Ir para conteúdo
Entre para seguir isso  
karagounis_10

Literatura Desportiva

Publicações recomendadas

Encontrei este site ontem:

 

Tacticzone

 

Tem uma análise ao Paços de Ferreira muito interessante:

 

Artigos sobre o Paços 2012/2013

 

Tem videos e tudo.

 

Por falar no Paços deixo aqui o artigo que escrevi sobre o Paços que chegou a ser partilhado pela página oficial do Paços no facebook e visto pela equipa técnica que agora estará no Porto.

 

http://www.dozeonline.com/12/index.php/bola-ao-meio/659-pacos-de-ferreira-ao-raio-xa

Compartilhar este post


Link para o post

De onde preferem encomendar os livros? Wook, Primebook?

Compartilhar este post


Link para o post

Defesa à zona do Amieiro e o Formula Barça do Ricard Torquemada.

Compartilhar este post


Link para o post

Recomendo os dois.

 

Podes me falar um bocadinho sobre o " Formula Barça"?

Compartilhar este post


Link para o post

Podes me falar um bocadinho sobre o " Formula Barça"?

É um livro que fala essencialmente sobre a evolução do modelo de jogo do Barcelona, desde o Cruijff, passando pelo Van Gaal e pelo Rijkaard, e terminando no Guardiola. Ajuda a desfazer o mito de que o Guardiola não teve que fazer praticamente nada, porque já estava tudo inventado desde o tempo do Cruijff. Isso, obviamente, é uma patetice. Entre a "Dream Team" e a "Pep Team", há diferenças que nunca mais acabam. Além de falar de vários aspectos tácticos e estratégicos (o papel do guarda-redes, as saídas de bola, a importância do meio-campo, a pressão, as bolas paradas, a questão do falso 9, etc), também aborda o conceito de liderança do Guardiola e as suas principais inspirações.

 

É uma leitura light, mas achei muito interessante.

Compartilhar este post


Link para o post

Gente, literatura no que toca à abordagem a miúdos no inicio das suas carreiras (8-12 anos). Sugestões?

Compartilhar este post


Link para o post

Gente, literatura no que toca à abordagem a miúdos no inicio das suas carreiras (8-12 anos). Sugestões?

 

Futbol Base

 

Tese

 

Tese

Editado por Haz

Compartilhar este post


Link para o post

Andam por aí umas cenas dum tal de Pedro Mendonça, com análise ao modelo de jogo e de treino do Bayern. Já apanhei umas cenas soltas, mas alguém tem o documento ou aquilo é mesmo um livro?

Compartilhar este post


Link para o post

Andam por aí umas cenas dum tal de Pedro Mendonça, com análise ao modelo de jogo e de treino do Bayern. Já apanhei umas cenas soltas, mas alguém tem o documento ou aquilo é mesmo um livro?

 

É um livro, mas como dizes, há aí peças soltas.

Algumas delas

Compartilhar este post


Link para o post

Vou só pegar nestes dois post's devido ao tema em questão, do qual já me questionei por algumas vezes e gostaria de deixar o meu pensamento.

 

Eu li esse texto e, como é normal no trabalho do Miguel, concordo. Aliás, permite-me citar parte dele:

 

"E tudo se torna especialmente problemático quando no processo de treino se complica o que na verdade é tão simples. Não foi por ter treinado na rua que Rooney se tornou o jogador que é. Tivesse treinado num campo de futebol sem treinadores e com os mesmos colegas / adversários que encontrou na rua e as qualidades seriam as mesmas. A chave da rua não é o piso da prática, obviamente. É o jogo, sempre o jogo e a liberdade para decidir e aproveitar o seu talento."

 

Ênfase nos bolds. Não que tudo o que venha desse blog tenha de ser tomado como verdade absoluta, mas tenho exactamente o mesmo pensamento que ele. Daí os "estímulos" que se diz que o Futebol de Rua oferece, acaba por ser um argumento falacioso. O que está em causa aqui é, só e apenas, o tempo de prática, seja ele onde for. Até digo mais, quanto mais próximo da estrutura normal do jogo o jogador treinar, mais rápido alcançará todo o seu potencial.

 

Eu concordo. Não acho que um piso irregular ou em mau estado seja de forma alguma um factor capaz de potencializar qualquer característica ao jogador. O importante será, sempre, o contacto com a bola, e o tempo de prática sem qualquer restrição de liberdade de acção. Fala alguém que percebe pouco disto, obviamente :)

Será que o fato de jogar num piso irregular não ajuda? Penso que o ponto principal é mesmo o contacto com a bola/tempo de prática, estamos de acordo, contudo aquela dificuldade que se encontra em dominar a bola devido ao tal espaço irregular ou algo do género não irá incutir no atleta uma maior sensibilidade, um maior cuidado?

 

É verdade que nos jogos eles depois vão jogar no campo direitinho, relvado (hoje em dia quase todos os campos são sintéticos, pelo menos na minha zona), não digo para se fazer dos treinos em pisos irregulares uma prioridade, mas de vez em quando experimentar de forma a criar estímulos nos atletas, não seria boa ideia? A verdade é que passam a ser novos obstáculos que eles encontram.

 

Outra questão, depois de ter lido todo esse texto, é que se criarmos os tais modelos de jogo em idades precoces estamos a formatar as crianças e retiramos a elas a criatividade e imprevisibilidade. Por outro lado, na minha opinião, também não podemos só deixá-los jogar à vontade, acaba por ficar um jogo confuso, acho que me faço entender. Qual então a melhor forma estratégia para crianças destas idades? Eu este ano já tive uma experiência, na próxima época vou ter uma equipa do escalão de Traquinas (Sub-9, Futebol 5) e gostaria de ter mais opiniões de formas de trabalhar.

Compartilhar este post


Link para o post
“La preparación física no existe”

 

Paco Sirul.lo, preparador físico del Barça (y también de la selección española de Balonmano) y uno de los profesionales más reconocidos por sus colegas, le contaba hace casi dos años a Cappa que “la preparación física no existe”.

 

Paco Seirulo, preparador físico del Barça, se citó con Ángel Cappa en Barcelona. Se conocen por diversos congresos de fútbol y comparten una idea, original y nada extendida, sobre la utilidad de la preparación física enfocada al fútbol. En esta charla se desmoronan, de hecho, varios mitos ya instalados sobre el asunto en relación, por ejemplo, a las pretemporadas o al uso del gimnasio y las pesas para los jugadores de fútbol.

 

Cappa: No sé si coincidirás, pero para mí la preparación física como tal no existe. Existe la preparación de un futbolista, de un basketbolista, de un tenista, pero no en general.

Seirulo: Coincido. Antes, por error, se pensaba que primero había que fabricar un atleta y luego que jugase a lo que sea. Si se quería entrenar la resistencia, se entrenaba por igual en el monte, en el mar… donde fuese. Y luego adaptaban esa resistencia a su deporte. Y no es así. Así pierdes tiempo y energía, pues cada deporte requiere su tratamiento específico.

 

C: La velocidad, por ejemplo. En fútbol es diferente, tiene que ver con la precisión, con ver antes la jugada.

S: He entrenado en otros deportes y el fútbol es el que más prima las habilidades del jugador: su inteligencia, toma de decisiones, sensibilidad, comprensión del espacio y del tiempo…¿Por qué? En fútbol, lo mismo que tú utilizas para movilizarte lo usas para jugar, y tienes que estar concentrado en ti mismo y en el equipo. Por eso, los talentos

de este deporte son, personalmente, tipos muy especiales.

 

C: Eso me hace recordar una anécdota que viví con Maradona. Estábamos viendo un partido de basket de Michael Jordan y le dije: ‘Diego, qué gran jugador es, ¿verdad?’. Y me dijo; ‘Sí, es un grande, yo lo admiro, pero no te olvides de que juega con lamano, ¿eh?’.

S: Claro, ésa es la dificultad del fútbol: los pies, y eso acarrea muchas obligaciones motrices, que, a su vez, complican la percepción y las relaciones interpersonales del atleta. A mí los jugadores muchas veces me dicen:

‘Oye, Paco, ¿por qué no entrenamos la velocidad?’. Y les contesto que eso lo entrenamos todos los días, porque el fútbol es eso: velocidad, aceleración… no correr sin más, sino adaptarte a correr respecto al balón y al rival. Tocar el balón con la velocidad adecuada y hacia donde tú deseas.

C: La fuerza también es distinta. Para mí la fuerza en el fútbol es astucia.

S: Claro. Es aplicar tu energía en el momento oportuno. Si no, la fuerza no sirve para nada. Si eres muy fuerte y cada vez que chocas con uno te quitan el balón o haces falta, estás perdido.

C: Hay gente que piensa, por error, que los jugadores altos cabecean más y mejor. Y no es cierto. Hay que saber saltar y saber cabecear.

S: De hecho, los grandes cabeceadores de la historia nunca han sido muy altos. Han sido tipos medianos pero muy astutos, adivinando la trayectoria del oponente, del balón y la velocidad precisa.

C: Hay muchos mitos en la preparación física de nuestro deporte. Uno es el calentamiento; otro, la pretemporada;

y el tercero, las pesas.

S: Son, para mí, tres temas claves. La pretemporada es el más grave. Yo creo que es imposible que, entrenando un mes, se llene, como se pretende, el tanque de un futbolista para toda la temporada. Imposible. Y los preparadores

tenemos que flagelarnos en esto pues le hemos dado demasiada importancia a la pretemporada. Hacer entrenamientos dobles y triples durante dos semanas no es bueno para los jugadores. Sólo consigues fatigarlos

y que lo estén pagando durante los cinco primeros partidos de Liga. Para mí lo correcto es prepararse para el primer partido sólo. Exclusivamente. Y luego para el segundo… y así. No se puede hacer una pretemporada

entrenando dos semanas seguidas en tres turnos sin tocar el balón.Perjudica y no es útil.

C: Cuando entrené en Sudáfrica, los jugadores venían de hacer cuatro sesiones al día. Eso era una masacre. ¿Y del calentamiento, qué me dices? Hay una especie de obsesión de estar 25 minutos calentando. Yo vi cómo calentaba Cruyff en su día y sólo hacía pataditas con la pelota y alguna carrerita liviana. Maradona, igual. Es verdad que hay jugadores nerviosos que quizás sí necesiten correr más para quitarse esos nervios. Pero eso es todo.

S: He discutido mucho sobre esto y he probado mucho. Para nosotros el hecho de calentar es sólo un acto socioafectivo, esto es, sólo sirve para ponerte en contacto con tus compañeros y con el ambiente. Ése es el principal objetivo del calentamiento. Porque hay otro problema añadido. Los jugadores, si juegan a

las diez de la noche, se levantan ya a las seis para merendar. Y cuando se levantan, como a todos, les duele algo. Por eso, se trata de moverse un poco, engeneral, y luego coges el balón, te lo pasas unas veces y ya está. He visto mil veces cómo un jugador sale a jugar sin calentar, por lesión de otro, y no le pasa nada. Juega sin problema alguno.

C: Eso pasa en el basket. Los jugadores salen de repente, sin calentar y no pasa nada.

S: O en el tenis. No he visto a tenistas dar vueltas a la pista antes de jugar. Salen, calientan dándole a la bola, un par de saques… y empieza el partido.

C: Otro mito, por desconocimiento, es pensar que si el jugador corre más va a jugar mejor al fútbol.

S: En nuestro deporte sólo con las tres carreras que haces tras el saque de centro y un par de movimientos… ya has calentado. Y a partir de ahí, ya puedes correr todo lo que quieras. No puedo decir que es una barbaridad calentar, pero no es necesario hacer esos calentamientos exagerados a los que el fútbol nos tiene acostumbrados. Otra cosa sería, por ejemplo, una carrera de 400 metros. Ahí sí, pues es un esfuerzo individual, específico y único en un tiempo corto. Pero en el fútbol, ¡para nada!

 

C: Decía el doctor Oliva que ‘sentirse cansado no es estar cansado’. El cansancio es, en parte, psicológico. Influye mucho el estado de ánimo. Nunca se ve un equipo que ganando 4-0 esté cansado.

S: Eso lo ves en atletismo. El que llega primero, que debería estar más cansado, se pasa luego el tiempo dando la vuelta a la pista, saludando… y los otros están en el suelo hechos polvo. Y es por el factor anímico. Son las endorfinas. Tu propio cuerpo genera autoestima. Por eso sólo un pequeño factor biológico justifica el calentamiento. Pero, insisto, nada más.

C: Lo curioso es que de preparación física no habla nadie, salvo cuando pierde el equipo. Ahí sí se justifica todo.

S: Sí, parece que de repente no corren. ¿Y por qué no corren?Pues quizás porque van perdiendo y no al revés. Cuando un jugador da dos pases malos, la solución no es correr, sino pararse para recuperarse.

C: Y la presión. La tensión permanente de ganar también influye mucho en lo físico.

S: Eso se nota, sobre todo, en la recuperación. El estrés genera más estrés. Los jugadores, en una dinámica negativa, no recuperan bien y por eso están cansados. En el Barça nuestros entrenamientos están basados en el cambio. Nunca hacemos dos entrenamientos iguales, que tengan la misma intensidad o elmismo objetivo. Al tercero igual,

los jugadores pasan. No sirve de nada. Los hábitos generan estabilidad inicial pero acaban por destruir. Los jugadores, para adaptarse al nuevo entrenamiento, sacan la energía que tenían aparcada y el equipo se beneficia

de eso.

C: Además, hay que entrenar con creatividad. No se debe prever todo, hablando desde el punto de vista futbolístico. Depende también del día, de lo que surja en ese instante. Muchas veces uno cambia lo que tenía previsto en lamañana.

S: Yo aplico unos parámetos mínimos, pero luego observo y si veo que a partir de unas series hechas, hacer más no sirve de nada, lo dejo. Los jugadores pierden interés si hay mucha repetición. De los entrenadores que he tenido en el Barça los que mejor han manejado este aspecto han sido los que mejor resultados han tenido.

C: Cuando yo hago ejercicios para los defensas, por ejemplo, no pienso en el tiempo que deben estar haciéndolos. Eso depende de muchos factores.

S: Muchos entrenadores seangustian con esto. Si a un ejercicio le faltan dos series, te lo recuerdan angustiados. ¡Y no pasa nada! Los jugadores, muchas veces, quieren saber exactamente lo que tienen que hacer para mentalizar a su cuerpo para ese esfuerzo. Por eso yo les intento mantener siempre alerta. No quiero que sean funcionarios del

entrenamiento. Así se motivan, aunque, siendo sinceros, la motivación en el fútbol viene por el gol… y nada más.

C: ¿Hablamos de las pesas? Hay obsesión por ello. Muchos creen que si se está más musculado se juega mejor y se lesionan menos.Y no es así.

S: Hay un error: adjudicar siempre las lesiones a la preparación física. En el fútbol hay dos cosas: accidentes y lesiones. Los accidentes, que tenemos muchos, son inevitables y las lesiones, que tenemos menos, no. Utilizar las pesas de forma genérica, en movimientos y en cargas que son muy ajenas al fútbol, es un error. Las pesas preparan al músculo para otras actividades que no son las que va a utilizar el jugador en el césped. Y eso le provoca sobrecargas. La musculación hay que usarla para mejorar la fuerza enfocada al fútbol, no genéricamente. Otra cosa es que de 16 a 19 años el futbolista necesita una formación muscular para que deje de ser un ciudadano

de la calle y se transforme en un deportista. Pero si puede ser con balón, mejor. ¿Por qué? Porque el balón añade el

elemento coordinativo que luego utilizas en el campo. Si tú haces tres saltos de piernas, como ejercicio, pero sin balón, no tiene sentido. Dónde saltas, cómo apoyas… todo es diferente si metes un balón por medio. Por eso

hay que hacerlo con balón. No es lo mismo saltar que saltar para tener que dirigir un pase. Por eso, la preparación física del fútbol hay que hacerla con balón siempre. El concepto está equivocado. La cuestión no es coger

fuerza en las piernas, sino adaptar la musculación a lo que luego vas a hacer en el campo. Lo contrario genera lesiones, pues el músculo no está preparado.

C: A eso hay que añadirle que hoy en día los jugadores tienen demasiados partidos, demasiada tensión. Si estás en

un grande, siempre existe la obligación de ganar.

S: Y además los jugadores van de la selección a los clubs y viceversa. Y nadie entrena igual. Los jugadores varían de un tipo de entrenamiento a otro y eso les afecta.

C: Yo, cuando llego a un equipo nuevo a mitad de temporada, siempre pregunto qué estaba haciendo el preparador

físico anterior para no generar descompensación.

S: Muchas veces la culpa la tenemos nosotros, los preparadores físicos, porque para ser diferentes hemos inventado cosas que dañan a los jugadores.

C: Para resumir, yo creo que hay una preparación enfocada al músculo y otra, la correcta, enfocada al fútbol, al juego.

Compartilhar este post


Link para o post

41lm2xBugJL._.jpg

Sai quinta-feira isto. Vão, comprem. Sejam felizes.

O nome dele no título está mal, enfim. Que profissionalismo.

Editado por Sumudica by Night

Compartilhar este post


Link para o post

Que livros/teses/artigos recomendam para alguém que se quer iniciar num estudo mais aprofundado sobre o futebol? (algo que aborde as noções mais básicas, para começar, seria o ideal)

Compartilhar este post


Link para o post

The Ball is Round: A Global History of Football - David Goldblatt

 

Inverting the Pyramid: The History of Football Tactics: A History of Football Tactics - Jonathan Wilson

Compartilhar este post


Link para o post
Visitante
Este tópico está impedido de receber novos posts.
Entre para seguir isso  

  • Todo o Mundial 2026 no CMPT
  • Outros membros neste tópico

    Nenhum utilizador registado está a visualizar esta página.

×
×
  • Criar Novo...