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Politica Internacional

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Citação de antifa, há 21 minutos:

Exército europeu nas mãos da Le Pen, da Meloni ou daqui a uns anos de uma AFD da vida também ia ser porreiro.

É pior do que ter esses a controlar os próprios exércitos, dentro de uma comunidade fraturada onde a maior parte dos restantes membros são quase anedóticos a nível militar? 

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Citação de Burkina2008, há 22 minutos:

Seria bom era um exercito providenciado pelos chineses, com armas da Temu e avioes do Alibaba

Partiam ao fim de um par de utilizações

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Citação de Burkina2008, há 43 minutos:

Seria bom era um exercito providenciado pelos chineses, com armas da Temu e avioes do Alibaba

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Os ocidentais é sabem fazê-las.

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Citação de Mayday, há 4 minutos:

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Os ocidentais é sabem fazê-las.

Ui tinha que vir aqui a virgem ofendida...

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Citação de Burkina2008, há 10 minutos:

Ui tinha que vir aqui a virgem ofendida...

Engraçado. 

Porque ninguém falou na china e tu mais uma vez trouxeste-os para uma conversa nada a ver. 

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A Europa terá pequenas células militares coordenadas pela fé em Alá e guiados pelas Hadiths e pelo Qur'an. 

Em termos de segurança não temos muito com que nos preocupar. Até porque seremos rivais tanto do protestantismo americano como da ortodoxia russa. 

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Citação de Mayday, há 51 minutos:

Engraçado. 

Porque ninguém falou na china e tu mais uma vez trouxeste-os para uma conversa nada a ver. 

Bepanthene Pomada 100gr | Protege e Trata Assaduras - PharmaScalabis

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tenho a certeza que qualquer um desses bebados era melhor presidente de câmara que o dr carlos moedas 

Editado por Pavel
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Citação de antifa, há 11 horas:

Exército europeu nas mãos da Le Pen, da Meloni ou daqui a uns anos de uma AFD da vida também ia ser porreiro.

Não digo que não seja um risco grande, mas qual é a alternativa? Continuar totalmente dependentes num States que cada vez mais se estão a cagar para a Europa? Criar dependência idêntica sobre a China? Criar exércitos fortes para cada estado europeu totalmente independentes uns dos outros que depois não se coordenem e possam criar futuros conflitos internos e cair nas mãos de AFDs e Le Pens na mesma? Não fazer nada e esperar calmamente que o Putin comece a invadir isto tudo?

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Citação de Mayday, há 12 horas:

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Os ocidentais é sabem fazê-las.

os russos que o digam... só com a sucata ocidental e meia dúzia de ucranianos fizeram chacota da mãe rússia.

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Citação de Axadrezado, há 13 horas:

O problema é que continuamos mais preocupados com as Quintinhas do que ver o panorama geral.

Um exercito europeu era para ontem por exemplo.

Recuperar o Reino Unido e juntar o Canadá numa nova União também não se perdia nada...

Resumindo, dar kick ban aos EUA da NATO.

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Citação de Ed, há 24 minutos:

Resumindo, dar kick ban aos EUA da NATO.

eu (e o pedro mexia) pratico um desporto radical que se chama defender o presidente dos USA desde que desenvolvi personalidade jurídica. não aconselho a ninguém porque dá muitas dores de cabeça e geralmente não fazes amigos.

nada me custa mais do que concordar com este post, apesar de dar kick aos eua da nato é como dar kick aos bifes da fifa. 

para quem sempre foi um pró americano convicto e todo orgulhoso disso, são dias de chumbo o que vamos vivendo...

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Citação de noikeee, há 2 horas:

Não digo que não seja um risco grande, mas qual é a alternativa? Continuar totalmente dependentes num States que cada vez mais se estão a cagar para a Europa? Criar dependência idêntica sobre a China? Criar exércitos fortes para cada estado europeu totalmente independentes uns dos outros que depois não se coordenem e possam criar futuros conflitos internos e cair nas mãos de AFDs e Le Pens na mesma? Não fazer nada e esperar calmamente que o Putin comece a invadir isto tudo?

Primeiro há que pensar, o que seria de facto um exército Europeu? Um exército independente das nações-estado subordinado só à comissão europeia e sob as ordens do presidente da comissão? O que seria preciso para atingir isso? Um federalismo total? Uma duplicação de valências e gastos em relação aos exércitos nacionais? Uma eliminação dos exércitos nacionais? Os governos nacionais não teriam nenhuma palavra decisiva? Não haveria poder de veto? Isso parece-me um exercício fantasioso, muito mais considerando a realidade actual, em que nem política externa comum há. Além da esmagadora maioria dos Europeus nem sequer entender o que são, de facto, as instituições europeias ou como funcionam.

Então um exército europeu seria mais realisticamente um conjunto de brigadas fornecidos pelos estados membros que de vez em quando se integrariam como se fossem uma divisão. Isto é basicamente o formato da NATO e, lá está, a participação ou não em conflitos fica à mercê da escolha dos governos de turno. Isto numa escala meramente europeia parece-me brutalmente ineficaz para os cenários catastrofistas que andam a pintar. Estou mesmo a ver países nada a ver e com interesses diferentes tipo uma Estónia, uma Hungria e por exemplo uma Itália a entenderem-se sobre para onde mandar cidadãos morrer e a vender isso aos votantes da eleição nacional seguinte. Aliás, não duvido muito que um exercito deste tipo, mais do que para deter numa eventualidade o Putin, e com o alinhamento de certos governos europeus, serviria mais facilmente para fazer intervenções tipo Líbia para parar um futuro fluxo migratório de África. 

Depois há a questão logística. A Europa não tem, nem nunca voltará a ter, capacidade industrial para competir com as grandes potências, que não só são produtoras, como acima de tudo são extratoras de matérias primas. A Europa teve em tempos o desenvolvimento que teve graças sobretudo ao colonialismo e depois à influência que manteve sobre ex-colónias e zonas historicas de influência, hoje isso já foi à vida. Tem de competir por recursos num mercado global, onde os competidores são países com menos escrúpulos e limites éticos. As produções de armamento europeu se calhar dão para o gasto interno, numa guerra de alta intensidade como alguns profetizam nem 15 dias duram. Basta olhar à volta, quem é que tu conheces que vai vergar a mola na fábrica se o Nuno Melo mandar? Aliás, qual fábrica?

Mas lá está, eu sinceramente não tenho solução, até porque pessoalmente não alinho no histerismo que vai por aí sobre a necessidade de uma escalada no gasto militar. Continuo a achar que o melhor que a Europa pode fazer é ser um bloco focado no desenvolvimento comum, focar-se naquilo que é bom e apostar em aumentar e garantir maior igualdade social nas nações, sendo disso um exemplo. Essa solidariedade será o que pode garantir coesão e, se for caso disso, vontade de uma defesa em comum. Convém também ser um exemplo de diplomacia, de preferência sem demasiado viés ideológico, tipo meter alguém profundamente anti-russo a tratar da diplomacia não me parece a melhor política, tal como ter responsáveis a gozar publicamente com Trump ou um Macron a dizer que os africanos devem estar agradecidos à França também não sei se será a melhor ideia. Mas sei que estamos numa fase de exageros, apesar disso, polémico, não acredito em pretensões expansionistas da Rússia para além da Ucrânia, nem acredito em maluquinhos que queiram arriscar guerras nucleares. E se até os próprios Americanos, agora do governo Trump, já falam no Mundo multipolar, que era o discurso da Russia e da China, parece-me que é isso com que a Europa tem de contar.

Editado por antifa
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Citação de antifa, há 7 minutos:

não acredito em pretensões expansionistas da Rússia para além da Ucrânia

Não acho que eles queiram propriamente marchar até Paris, mas recuperar o Báltico é claramente um objetivo e eles já demonstraram que são agressivamente expansionistas e vão até onde os deixarem

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Citação de antifa, há 4 minutos:

Primeiro há que pensar, o que seria de facto um exército Europeu? Um exército independente das nações-estado subordinado só à comissão europeia e sob as ordens do presidente da comissão? O que seria preciso para atingir isso? Um federalismo total? Uma duplicação de valências e gastos em relação aos exércitos nacionais? Uma eliminação dos exércitos nacionais? Os governos nacionais não teriam nenhuma palavra decisiva? Não haveria poder de veto? Isso parece-me um exercício fantasioso, muito mais considerando a realidade actual. Além da esmagadora maioria dos Europeus nem sequer entender o que são, de facto, as instituições europeias ou como funcionam.

Então um exército europeu seria mais realisticamente um conjunto de brigadas fornecidos pelos estados membros que de vez em quando se integrariam como se fossem uma divisão. Isto é basicamente o formato da NATO e, lá está, a participação ou não em conflitos fica à mercê da escolha dos governos de turno. Isto numa escala meramente europeia parece-me brutalmente ineficaz para os cenários catastrofistas que andam a pintar. Estou mesmo a ver países nada a ver e com interesses diferentes tipo uma Estónia, uma Hungria e por exemplo uma Itália a entenderem-se sobre para onde mandar cidadãos morrer e a vender isso aos votantes da eleição nacional seguinte. Aliás, não duvido muito que um exercito deste tipo, mais do que para deter numa eventualidade o Putin, e com o alinhamento de certos governos europeus, serviria mais facilmente para fazer intervenções tipo Líbia para parar um futuro fluxo migratório de África. 

Depois há a questão logística. A Europa não tem, nem nunca voltará a ter, capacidade industrial para competir com as grandes potências, que não só são produtoras, como acima de tudo são extratoras de matérias primas. A Europa teve em tempos o desenvolvimento que teve graças sobretudo ao colonialismo e depois à influência que manteve sobre ex-colónias e zonas historicas de influência, hoje isso já foi à vida. Tem de competir por recursos num mercado global, onde os competidores são países com menos escrúpulos e limites éticos. As produções de armamento europeu se calhar dão para o gasto interno, numa guerra de alta intensidade como alguns profetizam nem 15 dias duram. Basta olhar à volta, quem é que tu conheces que vai vergar a mola na fábrica se o Nuno Melo mandar? Aliás, qual fábrica?

Mas lá está, eu sinceramente não tenho solução, até porque pessoalmente não alinho no histerismo que vai por aí sobre a necessidade de uma escalada no gasto militar. Continuo a achar que o melhor que a Europa pode fazer é ser um bloco focado no desenvolvimento comum, focar-se naquilo que é bom e apostar em aumentar e garantir maior igualdade social nas nações, sendo disso um exemplo. Essa solidariedade será o que pode garantir coesão e, se for caso disso, vontade de uma defesa em comum. Convém também ser um exemplo de diplomacia, de preferência sem demasiado viés ideológico, tipo meter alguém profundamente anti-russo a tratar da diplomacia não me parece a melhor política, tal como ter responsáveis a gozar publicamente com Trump ou um Macron a dizer que os africanos devem estar agradecidos à França também não sei se será a melhor ideia. Mas sei que estamos numa fase de exageros, apesar disso, polémico, não acredito em pretensões expansionistas da Rússia para além da Ucrânia, nem acredito em maluquinhos que queiram arriscar guerras nucleares. E se até os próprios Americanos, agora do governo Trump, já falam no Mundo multipolar, que era o discurso da Russia e da China, parece-me que é isso com que a Europa tem de contar.

Ótimos pontos. Eu tenho lido bastante sobre o exército europeu e a minha conclusão é simples: quem fala no exército europeu não o quer, quer é que o dinheiro seja gasto em França e na Alemanha, e não nos USA.

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Citação de pedropb13, Em 07/01/2025 at 08:51:

O chanceler Nehammer, da ÖVP,  estava a negociar com o SPÖ e o NEOS desde esta altura. No dia 2, o NEOS anunciou que se retiraria das negociações. Um ou dois dias depois, Nehammer anunciou que a ÖVP não ia continuar as conversações com o SPÖ e anunciou a sua demissão.

Ontem, o presidente federal deu ao Kickl, líder da FPÖ, o mandato para formar governo. A expectativa é que o Kickl consiga fazê-lo em parceria com o novo líder da ÖVP.

Plot twist: também não chegaram a acordo e as negociações terminaram. Já lá vão 137 dias desde as eleições.

Ninguém faz ideia do que vem a seguir. As sondagens mostram a FPÖ com ainda mais vantagem do que nas eleições. Volta a falar-se da coligação ÖVP-SPÖ-Neos, já que com novas caras metidas ao barulho desde o colapso das primeiras negociações, talvez seja possível chegarem a um entendimento.

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Um exército europeu faria sentido numa Europa Federal unida e com instâncias supranacionais instituídas e sólidas. Tivemos 70 anos para o conseguir; não conseguimos. Não vai ser agora que isso irá acontecer.

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Citação de noikeee, há 14 minutos:

Não acho que eles queiram propriamente marchar até Paris, mas recuperar o Báltico é claramente um objetivo e eles já demonstraram que são agressivamente expansionistas e vão até onde os deixarem

A Rússia está depenada, económica e militarmente. Vão demorar muito até recuperar desta guerra, duvido que se metam noutra, ainda para mais contra a NATO.

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Citação de noikeee, há 7 minutos:

Não acho que eles queiram propriamente marchar até Paris, mas recuperar o Báltico é claramente um objetivo e eles já demonstraram que são agressivamente expansionistas e vão até onde os deixarem

A mim custa-me a acreditar na Rússia de Schrödinger, que arrisca com quase 100% de certeza um conflito com a NATO ao ir para o Báltico (algo nas circunstâncias atuais potencialmente inimaginável em termos de dimensão btw) e ao mesmo tempo vê-se f*dida para ganhar 50km na Ucrânia. 

Não querendo entrar muito na discussão da guerra, que dá sempre m*rda, eu acho que a Rússia viu este conflito como algo estruturalmente decisivo e um definir de fronteiras definitivo face ao expansionismo da Nato, uma questão de doutrina nacional inultrapassável. Fora isso, se os deixarem vender gás, acho que ficam contentes.

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Citação de Black Hawk, há 38 minutos:

Um exército europeu faria sentido numa Europa Federal unida e com instâncias supranacionais instituídas e sólidas. Tivemos 70 anos para o conseguir; não conseguimos. Não vai ser agora que isso irá acontecer.

Não discordo. Pessoalmente sou a favor de continuar a avançar até um federalismo completo, não estou particularmente agarrado a uma identidade de ser "português" mais do que ser "europeu", no entanto reconheço que há imensa resistência da população em geral e é algo que provavelmente só fará sentido ao fim de ainda muitas mais décadas

Citação de Ghelthon, há 36 minutos:

A Rússia está depenada, económica e militarmente. Vão demorar muito até recuperar desta guerra, duvido que se metam noutra, ainda para mais contra a NATO.

 

Citação de antifa, há 35 minutos:

A mim custa-me a acreditar na Rússia de Schrödinger, que arrisca com quase 100% de certeza um conflito com a NATO ao ir para o Báltico (algo nas circunstâncias atuais potencialmente inimaginável em termos de dimensão btw) e ao mesmo tempo vê-se f*dida para ganhar 50km na Ucrânia. 

Não querendo entrar muito na discussão da guerra, que dá sempre m*rda, eu acho que a Rússia viu este conflito como algo estruturalmente decisivo e um definir de fronteiras definitivo face ao expansionismo da Nato, uma questão de doutrina nacional inultrapassável. Fora isso, se os deixarem vender gás, acho que ficam contentes.

Eu estou a pensar mais a longo prazo e não nos próximos 5 anos. A Rússia está depenada mas eventualmente haverá de se reagrupar, seja daqui a 10, 20 ou 25 anos. Só perdemos tempo se esperarmos pela Rússia se ter reagrupado, então para decidirmos nos começar a rearmar. Até porque como o Antifa disse e bem, não há fábricas, não há nada, isso leva muito tempo a repensar tudo de raiz para uma maior auto-suficiência do continente europeu

Para além disso não excluo a possibilidade de a Rússia indiretamente (através de propaganda, políticos infiltrados ou com objetivos comuns) conseguir fraturar completamente ou mesmo fazer desaparecer a União Europeia e a NATO, e aí já não está em jogo uma guerra nuclear em futuras aventuras expansionistas russas 

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A ideia de um exército federal europeu também não me parece exequível. A questão aqui é que um exército destas dimensões também não se monta num ano ou dois.

E apesar de concordar com quem não alinha que estamos à beira de uma invasão em larga escala da Rússia, o meu ponto aqui é que estamos a fazer contas ao actual estado de coisas, com um Trump e um Putin idosos. Mas alguém acredita que isto não é o princípio e que daqui a uma década não vai estar tudo bastante pior?

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Ainda hoje há ressentimentos e tensões entre exército alemão e francês quando são obrigados a cooperar em missões da NATO, quanto mais criar esse exercito federal. 

Source: militares e ex militares franceses que vou tratando e que estiveram no Kosovo e Afeganistão. 

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