qualquer forma, acho que o raciocínio como um todo continua a fazer sentido, e hoje vem um artigo interessante no Observador sobre onde começa e acaba a classe média. O João Almeida, que é um tipo que eu detesto, até apresenta um argumento lógico, que é o de olhar para os escalões do IRS - no primeiro escalão, está a classe baixa que ganha o mínimo, ou pouco mais, para ter condições de vida minimamente aceitáveis; no último escalão, a partir dos 80 mil anuais, a classe alta, aquela que têm rendimentos suficientemente altos para ter um poder de compra que permita a aquisição de bens de luxo e um nível de vida bastante folgado. No meio, estaria a classe média. Claro, que na mesma definição estamos a encaixar aqueles que ganham 800 euros ou 2500 euros, mas é uma classe por definição, bastante heterogénea, e ainda mais num país como Portugal, com o problema da desigualdade social.

 

EDIT: O artigo, já agora: http://observador.pt/2016/09/18/ganho-2-mil-euros-sou-classe-media-e-eu-que-ganho-800-nem-os-partidos-sabem/

Editado por Visitante

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No comentário do Stout e no meu, onde viste a palavra governo?

 

Disse que tu tinhas razão num sentido muito estrito, basicamente muito literal, porque em geral dada a democracia representativa estas completamente errado.

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Vamos jogar ao quem disse?

 

Quem disse: "Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! A prova de que a malta do Bloco se assusta quando os cidadãos lhe puxam as orelhas"?

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O Camilo...

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Até parece mas não... Este é o Lourenço.

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Fui ao Facebook do artista e que labreguice pegada, mas também não se espera outra coisa vindo daquelas bandas.

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Tens noção que ainda fiquei com muitas dúvidas se era, mesmo, o facebook dele? É muito mau...

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Alguém que lhe arranje o número de telefone da Mortágua. Pelas imagens quase que parece uma página de fãs...

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ElliotReid13?

 

Comparar-me ao Camilo Lourenço... não só não te dirijo mais a palavra, como vou reputar tantos posts quanto possível da tua parte.

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Comparar-me ao Camilo Lourenço... não só não te dirijo mais a palavra, como vou reputar tantos posts quanto possível da tua parte.

Só agora é que reparei:

 

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Sinto-me humilhado. Vou deixar de acreditar na palavra das pessoas.

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