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Lip McBoatface

Viagens (Actualizado a 02/09/2021)

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Citação de Seferogol, há 5 minutos:

Roma

Pensei nisso, mas é uma cidade que prefiro deixar para quando o moço tiver mais independencia para não ficar a sensação que não aproveitamos tudo. 

@Tio Hans 😂

Estava a pensar algo tipo Dublin, Edinburg, Colónia. Nesse registo mas mais quentes.

Editado por Mwangaza

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Citação de Mwangaza, há 9 minutos:

Sugestões de alguma cidade europeia para ir em Maio em casal e filho de 1 ano.

Ideia é aproveitar 3 dias para estrear o moço em viagens de avião e algo que seja tranquilo e dê para passear sem grandes correrias.

Madrid.

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Citação de Tio Hans, há 1 minuto:

deixa a droga.

Então não? Dá para fazer tudo a pé+carrinho bebé, e 3 dias são suficientes para ver o principal.

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Citação de Mwangaza, há 15 minutos:

Sugestões de alguma cidade europeia para ir em Maio em casal e filho de 1 ano.

Ideia é aproveitar 3 dias para estrear o moço em viagens de avião e algo que seja tranquilo e dê para passear sem grandes correrias.

Com um puto de um ano, tenta encontrar uma cidade que não seja carro-cêntrica nem um grande centro urbano. Ou seja, foge de qualquer cidade latina. Do que vou conhecendo, podes ir a Brugge, podes voar para Tours, alugar um carro e ir ver os castelos do Loire, podes ir ao Luxemburgo, etc.

Se não fores com o orçamento muito apertado, a Suíça ou Copenhaga são excelentes soluções, embora o voo para Copenhaga seja talvez um pouco longo demais.

Citação de Seferogol, há 5 minutos:

Então não? Dá para fazer tudo a pé+carrinho bebé, e 3 dias são suficientes para ver o principal.

Eu não conheço Roma, mas deve ser maravilhoso andar com um carrinho por ruas estreitas, pejadas de gente e com um trânsito absolutamente insano, sem qualquer respeito pelas regras de trânsito.

Editado por Tio Hans
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Citação de Tio Hans, há 33 minutos:

Com um puto de um ano, tenta encontrar uma cidade que não seja carro-cêntrica nem um grande centro urbano. Ou seja, foge de qualquer cidade latina. Do que vou conhecendo, podes ir a Brugge, podes voar para Tours, alugar um carro e ir ver os castelos do Loire, podes ir ao Luxemburgo, etc.

Se não fores com o orçamento muito apertado, a Suíça ou Copenhaga são excelentes soluções, embora o voo para Copenhaga seja talvez um pouco longo demais.

Eu não conheço Roma, mas deve ser maravilhoso andar com um carrinho por ruas estreitas, pejadas de gente e com um trânsito absolutamente insano, sem qualquer respeito pelas regras de trânsito.

Bem, esqueci-me do trânsito.

Sim, os semáforos lá apenas dão colorido à cidade, ninguém respeita

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Citação de Mwangaza, há 48 minutos:

Sugestões de alguma cidade europeia para ir em Maio em casal e filho de 1 ano.

Ideia é aproveitar 3 dias para estrear o moço em viagens de avião e algo que seja tranquilo e dê para passear sem grandes correrias.

Com um miúdo de 1 ano evitaria Roma, Londres, Paris e tudo o que seja este registo. Procuraria algo mais calmo e que desse para passear tranquilamente. Bruges é fantástico, como já sugeriram. Holanda também, com exceção de Amesterdão. Uma cidade tranquila alemã também não é mal pensado.

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Obrigado @Duda34 e @Tio Hans

Gostei muito da sugestão de Brugges ou cidades holandesas ou alemãs. Já estive em algumas alemãs e gosto muito da organjização e da tranquilidade que se consegue ao passear lá. E muitas delas tem imensos espaços verdes interessantes.

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Se fores a Bruges, possa em Ghent também.

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Citação de a.lopes, há 2 horas:

Pessoal, alguém viajou para Portugal desde que o teste para entrada passou a ser obrigatório?

Podem dar uma vista de olhos à minha pergunta?

https://www.cmportugal.com/topic/192621-covid-19-coronavírus-tópico-de-discussão/?do=getLastComment

Vim de Roma segunda feira, sim o meu também tinha QR code, mas nem dava para ler, eles só viram se o nome coincidia e se estava negativo. Aterrei no Aeroporto Francisco Sá Carneiro. 

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Citação de Tio Hans, há 11 horas:

Com um puto de um ano, tenta encontrar uma cidade que não seja carro-cêntrica nem um grande centro urbano. Ou seja, foge de qualquer cidade latina. Do que vou conhecendo, podes ir a Brugge, podes voar para Tours, alugar um carro e ir ver os castelos do Loire, podes ir ao Luxemburgo, etc.

Se não fores com o orçamento muito apertado, a Suíça ou Copenhaga são excelentes soluções, embora o voo para Copenhaga seja talvez um pouco longo demais.

Eu não conheço Roma, mas deve ser maravilhoso andar com um carrinho por ruas estreitas, pejadas de gente e com um trânsito absolutamente insano, sem qualquer respeito pelas regras de trânsito.

Estive em Roma e não senti isso mas também já lá vão 10 anos e foi depois de vir de Palermo.

E quando eles andam de carrinho de bebé, e dormem no carrinho ( e é apenas 1), as coisas até são fáceis. A ginástia engraçada vem depois.

Editado por smashing_pumpkin

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Citação de a.lopes, há 23 horas:

Pessoal, alguém viajou para Portugal desde que o teste para entrada passou a ser obrigatório?

Podem dar uma vista de olhos à minha pergunta?

https://www.cmportugal.com/topic/192621-covid-19-coronavírus-tópico-de-discussão/?do=getLastComment

Fiz Madrid-Porto. Só verificaram se estava escrito negativo e conferiram o meu CC. Nem sei se tinha QR o teste que fiz. 

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Guiné Equatorial

Como já fui dizendo por aqui, em setembro passado fiz a minha primeira (de muitas) viagem para a Guiné Equatorial, mais concretamente, para a capital, Malabo. Fui 2 meses, em trabalho. Sem prejuízo de com mais viagens realizadas poder vir deixar aqui mais uns achegos, e até mudar de opiniões e/ou perceções, faço aqui um post com uns tópicos muito breves sobre o país. Quem sabe alguém daqui decida passar por lá e bebamos umas cervejas se lá estiver.

- Covid: situação atual e condicionalismos

Era suposto já ter ido para a Guiné há algum tempo atrás. Infelizmente, surgiu o Covid e a sua rápida disseminação foi adiando a minha viagem. Entre viagens marcadas e canceladas, concluiu-se que não valeria a pena estar a ir para o país se os clientes que o meu escritório tem lá não me poderiam receber pessoalmente - as coisas teriam que relaxar um pouco mais. Quanto ao estado pandémico, é sempre uma incógnita no continente africano e a Guiné não foge à regra. Muitas mortes não são registadas, outras são justificadas com "febre" como motivo para o falecimento. De todo o modo, o país foi adotando medidas de prevenção e de combate à propagação do vírus. Uma delas é o confinamento a partir das 18h até às 6h. Ora, esta medida impediu que vivesse a Guiné como ela realmente é. Concretizando: faltou-me a vida noturna, onde se conhecem pessoas novas e adquirem-se informações relevantes (profissionais sobretudo, mas não só) que não obteria de outra forma. Às 18h tinha que estar em casa, o que para a mecânica profissional também não ajudava, já que tinha que suspender o que estava a fazer no escritório e retomar em casa. No demais, os guineanos não cumprem com as mais básicas medidas de prevenção. O uso da máscara em espaços fechados é obrigatório, mas o guineano parece ter uma habilidade para descortinar lacunas na lei: há obrigatoriedade de uso sim, mas não se diz onde aplicar esse uso. No queixo está bom, pensa o guineano. Distância física também é um conceito que lhes é desconhecido. Por fim, posso dizer que encontrando-se Malabo numa ilha no Oceano Antlântico, a situação pandémica não terrível (confiando no Ministério da Saúde). O maior problema reside na parte continental do país (cuja capital é Bata e que não tive a oportunidade de visitar). Há voos entre Malabo e Bata, mas foram reduzidos e os viajantes estão sujeitos à realização de um teste prévio. Assim, a propagação também é combatida.

Clima

O clima na Guiné é tropical e não há as típicas estações do ano a que estamos habituados. Apenas existem a época das chuvas e a época seca. Aparentemente, apanhei a época seca durante os 2 meses em que lá estive e não fui sujeito a tempestades tropicais, com chuvas tremendamente itensas. Pelo menos de forma constante, já que tenho em boa memória dois dias em que apanhei essas ditas chuvas tropicais - fiquei totalmente ensopado. Ora, o calor é imenso, mas imaginei pior. Calculo que por estar numa ilha a coisa é atenuada. Mas pelas 6h acordava sem necessidade de desperdador, por ação do calor. Acordava ensopado em suor, com o colarinho do pijama em água. O ar condicionado fazia o seu papel, mas as manhãs eram complicadas. Vendo o bright side: com tamanho calor, acordava e estava desperto. Nunca fiz ronha na cama, o que era ótimo para me despachar e ir trabalhar. O problema era o final do dia: estava estafado. Chove frequentemente e é raro apanhar dias totalmente descobertos. O que é do meu agrado, porque o efeito das nuvens abaixo do Pico Basilé e do Mount Cameroon (montanhas vulcânicas) era visualmente muito bonito. Mas voltando à chuva, era frequente mas de fraca intensidade. E quando batia no meu corpo, em segundos secava por conta do calor. Por isso, nunca usei chapéu de chuva e sempre chegava aos tribunais competamente seco. Mas o melhor que o clima tropical me proprocionou, foram as tempestades de trovões e relâmpagos à noite. Um barulho ensurdecedor e raios brilhantes na vertical, tal e qual como se vê nos filmes. Por vezes acordava e ia para a janela ver este show.

Comida e custo de vida

Como disse, não aproveitei a vida noturna, pelo que não estou a par do que se consome nos restaurantes pela noite, nem o custo das discotecas e bares. Mas fui a uns quantos restaurantes almoçar. A comida é boa, mas nada de extraordinário. Não me aventurei na comida tradicional, já que estamos a falar de cobras e ratos (em alguns sítios, macaco, mas é ilegal). Contentei-me, assim, com o ocidentalismo. No entanto, deram-me a conhecer um restaurante de um espanhol cuja melhor guineana é da ilha de Annobón. Ora, esta ilha é a única parte da Guiné que aposta no mar, que faz uso do mar. Malabo e a ilha de Bioko, onde se situa, está completamente virada para dentro, é incompreensível como não aproveitam a mina que ali têm. Annobón é uma ilha pequena e as pessoas usam os frutos que o mar dá para viverem. Regressando ao restaurante, a mulher do dono é, portanto, de Annobón e cozinha peixe que os Annaboneses pescam. Adorei e tornou-se o meu restaurante preferido. Pedia sempre polvo e bilolás, mua espécie de calamares retirados do fundo do mar. De resto, a vida é cara. Não vai a restaurantes todo o guineano, só aquele que recebe bem. E para se receber bem na Guiné, há que ter boas profissões e ocupar bons cargos. Mesmo os produtos mais básicos no supermercado são caros. Não obstante, apesar de haver sempre as crianças a pedir e a lavar carros sem o solicitarmos, para depois lhe darmos a moedinha, não há miséria na Guiné. Ninguém passa fome ali. E isso justifica-se com as condições climatéricas do país. Num dia atira-se uma semente para a terra e no outro já há uma bananeira pronta a dar fruto. Com a recente crise e a forte desvalorização do petróleo, as pessoas passaram a enfrentar muito maiores dificuldades e a pobreza brotou, mas o nível seguinte - a miséria - é difícil encontrar.

Fauna e Flora

A beleza natural do país fascinou-me. Tal como disse acima, o Governo impôs certas limitações para combater o Covid e uma delas era a impossibilidade de passar para outra pronvíncia. Ora, eu estava em Malabo que, apesar de agradável em termos de natureza, é cidade. Queria conhecer a ilha e, felizmente, uma cliente minha convidou-me para ir a Luba, na parte Sul da ilha. Como ela arranjou (não sei como) um carro com matrícula diplomática, a polícia não nos chateou nas várias barreiras policiais que apanhámos. A praia de Luba é lindíssima. Comi num restaurante (também de Annaboneses) à beira da praia, comendo os peixes e bilolás acabados de pescar pelos Annaboneses que ali estão/vivem. De resto, a água é super quente, a areia super branca. Praia tipicamente paradisíaca com as palmeiras no início da areia, no topo da praia. Mas a viagem para Luba também foi incrível. Atravessámos a selva, passando por diversos povos que nunca saíram dali, que vivem da selva e daquilo que a terra lhes dá. Esses povos montaram cabanas à beira estrada e vendiam bananas e ratos. Foi muito interessante de ver e imaginar o que fazem aquelas pessoas, que nunca meteram um pé na cidade. Provavelmente nem sabem o que era o Covid, pensei. Quanto à selva, não fui para a selva densa (essa maravilha está reservada para a parte continental), mas passei pelo meio de árvores enormes, cheias de fruto. Os animais também me fascinaram: tudo em esteróides. As minhocas eram enormes, os caracóis eram enormes, os morcegos abundavam, os falcões atacavam ratos no meio das estradas cheias de carros. Para além disso, os lagartos! Na Guiné os lagartos passeiam no meio das ruas como se estivessemos a falar de pombos em Lisboa. São imensos, coloridos e muitos deles grandes. Mas fogem, não fazem mal nenhum, têm medo. O problema da fauna está na bicharada. Felizmente não apanhei malária, mas fui picado diversas vezes por melgas e afins. Tive sorte e o mosquito da malária não terá sido um deles (todos os dias punha repelente de manhã e à noite). Depois, tive uma osga residente em casa por 3 dias. Dá jeito para matar os mosquitos, mas mesmo assim não me deixou muito descansado. Nunca a consegui apanhar, mas certo dia desapareceu e foi à vida dela.

Guineanos

Os guineanos são pessoas suis generis. Eu sou advogado e tenho lá dois colegas locais, também advogados. Estamos a falar de malta instruída, conhecida na praça e que trabalha há mais de 10 anos com advogados europeus. Ou seja, estão já habituados à exigência e à cultura de trabalho que nós consideramos minimamente normal. Mas o guineano comum não é assim e isso exigiu de mim muita inteligência emocional para não me ir abaixo. O guineano não gosta de trabalhar. Não trabalha nem deixa os outros trabalhar. Como disse, eu acordava sempre às 6h, o que me deixava fisicamente de rastos. Os guineanos acescentavam o cansaço psicológico. Sempre que me deslocava a Ministérios, Conservatórias, Notários e outros sítios, não raras vezes os funcionários estavam a dormir. Muitas vezes tive e acordá-los e, claro, apanhar com reclamações por os ter despertado (culpa minha, claro!). As minhas dúvidas não eram respondidas. Os guineanos não olhavam para o assunto que trazia, respondiam sempre "não está pronto", "não é aqui", "não sabemos onde está o processo", "volta a dar entrada dos mesmos documentos que entregaste ontem porque em 24 horas conseguimos perdê-los". Estafante, um autêntico desafio para não fritar a pipoca e responder mal. O desafio é esse: aceitar a incompetência. Eu não posso revoltar-me com os guineanos. Tenho que fazer conversa, ser simpático, fazer piadas. Só assim vou poder entrar na linha de "gajo minimamente porreiro" e conseguir que os funcionários olhem, pelo menos, para o papel e assunto que tenho na mão, antes de me darem respostas automáticas de antipatia. Não é fácil, asseguro. E não é porque muitas vezes chegava a casa ao final do dia, completamente derrotado, e sem notícias para dar para os meus colegas em Lisboa. Tinha feito de tudo na guerra do dia e chegava ao final sem nada para dar a Lisboa. Os meus colegas e chefes de Lisboa compreendem, mas chega a um ponto em que eu tenho que dar alguma coisa, caso contrário não estaria na Guiné. É frustrante, porque a culpa não é minha, mas dos guineanos, que não têm cultura de trabalho porque o país cresceu num ápice por conta do petróleo... De resto, as pessoas não são particularmente simpáticas. Está muito presente a hierarquia em função das etnias. Os pertencentes aos Fang, maioritários, sentem-se claramente superiores aos demais. Portanto, mesmo entre eles, há uma segregação entre etnias. Não senti racismo. Tive um episódio em que quase acabava preso, mas foram ordens dadas pelos 'lá de cima', não foi contra mim em particular. Todos os estrangeiros eram presos porque havia suspeitas de vários documentos de entrada e permanência no país que estavam ilegais ou eram falsificados. Pelos vistos, era na prisão que se resolveria o assunto, mas um dos meus colegas locais ajudou-me e em cerca de 1 hora conseguiu impedir a minha detenção (fui o único branco, parado naquela operação stop, que se safou). Mas não são racistas, até porque algo que aconteça a um branco no país será notícia e quem fez o que não deveria ter feito está em grandes problemas. São normais as operações stops a brancos apenas para tentar sacar umas notinhas. Eu sempre consegui dar a volta aos senhores agentes através da conversa e piadinhas. Tem de ser assim.

 

Fica uma ideia geral. Em princípio, se tudo correr bem e o Covid ajudar, em março lá estarei outra vez para mais 2 meses de aventura. Nessa altura, espero já não haver confinamentos e, assim, visitar outras partes da ilha que contam ser maravilhosas: Ureka (ver as tartarugas gigantes) e Moka (cascatas naturais lindíssimas) estão na minha lista.

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Citação de a.lopes, Em 16/12/2021 at 20:05:

Pessoal, alguém viajou para Portugal desde que o teste para entrada passou a ser obrigatório?

Podem dar uma vista de olhos à minha pergunta?

https://www.cmportugal.com/topic/192621-covid-19-coronavírus-tópico-de-discussão/?do=getLastComment

Fiz Londres-Porto ontem e so olharam para nome e resultado do teste (tanto no embarque como na chegada).

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Vale a pena fazer uma reclamação por email (ou algum serviço online) para a TAP, relativamente a uma perda de viagem por atraso da companhia no voo de ligação?

A perda do voo, responsabilidade da TAP, implicou passar uma noite num local que não contava, mas consegui pelos meus meios resolver a questão da 2ª viagem sem gastar mais guito. Considerando que na fila do atendimento da TAP tinha umas 200 pessoas à frente apenas caguei e tratei eu de resolver as coisas, que acabaram por correr bem, mas se desse para reaver pelo menos o dinheiro da dormida não me importava.

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Citação de antifa, há 4 horas:

Vale a pena fazer uma reclamação por email (ou algum serviço online) para a TAP, relativamente a uma perda de viagem por atraso da companhia no voo de ligação?

A perda do voo, responsabilidade da TAP, implicou passar uma noite num local que não contava, mas consegui pelos meus meios resolver a questão da 2ª viagem sem gastar mais guito. Considerando que na fila do atendimento da TAP tinha umas 200 pessoas à frente apenas caguei e tratei eu de resolver as coisas, que acabaram por correr bem, mas se desse para reaver pelo menos o dinheiro da dormida não me importava.

Já lá vai uns 6 anos que pedi reembolso ( https://www.flytap.com/en-pt/support/talk-to-us ) de hotel+comida por causa de um voo cancelado da TAP por causa de uma greve. Depois de preencher o formulário não disseram nada mas passado uns meses chegou um cheque com o valor que pedi.

Nesta fase deve ser bem mais demorado, mas não perdes nada em tentar.

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Citação de antifa, há 5 horas:

Vale a pena fazer uma reclamação por email (ou algum serviço online) para a TAP, relativamente a uma perda de viagem por atraso da companhia no voo de ligação?

A perda do voo, responsabilidade da TAP, implicou passar uma noite num local que não contava, mas consegui pelos meus meios resolver a questão da 2ª viagem sem gastar mais guito. Considerando que na fila do atendimento da TAP tinha umas 200 pessoas à frente apenas caguei e tratei eu de resolver as coisas, que acabaram por correr bem, mas se desse para reaver pelo menos o dinheiro da dormida não me importava.

Vale sempre a pena. Tendo em conta o que descreves, chegaste ao destino muito tempo depois e como tal tens direito a indemnização, se foi por culpa deles.

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Vale, vai demorar uns meses mas devem dar. Acredito é que seja num voucher para usar com eles e não em dinheiro.

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Citação de NIkeL, há 6 minutos:

Vale, vai demorar uns meses mas devem dar. Acredito é que seja num voucher para usar com eles e não em dinheiro.

Se o atraso foi culpa deles (avaria, falta de pessoal, etc) são obrigados a dar indemnização. Se não foi por culpa deles (mau tempo, greve do handling, etc.) só têm que pagar as despesas. De qualquer forma, só podem dar vale se o cliente aceitar.

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Citação de Tio Hans, há 39 minutos:

Se o atraso foi culpa deles (avaria, falta de pessoal, etc) são obrigados a dar indemnização. Se não foi por culpa deles (mau tempo, greve do handling, etc.) só têm que pagar as despesas. De qualquer forma, só podem dar vale se o cliente aceitar.

Porque é que as companhias aéreas têm que pagar as despesas em caso de cancelamento por mau tempo?

Já fiz umas boas jantaradas na Terceira pagas pela SATA, mas aí era porque já não estava na origem, nem tinha chegado ao destino final.

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Citação de Seferogol, há 8 minutos:

Porque é que as companhias aéreas têm que pagar as despesas em caso de cancelamento por mau tempo?

Já fiz umas boas jantaradas na Terceira pagas pela SATA, mas aí era porque já não estava na origem, nem tinha chegado ao destino final.

Porque o regulamento CE 261/2004 da União Europeia assim o determina.

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Cruzeiros? Alguém já fez, qual fez, o que aconselham, o que evitar, etc. 

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