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Politica Internacional

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Já muitos viraram a casaca. Orban venceu e faz o que quer. Bulgária caiu. Em França o Melenchon ganhou umas eleições quaisqueres. Agora Itália. E por aí vai. 

A solidariedade branca, da irmandade dos civilizados, é uma mentira. Não existe. E esta experiência vai correr mal. 

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Citação de Mayday, há 3 horas:

Eu acredito que a maneira mais correcta é a de isolar a Rússia, aliciando os seus aliados para o nosso lado.

Aceitando, claro, que entretanto a Ucrânia tenha o direito a defender-se. 

E se os EUA não interviessem, na retaguarda da NATO, acredito que a EU teria maior capacidade de negociação. 

A China não ganha nada com isto mas também não quer ver reforçado o poder da NATO na porta de entrada para o oriente via norte da Europa. 

Até os aliados mais irrelevantes da Rússia andam a tentar acenar à UE.

 

 

Citação de Mayday, há 1 hora:

A Rússia até pode estar a afundar, i.e, o seu povo também ficará mais pobre, o país ficará desgastado, certamente, também sofrerá mais com a guerra, mas Putin não parece estar. 

Ter os países aliados a puxar-lhe as orelhas ou os países neutrais a negar-lhe a venda de material é a melhor estratégia para lhe acalmar os ânimos.

Estás tu convencido de que os povos Europeus estão dispostos a fazer sacrifícios, como tu dizes estar. Eu estou convencido de que não estarão num futuro próximo.

Quando começar a doer realmente, deixa chegar o inverno e os resultados das políticas do BCE, e vamos ver como se comportam os povos europeus.

A guerra é um desestabilizador e infelizmente as instituições europeias e que lucra com o tremor aproveitam-se do caos.

Quem vai movimentar as massas já sabemos quem é.

Partindo do principio que a Ucrânia tem o direito de se defender e que se vai lhe prestar apoio para tal, então não há como fugir. É preciso que os USA estejam à frente da coisa.

Infelizmente (para mim que sou federalista e favorável à existência de um exercito europeu) a Europa não tem capacidade para apoiar a Ucrânia sozinha. Não tem porque durante anos dormiu descansada sobre a subserviência e proteção do exercito americano e meteu na cabeça que toda a gente pensa como ela e que já não existiam belicistas que estivessem dispostos a tomar ações que fossem disruptivas para o mercado global. A teoria do mercantilismo global para a paz falhou redondamente, com a ajuda de corrupção e realpolitik. A Merkel andou anos a achar que controlava o Putin e deu a m*rda que deu.

Não me parece disparatado dizer que a Ucrânia ainda existe hoje porque os USA, o UK e até o Japão (parece que fornecem bastante tecnologia e inteligence) estão na dianteira de apoio à Ucrânia desde o primeiro dia. É a disponibilidade destes países em fornecer armas, treinar e fornecer informações de alto valor tácito que (em conjunto com um aparente falhanço mal explicado de logística e preparação russa) que permitiu não só a contraofensiva como resistir nas primeiras horas. Foi esse apoio e a máquina de propaganda ucraniana perfeitamente bem oleada que foi montada desde o primeiro dia de uma forma inesperada, provavelmente com apoio dos USA.

O que quero dizer com isto é que provavelmente sem os USA (e UK que são no continente de longe o maior fornecedor de apoio à Ucrânia) não havia nada para negociar porque já não existira Ucrânia. A Europa jamais teria capacidade por si de suster o pais nas primeiras horas, quanto mais durante meses. Alias, dá para notar através das constantes hesitações da Alemanha e até França em fornecer armamento. O que seria da integridade territorial da Ucrânia que ainda existe hoje se fosse a contar com a Europa? Especulando, mais depressa acredito que ou tínhamos uma marioneta de Putin em Kyiv ou já tínhamos uma ligação da Russia até à Transnístria ou a Ucrânia tinha de ter assinado algum tipo de rendição e entregue formalmente território à Russia.

E ai podemos voltar à questão das negociações. O que seria possível negociar se a Ucrânia não tivesse capacidade de demonstrar resposta? Não me parece um salto ilógico achar que aconteceria o mesmo que em 2014 e teríamos uma ocupação com aceitação +/- oficial do mundo que a coisa simplesmente aconteceu como sucedeu na Crimeia que hoje em dia já poucos acreditam que não será russa mesmo no fim do conflito. Honestamente era o que eu achava que ia acontecer.

Se o racional for de que é preferível a Ucrânia ceder para conforto politico da região então, ai sim, faz-me mais sentido negociar. Agora ai a Ucrânia teria de ser forçada a tal e continuaríamos a ter o mesmo problema desde 2008 com um vizinho que invade o que quer, quando quer e que continua a semear fachos pela Europa fora sem qualquer tipo de confronto.

Sobre a efetividade das sanções, eu não vou me armar em von der Leyen com a história dos chips dos frigoríficos mas as tecnológicas estão a funcionar. Nem a China as quebra e a Russia vê se agora com tremenda dificuldade em renovar o material de guerra perdido e manter o abastecimento das suas forças na Ucrânia. A contraofensiva também me parece beneficiar disto mesmo. 

E se as sanções não funcionam então porque já por várias vezes o Kremlin diz que elas têm de acabar e são uma afronta à Rússia e ameaça com tudo e mais alguma coisa caso o G7 avance com o limite ao preço da venda? Se são tão inócuas qual a necessidade de tantas ameaças?

Creio que talvez o grande problema das sanções foi a expectativa de que seriam um martelo ocidental a cair num copo de cristal russo. No entanto, fomos alertados desde inicio por quem as impôs de que elas iria demorar meses e até talvez um ano a fazer efeito.

Tudo aponta para que o Kremlin achava que em semanas ou meses tratava do assunto. Agora está com uma mobilização da sua população que pode estar ou não a lhe criar problemas, recebe recados dos amigos (que estão ansiosos para lhe comer tudo até aos ossos) e está com um pais ainda mais atrasado.

Se a coisa corresse bem a Putin ninguém lhe puxava as orelhas nem ninguém se coibia de lhe vender material. Assim a situação é de tal forma desconfortável até para a China e India (que até vêm nisto uma oportunidade) estão ambos desapontados pelo colega se demonstrar um animal bastante menos feroz do que esperado.

Agora outra coisa é se os europeus estão dispostas a aguentar isto durante muito tempo e sim, esse é um receio que me lembro de ter falado logo nos primeiros dias tal como me lembro do Ilidio o dizer.

E ai voltamos à minha crença de que Putin ganha ainda mais nos sistemas políticos da Europa se ganhar no terreno do que se não ganhar. Como dizes, as sementes já lá estão. Parece-me mais sensato lhes tentar demonstrar que o sol os alimenta afinal não é assim tão brilhante do que deixar que esse sol lhes brilhe em todo o seu esplendor. Fachos só conhecem o poder da força. Se a sua principal figura for vitorioso no terreno então a sua posição fica ainda mais reforçada.

 

Editado por SAS_Robben
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Citação de SAS_Robben, há 23 minutos:

 

Partindo do principio que a Ucrânia tem o direito de se defender e que se vai lhe prestar apoio para tal, então não há como fugir. É preciso que os USA estejam à frente da coisa.

Infelizmente (para mim que sou federalista e favorável à existência de um exercito europeu) a Europa não tem capacidade para apoiar a Ucrânia sozinha. Não tem porque durante anos dormiu descansada sobre a subserviência e proteção do exercito americano e meteu na cabeça que toda a gente pensa como ela e que já não existiam belicistas que estivessem dispostos a tomar ações que fossem disruptivas para o mercado global. A teoria do mercantilismo global para a paz falhou redondamente, com a ajuda de corrupção e realpolitik. A Merkel andou anos a achar que controlava o Putin e deu a m*rda que deu.

Não me parece disparatado dizer que a Ucrânia ainda existe hoje porque os USA, o UK e até o Japão (parece que fornecem bastante tecnologia e inteligence) estão na dianteira de apoio à Ucrânia desde o primeiro dia. É a disponibilidade destes países em fornecer armas, treinar e fornecer informações de alto valor tácito que (em conjunto com um aparente falhanço mal explicado de logística e preparação russa) que permitiu não só a contraofensiva como resistir nas primeiras horas. Foi esse apoio e a máquina de propaganda ucraniana perfeitamente bem oleada que foi montada desde o primeiro dia de uma forma inesperada, provavelmente com apoio dos USA.

O que quero dizer com isto é que provavelmente sem os USA (e UK que são no continente de longe o maior fornecedor de apoio à Ucrânia) não havia nada para negociar porque já não existira Ucrânia. A Europa jamais teria capacidade por si de suster o pais nas primeiras horas, quanto mais durante meses. Alias, dá para notar através das constantes hesitações da Alemanha e até França em fornecer armamento. O que seria da integridade territorial da Ucrânia que ainda existe hoje se fosse a contar com a Europa? Especulando, mais depressa acredito que ou tínhamos uma marioneta de Putin em Kyiv ou já tínhamos uma ligação da Russia até à Transnístria ou a Ucrânia tinha de ter assinado algum tipo de rendição e entregue formalmente território à Russia.

E ai podemos voltar à questão das negociações. O que seria possível negociar se a Ucrânia não tivesse capacidade de demonstrar resposta? Não me parece um salto ilógico achar que aconteceria o mesmo que em 2014 e teríamos uma ocupação com aceitação +/- oficial do mundo que a coisa simplesmente aconteceu como sucedeu na Crimeia que hoje em dia já poucos acreditam que não será russa mesmo no fim do conflito. Honestamente era o que eu achava que ia acontecer.

Se o racional for de que é preferível a Ucrânia ceder para conforto politico da região então, ai sim, faz-me mais sentido negociar. Agora ai a Ucrânia teria de ser forçada a tal e continuaríamos a ter o mesmo problema desde 2008 com um vizinho que invade o que quer, quando quer e que continua a semear fachos pela Europa fora sem qualquer tipo de confronto.

Sobre a efetividade das sanções, eu não vou me armar em von der Leyen com a história dos chips dos frigoríficos mas as tecnológicas estão a funcionar. Nem a China as quebra e a Russia vê se agora com tremenda dificuldade em renovar o material de guerra perdido e manter o abastecimento das suas forças na Ucrânia. A contraofensiva também me parece beneficiar disto mesmo. 

E se as sanções não funcionam então porque já por várias vezes o Kremlin diz que elas têm de acabar e são uma afronta à Rússia e ameaça com tudo e mais alguma coisa caso o G7 avance com o limite ao preço da venda? Se são tão inócuas qual a necessidade de tantas ameaças?

Creio que talvez o grande problema das sanções foi a expectativa de que seriam um martelo ocidental a cair num copo de cristal russo. No entanto, fomos alertados desde inicio por quem as impôs de que elas iria demorar meses e até talvez um ano a fazer efeito.

Tudo aponta para que o Kremlin achava que em semanas ou meses tratava do assunto. Agora está com uma mobilização da sua população que pode estar ou não a lhe criar problemas, recebe recados dos amigos (que estão ansiosos para lhe comer tudo até aos ossos) e está com um pais ainda mais atrasado.

Se a coisa corresse bem a Putin ninguém lhe puxava as orelhas nem ninguém se coibia de lhe vender material. Assim a situação é de tal forma desconfortável até para a China e India (que até vêm nisto uma oportunidade) estão ambos desapontados pelo colega se demonstrar um animal bastante menos feroz do que esperado.

Agora outra coisa é se os europeus estão dispostas a aguentar isto durante muito tempo e sim, esse é um receio que me lembro de ter falado logo nos primeiros dias tal como me lembro do Ilidio o dizer.

E ai voltamos à minha crença de que Putin ganha ainda mais nos sistemas políticos da Europa se ganhar no terreno do que se não ganhar. Como dizes, as sementes já lá estão. Parece-me mais sensato lhes tentar demonstrar que o sol os alimenta afinal não é assim tão brilhante do que deixar que esse sol lhes brilhe em todo o seu esplendor. Fachos só conhecem o poder da força. Se a sua principal figura for vitorioso no terreno então a sua posição fica ainda mais reforçada.

 

Em relação às sanções, sou um curioso em relação à aviação,  e a Russia está com graves, mesmo graves, problemas com material para a aviação. A China, por exemplo, não fornece material à Russia. Eles andam a canibalizar aviões. Alguns especialistas dizem que, no inicio de 2023, os aviões russos vão estar no chão (ou por precaução, ou porque cairam mesmo). Além disso, e pelas mesmas razões, a Russia tem o mesmo problema na ferrovia se bem que, a manutenção não é tão necessária como a aviação.

Outro ponto é a segurança informática. A Russia está sem mão de obra (é um mito que os russos não os melhores em IT Security). Quem geria a InfoSec da Russia eram. maioritariamente, pessoal do UK (para as grandes instancias) e indianos (para o menos preocupante). 

Isto tudo para dizer o seguinte, se a Russia está a ser fortemente afetada em áreas importantes para a sua sobrevivência enquanto nação, em outras áreas. talvez mais essenciais, mais dia, menos dia, também vão sentir o impacto.

 

Editado por Gilberto Carlos

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Se as democracias ocidentais expropriarem os sectores energéticos, controlarem os preços e conferirem condições dignas de sobrevivência, Putin será esmagado.

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Eu nao consigo entender com todo o conhecimento historico que temos, como alguem defende que as sancoes (que so pecam por tardias e parcas) nao sao a unica solucao viavel.

Digam-me uma vez na historia em que um pais com as ambicoes da Russia (ou do Putin) foi travado pela via diplomatica apenas?

De resto vamos imaginar que sim iamos por esse lado, continuavamos a importar/exportar para a Russia e iamos fazendo discursos bonitos. O que fariamos quando o Putin decidisse que em seguida era a vez dos Balticos? E se em seguida fosse a Finlandia?

Enfim essa via "diplomatica" deu um excelente resultado com os Sudetas, Manchuria e outros casos semelhantes.

E a conversa que a extrema direita cresce devido a guerra é outra falacia. A Austria elegeu a extrema direita ha 15 anos atras, na maioria dos paises escandinavos a extrema direita tem mais ou menos a mesma votacao desde o inicio do seculo XXI.

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Hadis Najafi castigada com 6 tiros no peito por remover o lençol islâmico da cabeça.

Era trancar esta gente numa cela, obrigados a ver Carl Sagan durante anos.

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Alguém rebentou com os pipelines nordstream no mar báltico. 

Se fosse alemão estava a ir comprar uma salamandra e um carregamento de lenha.

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Citação de antifa, há 53 minutos:

Alguém rebentou com os pipelines nordstream no mar báltico. 

Se fosse alemão estava a ir comprar uma salamandra e um carregamento de lenha.

Pelos vistos a pressão dos pipelines desceu repentinamente. Certamente que foi um acaso 😑

Editado por HIM

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Citação de antifa, há 35 minutos:

Alguém rebentou com os pipelines nordstream no mar báltico. 

Se fosse alemão estava a ir comprar uma salamandra e um carregamento de lenha.

Again, quase que apetece dizer que é bem feito. Desligaram as nucleares em prol do gás, agora que se aguentem e que produzam electricidade à manivela.

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Citação de HIM, há 4 minutos:

Pelos vistos a pressão dos pipelines subiu repentinamente. Certamente que foi um acaso 😑

Desceu. 

Pelos vistos o problema terá ocorrido numa ilha da Dinamarca. 

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O Nord Stream 1 está encerrado desde 5 de Setembro e o 2 nunca abriu.

O 1 tem é duas fugas porque existe sempre gás lá dentro mesmo depois de encerrado.

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Citação de challenger, há 14 minutos:

Desceu. 

Pelos vistos o problema terá ocorrido numa ilha da Dinamarca. 

Thanks, li ontem e estava com a sensação que tinha lido que tinha subido 🙂

Citação de Ghelthon, há 18 minutos:

Again, quase que apetece dizer que é bem feito. Desligaram as nucleares em prol do gás, agora que se aguentem e que produzam electricidade à manivela.

Os franceses esfregam as mãos

Editado por HIM

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Os mercados financeiros estão a reagir muito bem às medidas da Tuss

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Citação de HIM, há 11 minutos:

 

Os franceses esfregam as mãos

Os franceses estão à rasca com as centrais deles. 

Mas parece que há um acordo entre os dois países, aliás, acho que foi uma das razões para a Alemanha ter aceite as medidas. 

Mas a central aqui perto de onde moro só tem um reactor a funcionar, o segundo está a ser fiscalizado e se não houver problemas estruturais só começa em Fevereiro. É rezar para que o que está a funcionar não dê problemas. 

E como está há muitas em França que estão na mesma situação de chegar ao "fim de vida" e que têm de estar constantemente em pausa para verificação. 

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Citação de Jimpo, há 14 minutos:

Os franceses estão à rasca com as centrais deles. 

Mas parece que há um acordo entre os dois países, aliás, acho que foi uma das razões para a Alemanha ter aceite as medidas. 

Mas a central aqui perto de onde moro só tem um reactor a funcionar, o segundo está a ser fiscalizado e se não houver problemas estruturais só começa em Fevereiro. É rezar para que o que está a funcionar não dê problemas. 

E como está há muitas em França que estão na mesma situação de chegar ao "fim de vida" e que têm de estar constantemente em pausa para verificação. 

Do que percebi, um dos problemas foi que a manutenção foi adiada por causa da pandemia em 2020 e 2021 e agora calha de terem de fazer todos ao mesmo tempo.

E a seca + temperaturas altas não ajudam, porque não querem mandar água quente para os rios, porque pode impactar a fauna e flora local

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Citação de HIM, há 37 minutos:

Thanks, li ontem e estava com a sensação que tinha lido que tinha subido 🙂

Os franceses esfregam as mãos

Cerca de metade da potencia nuclear francesa está parada. Para além que na presidenciais e já antes se tinha discutido um abandono progressivo da energia nuclear, de forma a transitar para as energias renováveis.

E posso estar a dizer asneiras mas acho que a França até reativou ou está a tentar reativar centrais para fazer face ao aumento exponencial da eletricidade. E também se aperceberam que precisam de ter algum controlo da energia, com os conflitos que tem surgido e por isso o estado quer nacionalizar a EDF, não sei se já foi concluído.

Editado por Alonso.

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Citação de Mayday, há 13 horas:

Sim, com sanções - cujo impacto o Putin, com certeza, previu e calculou - com um impacto político e social feroz para os países da UE. 

De onde é que vêm essas tuas certezas? É que a cada dia que passa me parece que o que quer que tenha sido calculado pelo lado agressor foram mais contas de merceeiro que outra coisa.

A inflação já aí estava e a extrema direita também, não foi a guerra que os trouxe.

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A desculpa da inflação com a guerra foi uma sorte para a UE que ficou com a culpa do desgoverno que tem havido + políticas do COVID

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Citação de Jimpo, há 32 minutos:

A desculpa da inflação com a guerra foi uma sorte para a UE que ficou com a culpa do desgoverno que tem havido + políticas do COVID

Exato.

A inflação já estava a chegar com o dinheiro dado ao desbarato + dinheiro acumulado nas famílias que não gastaram durante a pandemia.

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Citação de Jimpo, há 1 hora:

E como está há muitas em França que estão na mesma situação de chegar ao "fim de vida" e que têm de estar constantemente em pausa para verificação. 

O Macron não tinha feito marcha-atrás na intenção de desligar centrais? Tinha essa ideia.

É que as renováveis são muito bonitas e são de facto parte importante do futuro energético do planeta, mas neste momento não são garante de coisa nenhuma nem são capazes de sustentar as redes que temos. Se a ideia é deixar de lado as fontes poluentes, como carvão e gás, nuclear é a escolha certa. Nem percebo onde pode sequer haver dúvidas nisto.

Editado por Ghelthon
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Citação de Puto Perdiz, Em 23/09/2022 at 18:37:

se tivesse dinheiro ia para Cuba e reformava-me.

 

Citação de antifa, há 19 horas:

Entre ir para Cuba ou ir para a Estónia sei bem para onde ia. 

Vejo que também és um homem de cultura.

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