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Arsène Wenger abandona Arsenal no final da época

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Olha aí que o Refufu quer o homem no Barça :mrgreen:

Ainda vamos ver é o Wenger no PSG e Tuchel no Arsenal.

 

Ah e Wenger :prayer:

F*da-se :medinho:

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O tipo é um banana! Tirando o facto de achar isso, acho que é curto demais por aquilo que demonstrou na carreira, até ao momento... O Ancelotti seria mais do mesmo, precisamos de alguém que traga outro tipo de dinamismo ao clube e aos jogadores.

 

A minha escolha seria o Jardim. E acho que se lhe fizessem o convite, ele aceitaria na hora.

É um pouco, mas as equipas dele jogam muito. E encaixa no perfil de continuação da filosofia de jogo, que me parece ser o mais importante. Depois, obviamente que a questão do dinamismo é também fulcral.

 

Eu também acredito que sim, mas não sei se seria com ele que o Arsenal voltaria a jogar aquele futebol que apaixonava a Europa, e que trazia também resultados mais condizentes com a dimensão do clube. Ia mais para alguém com o perfil do Fonseca ou do Tuchel, principalmente.

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Citação do jornal "Expresso" online

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Over and out: 22 anos depois, o adeus de Wenger, que ganhou muito mas talvez pudesse ter ganho mais

Chegou o fim da linha para Arsène Wenger, que deixa o Arsenal aos 68 anos, com três campeonatos, sete Taças de Inglaterra e sete Supertaças. Parece pouco (e talvez seja), mas o efeito do técnico gaulês nos gunners e no próprio futebol inglês mede-se muito para lá do currículo. Ele aterrou e foi a revolução: nos comportamentos, na forma de jogar, naquilo que foi a evolução de um campeonato que se tornou num produto global, uma evolução que acabou por vitimar o próprio seu mestre. Wenger não vai sair pela porta pequena, mas tão-pouco sai em ombros

A histórias das eras é um de tal forma emaranhado novelo de coincidências, mitos, contos e destinos cruzados que às tantas fica difícil perceber onde tudo começou e onde tudo vai acabar.

As pontas, portanto.

Mas se puxarmos os fios, podemos descobrir algumas dessas lendas. Como aquela que nos diz que o FC Porto poderá ter a sua quota parte de culpa naquela que é, na atualidade, a mais larga série de temporadas de um treinador à frente do mesmo clube europeu, série essa que vai acabar de forma mais ou menos surpreendente no final da época: esta sexta-feira, o Arsenal anunciou o adeus de Arsène Wenger, que vai deixar o comando técnico da equipa do norte de Londres 22 anos depois de ser apresentado num misto de desconfiança e incredulidade.

Mas como assim, porquê o FC Porto no meio de todo este novelo? É que a primeira escolha da direção do Arsenal era um senhor chamado Bobby Robson. Mas nesse ano de 1996, o treinador britânico era património não alienável para Pinto da Costa, que não permitiu o regresso de Robson a casa (não conseguiria travar a saída do já falecido técnico para o Barcelona, algumas semanas depois).

Sem Robson, o vice-presidente do clube, David Dein lembrou-se de um francês alto, magro, de óculos, que lhe havia deixado uma belíssima impressão durante um jantar uns anos antes. Nessa noite de 1989, Arsène Wenger era ainda treinador do Mónaco e durante um jogo de charadas desatou a representar a peça “Sonho de uma noite de verão”, de William Shakespeare, em frente a um grupo de perfeitos desconhecidos.

“Pensei: ‘Este tipo é inteligente, poliglota, eloquente e ainda por cima é muito boa companhia’”, disse Dein numa entrevista ao “Times”, por altura do 20.º aniversário de Wenger à frente do Arsenal. “Mal sabia que aquele jantar ia mudar a vida do Arsenal e até do futebol inglês”.

Mantiveram contacto, Wenger foi entretanto treinar para o Japão, mas sete anos depois daquela representação - e qual golpe de teatro - o francês ganhou o lugar num dos históricos da Premier League, então na ressaca de uma série de campeonatos falhados, depois dos títulos de 1988/89 e 1990/91.

A partir daí, e talvez hoje muitos se esqueçam, foi a revolução: a saída do futebol inglês da idade média para uns tempos modernos, mais luminosos, decisivos para a transformação de uma liga fechada em si própria num fenómeno global.

Só que a evolução não pára e no final desta época, uma época que só será salva com uma vitória na Liga Europa, Wenger sairá vítima da sua própria revolução, vítima de um projeto que começou a gripar quando começaram a chegar os Mourinhos, os Guardiolas, esses que talvez nunca tivessem posto os pés em Inglaterra se uns anos antes Wenger não tivesse maravilhado David Dein com aquela atuação shakespeariana.

Muito antes deles, Wenger chegou a Inglaterra numa época em que as notas já começavam a correr nos cofres de uma então ainda jovem Premier League. Mas se havia dinheiro, faltava a estrutura. Num plantel cheio de homens duros como Martin Keown, Lee Dixon, Nigel Winterburn, Ray Parlour e que tinha como líder do balneário Tony Adams, na altura um alcoólico a tentar recuperar-se, Arsène proibiu as dezenas de pints que rodavam após o final de cada jogo. Contratou médicos, dentistas e novos preparadores físicos. Trouxe uma equipa de nutricionistas. Trocou a junk food por pratos de massa no menu pré-jogo. Foi ao pormenor de controlar a temperatura no autocarro da equipa, onde os chocolates passaram a ser item proibido - a estranheza e o controlo foi tal que ganhou o cognome de “Inspector Clouseau”.

Em suma, Arsène tornou aquele grupo num grupo de profissionais.

Pelo caminho, Wenger também encheu o clube de talento. Ainda nem sequer era oficialmente treinador do Arsenal e já tinha ordenado a contratação de um médio defensivo que conhecia dos tempos de França. Um tal de Patrick Vieira, que tinha falhado em Itália e que se tornaria no patrão do meio-campo gunner nos anos seguintes. A seguir chegou Nicolas Anelka. No ano seguinte, Marc Overmars e Emmanuel Petit. Dennis Bergkamp já lá estava. Depois de um 3.º lugar na época de estreia, à segunda temporada Wenger levou o Arsenal ao título inglês e à vitória na Taça de Inglaterra.

Voltaria a ser campeão em 2001/02 e 2003/04, nesta última época sem qualquer derrota - conhecida como os “Invencibles”, a equipa onde já brilhavam Robert Pires, Ashley Cole, Frederik Ljungberg e principalmente Thierry Henry, igualaria um feito com 115 anos, quando o Preston North End terminou o campeonato também invicto.

José Mourinho, com quem Wenger viria a ter épicos choques de personalidade, chegaria a Inglaterra no ano seguinte e o Arsenal nunca mais seria campeão. De 2005 a 2010 viveria uma seca de títulos e a construção do novo estádio obrigou a uma mudança de estratégia do clube que, sem dinheiro para rivalizar com os milhões que começaram a inundar o Chelsea e depois o Manchester City, apostou tudo na prospecção e contratação de jovens talentos. Uma estratégia ingrata, na medida em que muitos desses talentos criados e aperfeiçoados por Wenger acabariam a alimentar a máquina dos gigantes europeus, estatuto ao qual os gunners falharam aceder, depois da derrota na final da Champions League de 2006 frente ao Barcelona.

Nas últimas temporadas, o Arsenal perdeu definitivamente o comboio, esse comboio dos gigantes. Apesar dos milhões gastos em jogadores de classe mundial como Mesut Ozil ou Alexis Sanchez, o título nunca mais chegou. E depois de um 5.º lugar na época passada e de nesta não conseguir ser melhor que 6.º, o fim da infinita paciência dos adeptos da equipa fazia adivinhar um fim da linha que, não sendo penoso, tão-pouco será dourado para o treinador hoje com 68 anos.

E assim se encontrou a ponta do novelo. Porque mesmo que quase não se consiga escrever Arsenal sem escrever Arsène, todas as eras têm, irremediavelmente, um final.

Para a história ficam os três campeonatos, sete Taças de Inglaterra e sete Supertaças. São muitos troféus, mas talvez pudessem ser mais, 22 anos é muito tempo. Mas fica mais: fica uma ideia de jogo mais bela, onde pela primeira vez a técnica veio dar as mãos à intensidade tipicamente britânica. E fica uma bitola. Uma bitola que Wenger colocou lá em cima e obrigou, por exemplo, Alex Ferguson a atualizar-se, quase todos os clubes da Premier League a olhar mais além, para não ficarem eles próprios presos na idade média do futebol. Haverá sempre um antes e um depois de Arsène Wenger no Arsenal, na Premier League.

Na hora da despedida, Wenger pediu a todos que amam o Arsenal para “continuarem a defender os valores do clube”

“Depois de muita reflexão e de discussões com o clube, penso que o final da época é a altura certa para sair. Estou grato por ter tido a oportunidade de servir o clube ao longo destes anos que foram memoráveis. Treinei o clube com o maior empenho e integridade. Quero agradecer ao staff, aos jogadores, diretores e adeptos, que tornam este clube tão especial. E peço aos nossos fãs para que continuem a acompanhar a equipa para terminarmos a época em grande.O meu amor e apoio para sempre”, escreveu.

Au revoir, Monsieur Wenger.

O MELHOR ONZE DE ARSÈNE WENGER NOS 22 ANOS DE ARSENAL: David Seaman; Lee Dixon, Toni Adams, Sol Campbell e Ashley Cole; Frederick Ljungberg, Patrick Vieira, Cesc Fabregas e Robert Pires; Dennis Bergkamp e Thierry Henry.

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Apesar de tudo acho que todos os adeptos do Arsenal deveriam ter nada senão respeito pelo Wenger. Por tudo o que ganhou e representa na história do clube. Acho que o que acabou por falhar nos últimos anos foi ele ter tido o controlo absoluto do departamento de futebol. Mesmo assim, o Arsenal sempre foi uma equipa que ganhando ou perdendo, praticava um futebol que na maioria dos anos que valia pagar o bilhete mas por várias razões (onde obviamente partilha culpas) não ganhou mais. Tenho a opinião de que até acho que seria uma escolha super interessante para o PSG.

Editado por DS7

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De facto a carreira do Wenger no Arsenal tem dois capítulos.

 

O primeiro exemplicado por:

 

8 May 2002

Win 1-0 at Old Trafford to win the league title

 

E o segundo...

 

22 March 2014

Marks 1,000th game in charge by losing 6-0 at Chelsea

 

 

como podes esquecer isto??? Melhor que vencer a Liga em Old Trafford... :compinchas:

 

 

Quanto ao Wenger, respeito-o imenso pelo que fez nao so no clube que amo como no futebol ingles em geral, mas devia ter saido mais cedo e deixaria a sua reputacao intacta.

 

Adoraria poder dizer In Wenger We Trust mas de momento nao consigo.

Editado por cadete

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Olha aí que o Refufu quer o homem no Barça :mrgreen:

Ainda vamos ver é o Wenger no PSG e Tuchel no Arsenal.

 

Ah e Wenger :prayer:

 

Também pode ser :mrgreen:

 

Hesito. Mas se lhe derem um saco de dinheiro sem fundo, era perfeito, obviamente. Há ali uns quantos reforços que seriam obrigatoriamente necessários, com ele.

 

Por acaso não sei se precisava assim de tantos. Na defesa, em particular, acho que era claramente a opção capaz de fazer o que lá está parecer muito melhor do que é, como fez no Napoli aliás. Um gajo como o Tuchel tem mais problemas em organizar a equipa nessa fase, e acho que precisaria de ir buscar 2 ou 3 defesas de nível superior para disfarçar, já o Sarri acho que indo buscar um central claramente acima da média (fala-se que o Mislintat gosta muito do Diallo do Mainz, e do que vi dele acho que encaixava perfeitamente) metia aquilo a funcionar muito bem.

 

Também acho que ele era capaz de fazer do Xhaka um 6 a sério, mas isso é capaz de ser mais arriscado. Se fosse para jogar no 433 do Napoli era obviamente essencial ir buscar pelo menos um extremo, se bem que o plantel do Arsenal me parece fantástico para o 4312 dele no Empoli, e não sei se ele não tentaria adoptá-lo se fosse para lá. No fundo, indo buscar um GR, um central, um 6 e eventualmente um extremo de qualidade acho que ficava com um plantel mais que suficiente para as ideias dele. Mas não acho que qualquer um dos outros treinadores que referes precisasse de menos que isso...

Editado por AndreSCP7

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Para ir o Ten Hag para lá mais valia ir buscar o Cocu...

 

o Ten Hag tem bem mais capacidade para isso que o Cocu. Pensei que ele ia floppar no Ajax, mas está a fazer um excelente trabalho. É tipo para outros voos.

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Por acaso não sei se precisava assim de tantos. Na defesa, em particular, acho que era claramente a opção capaz de fazer o que lá está parecer muito melhor do que é, como fez no Napoli aliás. Um gajo como o Tuchel tem mais problemas em organizar a equipa nessa fase, e acho que precisaria de ir buscar 2 ou 3 defesas de nível superior para disfarçar, já o Sarri acho que indo buscar um central claramente acima da média (fala-se que o Mislintat gosta muito do Diallo do Mainz, e do que vi dele acho que encaixava perfeitamente) metia aquilo a funcionar muito bem.

 

Também acho que ele era capaz de fazer do Xhaka um 6 a sério, mas isso é capaz de ser mais arriscado. Se fosse para jogar no 433 do Napoli era obviamente essencial ir buscar pelo menos um extremo, se bem que o plantel do Arsenal me parece fantástico para o 4312 dele no Empoli, e não sei se ele não tentaria adoptá-lo se fosse para lá. No fundo, indo buscar um GR, um central, um 6 e eventualmente um extremo de qualidade acho que ficava com um plantel mais que suficiente para as ideias dele. Mas não acho que qualquer um dos outros treinadores que referes precisasse de menos que isso...

Falta aqui aquele mouro de trabalho que faz a máquina funcionar também. Um "Allan". Mais esses reforços que referiste. E isto contando que conseguia manter Bellerín, Wilshere (quiçá até pudesse jogar a 6, com ele), Mkhi, Ozil e a dupla de avançados. Não seria fácil, apesar de ser possível. Eu não sou fã do Xhaka, daí achar que principalmente o 6 é mesmo essencial :mrgreen:

 

Sim, genericamente qualquer treinador precisaria deste número de reforços. O plantel do Arsenal é fraco, para lutar pelo título.

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Erro capital em ter falhado na renovação dos invencibles, o que tem levou a jogadores do calibre do Fabregas, Van Persie, Nasri, Sagna, Adebayor, etc etc a sairem do clube para ganharem titulos, quase no imediato, e à construção de planteis jovens, carentes de um líder e com reforços a cairem de para-quedas, que apesar de serem de qualidade, transpareceu a ideia de desenrasca.

 

Seja quem for o treinador, ele tem de investir a sério na construção do plantel.

Editado por Kimi Raikkonen

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Falta aqui aquele mouro de trabalho que faz a máquina funcionar também. Um "Allan". Mais esses reforços que referiste. E isto contando que conseguia manter Bellerín, Wilshere (quiçá até pudesse jogar a 6, com ele), Mkhi, Ozil e a dupla de avançados. Não seria fácil, apesar de ser possível. Eu não sou fã do Xhaka, daí achar que principalmente o 6 é mesmo essencial :mrgreen:

 

Sim, genericamente qualquer treinador precisaria deste número de reforços. O plantel do Arsenal é fraco, para lutar pelo título.

 

Podia ir buscar um gajo como o N'Dombelé também, sim. Mas para isso acho que um gajo como o Ramsey podia dar, caso o Sarri o conseguisse meter a correr sem ser para finalizar. Tem o "motor", por assim dizer, e a qualidade também.

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Agora até era bonito que se pudesse despedir com a conquista da Liga Europa.

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Podia ir buscar um gajo como o N'Dombelé também, sim. Mas para isso acho que um gajo como o Ramsey podia dar, caso o Sarri o conseguisse meter a correr sem ser para finalizar. Tem o "motor", por assim dizer, e a qualidade também.

Ramsey seria opção de banco, quanto a mim. Ele e o Iwobi. Duas boas alternativas.

 

Quem pegar no Arsenal, em primeiro lugar, terá sempre de pensar em como encaixar Aubameyang e Lacazette juntos. Ambos têm de jogar. Não sei bem como é que o Sarri o poderia fazer. Teria de ser com um deles na ala, ou então no tal 4x3x1x2 do Empoli, com o Ozil atrás deles.

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Gostava do Jardim, como havia dito - porque faz muito sentido em vários âmbitos, mas o sonho era o Allegri! Tendo em conta as movimentações que se têm feito nos bastidores, juntar assim um nome grande/gigante seria ouro sobre azul.

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Sinceramente, acho que o Brendan Rodgers era das melhores opções. Ainda assim, percebo que se prefira um nome mais sonante e, assim sendo, iria para o Allegri, Ancelotti ou Laurent Blanc. Fala-se muito do Luis Enrique mas, na minha opinião, é demasiado banal para fazer esta transição.

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Não me admirava nada se acabassem com o Luis Enrique.

 

Mas também sou da opinião que o ideal era mesmo o Allegri.

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Atualmente o mais falado para a substituição, e provavelmente o melhor, é o Allegri. Um nome que começa a ganhar relevo é o Nagelsmann mas se tivesse que escolher ia para o Leonardo.

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Estes últimos anos foram penosos para ele - sobretudo porque nunca percebeu que, quando se deixa de ter melhores jogadores do que os rivais, trabalhar apenas a organização ofensiva e deixar tudo o resto ao acaso não é suficiente para ser competitivo ao mais alto nível - mas é e será sempre uma referência para mim. Se o Arsenal ainda hoje é a minha equipa de eleição em Inglaterra, é graças a ele e às equipas fantásticas que construiu, que me fizeram começar a perceber, quando eu não pescava nada desta m*rda, o poder das combinações ofensivas e quão demolidora pode ser uma equipa em que os jogadores mais ofensivos se associem entre si para resolver problemas, leia-se defesas amontoados à frente da baliza. Em resumo: um génio do futebol ofensivo, um extraordinário avaliador e potenciador de talento, um dos pouquíssimos treinadores que vai deixar um legado muito para além dos títulos, um revolucionário no seu tempo, mas que não soube adaptar-se à transformação do futebol e do próprio Arsenal. Tenho pena que muito pessoal jovem só tenha esta última imagem dele, merecia um final de carreira mais digno.

 

Obrigado, Arsène. És um dos grandes.

 

Agora, era bonito sair pela porta grande com a conquista da Liga Europa :)

 

 

This is Wengerball.

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Allegri seria sem duvida o meu numero 1...mas a nao se concretizar, era tentar o Leonardo Jardim...

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Tenho pena que muito pessoal jovem só tenha esta última imagem dele, merecia um final de carreira mais digno.

 

Com jeitinho, isso acontecerá também ao Mourinho.

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As casas de apostas não gostam de dar dinheiro a ninguém. O nome que indicarem como favorito será esse.

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Com jeitinho, isso acontecerá também ao Mourinho.

 

Já está a acontecer, há artigos de opinião a falar de um Mourinho Antes e Depois de assinar pelo Real Madrid.

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Obrigado, Arsène. És um dos grandes.

 

Agora, era bonito sair pela porta grande com a conquista da Liga Europa :)

 

This is Wengerball.

Tudo verdade, a malta mais nova goza imenso com ele porque não assistiu à mudança que introduziu no clube. Durante muitos anos foi a equipa mais excitante da EPL, mas a quilómetros das outros. Aquele célebre orquestra de 2003-2004, era qualquer coisa de fabuloso.

 

PS: Adorava ve-lo no nosso Sporting.

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Refutador, tens opinião formada acerca do Luis Enrique, o treinador?

 

Só naquela.

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